Alan Moore è il pluripremiato scrittore di capolavori come Watchmen, From Hell e V for Vendetta, opere acclamate in tutto il mondo. Molti però ignorano che prima di diventare celebre, Moore ha firmato in Inghilterra una delle sue opere più bizzarre e moderne. Come autore unico e usando lo pseudonimo di Jill de Ray, dal 1979 al 1986 ha scritto e disegnato la striscia Maxwell, the Magic Cat. Serializzata sulle pagine del quotidiano Northants Post, attraverso il suo cinico protagonista felino la strip raccontava l’attualità del Regno Unito in anni complessi, ironizzava su vizi e virtù dei britannici e lanciava frecciate a bersagli eccellenti, dalla Casa Reale alla premier Thatcher. Finalmente, l’opera perduta del maestro di Northampton approda per la prima volta in Italia, con una delle sue rare edizioni al mondo, ricca di extra, dietro le quinte e tributi di grandi autori che rendono omaggio a Moore… e a Maxwell, il gatto magico.
Alan Moore is an English writer most famous for his influential work in comics, including the acclaimed graphic novels Watchmen, V for Vendetta and From Hell. He has also written a novel, Voice of the Fire, and performs "workings" (one-off performance art/spoken word pieces) with The Moon and Serpent Grand Egyptian Theatre of Marvels, some of which have been released on CD.
As a comics writer, Moore is notable for being one of the first writers to apply literary and formalist sensibilities to the mainstream of the medium. As well as including challenging subject matter and adult themes, he brings a wide range of influences to his work, from the literary–authors such as William S. Burroughs, Thomas Pynchon, Robert Anton Wilson and Iain Sinclair; New Wave science fiction writers such as Michael Moorcock; horror writers such as Clive Barker; to the cinematic–filmmakers such as Nicolas Roeg. Influences within comics include Will Eisner, Harvey Kurtzman, Jack Kirby and Bryan Talbot.
Comprei porque era do Moore, vale a pena por causa do Moore.
O livro reúne todas as tirinhas publicadas pelo Moore do Maxwell, são 359 que foram publicadas num jornal regional da cidade natal dele (Northampton) durante 7 anos. Ele só parou por conta de um desentendimento com o jornal. Tudo isso e mais um pouco são explorados nos textos de apoio que são o que mais valem da obra. Porque como tirinhas, não é grande coisa, o próprio Moore sabe disso. Tem umas boas é claro, principalmente as metalinguistics que são minhas favoritas. Mas a grande maioria são "piadolas "e comentários muitos específicos para o local e o tempo que foram escritas.
Mas ainda vale a pena, porque é um pedaço da história do maior autor de quadrinhos do mundo, e aí você fica fascinado de ver acontecendo. É uma daquelas obras que aquele termo que odeio acaba caindo bem, "histórica".
Tirinhas de jornal sobre o cotidiano britânico na era Thatcher (anos 80) na visão de um gato que é mistura de Tom e Garfield, mas com rios de sarcasmo a mais. Alan Moore brinca muito com a quarta parede, sobre metalinguagem de quadrinhos. As tirinhas eram pra ser infantis, porém logo no começo a coisa muda de figura.