O autor explora de forma crítica, a maneira pela qual grupos e instituições chegaram a ver a cultura como um valioso recurso para investimentos, e como uma ferramenta para uma variedade de propósitos sócio-políticos e econômicos. A partir de uma série de estudos, o autor, desafia a noçøo gramscianada luta cultural pela hegemonia desenvolvendo um entendimento de cultura em que a agência cultural e negociada, em todos os níveis, dentro de contextos globalizados dominados pelogerenciamento ativo da cultura. Sua abordagem inclui tambémreflexões acerca dos usos da cultura num mundo instável no qual a censura e ações terroristas interrompem os canais usuais dos fluxos capitalista e artístico. No livro, há, ainda,um estudo especial sobre o movimento Funk no Rio de Janeiro.