Análise e interpretação de 11 comandos que conduzem e explicam o movimento dos agentes das relações internacionais pelo mundo – Estados, nações e agentes privados, sobretudo empresas, capitais e tecnologias –, este livro responde à pergunta essencial acerca do movimento das relações quais são os impulsos de origem e como condicionam políticas, estratégias e resultados alcançados pelos agentes, por um lado, e, por outro, como esses mesmos agentes são condicionados? Ou quais são os comandos superiores das relações internacionais? É um livro didático, útil para pesquisadores e estudantes da área de relações internacionais, teoria e história, e tem por objetivo a compreensão das relações internacionais no médio e no longo prazo.
Professor titular de Relações Internacionais da Universidade de Brasília e Pesquisador do CNPq. Possui 16 livros publicados, 32 capítulos de livros e 32 artigos em periódicos especializados. Contribuiu para a modernização dos estudos de Relações Internacionais no Brasil, promovendo, em especial, a história das relações internacionais. Manteve estreita cooperação acadêmica com centros avançados do exterior, indispensável nos estudos de relações internacionais. Aproximou estudiosos brasileiros, particularmente da Universidade de Brasília, onde trabalha desde 1976, com colegas de outros países, sobretudo argentinos, franceses, portugueses, italianos e alemães. Em reconhecimento por sua contribuição à Instituição e às ciências humanas, a Universidade de Brasília concedeu-lhe, em 2005, o título de Professor Emérito.
Em suma: é uma crítica às teorias das relações internacionais e uma defesa do uso de conceitos como tendo maior qualidade para análise internacional do que as teorias. Contém sérios problemas ao ser incapaz de observar e avaliar o peso de golpes de estado na dinâmica esquerda versus direita na América Latina. Por exemplo: não ligar o fracasso da Unasul ao papel dos golpes de estado de direita é uma cegueira analítica intolerável.
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