Dá para imaginar um mundo sem ponto final nem de interrogação, sem relógio de ponto nem ponto de encontro, sem ponto de costura, sem ponto de vista, sem ponto de referência? Pois é, no dia em que os pontos decretaram greve, todo o mundo percebeu como eles eram importantes. É isso que nos conta Catarina Sobral, com texto conciso e ilustrações magníficas, neste livro de final surpreendente. Adaptação para o português do Brasil de Monica Stahel.
Born in Portugal en 1985, Catarina Sobral is a published author and illustrator. After studying Graphic Design, she graduated in Illustration in 2012. Her illustrations are a regular presence in editorial illustration, album covers and posters, and she has thirteen books published in fifteen different languages. Her work has been exhibited both in solo and group shows in many places around the world and recognized by the Bologna Children’s Book Fair, the Portuguese National Illustration Award, the Portuguese Authors’ Society, the White Ravens catalogue and the 3x3 magazine.
Se eu tivesse filhos ou irmãos mais novos, iria, com muito gosto, dar-lhes este livro para lerem. "Greve" é uma caixinha mágica cheia de detalhes subtis, prontos a serem deslindados!
Lindo livro ilustrado! De encher os olhos e a cabeça. Brincando com a polissemia da palavra pontos, Catarina nos leva por meio de imagens riquíssimas e lindíssimas a um lugar onde eles, os pontos, decretam greve. Perfeito como presente!
trabalhar o conceito de greve. aqui a greve dos pontos, o deixar de fazer algo para reivindicar um direito. e o impacto que a ação de um tem nos outros mesmo que a quilometros de distância. efeito onda.
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Um livro muito atual. Explica de uma forma muito engraçada o conceito e o fenómeno. Quando o pontos entram de greve fica tudo em alvoroço... Recomendo a leitura com crianças pequenas.
Oh, isto tem um arzinho tão vintage! Estes recortes de revistas antigas são uma delícia! A importância que têm os pontos e as linhas... coisas aparentemente insignificantes a que não damos o devido valor! Como é que chegámos a este ponto? Ahah...