Nadie mejor que Catalina de Habsburgo para novelar los últimos años de la atormentada existencia de la emperatriz Elisabeth de Austria-Hungría. La autora es heredera del linaje imperial austriaco, ha buceado en los archivos familiares y ha querido poner por escrito la tradición oral familiar sobre Sissi. A través de la correspondencia que la dama de compañía de la emperatriz mantiene con su hermana, se nos desvela la intimidad de la soberana, su perpetua inquietud, la tan especial relación que mantiene con su esposo y el misterio que rodea la muerte de muchos de sus seres más queridos, sobre todo la de su hijo y heredero de la corona imperial, el archiduque Rodolfo. El retrato que nos transmite esta novela está muy lejos de las edulcoradas imágenes de las películas. Nos descubre una Elisabeth mucho más real y humana que la del cine, idealista y apasionada, pero también egocéntrica y caprichosa; envuelta en opacos velos, con el rostro siempre oculto tras un eterno abanico; un alma torturada que llama a la muerte y la encuentra de forma inesperada en el afilado estilete que le atravesó el corazón.
Catharina is the youngest grandchild of Charles I of Austria or Charles IV of Hungary (17 August 1887 – 1 April 1922), the last ruler of the Austro-Hungarian Empire.
She spent her childhood in Belgium, studied politics in the USA and Madrid. She married an Italian count (Massimiliano Secco d'Aragona), and now they live with their children in Brescia, Italy.
Being the daughter of Archduke Rudolph, she comes from Marie Antoinette's bloodline, which explains her fascination with the tragic story.
Comecei a ler este livro em 2010/2011, mas a minha vida entrou num turbilhão e eu fui obrigada a arrumá-lo na estante sem o terminar... Agora, decidi pegar nele a sério e lê-lo do inicio ao fim. E posso dizer que gostei. Ainda que me tenha sentido muitas vezes perdida. Muitas mesmo.
Tive com frequência dificuldade em compreender quando é Sissi, a Imperatriz Isabel, que escreve, sendo que não percebi e continuo a não perceber bem o porquê da autora ir buscar as vidas de outros elementos da sua familia. Ou, por outra, a autora podia fazê-lo, desde que articulasse isso com a perspectiva de Sissi e eu quase não senti isso. Dá quase para pensar, sem querer ferir susceptibilidades, que se pretende fazer uma sopa, atirando os legumes todos lá para dentro, sem serem lavados, cortados, ... E isso não funciona.
Assim sendo, acho que a história de Sissi se perde muito nisso. Às vezes, senti que me tinham apagado as luzes e andava às apalpadelas num túnel escuro, sem perceber bem no que estava a tentar a agarrar ou com o quê me tinha cruzado. Isso quebra o ritmo da leitura, desinteressando, com frequência o leitor. É preciso disciplina para persistir numa leitura que nos impede de sentir um definido fio condutor...!
Gostei, mas está longe de ser um livro que adorei ou que gostei muito. É um livro confuso. E se eu fosse uma leitora de ocasião, acho que tinha deixado o livro a meio e dito: não sou lá grande fã de romances históricos e, muito menos, gosto de ler... Não sinto nada. [E eu não sou assim, repito!!]
Por último, gostava de acrescentar que, ainda que meio fora de contexto, achei o capítulo sobre o rei Luís da Baviera, que mandou construir o Castelo de Neuschwanstein e era amigo de Richard Wagner, extremamente interessante.
Here i am, with a substantial "to read" list, and i find myself spending a third of my time going back to familiar tittles.... but then again, books are also friends, that guide you and confort you, especially in todays "complicated" real life..no?
Empress Elizabeth (Sissi/Sisi) is a long time fascination of mine, and one i enjoy regularly revisiting by looking at my own personal library on her, or reading new stuff that comes out.
Well, after that horrible badly written, and ridicously innacurate, book on her (that somehow made it to the NYT bestseller list!), I find myself thinking that you have to be a european to write a decent book on her! No offense, but at least so far, those are the only authors that do justice to the enigma she was. This one particular book - half bio, half romance - does a very good job of it if i may say so, and no, i am in no way related to it or its author. The more observant reader has probably by now noticed the author´s surname - yes, the Archduchess Katherina Von Habsburg is indeed related, although not by blood - she is a direct descendant of the last Emperor of Austria, Charles (technically speaking Sissi was her great aunt a couple times removed - by marriage to Emperor Franz Joseph, The uncle of Emperor Charles).
This book may not have the extended version of Sissi´s life that Pataki´s trilogy intends to cover but, unlike those books, it is not only very well written but also tremendously engaging.
The main character here is a real one, Sissi´s final lady in waiting - the hungarian Irma Sztaray - who, aboard the yacth Miramar so many times used by Sissi on her constant wanderings, writes long letters to her only sister - a nun in a remote convent of the Austrian Hungarian empire, and hence a safe guardian of whatever secrets regarding the empress that her sister may need to "vent" in her letters. And "secrets" she does indeed tell this sister - of Sissi´s family, of her early years after her marriage, of her struggles with her mother in law/aunt, the dreaded Sophie, of her incessant wandering, her love of Hungary, the tragedy of her only son´s death at Mayerling and so on.
Each chapter open with a letter to this sister where Irma begins her tale and suddenly, and elegantly if i may say so, it is the Empress herself that his given her own voice - some imagination goes in to it of course, but also good solid research and no hacking off of characters for the sake of plot or number of pages...yes yes i mean you Ms. Pataki...
Without ever falling into excessive sympathy or victimization of the Empress, this book is successful in portraying her in a very real, humane way, bringing her closer to the modern reader while transporting us to a not so distant but very different time and life.
My one "pet peeve" would be that it could perhaps do with some more historical background - i think the author just assumed it wouldnt be needed because the subject is already so well known in Europe.
But still, if you dont like biographies as a genre ,and prefer the historical novels to find out more about certain characters - by all means start here! Very well written, a good knowledge of the times (she did have access to great direct family sources like her own father Archduke Rudolf) and a firm grasp on the pace of the book - it never gets slow or boring.
Plus lets face it, when history comes from the family who ruled over a good chunk of Europe, in some way shape or form, since the middle ages till the end of WW1...its worth the try, no?
Para começar devo dizer que não tenho qualquer interesse especial nesta personagem histórica, uma das razões porque não apreciei mais este livro.
Aliás, fiquei mesmo com a impressão de que não teria gostado da Imperatriz Isabel da Aústria-Hungria se tivesse convivido com ela.
Era uma pessoa instável e dada a depressões que a faziam abandonar a família durante semanas ou meses, só porque não se sentia capaz de permancer no mesmo sítio durante muito tempo.
Acima de tudo, não gostei particularmente dos saltos no tempo que a autora fez.
Ao fim de pouco tempo tornaram-se confusos, porque de um momento para o outro passaríamos da morte de um membro da família da Imperatriz para um momento em que essa pessoa ou outra com o mesmo nome estaria viva e faria qualquer coisa com consequências políticas, sociais, pessoais, etc.
Eu acabei por gostar deste livro, apesar de ter havido algumas opções da autora na forma como decidiu apresentar a narrativa que me deixaram um bocadinho desorientado. Inicialmente tive alguma dificuldade em perceber quem nos estava a narrar a história. Depois de ter chegado à conclusão de que havia três narrações distintas, sendo que suas delas são ficcionadas, acabei por apreciar o livro de outra forma.
Inicialmente, pensava que iria ler uma biografia da famosa Imperatriz do Império Austro-Húngaro, conhecida por Sissi. Já tive a oportunidade de viajar mais do que uma vez pela "Mitteleuropa" (nomeadamente pela Baviera, pela República Checa, pela Hungria) e é espantoso como a referida Imperatriz está presente por todo o lado, seja em postais, em ímanes, em livros, enfim, tudo o que se possa imaginar faz uso da imagem dela. Vai daí, surgiu em mim a curiosidade de descobrir mais sobre esta personagem que entrou para a cultura popular e que se idolatra como personagem trágica. No entanto, se formos a ver bem, Sissi teve uma vida tão trágica como outros membros da sua família, o que pode ser perfeitamente atestado ao ler este livro. Digamos, porém, que ela teve mais visibilidade ao longo dos tempos, sem ter caído no esquecimento.
Ora bem, o que me surpreendeu neste livro foi que, afinal, a suposta biografia de Sissi está aqui bastante ficcionada. Isto porque ao longo da narrativa a informação que podemos considerar como "isenta" é intercalada por umas cartas supostamente escritas pela dama de companhia húngara de Sissi, bem como dos supostos pensamentos da própria Sissi. Estas partes do texto são, portanto, ficcionadas por Catalina e, como tal, ainda que transmitam algumas informações sobre as personagens de que se fala e tenham validade histórica, têm de ser consideradas como liberdades "poéticas" da autora. Penso que seja isto que baralhe mais o leitor, o facto de não se perceber à primeira leitura de que este livro tem pequenos textos de ficção (as cartas da dama de companhia e os pensamentos de Sissi).
Por outro lado, também não se consegue perceber muito bem por que razão, num livro que deveria ser dedicado à Imperatriz Isabel se aborde tantos outros personagens coetâneos. Sim, é verdade que eram seus familiares, mas se o subtítulo do livro é "a atormentada vida da Imperatriz Isabel", não seria de esperar que se dedicassem capítulos a Luís II da Baviera ou Maximiliano do México.
Em todo o caso, penso que se pode aprender algo sobre a família Habsburgo (e também sobre a família Wittelsbach) de uma forma nada aborrecida. Acabei por gostar deste livro e fiquei curioso com outros livros da mesma autora.
Siempre que leo este libro encuentro más parecidos con Elisabeth, mujer a la que siempre admiré. Y siempre siento su pena como propia y cada vez más lástima por su triste vida, buscando el sosiego de un alma inquieta que adoraba ante todo el mar. La Gaviota, como si primo Luis II de Baviera la llamaba, era un espíritu libre,una mujer adelantada a su época. Excéntrica, amante del esoterismo, apasionada por la cultura magiar, enamorada de Hungría, diplomática y mujer muy capaz de llevar a cabo tareas políticas que otras de su época no hubieran podido. Se descubre con este libro que Sissi, tal como nos la presenta Romy Schneider en sus películas edulcoradas, nunca existió, mas la emperatriz Elisabeth de Austria, o Erzsebeth Kiralyne de Hungría fue una mujer real, con sentimientos, y más penurias que alegrías. Digna de admiración y muy posiblemente de lástima, por un destino – incluso, quizá una maldición que pesa sobre los Wittelsbach– que pocos envidiarían…
Me encanta Sissi y todo lo que llegue a mis manos sobre ella lo leo. Este libro cuenta los últimos años de Sissi hasta su muerte. Tiene muchos datos interesantes, cartas y poemas de la propia Sissi. Si te gusta Sissi no puedes dejarlo.
Extraordinario libro sobre la vida de la Emperatriz donde se da un repaso a su vida, pero al mismo tiempo se narran circunstancias que no se conocen en otras biografías dedicadas a ella. De lectura ligera, con unas fotografías y retratos excelentes que te trasladan a los personajes.
Toda la interesante y terrible historia de los Habsburgo y los Wittelsbach en este buenísimo libro que nos da un tour por cada uno de los miembros de estas familias que - la verdad - si parecen estar malditas. Realmente no es una novela. Es más un docudrama escrito que otra cosa, pero funciona perfecto porque la archiduquesa Catalina (la autora de este libro) sabe realmente escribir con sencillez y claridad convirtiendo la obra en un texto que no puedes dejar de leer. Con solo 17 años y su marido 24 Sissi se convierte en emperatriz de Austria-Hungría y zonas aledañas. Todo promete felicidad eterna, pero es realmente el principio de un infierno que va desde la muerte de su cuñado Maximiliano en México, hasta el asesinato de Sissi, pasando por el terrible secreto de la muerte de su hijo, Rodolfo y mil cosas tremendas más.... Superecomendando.
Toda la interesante y terrible historia de los Habsburgo y los Wittelsbach en este buenísimo libro que nos da un tour por cada uno de los miembros de estas familias que - la verdad - si parecen estar malditas. Realmente no es una novela. Es más un docudrama escrito que otra cosa, pero funciona perfecto porque la archiduquesa Catalina (la autora de este libro) sabe realmente escribir con sencillez y claridad convirtiendo la obra en un texto que no puedes dejar de leer. Con solo 17 años y su marido 24 Sissi se convierte en emperatriz de Austria-Hungría y zonas aledañas. Todo promete felicidad eterna, pero es realmente el principio de un infierno que va desde la muerte de su cuñado Maximiliano en México, hasta el asesinato de Sissi, pasando por el terrible secreto de la muerte de su hijo, Rodolfo y mil cosas tremendas más.... Superrecomendando.