Vislumbramos, ao ler “Noites brancas”, a imagem de Dostoiévski na mocidade, em seus tempos de inocência, enquanto “O eterno marido” permite que entrevejamos a sua fase madura, tão realista que nem a mínima ilusão, nem a menor utopia, seriam possíveis nela.
Na juventude ou na época áurea de sua maturidade, Dostoievski trabalha os arquétipos difusos da masculinidade como ninguém! Mergulha no amor, culpa e até mesmo na sexualidade com um humor refinadíssimo