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Parenti mostra como o “fascismo racional” presta serviço ao capitalismo, como o poder empresarial solapa a democracia e como as revoluções representam um empoderamento das massas contra as forças privilegiadas e exploradoras. Ele também mapeia as forças externas e internas que destruíram algumas experiências do socialismo real e o impacto desastroso da vitória do “livre-mercado” na Europa Oriental e na antiga União Soviética. Além disso, Parenti defende a relevância de ideologias proscritas, como o marxismo, demonstrando a importância da análise de classe no entendimento de realidades políticas e no tratamento do choque permanente entre o meio ambiente e os interesses de conglomerados empresariais globais.
Escrito em um estilo lúcido e eloquente, este livro vai além dos raciocínios truncados, convidando-nos a ligar pontos de vista iconoclastas e a nos perguntar por que as coisas são do jeito que são. Trata-se de uma análise ousada e cativante das épicas lutas do passado e do presente.
224 pages, Paperback
First published June 1, 1997
[US] Corporations like DuPont, Ford, General Motors, and ITT owned factories in enemy countries that produced fuel, tanks, and planes that wreaked havoc on Allied forces. After the war, instead of being prosecuted for treason, ITT collected $27 million from the U.S. government for war damages inflicted on its German plants by Allied bombings. General Motors collected over $33 million.--We can add that fascism is such a natural tool for capitalism because fascist techniques have long been perfected in capitalism’s colonies: