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Primeiros Passos #46
O que é Arte
Da harmonia grega ao kitsch de todos os tempos. Da Mona Lisa à Marilyn de Andy Warhol. Afinal, quem decide o que é e o que não é arte? Todos que tentaram defini-la criaram concepções parciais, limitadas no seu tempo e no seu espaço. Neste texto simples e direto Jorge Coli desvenda o enigma.
- GenresArt
132 pages
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Community Reviews
Displaying 1 - 8 of 8 reviews
May 20, 2026
Marca da coleção, o autor faz um fantástico trabalho na tentativa deliberadamente fracassada de definir o fenômeno artístico. A arte não pode ser aprisionada em quatro ou cinco linhas de um verbete no dicionário. Ela existe através de discursos, ruídos, reavaliações, resgates, polêmicas, interpretações, dissonâncias, sempre logrando em escapar, por sua própria natureza, da fria análise racional e empírica. Mais do que tudo, sua residência está no onírico e no intangível.
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March 16, 2025Gostei demais da leitura, me fez pensar bastante e me deu mais vontade de ler sobre arte.
August 19, 2020
• livro para faculdade •
Eu tenho muito interesse no tópico! Este livro retomou alguns conceitos que eu sempre bati na tecla, de que a arte é subjetiva e deve ser acessível a todos.
Dos tópicos, dois chamaram a minha atenção em especial: “A caricatura do prazer” e “Acesso à arte”.
“A arte propõe uma viagem de rumo imprevisto — da qual não sabemos as conseqüências. Porém, empreendendo-a, o que conta não é a chegada, é a evasão. Buscamos a arte pelo prazer que ela nos causa. Uma sinfonia, um quadro, um romance são refúgios, pois instauram um universo para o qual nos podemos bandear, fugindo das asperezas de nossa vida "real", procurando as delícias das emoções "não reais".”
Eu tenho muito interesse no tópico! Este livro retomou alguns conceitos que eu sempre bati na tecla, de que a arte é subjetiva e deve ser acessível a todos.
Dos tópicos, dois chamaram a minha atenção em especial: “A caricatura do prazer” e “Acesso à arte”.
“A arte propõe uma viagem de rumo imprevisto — da qual não sabemos as conseqüências. Porém, empreendendo-a, o que conta não é a chegada, é a evasão. Buscamos a arte pelo prazer que ela nos causa. Uma sinfonia, um quadro, um romance são refúgios, pois instauram um universo para o qual nos podemos bandear, fugindo das asperezas de nossa vida "real", procurando as delícias das emoções "não reais".”
May 23, 2021
Boa opção para quem quer organizar o pensamento crítico sobre o consumo de artes, e com isso, passar para temas mais específicos.
Na parte final do livro é discutido sobre visão, consumo e o que está disponível de arte para nós, achei interessante o seguinte trecho: "Na nossa relação com a arte nada é espontâneo (...) "Gostar" ou "não gostar" não significa possuir uma "sensibilidade inata" ou ser capaz de uma "fruição espontânea" — significa uma reação do complexo de elementos culturais que estão dentro de nós diante do complexo cultural que está fora de nós, isto é, a obra de arte".
Na parte final do livro é discutido sobre visão, consumo e o que está disponível de arte para nós, achei interessante o seguinte trecho: "Na nossa relação com a arte nada é espontâneo (...) "Gostar" ou "não gostar" não significa possuir uma "sensibilidade inata" ou ser capaz de uma "fruição espontânea" — significa uma reação do complexo de elementos culturais que estão dentro de nós diante do complexo cultural que está fora de nós, isto é, a obra de arte".
October 6, 2022
Apesar de ter lido esse livro para a minha faculdade, fiquei muito intrigada e imersa nós conceitos e pensamentos que o autor escreve. Sem dúvidas é um livro essencial para quem quer entender melhor o que é arte.
December 30, 2019
It was definitely an interesting read, but there isn't an actual conclusion on the theme. It just says what we all already know.
April 5, 2024
não li alguns capítulos por orientação da professora
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