Um “road mangá” que acompanha a protagonista Ann, uma mulher independente e livre, que decide viver sua vida seguindo seu próprio rumo. Sua casa é seu carro e a estrada é a sua rotina. Para onde o vento a leve, Ann descobre novas aventuras e coloca em evidência diferentes questionamentos sobre normalidade, liberdade e felicidade.
Miki Yamamoto is a Japanese artist and graphic novelist. She has started her carrier with the wordless picturebook A ribbon around a bomb. She is the author of How Are You, which was selected for the 19th Japan Media Arts Festival Jury Selection, and Sunny Sunny Ann, which received the 17th Tezuka Osamu Cultural Prize Creative Award. She is also a researcher of picturebooks, especially wordless picturebooks. She has received Ph.D. from University of Tsukuba (Japan). She is an assistant professor of Art and Design at the University of Tsukuba, since 2016.
Este libro es un curioso artefacto a medio camino entre el manga y la novela gráfica occidental. Cuenta una historia muy sorprendente que habla, sobre todo, de la libertad: de liarse la manta la cabeza y hacer del mundo tu patio de recreo, de ser adicto a la aventura y plantarse de frente ante las convenciones sociales.
Ann es una mujer que recorre el país conduciendo sola, haciéndose amiga de mujeres con las que se encuentra, disfrutando de la naturaleza y huyendo de su pasado y de lo que la sociedad espera de ella. Y nos hace acompañarla en este viaje disparatado, con sabor a road movie y paisajes de la Costa Oeste, para que seamos testigos de otra forma de vivir, de otra manera de resolver los problemas. El dibujo es demasiado abocetado para mi gusto, pero sirve perfectamente para narrar una historia en la que se desdibujan las fronteras de los géneros, los soportes y las convenciones.
gostei do traço dessa HQ. Ann me lembra o rosto de uma amiga querida. Mas a história me incomodou... senti como se fosse um beco sem saída para um modelo heteronormativo de vida. As personagens todas são planas e ninguém tem muito a oferecer. Ann quer algo mais, então pega a única saída que vê disponível: prostituição entre conhecidos e morar no carro para não se fixar como dona de casa casada e com filhos. É uma história triste, sem saída mesmo. Talvez num segundo volume Ann encontrasse um mundo mais interessante. Mas a princípio essa mulher livre está bem presa nesse mundo árido imediato.
Comprei uma cópia e vou reler. Não recomendo como presente...
Il ritratto di una donna indipendente in un manga più che atipico sia nello stile che nel tema. Bello questo tratto che è tanto ruvido quanto intimo, sembra come fatto di sfuggita. Sarebbe bello avere altre storie di quest’autrice.
A Ann le flipa el vino y una buena lectura, pero sobretodo sentirse libre y dueña de si misma. Una lectura ligera y leve, pero te transmite ese sentimiento de la posición de la mujer en la sociedad, rompiendo las reglas. F**k Y*U!
Ann veut être libre, sans attaches humaines ou matérielles. On suit son road trip sans jamais réellement rentrer dans une histoire qui vous embarque d'un bout à l'autre du récit. A travers des rencontres et des aventures Ann soulève une question : quel est le prix de la liberté?
Ann é uma mulher "livre", que prefere viver em seu carro do que em uma casa e que prefere trocar sexo por dinheiro entre "amigos" seletos do que ter um relacionamento mais sério ou construir uma família.
Há uma espécie de introdução e a partir de um acontecimento brutal, Ann precisa se midar. Então a história passa a ser episódica, com capítulos retratando pessoas com quem ela encontra no caminho.
A história é boa, mas acho que carece de um desenvolvimento de personagens. Fica subentendido que há um motivo pra personagem ser do jeito que é, mas isso nunca é explorado. As mulheres me parecem ser estereótipos, não tendo muita voz, embora se venda o quadrinho como uma espécie de grito à emancipação feminina.
Os traços são bem caricatos e irregulares e, embora eu ache que não deva agradar a todos, funciona.
Enfim, a história acaba de forma meio abrupta e poderia ter uma continuação, já que há algumas pontas soltas.
Com traços fortes formando ilustrações incríveis, Miki Yamamoto nos conta a história de uma mulher independente que decide viver a vida da forma que mais a agrada.
Essa história nos mostra que, apesar de ser uma mulher livre e sem amarras, a liberdade em um mundo capitalista não é tão livre assim. Para se manter economicamente, Ann vende o seu corpo apenas para conhecidos, mas só quando precisa de dinheiro de fato. Ou seja, ela não queria estar fazendo isso, deixando implícito que a tal liberdade não é assim tão livre: você ainda precisa fazer coisas que não quer para se manter.
Outro ponto retratado é a falta de segurança da mulher em qualquer ambiente. Infelizmente, a minha leitura casou com o assédio que ocorreu no BBB, comprovando que a mulher não tem segurança vivendo em um carro ou em uma casa cheia de câmeras.
As personagens mulheres que passam pela Ann em sua história a deixam mais rica, empática e humana. Cada encontro carrega uma pequena troca de afeto, de escuta, de reconhecimento, nos deixando um gostinho de quero mais sobre a vida delas e também sobre a vida da Ann. Como se cada uma ali tivesse uma história inteira que merecesse ser contada.
No fim, a história da Ann não fala só sobre liberdade, mas sobre os limites dela em um mundo que cobra caro até pelo direito de existir. É uma leitura delicada e dura ao mesmo tempo, que incomoda na medida certa e convida a gente a olhar com mais empatia para escolhas que, muitas vezes, não são exatamente escolhas. Um quadrinho que fica com você depois da última página, fazendo pensar sobre as vivências e sobrevivências.
“Sunny, Sunny Ann” es un road manga, una mezcla que me parece atractiva: me encantan los road trips y me gustan los mangas. Ann es una mujer (pensaba que estaría en sus cuarenta, pero descubrí que era bastante más joven) que ha decidido romper con las convenciones sociales: vive en su coche y se prostituye ocasionalmente con conocidos cuando le hace falta.
No sé si Ann sea tan libre como se cree. Al final, vivimos en una sociedad que tiene normas y reglas de juego. Yo la sigo viendo como una persona afectada y perjudicada por lo establecido. Vivir en un coche y prostituirse de vez en cuando no es mi idea de libertad. Una casita autosuficiente, con una huerta y una bicicleta, me parece que dan más autonomía, libertad y empoderamiento.
Los dibujos parecen bocetos y no me gustan mucho. El manga aborda otra forma de vida, de una mujer que escapa constantemente. En el camino, conoce a Laura, otra mujer que ha tomado decisiones por las que es criticada. La autora nos muestra dos formas de vida muy válidas porque han sido elegidas por estas dos mujeres.
Sin duda un libro muy especial. Aparentemente es una trama sencilla que se desarrolla en entornos cotidianos, lo cual considero muy necesario para explorar la complejidad de las situaciones que se tratan. Me ha encantado Ann y cada una de sus aventuras (con sus respectivos personajes). Es divertido, emocionante, crudo y violento...solo lamento que, al ser una novela gráfica, lo haya terminado tan rápido. Cuídate, Laura y ánimo, Abbie. Recomendadisimo.
Only in Japanese and French, this atypical manga about a free-spirited woman, a notorious homewrecker, taking a neglected child on a road journey, chased by the police, tearing lecherous old geezers and hyprocites a new one on the way.
Fresh, pleasantly disturbed graphic novel, drawn in a bold, lush, expressionist style.
Me ha gustado mucho esta historia. Ann lucha por vivir como sabe y como puede. Vaga por las carreteras y encuentra nuevas amigas (muy interesantes) a las que ayuda casi sin pretenderlo, de manera natural. Y, de paso, se encuentra también por el camino con fantasmas del pasado. Es un manga melancólico, crudo y muy bello.
Empoderamento feminino: estupro, objetificação, todas as personagens femininas de mãos atadas e a protagonista ser forçada à prostituição (com mais estupro!). Que lindo!
Edit: a arte é belíssima, daria cinco estrelas se fosse só ela e mais nenhum balão de fala nem nenhuma história por trás, só quadrinhos desconexos em azul, vermelho e branco. Seria ótimo.
This entire review has been hidden because of spoilers.
M'ha recordat molt l'estil de la Flavita Banana, tant com en el dibuix com en la història. M'haguessin agradat un parell de capítols més abans de tancar la "trama principal", però l'he gaudit molt. Me l'he llegit d'una tirada.
O mangá que explica o “liberdade ou solidão” kkkkkk. Achei muito lindo o último conto sobre o carro azul, um mangá que traz brutalidade e delicadeza em assuntos comuns