Somos «habitantes de un espacio y un tiempo alargado, móvil, desmaterializado, en el que el soberano es, como nunca antes lo había sido, el principio de la heterogénesis de los fines. Es el interregno, un nuevo desorden y, además, babélico». El espacio social contemporáneo semeja una torre de Babel horizontal en permanente mutación donde nada parece estar ya en su sitio y muchas cosas parecen no tenerlo. En este mar sin confín y agitado por la crisis, los individuos, solitarios interconectados, han perdido los puntos de referencia que definen la actividad del pensamiento y la acción han perdido el sentido de lo común. Estas últimas reflexiones de Zygmunt Bauman, en diálogo con Ezio Mauro, pretenden servir de brújula de orientación para salir de la Babel del presente. Pero la tarea de construir una responsabilidad común y una nueva moralidad cívica desde el conocimiento es un trabajo arduo. «Debemos pertrecharnos», dice Bauman, «para el agotador camino que nos queda, para la escabrosidad del recorrido y para la limitada fiabilidad de los vehículos de que disponemos».
Zygmunt Bauman was a world-renowned Polish sociologist and philosopher, and Emeritus Professor of Sociology at the University of Leeds. He was one of the world's most eminent social theorists, writing on issues as diverse as modernity and the Holocaust, postmodern consumerism and liquid modernity and one of the creators of the concept of “postmodernism”.
C'era una tale voglia di globalizzazione, pochi anni fa, che nessuno voleva vederne il lato oscuro. Poi a globalizzarsi è stata la crisi e anche le democrazie hanno scoperto di essere seriamente malate. Indagine erudita e analitica sul vuoto politico e sociale dei nostri anni. Peraltro mi sono sembrate molto più profonde le domande (le provocazioni) di Mauro che le risposte (le analisi) di Bauman.
Zygmunt Bauman y Ezio Mauro dialogan sobre la política y la democracia en la actualidad como se ya no cree en estas y como sobre estas existen otros poderes el consumismo. En el segmento de "Solitarios Interconectados" se nos hacen creer que estamos participando políticamente dando un like o comentado, pero no estamos ejerciendo un cambio en la realidad, ya que somos bombardeados por noticias que son efímeras que no permanecen y por las cuales no indignamos si son verdaderas.
A timely and profound look at our civilization in the throes of an identity crisis, where cynicism reigns and connectivity has replaced community. This is an exchange of essays between Mauro and Bauman and both thinkers have penetrating insight into what we've gained and lost in our technocratic utopia.
"A mais horrenda manifestação dessa frustração é a distância crescente entre os que votam e os que são postos no poder pelo seu voto. Cada vez menos os eleitores confiam nas promessas feitas pelas pessoas que elegem para governar; amargamente descrentes por causa das promessas não cumpridas do passado, os eleitores não chegam a esperar que desta vez as promessas sejam cumpridas.
Com frequência cada vez maior, os eleitores apenas procedem mecanicamente – mais guiados por seus hábitos adquiridos que por alguma esperança de mudança para melhor ensejada pelo seu voto. Na melhor das hipóteses, eles vão às cabines eleitorais para escolher males menores. A ampla maioria dos cidadãos raramente acredita, se é que acredita, que a perspectiva de mudar o curso dos acontecimentos na direção certa – possibilidade que no passado tornava a democracia tão atraente e a participação ativa nos procedimentos democráticos tão desejável – está hoje entre as cartas do baralho e ao alcance da mão. Como observou J.M. Coetzee em seu Diário de um ano ruim:
Confrontada à escolha entre A e B, considerando o tipo de A e o tipo de B que geralmente consegue colocar seus nomes na cédula eleitoral, a maior parte das pessoas, das pessoas comuns, se inclina no fundo a não escolher nenhum. Mas trata-se apenas de uma propensão, e o Estado não lida com propensões. … O Estado balança a cabeça. Você tem de escolher, diz o Estado: A ou B".
Interessante descrição a respeito da organização tecnológica da sociedade e a filosofia envolvida nesse processo. Trata da filosofia da linguagem, de um pouco de metafísica, da filosofia da sociedade, da percepção e do senso de democracia e cidadania. Lida com paradoxos sociais e o futuro da nossa sociedade envolvida com a tecnologia, e aonde isso levará os sistemas de governo. Muito interessante para reflexão e é uma ótima discussão de todos esses temas. Interessante para abrir a mente e sugerir reflexões para os preocupados com o futuro da sociedade.
Libertà di parola e di espressione, la crisi della politica, il ruolo della massa, lo stato e le sue responsabilità, internet i social media e le nuove forme di comunicazione, democrazia, dialogo interculturale, l'Unione Europea e le sfide che deve affrontare, comunicare troppo per non comunicare niente. Tutto cioè e molto di più condensato in questo libro che ti avvolge, ti fa sentire in colpa, ti fa riflettere con sociologi, politologi, antropologi, linguisti...da leggere!
So, we are basically living the Big Brother by our own choice, the government is useless against the economy, 50 years from now everyone will plow robots and be unemployed because one cannot help posting dumb opinions on social networks and the ability to inquire and critical thinking are long lost. I need a sound dose of layers of irony.