Alexander Gillespie Raymond was an American comic strip artist, best known for creating the comic Flash Gordon in 1934. The serial hit the silver screen three years later with Buster Crabbe and Jean Rogers as the leading players. Other strips he drew include Secret Agent X-9, Rip Kirby, Jungle Jim, Tim Tyler's Luck, and Tillie the Toiler. Alex Raymond received a Reuben Award from the National Cartoonists Society in 1949 for his work on Rip Kirby.
Born in New Rochelle, New York, Alex Raymond attended Iona Prep on a scholarship and played on the Gaels' football team. He joined the US Marines Corp in 1944 and served in the Pacific theatre during World War II.
His realistic style and skillful use of "feathering" (a shading technique in which a soft series of parallel lines helps to suggest the contour of an object) has continued to be an inspiration for generations of cartoonists.
Raymond was killed in an automobile accident in Westport, Connecticut while driving with fellow cartoonist Stan Drake, aged 46, and is buried in St. John's Roman Catholic Cemetery in Darien, Connecticut.
During the accident which led to his untimely demise, he was said to have remarked (by the surviving passenger of the accident) on the fact that a pencil on the dashboard seemed to be floating in relation to the plummet of the vehicle.
He was the great-uncle of actors Matt Dillon and Kevin Dillon.
Flash Gordon é indissociável de Alex Raymond. Outros pegaram no personagem, dando-lhe uma continuidade que ainda hoje evolui. Correntemente a série pertence à Dynamite, que vai lançado séries de qualidade intermédia, e a interessante Flash Gordon Zeitgeist. Personagem clássica da banda desenhada, Flash Gordon marcou gerações de leitores. Apesar de ter tido ilustradores excelentes, como o lendário Al Williamson, que também deixou uma marca influente na série, é o seu criador que estabeleceu a iconografia mais marcante. O estilo futurista de Raymond era temperado por um forte sentido de exotismo e um traço profundamente neoclássico.
Aos nossos olhos contemporâneos de leitores sofisticados, as histórias lêem-se como simplistas, cheias de peripécias linearmente encadeadas. É o habitual nos comics da altura, e apesar da simplicidade, são leituras interessantes. Raymond era um excelso praticante da vinheta em banda desenhada como ilustração do texto. Não há ainda o uso de uma gramática narrativa de enquadramentos, pontos de vista e sequencialidade visual como ferramentas para contar a história (algo que Will Eisner seria pioneiro). Ficamos pelas palavras que vão contando a história, enquanto o olhar se detém e delícia no traço elegante, evocativo de fantasia, de Raymond.
As aventuras dos inseparáveis Gordon, Dale Arden e Professor Zarkov no exótico mundo alienígena de Mongo, nas lutas eternas contra o malévolo imperador Ming, marcaram gerações de leitores e são hoje uma referência histórica incontornável na banda desenhada. A iconografia estabelecida pelo estilo visual de Alex Raymond é o elemento que conferiu imortalidade a este clássico dos comics.
Numa brilhante mistura entre o futurismo de "Star Wars" e o mediavalismo de "O Senhor dos Anéis" (ou não fossem estas tiras consideradas como "uma das dez obras mais representativas da cultura ocidental" por Umberto Eco), a ficção científica intergaláctica viu os primeiros raios de Sol com esta Space Opera: uma história de aventuras interplanetárias bem regadas com um romance à la novela mexicana. De realçar a constante negação de regimes totalitários, de uma forma tão visionária para a época, Flash Gordon representa a valentia, a bravura e o desejo da liberdade, divulgado por todos o territórios pelos quais o herói passa. O mais importante nestas sequências de tiras é aquilo que fica por dizer e se encontra entre o negro e o branco que as colore.
No, No y No. Es la primera lectura EN MI VIDA que he decidido abandonar. El libro cuenta con 3 historietas cómicas basadas obviamente en el famosísimo superhéroe llamado Flash Gordon. 3, de las que sólo fui capaz de leer la primera completa... y que me costó bastante terminar. Sólo diré que quizás no es el tipo de superhéroe de mi interés, y que es muy poco probable que alguna vez le de una oportunidad a las otras 2 historias que no leí.
Tres estrellas por la selección en general, y una mas completa por el increíble dibujo de Alex Raymond. No es agradable leer estas tiras en pequeño formato y sin los cliffhangers propios de su origen serial, pero sigue siendo una joya.