Jump to ratings and reviews
Rate this book

A Vida No Mundo Espiritual #7

Entre a Terra e o Céu (A Vida no Mundo Espiritual, #7)

Rate this book
Este é um romance que nos oferece notícias sobre o relacionamento existente nas atividades do Espírito nos dois planos da vida. Renovando seu interesse em nosso aprimoramento íntimo, André Luiz revela a comovente história de Amaro, Zulmira, Odila e outros personagens, recuando nos acontecimentos de suas anteriores existências, desde a Guerra do Paraguai até os dias do Rio antigo. Em seu prefácio, Emmanuel nos assegura que “os quadros fundamentais da narrativa nos são intimamente familiares” como os desajustes familiares, a tormenta do ciúme, as lutas cotidianas para aquisição do progresso moral. Cada página de Entre a Terra e o Céu desdobra ao leitor novos conhecimentos e emoções.

344 pages

First published January 23, 1954

36 people are currently reading
115 people want to read

About the author

Francisco Cândido Xavier

536 books251 followers
Francisco de Paula Cândido Xavier, popularly known as Chico Xavier was a popular "medium" in Brazil's Spiritism movement and wrote 412 books through a process known as psychography.
The profits of his books were all donated into charity work.

He influenced the establishment of Kardecist Spiritism as one of the religions professed in Brazil.

In 1981 and 1982, Chico Xavier was nominated for the Nobel peace prize and on October 3, 2012, was named as "The Greatest Brazilian of all time" by one of the biggest brazilian television channel (SBT), based on a viewer-supported survey.

Ratings & Reviews

What do you think?
Rate this book

Friends & Following

Create a free account to discover what your friends think of this book!

Community Reviews

5 stars
186 (78%)
4 stars
35 (14%)
3 stars
11 (4%)
2 stars
2 (<1%)
1 star
2 (<1%)
Displaying 1 - 17 of 17 reviews
Profile Image for viih.
315 reviews8 followers
May 12, 2025
Em "Entre a Terra e o Céu", o sétimo volume da coleção "A vida no mundo espiritual" psicografado por Francisco Cândido Xavier e ditado pelo espírito André Luiz, o tema da reencarnação ganha mais desenvolvimento, também temos um imenso aprofundamento sobre o perispírito, sua fisiologia, evolução do espírito, também aborda sobre a maternidade, aprofundando principalmente na fisiologia da mulher durante a gravidez, como o espírito de comporta, a antipatia e/ou simpatia entre filho e mãe, mas também toca em outros temas como a importância do perdão e as consequências da falta dele nas próximas reencarnações, doenças das almas, as orações.

Foi um talvez o livro da coleção que mais demorei a ler, pois achei a formato dele muito romancista, e sinceramente tenho evitado romances espíritas, tenho optado por livros mais doutrinários, e geralmente André Luiz entrega livros bem mesclados, um pouco do romance espírita com doutrinação, mas nesse em específico, achei que teve mais desenvolvimento a parte do romance espírita. Mas obviamente, não tira o brilho de tantos esclarecimentos, ensinamentos e aprofundamentos doutrinários.

Mais um excelente livro da parceira de Chico Xavier com André Luiz, cheio de curiosidades sobre a doutrina espírita, ensinamentos e assuntos que nos fazem refletir sobre nossas vidas.



• SPOILERS | Quotes, Notes & Highlights •


"Todas as nossas aspirações movimentam energias para o bem ou para o mal. Por isso mesmo, a direção delas permanece afeta à nossa responsabilidade. Analisemos com cuidado a nossa escolha, em qualquer problema ou situação do caminho que nos é dado percorrer, porquanto o nosso pensamento voará, diante de nós, atraindo e formando a realização que nos propomos atingir e, em qualquer setor da existência, a vida responde, segundo a nossa solicitação. Seremos devedores dela pelo que houvermos recebido."

"Todos somos senhores de nossas criações e, ao mesmo tempo, delas escravos infortunados ou felizes tutelados. Pedimos e obtemos, mas pagaremos por todas as aquisições. A responsabilidade é princípio divino a que ninguém poderá fugir."

"(...) quem de nós não é responsável pelas ideias que arroja de si mesmo? Nossas intenções são atenuantes ou agravantes das faltas que cometemos. Nossos desejos são forças mentais coagulantes, materializando-nos as ações que, no fundo, constituem o verdadeiro campo em que nossa vida se movimenta. Os frutos falam pelas árvores que os produzem. Nossas obras, na esfera viva de nossa consciência, são a expressão gritante de nós mesmos. A forma de nosso pensamento dá feição ao nosso destino."

"A enfermidade longa é uma bênção desconhecida entre os homens, constitui precioso curso preparatório da alma para a grande libertação. Sem a moléstia dilatada, é muito difícil o êxito rápido no trabalho da morte."

"Nossos pensamentos acompanham no Além aqueles que amamos."

"(...) a fé representa o milagroso salva-vidas de todos os náufragos."

"— É pelo trabalho — prosseguiu o orientador — que nos despojamos, pouco a pouco, de nossas imperfeições. A Terra, em sua velha expressão física, não é senão energia condensada em época imemorial, agitada e transformada pelo trabalho incessante, e nós, as criaturas de Deus, nos mais diversos degraus da escada evolutiva, aprimoramos faculdades e crescemos em conhecimento e sublimação, por meio do serviço... O verme, arrastando-se, trabalha em benefício do solo e de si mesmo; o vegetal, respirando e frutescendo, ajuda a atmosfera e auxilia-se. O animal, em luta perene, é útil à gleba em que se desenvolve, adquirindo experiências que lhe são valiosas, e nossa alma, em constantes peregrinações, por formas variadas, conquista os valores indispensáveis à sublime ascensão... Somos filhos da eternidade, em movimentação para a glória da verdadeira vida, e só pelo trabalho, ajustado à Lei Divina, alcançaremos o real objetivo de nossa marcha!"

"— A Lei, contudo, é invariavelmente a Lei. Viveremos em qualquer parte, com os resultados de nossas ações, assim como a árvore, em qualquer trato do solo, produzirá conforme a espécie a que se subordina."

"A Bondade Divina nos assiste, de múltiplas maneiras, amparando-nos o reajustamento, mas em todos os lugares viveremos jungidos às consequências dos próprios atos, uma vez que somos herdeiros de nossas próprias obras."

"— Temos para demonstração mais prática os absurdos da megalomania intelectual. Há pessoas, na Terra, que não se acautelam contra os desvarios da inteligência e fazem da astúcia e da vaidade o clima em que respiram. Insistem na inércia do coração, abominam o sentimento elevado que interpretam por pieguismo e transformam a cabeça num laboratório de perversão dos valores da vida. Não cuidam senão dos próprios interesses, não amam senão a si mesmos. Não percebem, contudo, que se ressecam interiormente e nem imaginam os resultados cruéis da cerebração para o mal. Frequentemente, na luta mundana, avultam na condição de dominadores poderosos, com vastíssimo potencial de influência sobre amigos e adversários, conhecidos e desconhecidos. Mas esse êxito é ilusório. Caem sob o guante da morte com grande alívio dos contemporâneos e passam a receber- lhes as vibrações de repulsa. Semelhantes criaturas naturalmente são vítimas de si mesmas e sofrem os mais complicados desequilíbrios mentais. Depois de períodos mais ou menos longos de purgação, após a transição da morte, voltam à carne, necessitados de silêncio e solidão para se desvencilharem dos envoltórios inferiores em que se enredaram, assim como a semente precisa do isolamento na cova escura para desintegrar os elementos pesados que a constringem, para novo desabrochar."

"— Imaginemos que a terra se recusasse a auxiliar as sementes que esperam reviver. O solo expulsá-las-ia, e, em vez dos germens libertados para a vitória da plantação, teríamos tão somente pevides secas, em aflitiva inquietude, desorientando a lavoura. Em verdade, a maioria das mães é constituída por sublime falange de almas nas mais belas experiências de amor e sacrifício, carinho e renúncia, dispostas a sofrer e a morrer pelo bem- estar dos rebentos que a Providência Divina lhes confiou às mãos ternas e devotadas; contudo, há mulheres cujo coração ainda se encontra em plena sombra. Mais fêmeas que mães, jazem obcecadas pela ideia do prazer e da posse e, despreocupando-se dos filhinhos, lhes favorecem a morte. O infanticídio inconsciente e indireto é largamente praticado no mundo. E como o débito reclama resgate, as delongas na solução dos compromissos assumidos acarretam enormes padecimentos nas criaturas que se submetem aos choques biológicos da reencarnação e veem prejudicadas as suas esperanças de quitação com a Lei."

"(...) há um programa estruturado na Espiritualidade para as nossas tarefas humanas; entretanto, pertence-nos a condução dos próprios impulsos dentro delas. Em regra geral, multidões de criaturas cedo se afastam do veículo carnal, atendendo a serviços de socorro e sublimação, mas, em numerosas circunstâncias, a negligência e a irreflexão dos pais são responsáveis pelo fracasso dos filhinhos."

"As provas e tarefas sofrem dilação no tempo, mas serão cumpridas, afinal. Aquilo que não se realiza num século pode efetuar-se em outro. Nossa boa vontade e nossa aplicação aos Desígnios Divinos podem abreviar qualquer espécie de serviço. Quem persiste na direção do bem mais cedo atinge a vitória."

"— Não vale fugir às responsabilidades, porque o tempo é inflexível e porque o trabalho que nos compete não será transferido a ninguém."

"— Cada qual de nós renasce na Terra — apreciou o ministro — a exprimir na matéria densa o patrimônio de bens ou males que incorporamos aos tecidos sutis da alma. A patogenia, na essência, envolve estudos que remontam ao corpo espiritual, para que não seja um quadro de conclusões falhas ou de todo irreais. Voltando à Terra, atraímos os acontecimentos agradáveis ou desagradáveis, segundo os títulos de trabalho que já conquistamos ou conforme as nossas necessidades de redenção."

"— O psicossoma ou o perispírito da definição espírita não é idêntico de maneira absoluta em todos nós, assim como, na realidade, não existem dois corpos físicos totalmente iguais. Cada criatura vive num carro celular diferente, apesar das peças semelhantes, impostas pela lei das formas. No círculo de matéria densa, sofre a alma encarnada os efeitos da herança recolhida dos pais; entretanto, na essência, a Lei da Herança funciona invariavelmente do indivíduo para ele mesmo. Detemos tão somente o que seja exclusivamente nosso ou aquilo que buscamos. Renascemos na Terra, junto daqueles que se afinam com o nosso modo de ser. O dipsômano não adquire o hábito desregrado dos pais, mas sim, quase sempre, ele mesmo já se confiava ao vício do álcool, antes de renascer. E há beberrões desencarnados que se aderem àqueles que se fazem instrumentos deles próprios."

"— A hereditariedade é dirigida por princípios de natureza espiritual. Se os filhos encontram os pais de que precisam, os pais recebem da vida os filhos que procuram."

"— Na família consanguínea ou na família humana, obtemos o que buscamos. Quem já acertou as próprias contas com a justiça pode confiar-se aos sublimes rasgos do amor."

"— Não nos esqueçamos de que temos diante de nós o veículo espiritual, por excelência vibrátil. O corpo da alma modifica- se profundamente, segundo o tipo de emoção que lhe flui do âmago. Isso, aliás, não é novidade. Na própria Terra, a máscara física altera-se na alegria ou no sofrimento, na simpatia ou na aversão. Em nosso plano, semelhantes transformações são mais rápidas e exteriorizam aspectos íntimos do ser, com facilidade e segurança, porque as moléculas do perispírito giram em mais alto padrão vibratório, com movimentos mais intensivos que as moléculas do corpo carnal. A consciência, por fulcro anímico, expressa-se, desse modo, na matéria sutil com poderes plásticos mais avançados."

"— É necessário esquecer o mal, meu amigo. Sem aquela atitude de perdão recomendada pelo Cristo, seremos viajores perdidos no cipoal das trevas de nós mesmos. Sem amor no coração, não teremos olhos para a luz."

"Nossas ações são pesadas na Justiça Divina... Não podemos enganar o Supremo Senhor. Nossos débitos, por isso mesmo, devem ser resgatados, ceitil a ceitil..."

"— Como não desconhecem, o nosso corpo de matéria rarefeita está intimamente regido por sete centros de força, que se conjugam nas ramificações dos plexos e que, vibrando em sintonia uns com os outros, ao influxo do poder diretriz da mente, estabelecem, para nosso uso, um veículo de células elétricas, que podemos definir como um campo eletromagnético, no qual o pensamento vibra em circuito fechado. Nossa posição mental determina o peso específico do nosso envoltório espiritual e, consequentemente, o habitat que lhe compete. Mero problema de padrão vibratório. Cada qual de nós respira em determinado tipo de onda. Quanto mais primitiva se revela a condição da mente, mais fraco é o influxo vibratório do pensamento, induzindo a compulsória aglutinação do ser às regiões da consciência embrionária ou torturada, onde se reúnem as vidas inferiores que lhe são afins. O crescimento do influxo mental, no veículo eletromagnético em que nos movemos, após abandonar o corpo terrestre, está na medida da experiência adquirida e arquivada em nosso próprio espírito. Atentos a semelhante realidade, é fácil compreender que sublimamos ou desequilibramos o delicado agente de nossas manifestações, conforme o tipo de pensamento que nos flui da vida íntima. Quanto mais nos avizinhamos da esfera animal, maior é a condensação obscurecente de nossa organização, e quanto mais nos elevamos, ao preço de esforço próprio, no rumo das gloriosas construções do espírito, maior é a sutileza de nosso envoltório, que passa a combinar-se facilmente com a beleza, com a harmonia e com a luz reinantes na Criação Divina."

"Analisando a fisiologia do perispírito, classifiquemos os seus centros de força, aproveitando a lembrança das regiões mais importantes do corpo terrestre. Temos, assim, por expressão máxima do veículo que nos serve presentemente, o “centro coronário” que, na Terra, é considerado pela filosofia hindu como o lótus de mil pétalas, por ser o mais significativo em razão do seu alto potencial de radiações, uma vez que nele assenta a ligação com a mente, fulgurante sede da consciência. Esse centro recebe em primeiro lugar os estímulos do espírito, comandando os demais, vibrando, todavia, com eles em justo regime de interdependência. Considerando em nossa exposição os fenômenos do corpo físico, e satisfazendo aos impositivos de simplicidade em nossas definições, devemos dizer que dele emanam as energias de sustentação do sistema nervoso e suas subdivisões, sendo o responsável pela alimentação das células do pensamento e o provedor de todos os recursos eletromagnéticos indispensáveis à estabilidade orgânica. É, por isso, o grande assimilador das energias solares e dos raios da Espiritualidade Superior capazes de favorecer a sublimação da alma. Logo após, anotamos o “centro cerebral”, contíguo ao “centro coronário”, que ordena as percepções de variada espécie, percepções essas que, na vestimenta carnal, constituem a visão, a audição, o tato e a vasta rede de processos da inteligência que dizem respeito à palavra, à cultura, à arte, ao saber. É no “centro cerebral” que possuímos o comando do núcleo endocrínico, referente aos poderes psíquicos. Em seguida, temos o “centro laríngeo”, que preside aos fenômenos vocais, inclusive às atividades do timo, da tireoide e das paratireoides. Logo após, identificamos o “centro cardíaco”, que sustenta os serviços da emoção e do equilíbrio geral. Prosseguindo em nossas observações, assinalamos o “centro esplênico” que, no corpo denso, está sediado no baço, regulando a distribuição e a circulação adequada dos recursos vitais em todos os escaninhos do veículo de que nos servimos. Continuando, identificamos o “centro gástrico”, que se responsabiliza pela penetração de alimentos e fluidos em nossa organização e, por fim, temos o “centro genésico”, em que se localiza o santuário do sexo, como templo modelador de formas e estímulos."

"— Não podemos olvidar, porém, que o nosso veículo sutil, tanto quanto o corpo de carne, é criação mental no caminho evolutivo, tecido com recursos tomados transitoriamente por nós mesmos aos celeiros do Universo, vaso de que nos utilizamos para ambientar em nossa individualidade eterna a divina luz da sublimação, com que nos cabe demandar as esferas do Espírito Puro. Tudo é trabalho da mente no espaço e no tempo, a valer-se de milhares de formas, a fim de purificar-se e santificar- se para a Glória Divina."

"— Compete-nos, então — observou Hilário, atencioso —, atribuir importante papel às enfermidades na esfera humana. Quase todas estarão no mundo desempenhando expressivo papel na regeneração das almas."

"Assim como o aperfeiçoado veículo do homem nasceu das formas primárias da Natureza, o corpo espiritual foi iniciado também nos princípios rudimentares da inteligência. É necessário não confundir a semente com a árvore ou a criança com o adulto, embora surjam na mesma paisagem de vida. O instrumento perispirítico do selvagem deve ser classificado como protoforma humana, extremamente condensado pela sua integração com a matéria mais densa. Está para o organismo aprimorado dos Espíritos algo enobrecidos, como um macaco antropomorfo está para o homem bem-posto das cidades modernas. Em criaturas dessa espécie, a vida moral está começando a aparecer e o perispírito nelas ainda se encontra enormemente pastoso. Por esse motivo, permanecerão muito tempo na escola da experiência, como o bloco de pedra rude sob marteladas, antes de oferecer de si mesmo a obra-prima... Despenderão séculos e séculos para se rarefazerem, usando múltiplas formas, de modo a conquistarem as qualidades superiores que, sutilizando-lhes a organização, conferir-lhes-ão novas possibilidades de crescimento consciencial. O instinto e a inteligência pouco a pouco se transformam em conhecimento e responsabilidade, e semelhante renovação outorga ao ser mais avançados equipamentos de manifestação... O prodigioso corpo do homem na crosta terrestre foi erigido pacientemente, no curso dos séculos, e o delicado veículo do Espírito, nos planos mais elevados, vem sendo construído, célula a célula, na esteira dos milênios incessantes..."

"— A enfermidade, como desarmonia espiritual — atalhou o instrutor —, sobrevive no perispírito. As moléstias conhecidas no mundo e outras que ainda escapam ao diagnóstico humano persistirão, por muito tempo, nas esferas torturadas da alma, conduzindo- nos ao reajuste. A dor é o grande e abençoado remédio. Reeduca-nos a atividade mental, reestruturando as peças de nossa instrumentação e polindo os fulcros anímicos de que se vale a nossa inteligência para desenvolver-se na jornada para a vida eterna. Depois do poder de Deus, é a única força capaz de alterar o rumo de nossos pensamentos, compelindo-nos a indispensáveis modificações, com vistas ao Plano Divino, a nosso respeito, e de cuja execução não poderemos fugir sem graves prejuízos para nós mesmos."

"A lei de causa e efeito executa-se sem necessidade de fiscalização da nossa parte. Na reencarnação, basta o magnetismo dos pais, aliado ao forte desejo daquele que regressa ao campo das formas físicas. De retorno ao corpo físico, estamos invariavelmente animados de um propósito firme... seja o anseio de alijar a dor que nos atormenta, a aspiração de conquistas espirituais que nos facilitem o acesso à vida superior, o voto de recapitular serviços malfeitos ou o ideal de realizar grandes tarefas de amor entre aqueles a quem nos afeiçoamos no mundo. De modo geral, a maioria das almas que reencarnam satisfaz à fome inquietante de recomeço. Quem não atendeu com exatidão ao trabalho que a vida lhe delegou se rende depressa ao impositivo de repetição da experiência e o ressurgimento na luta física aparece por bênção salvadora. Milhões de destinos se reestruturam dessa forma, qual se refaz uma grande floresta. A sementeira cresce, estimulada pelo magnetismo do solo; a existência corpórea germina de novo, incentivada pelo magnetismo da carne..."

"— A vida é uma escola e cada criatura, dentro dela, deve dar a própria lição."

"Maternidade é sagrado serviço espiritual em que a alma se demora séculos, na maioria das vezes aperfeiçoando qualidades do sentimento."

"— A reencarnação, tanto quanto a desencarnação, é um choque biológico dos mais apreciáveis. Unido à matriz geradora do santuário materno, em busca de nova forma, o perispírito sofre a influência de fortes correntes eletromagnéticas, que lhe impõem a redução automática. Constituído à base de princípios químicos semelhantes, em suas propriedades, ao hidrogênio, a se expressarem por meio de moléculas significativamente distanciadas umas das outras, quando ligado ao centro genésico feminino experimenta expressiva contração, à maneira do indumento de carne sob carga elétrica de elevado poder. Observa-se, então, a redução volumétrica do veículo sutil pela diminuição dos espaços intermoleculares. Toda matéria que não serve ao trabalho fundamental de refundição da forma é devolvida ao plano etereal, oferecendo-nos o perispírito esse aspecto de desgaste ou de maior fluidez."

"Tudo é amor no caminho da vida. Aprendamos a usá-lo na glorificação do bem, com o nosso próprio trabalho, e tudo será bênção."

"O tempo é como a onda. Flui e reflui. Da nossa sementeira havemos de colher."

"O amor é assim — acentuou nosso instrutor — imperturbável, uma força que transforma o destino."

"(...) a Providência Divina, como o Sol, brilha para todos."

"— Tudo na vida tem a sua razão de ser."

"(...) em qualquer lugar e em qualquer tempo, receberemos da vida de acordo com as nossas próprias obras."

"(...) todos nos imantamos, em espírito, às pessoas, lugares e objetos aos quais se liguem os nossos sentimentos."
Profile Image for Carla Parreira .
2,055 reviews3 followers
Read
February 14, 2025
O livro inicia demonstrando o potencial de atendimento da prece em infinitos degraus, sendo diretamente proporcional ao degrau evolutivo daquele que a faz. Se alguém nutre desejo de perpetrar uma falta não estará em prece e sim em ‘invocação’. Para o bem ou para o mal nossas aspirações sintonizam, respectivamente, mentes elevadas ou mentes estagnadas na ignorância e a escolha é nossa, tanto quanto o alcance das conseqüências, felizes ou infelizes. Deparamo-nos logo ao inicio da leitura com uma prece refratada (comovedora) e aprendemos sobre a relatividade do livre-arbítrio, ou ‘fatalidade relativa’.
O capítulo mostra ainda a infeliz teia que prende vários personagens (encarnados e desencarnados), sendo auxiliados graças ao apelo feito ao plano espiritual por uma jovem bondosa, cuja encarnação houvera sido organizada em Nosso Lar. Num caso de grave obsessão entre dois espíritos (desencarnado o obsessor e encarnado o obsidiado) é-nos esclarecido que uma separação brusca entre ambos, pode ocasionar graves conseqüências para a obsidiado e talvez até a morte do corpo. Fica claro pela leitura que intenções podem ser atenuantes ou agravantes para todo aquele que formula idéias e nelas se fixa. Desejos são forças mentais coagulantes, ensejando ações venturosas ou de dolorosas resultantes.
Achei magnífico ler que o mar é fonte inesgotável de fluidos reconfortantes para enfermos encarnados e principalmente desencarnados. A enfermidade longa é aqui mostrada como sendo bênção mal aquilatada pela maioria dos doentes que por ela passam ou que, em conseqüência, venham a desencarnar. Dentre uma das historietas contadas pelo livro, podemos conhecer o caso de uma mulher abandonada pelo marido que educa seus filhos dentro da moral cristã. Vemos preciosa reunião familiar de preces e estudos referentes aos ensinos de Jesus, principalmente a excelência de benesses desencadeadas pelo perdão das ofensas.
O livro leciona-nos sobre o problema da culpa: um criminoso (no caso, um espírito desencarnado) fixou na mente o crime que cometeu (assassinato) e as últimas expressões da vítima; vive perturbado há décadas, embora a própria vítima já tenha até reencarnado. Essa imagem se revitaliza cada dia em sua memória. Mães (espíritos encarnados, no desdobramento do sono) são levadas por Espíritos benfeitores ao plano espiritual para visitar filhos seus, desencarnados em pouca idade. O esquecimento do passado tem aqui vigorosa defesa, por constituir bênção divina, nem sempre assim considerada.
É mencionado o Lar da Bênção, importante colônia educativa de espíritos desencarnados ainda crianças. Vemos o caso de um ex-suicida que na reencarnação seguinte morre afogado no mar. Na espiritualidade, seu perispírito apresenta profunda chaga na garganta, que o atormenta sem cessar. São citados valiosos ensinamentos referentes aos Espíritos desencarnados quando ainda crianças. Geralmente, tais Espíritos, em vidas passadas, eram muito inteligentes, dominadores e egoístas. Após períodos mais ou menos longos de purgação, recebem a bênção de nova reencarnação, retornando necessitados de silêncio e solidão que lhes proporcione desvencilharem dos envoltórios inferiores em que se enredaram.
É citado o infeliz e largamente praticado ato do ‘infanticídio inconsciente e indireto’ de terríveis conseqüências para as mulheres que se comportam ‘mais fêmeas que mães’. Inércia e trabalho, atraso e adiantamento espirituais são lecionados demonstrando o quanto o serviço e o servir são bênçãos. Recebemos preciosos ensinamentos sobre os templos de oração (em particular, a visão espiritual das diferentes missas católicas). Heranças genéticas (dos pais) e heranças espirituais (de nós mesmos) são expostas: no primeiro caso, à luz da lei de sintonia e atração; no segundo, por merecimento.
A dor é vista como concessão do Pai Celestial, para nosso próprio reajuste. O fantástico porvir da cirurgia psíquica é aqui noticiado. Reflexões sobre Freud (Sigmund Freud – 1856/1939) apontam a verdade incompleta de sua obra, na qual há ausência do bálsamo curativo aos problemas da alma.
São explicadas como se processam as modificações do perispírito, pelas emoções. É citada a realização de uma regressão espiritual, mas sob rígido controle espiritual. Vítimas e criminosos são postos frente à frente, sob amparo de benfeitores espirituais, com vistas a harmonizarem-se. Enquanto o corpo se refaz pelo sono, a alma invariavelmente procura o lugar ou o objeto a que imanta o coração. (Daí a recomendação espírita de, ao se preparar para dormir, criar o hábito da oração, precedida de leitura evangélica).
É narrado o encontro, no plano espiritual, de dois encarnados (desdobrados pelo sono) sendo um, acusador terrível; o outro, humilde, pedindo perdão. Os fatos que os unem remontam a passado longínquo. Com auxílio do espírito benfeitor, o acusador recobra a memória de vida passada, onde se vê também criminoso. Temos então o depoimento-confissão de dois espíritos que se envolverem num drama passional (atração pela mesma mulher), do que resultaram complicadas e funestas conseqüências futuras, não só para ambos como para a própria mulher.
O livro prossegue no fio narrativo das reminiscências dos personagens que se atrelaram em desatinos do passado. Sobressai o ensinamento de que os espíritos protetores, visando resolver desavenças de contendores, proporcionam-lhes, com rígida segurança, recordações de vidas passadas. Não obstante, tanto no sonho como na vigília de ambos, impedem a lembrança de determinados lances. Isso porque, do contrário, o equilíbrio mental de tais excursionistas ao passado poderia ficar seriamente comprometido.
Tal lição parece-nos trazer um alerta quanto a TVP (Terapia de Vidas Passadas), no sentido de que no plano espiritual a regressão de memória é feita com rígido controle e seleção das recordações, algumas das quais são obstadas). Salvo melhor juízo, este capítulo inaugura na literatura espírita o milenar estudo esotérico (da filosofia hindu) sobre os (sete) principais chacras, ou seja, centros de força, localizados no perispírito. Como acréscimo, temos valiosas considerações espíritas. Também encontramos na leitura algumas reflexões magníficas sobre a problemática das doenças e da dor, resultantes dos nossos maus atos, fixando sintomas no psiquismo e fazendo irromper variadas patologias no corpo físico. É-nos mostrada a diferença entre doutrinar e transformar: no primeiro caso é exigida força magnética capaz de operar sobre a mente de quem está em recuperação; no segundo, só o sentimento sublimado (amor) do doutrinador poderá operar a renovação da alma de quem se ajuda.
A palavra é sempre dotada de energias elétricas específicas. A voz, uma das mais deslembradas bênçãos divinas, é também uma das mais mal empregadas. Jamais a indignação (mesmo que justa, como por exemplo, ante os atos deliberadamente contrários às Leis de Deus) deverá se manifestar vestida de cólera. São esclarecidos sobre os danos causados pelo ciúme.
O livro expõe como age à força do amor na transformação de quem alimenta idéias de destruição. O espírito protetor, ao ajudar alguém nos descaminhos da cólera, cita, de passagem, que ele próprio espera, ‘há vinte e dois séculos’, pela redenção de uma criatura que lhe é cara, mas que ainda não se inclinou em sua direção. Ceder, no caminho áspero, via de regra traz recomposição da harmonia em nossas vidas. O lar não é apenas domicílio de corpos, mas sim, um ninho de almas, onde a provação e a dor são abençoadas instrutoras-guias que nos aproximarão mais e mais de Deus. O poder do perdão, sob a força de sinceridade plena, opera maravilhas da paz.
A oração sem ação é como flor sem perfume. Pequenas caridades no lar contribuem para a harmonia doméstica e a alegria dos que ali residem. Verifica-se ainda um comovente reencontro, no plano espiritual, entre mãe (espiritualmente renovada para o bem) e o filhinho sofrendo seqüelas do passado, mas sob assistência de espíritos protetores. Podemos e devemos refletir sobre a excelência dos planejamentos reencarnatórios, elaborados individualmente, mas proporcionando oportunidades para reajustes de vários espíritos, simultaneamente. Novamente o alerta: recordações do passado não devem ser totalmente despertadas.
No geral, as reencarnações ocorrem por automatismo dos princípios embriogênicos (magnetismo dos pais). É realçado o alto valor da maternidade, na qual a alma permanece por séculos aperfeiçoando qualidades do sentimento. É explicada cientificamente a redução perispiritual dos reencarnantes. No plano espiritual, as crianças desencarnadas, na maioria dos casos, demoram tempo mais ou menos longo para alcançarem crescimento mental, como ocorre no plano físico.
Há esclarecimentos quanto à hereditariedade genética. Vemos o instigante caso de uma mulher grávida que, pelo contato espiritual com o filho (este um espírito com débitos de consciência), sofre a chamada ‘enxertia mental’, com reflexos patológicos graves. Então, por sintonia (reciprocidade entre mãe e filho) ocorrem os chamados ‘sinais de nascença’, que são estados íntimos da futura mãe a se fixarem no futuro filho. São esclarecidos vários desdobramentos que surgem durante a gestação.
É interessante constatar como o plano espiritual sempre encaminha fatos e pessoas de forma a que as adversidades sejam transformadas em harmonia. Aproveitar tais oportunidades será sempre construir os alicerces da paz íntima. Vidas curtas na matéria podem representar refazimento perispiritual, para eliminação de matrizes negativas do passado, impressas no perispírito, por descaminhos morais.
Moléstias longas e complicadas guardam função específica. Também é falado sobre casamentos imprudentes e anjos de guarda.
Claramente se percebe que o bem produz efeito salutar, gerando merecimento: socorro, nas horas difíceis de quem praticou a caridade e assim granjeia inúmeros amigos espirituais. Ao final desta inesquecível e suave obra encontramos uma encantadora e dulcíssima prece a mostrar que a saudade emanada do amor purificado leva a paz ao coração de quem assim ama, através o som amigo do vento, o perfume das flores e o brilho das estrelas, com o aceno da luz eterna.
*
Melhores trechos: “...Cada consciência, à medida que se aperfeiçoa e se santifica, aprimora em si qualidades do Pai Celestial, harmonizando-se, gradativamente, com a Lei. Quanto mais elevada a percentagem dessas qualidades num espírito, mais amplo é o seu poder de cooperar na execução do Plano Divino, respondendo às solicitações da vida em nome de Deus, que nos criou a todos para o Infinito Amor e para a Infinita Sabedoria... Todas as nossas aspirações movimentam energias para o bem ou para o mal. Por isso mesmo, a direção delas permanece afeta à nossa responsabilidade... O mal é sempre um círculo fechado sobre si mesmo, guardando temporariamente aqueles que o criaram, qual se fora um quisto de curta ou longa duração, a dissolver-se, por fim, no bem infinito, à medida que se reeducam as inteligências que a ele se aglutinam e afeiçoam. O Senhor tolera a desarmonia, a fim de que por intermédio dela mesma se efetue o reajustamento moral dos espíritos que a sustentam, de vez que o mal reage sobre aqueles que o praticam, auxiliando-os a compreender a excelência e a imortalidade do bem, que é o inamovível fundamento da Lei. Todos somos senhores de nossas criações e, ao mesmo tempo, delas escravos infortunados ou felizes tutelados. Pedimos e obtemos, mas pagaremos por todas as aquisições. A responsabilidade é princípio divino a que ninguém poderá fugir... Quanto mais vastos os recursos espirituais de quem retorna à carne, mais complexo é o mapa de trabalho a ser obedecido... Almas ainda encarceradas no automatismo inconsciente acham-se relativamente longe do autogoverno. Jazem conduzidas pela natureza, à maneira das criancinhas no colo maternal. Não sabem desatar os laços que as aprisionam aos rígidos princípios que orientam o mundo das formas e, por isso, exigem tempo para se renovarem no justo desenvolvimento... A carne, de certo modo, em muitas circunstâncias não é apenas um vaso divino para o crescimento de nossas potencialidades, mas também uma espécie de carvão milagroso, absorvendo-nos os tóxicos e resíduos de sombra que trazemos no corpo substancial... O contacto com o reino espiritual, enquanto nos demoramos no envoltório terrestre, não pode ser dilatado em toda a extensão, para que nossa alma não afrouxe o interesse de lutar dignamente, até o fim do corpo... A hereditariedade é dirigida por princípios de natureza espiritual. Se os filhos encontram os pais de que precisam, os pais recebem da vida os filhos que procuram... Muito erramos, disputando o amor dos outros, entretanto, corrigimo-nos e acertamos o passo, quando procuramos amar... A mulher grávida, além da prestação de serviço orgânico à entidade que se reencarna, é igualmente constrangida a suportar-lhe o contacto espiritual, que sempre constitui um sacrifício quando se trata de alguém com escuros débitos na consciência. A organização feminina, durante a gestação, sofre verdadeira enxertia mental. Os pensamentos do ser que se acolhe ao santuário íntimo, envolvem-na totalmente, determinando significativas alterações em seu cosmo biológico. Se o filho é senhor de larga evolução e dono de elogiáveis qualidades morais, consegue auxiliar o campo materno, prodigalizando-lhe sublimadas emoções e convertendo a maternidade, habitualmente dolorosa, em estação de esperanças e alegrias intraduzíveis... A gestante é uma criatura hipnotizada em longo prazo. Tem o campo psíquico invadido pelas impressões e vibrações do espírito que lhe ocupa as possibilidades para o serviço de reincorporarão no mundo. Quando o futuro filho não se encontra suficientemente equilibrado diante da lei, e isso acontece quase sempre, a mente maternal é suscetível de registrar os mais estranhos desequilíbrios, porque, à maneira de um médium, estará transmitindo opiniões e sensações da entidade que a empolga... A inopinada aversão de muitas gestantes contra os próprios maridos ocorre sempre que um inimigo do pretérito volta à carne, a fim de resgatar débitos contraídos para com aquele que lhe servirá de pai... Se temos a infelicidade de possuir inimigos, cuja presença nos perturba, é importante recorrer à prece, rogando a Deus nos conceda forças para que o desequilíbrio desapareça, porque então um caminho de reajuste surgira para nossa alma. Todos necessitamos da alheia tolerância em determinados aspectos de nossa vida... Não há ódio que resista aos dissolventes da compreensão e da boa vontade. Quem procura conhecer a si mesmo, desculpa facilmente... Amor e ódio não se improvisam. Resultam de nossas construções espirituais nos milênios... Concentrar demasiada atenção em culpas imaginarias é mera vaidade a encarcerar-nos na angústia vazia. Enquanto lastimamos a nossa imperfeição, perdemos a hora que seria justa utilizar em nossa própria melhoria... Não é a coragem que nos falha e sim a humildade. Nosso orgulho neste mundo, apesar de inconsequente e vão, é por demais envolvente e excessivo. Não sabemos liberar a personalidade segregada no visco de nosso exagerado amor próprio. Em suma, aprisionamos o coração na escura fortaleza da vaidade e não sabemos ceder...”
Profile Image for Célia Regina.
115 reviews6 followers
March 24, 2015
Tantas lições temos a aprender nesta vida! E é tão bom quando um livro como este nos cai nas mãos, trazendo respostas a alguns questionamentos íntimos que assomam diariamente os pensamentos na lide com o trabalho. Os exemplos e histórias descritos no sétimo livro da série A vida no mundo espiritual nos levam a refletir sobre o nosso próprio caminho. Plantemos o bem, para semearmos o bem. E sigamos no caminho da retidão, do amor e da paz. Leitura recomendadíssima.
Profile Image for Celia Rabelo.
195 reviews2 followers
August 8, 2017
A história de Zulmira, Amaro, Antonina, Mário Silva, Leonardo, Júlio e Odila se desenrola de maneira surpreendente e prende o leitor com as lições valorosas de amor e perdão, relatadas por André Luiz. Recomendo a leitura, vocês vão se encantar com tantos conhecimentos sagrados a respeito desse e do outro mundo. Vale a pena!
Profile Image for Francisco Merino.
25 reviews
April 15, 2020
Simplesmente Maravilhoso!

Neste livro encontraremos lances excepcionais e exemplos do por que e para que? Se da a reencarnação ou reencarnações dentro de um núcleo familiar. Livro realmente lindo e emocionante.
2 reviews
April 19, 2022
must read for anyone spiritual!

This book number 7 of the life in the spiritworld should be obliged literature for everyone! So much insight on why there is suffering in the world, why things are happening to us in life ❤️ it’s a beautiful book!!
Profile Image for Rosângela.
120 reviews1 follower
March 14, 2019
Um livro que nos preenche de sabedoria e luz, fortalece a fé, esclarece dúvidas e nos incita a melhorar e transformarmo-nos.
Profile Image for Rodrigo Oliveira.
193 reviews
June 30, 2019
O que dizer? A cada livro um aprendizado . Sabemos muito pouco, o caminho é longo, mas a destinação é sempre o amor.
Profile Image for Matheus Pivesso.
23 reviews1 follower
January 18, 2020
Entre a Terra e o Céu remete a um dos tramas familiares de maior extensão.

Lições do livro:

Reencarnação de crianças;
Débitos contraídos no passado e a provação de hoje;
Obsessão familiar.
105 reviews3 followers
November 20, 2021
Leitura deliciosa e edificante que nos ensina o valor do perdão e do amor e nos mostra as consequências dos nossos atos e a justiça divina.
3 reviews
December 26, 2024
Un libro enriquecedor

Grandes enseñanzas en una narrativa muy espiritual, ver como se entrelazan la vida y la muerte para darle continuidad a nuestros destinos.
Profile Image for Juliana Morgensten.
441 reviews9 followers
December 19, 2018
E chegamos ao 7º livro da série "A Vida No Mundo Espiritual": Entre a Terra e o Céu.

Conseguiiii! Eu nunca passava de Libertação, minha gente! Sempre algo me fazia voltar para o começo. :O #metapessoalsemquerer

A obra abrange dois focos principais: Os relacionamentos interpessoais entre os personagens em várias vidas e os reencarnes de Júlio.

Na primeira questão as pessoas vão se reencontrando, se afeiçoando (ou não) durante as encarnações. Uma conexão profunda entre eles, independente dos sentimentos nutridos.

Na segunda o drama de Júlio, que foi suicida nas vidas sucessivas e precisava resgatar suas dívidas.

Neste livro temos a volta mais presente de Clarêncio que vai narrando e explicando os acontecimentos a luz do Espiritismo. E André Luiz retorna a ser apenas um observador e aluno principiante.

Um fator que chamou muito a minha atenção, foi que Entre a Terra e o Céu também mostra como uma freira lida com o seu desencarne. Nos é passado que "parece viver em um mundo paralelo" por não terem a percepção espiritual, digamos assim.

A leitura é fluída e envolvente. Diferente das outras obras das séries, esse é mais estilo romance.

http://hidratarvicia.com.br/2018/12/1...
Profile Image for Betina Vogel.
106 reviews1 follower
July 26, 2025
Tô bem fora de ordem, começando a ler essa saga pelo sétimo livro, rs (apesar de já ter lido Nosso Lar, que é o primeiro), mas é que comecei a participar de um grupo de estudos Espíritas e queria acompanhá-los.

No livro, André Luiz acompanha a história Enfim, é muito interessante e cheio de lições.
Profile Image for Saulo.
6 reviews
February 26, 2025
Um outro excelente romance de André Luiz da coleção A Vida no Mundo Espiritual:

"Renovando seu interesse em nosso aprimoramento íntimo, André Luiz revela a comovente história de Amaro, Zulmira, Odila e outros personagens, recuando nos acontecimentos de suas anteriores existências, desde a Guerra do Paraguai até os dias do Rio antigo."
Profile Image for André.
34 reviews
February 13, 2023
Linda história de um grupo de almas que se reencontram ao longo dos anos para refazer caminhos e unir corações.
Profile Image for André.
137 reviews3 followers
February 19, 2018
O drama que se desenrola nesta obra é complexo e doloroso, mas percebe-se que é também necessário às personagens, que passam a compreender seu papel e suas responsabilidades, e começam a se transformar no caminho do bem e do amor.
Displaying 1 - 17 of 17 reviews

Can't find what you're looking for?

Get help and learn more about the design.