Num misto de ensaio e memórias, em 'Perdas e ganhos', a autora dá um testemunho pessoal sobre a experiência do amadurecimento. Procura convocar o leitor para ser seu amigo imaginário; cúmplice e companheiro de reflexões que vão da infância à solidão e à morte, ao valor da vida e à transcendência de tudo.
Lya Luft was a Brazilian writer, a novelist, a poet, a prolific translator (working mostly in the English-Portuguese and the German-Portuguese language combinations) of German descent. She was also a college professor of linguistics and literature.
Pois... não funcionou. Não quis crer quando me disseram que era um livro que se enquadrava mais no estilo "auto-ajuda" do que na categoria de romance. Por isso tentei, e a princípio até que correu menos mal, mas a dado ponto comecei a ter uns flashbacks da epidemia Rhonda Byrne que até me arrepiei toda. A realidade é que Perdas e Ganhos é um livro (jamais um romance, nem mesmo um ensaio - e é divertidissímo quando nos apercebemos da dificuldade que as livrarias têm em catalogar este tipo de literatura) cheio de verdades La Palice e algumas sentenças que se pretendem feministas, mas que soam demasiado púdicas para surtir efeito (pelo menos em mim). Imagino que haja mais em Lya Luft do que isto, por isso ainda lhe darei outra(s) hipótese(s). Mas, por esta amostra, não fiquei nada impressionada.
Com apenas 32 páginas lidas desabei em choro libertador e introspectivo.
"Nisso reside a nossa possível tragédia: o desperdício de uma vida com os seus talentos truncados se não conseguirmos ver ou não tivermos audácia para mudar para melhor - em qualquer momento, e em qualquer idade."
Pergunta poderosa: Por que valeria a pena deixar-te aqui por mais algum tempo? (Pergunta o anjo ao homem)
Lya Luft traz reflexões sobre a passagem do tempo, o amadurecimento e o envelhecimento. Algumas delas soam um tanto conservadoras e até um pouco machistas, mas é algo compreensível se considerarmos o ano de publicação do livro.
É uma leitura simples, que não traz grandes revelações.
A nice book if you’re a retired German, and you have money in the bank. It feels like the author is trying to convey her message to an older generation who are financially secure, and have a stable life but perhaps are bored, or stuck in a loveless marriage and their kids don’t call as often as they’d like them too. For me, a 26 year old Arab, I wanted the book to have more depth, I didn’t feel like her real life examples taught me anything or meant anything.
Alti e bassi della vita “Io sono tra coloro che credono che la felicità è possibile, che l’amore è possibile, che non esistono solo incompatibilità e tradimento, ma anche tenerezza, amicizia, compassione, etica e gentilezza.” Lya LuftLa necessità di preservare la capacità di sognare, per non fare la fine delle “foche ammaestrate”. La centralità della famiglia e degli affetti. La tirannia del consumismo… Tutto questo nel libro di Lya Luft “ Perdite e guadagni ".In una società dove tutto sembra divenire declino, dove si è perso il valore delle piccole cose, un mondo dominato da una comunicazione che spesso mira all’appiattimento del pensiero, Luft ci induce a guardare al tempo in termini di sviluppo individuale , riscoprendo, al di fuori dei stereotipi deludenti della società del consumismo, i nodi fondamentali dell’esistenza. Riscoprire il valore della libertà,d egli affetti e della famiglia, e ancora, della passione e del disincanto, che ci aprono gli orizzonti di un “destino” le cui redini dobbiamo imparare a tenere saldamente fra le nostre mani, accettando la possibilità di un rapporto, nuovo perché diverso, con il mondo da cui siamo circondati, notte e giorno. Nel suo libro affronta schiettamente i grandi temi della vita, quelli che toccano tutti nel profondo, con limpidezza e semplicità. Nelle sue opere si denota una rinnovata sorta di saggezza popolare e il coraggio di andare controcorrente. Lya Luft nasce a Santa Cruz nel 1938, Laureata in letteratura anglo-germanica e traduttrice dal tedesco all’inglese di Virginia Woolf, Gunter Grass, Thomas Mann e Doris Lessino. “In quella casa,casa dell’anima e del corpo,non saremosolo dei fantocci che vagano,ma guerrieriche pensano e decidono.” Lya Luft Stralcio da “ Perdite e guadagni” …Quando ero piccola, sentivo sempre dire: “I bambini non pensano”. I bambini pensano. Ma fanno anche qualcosa di più importante, che poi, maturando, dimentichiamo. I bambini esistono. Contemplando una macchia su una parete, un insetto nell’erba o una rosa che sboccia, il bambino non si limita a guardare. Si immedesima su tutto ciò su cui si concentra. Il bambino è il maggiolino, è la figura sulla parete, il bambino è il fiore, il vento e il silenzio. Allo stesso modo, il bambino è la freddezza o l’angoscia degli adulti, la loro superficialità e inespressività, o il loro vero e autentico amore.E a volte bisogna lasciarlo tranquillo, senza pretendere che si muova in continuazione, che corra, parli, giochi, quasi che la contemplazione sia una malattia. Il bambino concentrato sul proprio ambiente è partecipe di un processo più grande di lui, nel quale incosciente si schiude. Ma possiede qualcosa di più prezioso della coscienza. Di tutto egli ha intuizione, possiede il sapore innocente. E perderemo questa sapienza dell’innocenza a mano a mano che verremo addomesticati, necessariamente inquadrati nella realtà circostante. Voglia il cielo che in questo processo di addomesticamento si riesca a preservare la capacità di sognare.L’utopia, infatti, sarà il terreno della nostra libertà. Altrimenti finiremo, come foche ammaestrate, a svolgere correttamente i nostri compiti, sotterrando però ciò che chiamiamo psiche, io, self, o semplicemente anima. Saremo corrosi dalla futilità, altrettanto mortale della peggiore malattia: perché attacca l’anima, rendendola porosa e fragile come certi scheletri. Un’ anima con l’osteoporosi. Un bambino è, soprattutto, la realtà che lo circonda con i suoi aromi, tempi, orditi, presenze, emozioni...
É praticamente um ensaio psico-filosófico sobre o papel fundamental da família, em especial pai e mãe, no desenvolvimento do ser humano e suas consequências, chamada vida.
“School, crèche, kindergarten, are not the home or the family, teachers are not mothers or aunts. However worthy and respectable these third parties are, we should not unload on them the duties of our own heart. What are these duties? To few a space for tenderness in the hurried and difficult, potentially ruthless day-to-day routine. To leave open the gate to meaningful dialogue, at a set time, but within the habitual flow of concern and warmth. Love in the family is an art, a juggling, sometimes a deed of heroism. Essential like the air we breathe.”
“Preparing someone to live is not done with phrases, but by living together, preparing him for future relations, in order one day to have a job, a family, a life, and to make him human, tender, generous, strong and ethical.”
“Maturity taught me fine and beautiful things (I did not always learn the lesson well) I hope that old age, when it arrives, may teach me even more and find me receptive.”
“Do not be excessively ineffectual or fearful, because life is to be sipped not like a cup that is emptying but one that is refreshed at every drop that is drunk.”
“It is unnecessary to achieve anything spectacular. But the minimum must be the maximum that we can make of ourselves.”
A melhor parte do livro é o meio (o segundo capítulo ou segunda parte), onde a Lya nos conta algumas discussões entre mulheres entre 30 e 60 anos de idade e depois nos traz também uma discussão entre homens. Demonstrando como o machismo e a misoginia estão incrustados na estrutura da nossa sociedade, afetando não apenas as mulheres como também os homens e suas relações entre si e com a família (filhos principalmente).
Porém, tanto nessa parte quanto nas outras, minha principal crítica a esse livro é que a autora ignora a palavra “capitalismo”, simplesmente. Em alguns casos pode até falar em “sistema”, mas não me recordo. Ela se ocupa em escrever “vivemos numa época…”, “vivemos em uma sociedade…”, sim… mas vivemos num sistema capitalista antes de tudo. Sob a ótica dominante da ideologia neoliberal. E ela é que forma grande parte da filosofia de vida na qual nascemos e nossos pais nos repassam, pois é a única filosofia que eles sabem.
Dou 4 estrelas pela brilhante segunda parte, escrita impecável. Também tem ideias boas sobre muita coisa. Mas daria 5 se ela citasse (compreendesse) que o capitalismo (e com ele, a ideologia liberal) é em grande parte o gerador de tudo ou quase tudo que ela critica.
Perdas e Ganhos é um daqueles livros que se lê como quem participa de uma conversa tranquila num domingo à tarde, acompanhada de um café quente e olhares para dentro. A escrita de Lya Luft é leve, acolhedora e quase intimista — não há pressa, nem pretensão de oferecer grandes revelações. Ao invés disso, a autora nos convida a revisitar temas fundamentais da existência: perdas, escolhas, amadurecimento, propósito.
Para mim, a leitura não trouxe novos insights ou reflexões inéditas. No entanto, justamente por isso, ela se tornou especial. Ao resgatar questões que muitas vezes deixamos de lado na correria do cotidiano, o livro nos oferece um espaço de pausa e contemplação. É uma leitura rápida e interessante, que funciona mais como um lembrete sensível das coisas que realmente importam.
A collection of essays that have, in common, the theme of human development.
Much more naturally than we would imagine at first, Lya Luft justifies, essay after essay, the title of the book and the proposal in its introduction. In fact, any gain in terms of tolerance, coexistence, experience, knowledge or wisdom really involves a loss, whether in the form of an investment, a gamble, some suffering or a loss itself. And all this while time goes by, non-stop. The beauty of the book is not, of course, in simply explaining these things, but in the serenity and, why not, in the authority, with which the author transforms her ideas and experiences into words.
I bought this book on Amazon in 2007 (almost 15 years ago).
The book was written in 2003 and translated in English in 2007. The book contains 130 pages.
I found it on my shelf and at that time maybe with Paolo Coelho it was popular, but today after having read so many books on personnal growth and self-help, this book is obsolete for me.
I do not recall even some main quotes that I remebered from reading it. I do not recommend this book.
Ô livrinho de autoajuda, vestido de críticas algo pudicas e preconceituosas e reflexões sem graça (decepcionada após ter amado repetidas vezes as parceiras e ter ouvido grandes elogios pra esse). Obviamente há partes que se salvam, mas eu só queria que esse livro acabasse desde as primeiras 10 páginas
Bom hoje eu terminei de ouvir esse audiobook, narrado pela própria Lya Luft. Não era o que eu imagnava, é um tanto quanto chato. Fala de perdas e ganhos ao longo da vida; relacionamentos, amizades, filhos, velhice,morte,... Bom pra quem gosta de auto-ajuda.
Fala sobre o tempo, com uma perspectiva real, tangível e também poética. O foco é o olhar de gênero, que ilustra e traz excelente contexto. É um livro que vale ser relido em várias idades. Li hoje com 36 e quero ler com 46, 56… etc
Uma leitura agradável. Não concordo com tudo que a autora expressa aqui, mas ela me fez refletir e reavaliar muitas coisas na minha vida com esse pequeno livro.
Straighforward and briefly, no dainty words but every message is clearly presented. I think this book will suitable to people who want to get into the points.^^
Acho que foi o primeiro livro que comprei online há muuuuuitos anos. Comecei a ler numa livraria e gostei tanto que comprei 10 para deixar como estoque para presentear familiares e amigos.
I think I’ve found a new favorite author in Brazilian-born German, Lya Luft. Her introspective book, Losses and Gains, echoed in the chambers of my mind, reverberated within every sinew of my spirit. By grasping death, she bestows greater appreciation for life. In aging, she compels us to embrace each and every season of our time on earth and defy the pressures of society, which suggest that happiness, love, passion, joy, fulfillment belong only to the young. The depth of perspective and wisdom is mindboggling in this, her volume, “Reflections on a life.” I’m eager to dive into more of her books, although the only other ones I’m aware of that are translated from Portuguese into English are her novels, The Red House, and The Island of the Dead. Can’t wait to explore those!
Embrace life, she eloquently encourages, at 40, 60, 80. At times, I wondered if she predicted the pattern of my thoughts, the rhythm of my heart, because she fed it so perfectly with carefully and sympathetically chosen words, effectively manifested.
Largely, I came away with the point that, often, we cannot forgive others—forgive even a cruel, misconstrued society as a whole—unless we can forgive ourselves. Find ourselves, rest peacefully in who we are, how God wired us, in each and every season of our lives; by not allowing our psyches to get swept this way or that, cracking, shifting, folding to the superficial forces in which we don’t wish to bow.
We cannot predict nor control life. Whether we like it or not it ever changes, circumstances alter. We age. Our days are filled with losses and gains. It’s our perspective that counts, the stabilizer of any event—tragic or blessed. To love others we must love ourselves too.
A autora nos faz refletir sobre as etapas de nossa vida, como a infância, a adolescência, e a velhice. Mas sem esquecer que tudo é um processo chamado amadurecimento. Entender que cada etapa deve ser vivida com autonomia, procurar não sofrer com as pressões do dia a dia (ser linda, ter corpo perfeito, estar feliz "sempre", não deixar sua que a idade seja um limitador para suas ações pq a sociedade julga. Enfim, perdas e ganhos é o que acontece em nossa vida, resta-nos a viver da melhor forma possível com essas situações. As palavras e experiências da Lya Luft nos dá uma luz no fim do túnel, ajuda a caminhar e seguir diante das situações que são apresentadas.