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Famille Belgorodsky #1

El libro de los destinos

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Marie Belgorodsky, una francesa de 40 años, recibe en 1994 una carta de un familiar lejano del cual ignoraba casi la existencia. En la carta se habla de un Libros de los destinos, un diario que mantenía un tal Adichka en 1916 y 17, cuando la hacienda familiar en Rusia estaba a punto de caer víctima del pillaje y la destrucción. Cuando, finalmente, el diario cae en sus manos y una vez enfrentada con una historia que le es absolutamente ajena, Marie lo rechaza. Pero sólo hasta que abre la primera de sus páginas. En ellas se encontrará con una familia con tres hijos y una hija; soñará con un hombre del que ella misma podría haberse enamorado, el mismo Adichka; conocerá a la esposa de este, pianista, bella y despreocupada; se sucederán hermanos y hermanas; reconstruirá a sus abuelos y se dará cuenta de la felicidad que suponía vivir en Rusia cuando se tenía amor y dinero. La Rusia blanca de la nostalgia, la elegancia y la belleza.

192 pages, Paperback

First published January 1, 1997

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About the author

Anne Wiazemsky

39 books50 followers
Anne Wiazemsky (1947 - 2017) was a French actress and writer.

As an actress, she appeared most notably in Robert Bresson's Au hasard Balthazar (1966) and in the films of Jean-Luc Godard La Chinoise (1967) and Week End (1967). She was married to Godard between 1967 and 1979.

After abandoning her movie career in the late 80s, Wiazemsky began writing critically acclaimed fiction and memoirs. Her 1993 novel Canines was awarded with the Prix Goncourt des Lycéens, while Une poignée des gens, a novel she published in 1996, won the Grand prix du roman of the Academie française.

Some of her books have been adopted into film. All the Fine Promises of Jean-Paul Civeyrac was based on Hymnes à l'Amour, while Michel Hazanavicius adopted her memoir Une anée apres, an account of her relationship with Godard during the protest movement that paralysed France in 1968.

Her 2007 autobiographical novel, Jeune Fille, is based on her experience starring in Au hasard Balthazar at the age of 18.

On her father's side, Wiazemsky was a descendant of a Russian aristocracy that fled Russia after the October Revolution of 1918--the Rurikid family of Princes Vyazemsky-Counts Levashov. Her mother, Claire Mauriac, was the daughter of writer François Mauriac.

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Community Reviews

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3 (1%)
Displaying 1 - 21 of 21 reviews
Profile Image for Katya.
490 reviews3 followers
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August 6, 2023
Algumas vidas davam um livro e isso é o que Wiazemsky podia dizer com toda a propriedade: a sua, como a dos seus antepassados, foram vidas capazes de fazer correr rios de tinta.
Nascida em Berlim, neta de François Mauriac e filha de um príncipe russo exilado, então diplomata em França, Wiazemsky conseguiu ainda vir a ser atriz prolífica estreada por Bresson (virá a casar com outro grande nome do cinema, Goddard), uma jovem politicamente activa nos meios universitários parisienses aquando do Maio de '68 (faceta que mantém ao longo da vida chegando a assinar o Manifesto das 343 Mulheres, iniciado por Simone de Beauvoir, a favor da legalização do aborto e o acesso às medidas de contracepção então ilegais em França), e, a julgar pelo que acabo de ler, uma escritora muitíssimo competente, de uma nostalgia e doçura ímpares.

Aquilo que Wiazemsky se propõe com O Livro dos Destinos é, muito simplesmente - insiram aqui um tom irónico -, descrever aquela parcela mínima de tempo que divide a Rússia antes e a Rússia após a revolução bolchevique. Mais concretamente, O Livro dos Destinos foca um pequeno fragmento de tempo e espaço no qual a aristocracia passa de uma posição dominante e incontestada a uma posição de absoluta rendição e posterior aniquilação.

Partindo de um diário (Livro dos Destinos) legado pelo seu antepassado russo desconhecido, a narradora francesa - figura símile à da própria autora - cria uma narrativa memorialística que deixa o leitor em suspenso para saber de que forma se abaterá a tragédia (que é uma tragédia sabemos à partida) sobre aquela que foi a sua família, forçada ao exílio por uma revolução que gerou consequências inimagináveis.

Começando circa de 1915:

Quase todos os homens estavam mobilizados e combatiam nas várias frentes. Graças ao casamento, Adichka ia voltar a ver os irmãos Igor e Micha, os amigos, os colegas de estudos e os primos, jovens entre os dezoito e os trinta anos que a guerra ia ceifar. Jovens que se dispunham a morrer pela pátria, mas que adormeciam sonhar com uma Rússia em paz.

Às mãos de uma crescente agitação social, o jovem príncipe (Adichka) Belgorodsky, mantendo domínio da propriedade aristocrata de Baigora, servirá de exemplo e modelo das consequências de uma revolução sentida ainda durante o trágico envolvimento russo na Primeira Guerra Mundial, resultando numa tremenda carnificina sem justificação, que está para lá dos partidarismos e da razão:

Onde acabaria o caos? Adichka tinha a cruel sensação de que o seu país se estava a desmoronar por dentro e por fora, de que todo o império russo vacilava e de que isso fazia o jogo dos bolcheviques. Na derrocada geral, seriam eles, talvez, os grandes vencedores. As suas ideias propagavam-se, contaminando os espiritos em todas as camadas da sociedade.

Porém, Wiazemsky vai mais longe do que apontar dedos (não o faz) e questiona constantemente - as memórias servem também para isso - o quê, se alguma coisa poderia ter sido feita para evitar o escalar da situação. Existiria forma de, um a um, os russos se posicionaram fraternalmente? Poderia o povo ter refreado a sede de vingança e sangue e a aristocracia a sua arrogância e frieza? Teria isto sido o bastante? E seria possível?

Mais tarde, porém, [Nathalie] recordando aquele dia, acusou-se de falta de compaixão e de presença de espírito. Deveria ter tratado pessoalmente do ferido, ter-se informado das circunstâncias do acidente, das razões do muro meio caído. Deveria ainda ter perguntado pela família do pobre homem, consolado a mulher e os filhos. Em vez disso, desmaiara e virara costas. Para, em seguida, jogar ténis até à hora do jantar. Maya, sim, teria sabido o que fazer. Mas poderia um pouco mais de humanidade ter alterado fosse o que fosse nos acontecimentos que então se preparavam e cujos sinais, premonitórios, ela não compreendia?

A realidade é que as separações, a estratificação, as desigualdades estão enraizadas numa sociedade profunda e longamente feudal na qual a dor, o ressentimento, a injustiça e a soberania dos mais fortes impera incontestada, ainda que nem todos, de parte a parte, tomem uma posição extremada e desumana (e nem todos sejam capazes de pressentir a ruína de todo um sistema). No fim, ninguém, nem os mais mansos, estão a salvo da censura a que a sua própria história os submete:

Lembrava-se da quinta no tempo do avô de Adichka, o príncipe Constantin Belgorodsky. Admirara o seu espírito inovador em domínios tão diversos como a criação de cavalos de corrida, o repovoamento florestal, a alfabetização, ou a luta contra o alcoolismo. Não era verdade que mandara construir de uma assentada a escola, a igreja e o hospital? Contudo, mostrava-se fechado a qualquer outra reforma, violentamente hostil as novas ideias, que pregavam uma igualdade maior e mais justa entre os homens. Ninguém na região esquecera o modo como esmagara uma tentativa de revolta com o auxílio do exército. No regimento que viera em seu socorro servia o próprio neto, Igor, então com dezoito anos.
Os combates não tinham durado muito, mas houvera mortos de ambos os lados. A seguir, vieram as execuções. Houve camponeses fuzilados e enforcados sem mesmo um simulacro de julgamento.


O ressentimento que se levanta da injustiça não costuma ser brando e, no caso da revolução bolchevique, foi especialmente cruel e acabou por não poupar nem um nem o outro lado das barricadas originando mais e maiores desigualdades, desigualdades que não são apenas do foro social, mas de um foro mais íntimo e mais humano. O Livro dos Destinos é um produto (semi) ficcional dessa revolução e da subsequente fragmentação da sociedade, um retrato profundamente belo, melancólico, doce e, de certa forma, romântico de uma época (1915-17) vivida de forma intensa, rápida e trágica que pretende não deixar morrer a memória - seja ela querida ou não.

Profile Image for Marie.
471 reviews25 followers
February 3, 2016
J'ai trouvé ce livre assez ennuyeux pendant la première moitié mais la suite s'est nettement améliorée; finalement l'auteur a su saisir le lecteur aux tripes avec maestria en contrastant la lenteur, l'innocence, la sensualité et la douceur de la première moitié par rapport aux événements choquants de la deuxième moitié. C'est un livre qui laisse une forte impression et qui m'a intéressée par rapport à la période (la Révolution russe) mais je ne lui aurais pas accordé pour autant le Grand Prix du Roman de l'Académie française. En effet le style, qui semble tant plaire aux critiques, est pour moi tout à fait banal, presque scolaire....
En conclusion, je recommande ce livre à toute personne qui souhaiterait se plonger dans l'univers de la Russie de 1916-1917, dépaysement assuré !
Profile Image for Cocodras.
551 reviews9 followers
June 17, 2021
Acabo de terminarlo y quizás debería dejar reposar un poco las ideas antes de escribir sobre él, pero me voy a arriesgar.

Cuando lo compré me llamó la atención la sinopsis, a pesar de que no soy muy de novela histórica o con toques históricos. Luego resultó ser algo que no esperaba porque el papel de Marie es residual. Aparece un poco al principio, un poco al final, pero no es un personaje activo como da a entender la sinopsis.

Empecé a leer y me encontré con una especie de spin-off de Ana Karenina, porque Nathalie y Adichka me recordaron a Kitty y Levin. Cuando Nathalie revisa la despensa con Pacha y le pasa el cuaderno para que sea ella quien se encargue de la tarea, me vino a la cabeza inmediatamente la parte en la que Kitty, ya casada, su madre y la cocinera (o ama de llaves, no recuerdo su puesto) están preparando mermeladas. Son distintas y al mismo tiempo son la misma. Y recordarme tanto a un libro que no solo me encantó sino que es un clásico de la literatura universal, me puso en alerta. El libro de los destinos quizás no sea la obra maestra que es Ana Karenina, pero cuenta una historia terrible y maravillosa con sencillez, sin dar demasiados detalles sobre el asesinato, con capítulos cortos que a veces nos llevan al presente, casi siempre al pasado, de vez en cuando al diario de Adichka y, ya al final, nos presentan fragmentos de diferentes informes de la investigación e incluso artículos periodísticos.

Desde el principio se sabe cuál será el destino de Adichka, solo queda averiguar qué pasó realmente. Pero Anne Wiazemsky nos hace recorrer un camino tan lleno de detalles interesantes ofrecidos en su punto justo y con naturalidad, nos cuenta la situación que se estaba viviendo en Rusia en aquellos meses, que la lectura me pareció de lo más interesante. No pensé que la difrutaría tanto, aunque la historia rusa no es lo que más me interesa en este mundo.

Lo compré con la segunda parte, El libro de las despedidas, que supongo que no tardaré en leer para que la historia no quede incompleta.
Profile Image for Markus.
661 reviews107 followers
February 9, 2025
The first half of the book relates the beautiful and peaceful country life of a rich aristocratic landowner and his family. Adichka Belgorovsky and Nathalie, his newlywed wife. The style and scene remind me very much of Peace times during Tlstoy's War and Peace.
But then we come to Adichka's Diary. During the summer of 1917, Russia glides into The Revolution and the language changed accordingly:
Bolsheviks, Soviets, Peoples Commissioners, Red flags, workers, farmers, and soldiers, people by the thousands lead by Lenin, flood the country, burning, killing and destroying everything.
A few survivors have become French, American, and English.
Most never came back to Russia.
A painful testimony.
Profile Image for Rafael  Sosa de Santiago.
36 reviews12 followers
November 9, 2018
Anne Wiazemsky, autora alemana con ascendencia rusa, nos presenta esta exquisita novela ambientada en la Rusia zarista.

A través de sus páginas, nos adentramos al mundo de la aristocracia rusa, con sus fiestas, viajes y música con las cuales se deleita mientras una revolución se gesta en las casas de campesinos y obreros.

Una historia de amor, ahogada por la sangre y la miseria sobre la que ha nacido... no dejará a nadie indiferente.

Review completa:
http://unsuenodepapel.blogspot.com/20...
Profile Image for Fathima Zubieta.
19 reviews6 followers
March 19, 2019
¡Lo amé!. Cada párrafo vale totalmente la pena. Lloré internamente, me enamoré de los personajes (en especial el de Adichka).
El ambiente, época y escenarios a mi parecer uffff 👌🏻. Lo recomiendo totalmente.
Profile Image for Anna P.
25 reviews96 followers
May 2, 2011
O parizianca de origine rusa pe care trecutul familiei sale nu a preocupat-o niciodata este contactata de un pretins var pentru a-i inmana un jurnal tinut de printesa Nathalie Belgorodsky, un jurnal care inchide in paginile sale nu doar istoria intesata de tristeti si bucurii marunte a unei familii dar si o Rusie cu obiceiuri disparute.

Ce mi-a placut in mod deosebit a fost cat de frumos a surprins Anne Wiazemsky lumea nobililor rusi de-a lungul romanului, acea nostalgie a adunarilor de familie si poate chiar o nostalgie a imperialismului.
372 reviews3 followers
December 9, 2024
Prix de l'Académie Française en 1998.

Une écriture simple et douce, un petit bijou de lecture.
Si vous aimez ce thème, je vous encourage à découvrir le chef d'oeuvre Les Vaincus d'Irina Golovkina. Spectaculaire et sublime fresque russe sur la fin de l'aristocratie de 1917 à 1937.
Profile Image for Ehsan.
234 reviews80 followers
January 31, 2020
می‌خواهم هر یک از زخم‌هایت را به خاطر بسپارم.
Profile Image for Okidoki.
1,311 reviews15 followers
December 20, 2017
(Une poignée de gens, 1998) Romanen utspelar sig huvudsakligen på godset Baigora nära Petrograd åren 1916 och 1917 samt i nutid (1994) där den fingerade berättaren befinner sig. En mycket stor del av romanen är dagboksanteckningar och dom partierna är lite odramatiska. Mer fart och intresse får boken när berättaren, en sentida ättling, får ta över. Det hade varit bra om boken försetts med ett släktträd. Ha penna tillhands för att komma ihåg alla släktingar. 180 sidor halvintressant läsning utan tårar och större engagemang.
70 reviews
April 10, 2023
Il est toujours émouvant de se remémorer les souffrances et les atrocités liées à la Révolution de 17. Mais à la lecture de ce petit roman vite lu, on ne peut s’empêcher de penser que ces aristocrates un peu perchés ne sont pas totalement innocents de ce qui leur arrive.
Le style est fluide, l’ensemble semble un peu léger, surtout une fois qu’on a lu Les Vaincus.
Profile Image for Stephzubieta Tess.
97 reviews3 followers
January 29, 2019
Un libro con una trama increíble, de lo bien relatado que no imaginas la tragedia final y mucho menos la melancolía al recordar los años en que el amor y la belleza se anidaban en la casa de Adichka y su esposa.
This entire review has been hidden because of spoilers.
Profile Image for David Smith.
955 reviews33 followers
October 26, 2021
Belle histoire d’époque. Une française découvre sa famille Russe grâce a un journal intime écrit pendant la révolution. Un voyage que j'aimerais entreprendre pour des raisons similaires.
Profile Image for nathan.
8 reviews
June 20, 2025
L’occupation de rennes 2 mais dans un grand domaine russe
Profile Image for Melisa Fuentes Kren.
337 reviews8 followers
April 2, 2022
Leí "El libro de los destinos" a mediados de enero y todavía tenía pendiente su reseña. Lo encontré el año pasado en una mesa de saldos por la avenida Corrientes, después de la excursión frustrada a una feria de editores a la que no logré entrar, situación que obviamente me dejó con las ganas de comprar libros y me hizo ir derechito a la librería más cercana.

Entre tantos títulos en oferta, lo primero que me llamó la atención de este fue el arte de tapa, por supuesto (hay gato y estilo Art Nouveau), y un poco el título. Cuando leí la contratapa y supe que la historia estaba ambientada en la Rusia de la Revolución de Octubre, no me pude resistir. Sin embargo, cabe aclarar que no es estrictamente literatura rusa, de la que soy fan.

Es que su autora, Anne Wiazemsky, fue una escritora (y también actriz y directora de cine) de nacionalidad francesa, nacida en Berlín, cuya familia emigró desde Rusia tras la revolución del '17. Casi rusa, entonces, pero suficiente para mí. Además la obra le valió el Gran Premio de Novela de la Academia Francesa. Había que darle una oportunidad.

¿De qué se trata? Comienza en los 90, con Marie Belgorodsky recibiendo la carta de un pariente lejano y desconocido, que quiere visitarla en su paso por París para hablarle del diario (llamado en Rusia "libro de los destinos") escrito por uno de sus ancestros, el príncipe con quien había estado casada su tía abuela hasta 1917.

Desde la primera página sabemos que en ese momento él fue asesinado y la familia acabó dispersándose como consecuencia del exilio. En un inicio Marie no siente interés en esta historia; conforme avanza el libro vamos conociendo la vida de sus antepasados y documentos como el propio diario, cartas, y fragmentos de informes, que la llevan a un cambio de actitud.

En lo personal, el libro me resultó atrapante por su temática, pero creo que puede disfrutarlo cualquier persona que guste en general de la ficción histórica. La prosa es ágil, incluso en las partes narradas en formato de diario, y me parece meritoria la capacidad de la autora de mantenernos en vilo aunque desde el comienzo sepamos cómo termina todo. Lo recomiendo, ¡y mucho!
Profile Image for Camelia Alina.
41 reviews6 followers
September 17, 2019
It gave fascinating details about the relationships between peasants and a aristocratic landowner and his family in Russia.
I mix of historical facts with the daily lifestyle of this family.
The storyline itself it wasn't the most captivating, but it's a nice, educational read.
Profile Image for ChicaLetra.
34 reviews
August 4, 2014
Uno de los mejores libros que he leído desde hacía ya tiempo (4.85)
198 reviews10 followers
May 18, 2012
Le crépuscule de l'aristocratie russe raconté sans manichéisme.
Displaying 1 - 21 of 21 reviews

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