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Ya ni se acuerda de mí

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A partir de un dispositivo narrativo casi olvidado por la literatura actual, la novela epistolar, Luiz Ruffato devela el gran friso social del Brasil de la segunda mitad del siglo pasado. Novela de fondo y formas simples –sabemos que la complejidad no confiere efectividad discursiva, belleza, trama- Ya ni se acuerda de mí cuenta los meandros afectivos entre una madre y su(s) hijo(s); el desplazamiento del hijo mayor hacia el centro urbano y fabril más importante del país, San Pablo; y de manera oblicua el desplazamiento subjetivo del joven campesino con valores pequeñoburgueses y una moral católica y machista acérrima a la del trabajador clasista, solidario. (…) Lejos de las artimañas de la literatura del yo, narraciones que están en la frontera de los parámetros que definían la literatura, Ya ni se acuerda de mí es un conmovedor y eficaz dispositivo ficcional que permite conocer el devenir de una subjetividad personal religada a la conciencia histórica de su comunidad.

94 pages, Paperback

First published January 1, 2007

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78 people want to read

About the author

Luiz Ruffato

66 books61 followers
Luiz Ruffato (Cataguases, fevereiro de 1961) é um escritor brasileiro. Formado em Comunicação pela Universidade Federal de Juiz de Fora, exerceu jornalismo em São Paulo. Publicou Histórias de Remorsos e Rancores (1998) e Os sobreviventes em 2000, ambos coletâneas de contos. Ganhou os prêmios APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) e Machado de Assis da Fundação Biblioteca Nacional com o romance Eles Eram Muitos Cavalos, de 2001.

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Displaying 1 - 12 of 12 reviews
Profile Image for Ana.
2 reviews
March 28, 2022
Leitura em uma tacada só. Extremamente fluida, palavras que deslizam perante os olhos. É de uma melancolia intensa. Ao mesmo tempo que parece uma narrativa simples e honesta, possui uma profundidade ímpar (não que uma coisa precisasse se opor à outra). Te deixa pensativo, é uma leitura que movimenta família, tempo e memória. As cartas de um irmão mais velho para seus pais, geralmente direcionadas à mãe, foram organizadas, contextualizadas e dado um sentido literário pelo irmão mais novo, Luiz Ruffato. Esses escritos dão o tom melancólico e emocionante. Parece que tanto Luiz, quanto nós, leitores, somos atravessados por essa nuvem de vida, de luta e do contexto privado e público do período (anos 70) que viaja entre o interior de Minas e a metrópole de São Paulo.
Profile Image for Larissa Granato.
564 reviews38 followers
February 13, 2024
Apesar da "Explicação Necessária" no começo, que é meio maçante e destoa do resto, amei o livro. Me lembra tantas histórias da minha própria família.
Profile Image for Camila Vilela De Holanda.
190 reviews11 followers
January 11, 2021
Tem uns Livros que vão dando na gente uma vontade de ser melhor. De ser mais gentil. De ser mais generoso. De ser mais Humano. Sabe? O Luiz Ruffato faz isso comigo. É um grande desafio falar da Ternura que eu sinto quando o leio. Das Chuvinhas Nos Olhos que brotam livres, incontidas. Dessa volição de querer, muito, ser mais. E ficar meio decepcionada comigo mesma por, tantas vezes, não conseguir, por me ver egoísta, menos, menor. Mas vou insistindo. Desistir é abrir portas para que a covardia tome espaço. Isso não. Nem quero, ou permito.
Profile Image for João Teixeira.
2,310 reviews44 followers
February 26, 2021
A primeira parte deste livro deixou-me um pouco assustado, pois confesso que não o consegui perceber...
No entanto, quando cheguei à segunda parte, a parte epistolar propriamente dita, fiquei enternecido com a história de Célio, o rapaz que, ao longo de 6 anos, nos vai contando as amarguras de alguém que, tão jovem, se viu obrigado a mudar de cidade e viver afastado da sua família.
No fim, ficamos até na dúvida se estas não serão mesmo cartas reais...
Trata-se de um romance epistolar bastante simples, mas bonito na sua simplicidade. Gostei de ler.
Profile Image for Nacho Sanchez.
32 reviews
August 23, 2025
Una fotografía, un cuadro detenido en el tiempo, de clase social, de la vida no más. Escrito en formato epistolario, se rellenan automáticos los puntos ciegos. Aunque no lo busca, las raíces sociales y familiares de la persona que lea, dictan el color que tendrá este escrito, para mi en particular: color a cristal y espejo, a silencio tranquilo, a sopor de madrugada.
Profile Image for Lígia Medeiros.
82 reviews1 follower
September 23, 2018
"[...] por mais que a gente queira se adaptar, lugar da gente é um só, não tem jeito".
p.48
Profile Image for Rio.
1 review
January 5, 2023
Dou esta nota, porque apesar desse ser um livro ser bastante intrigante, o processo de se interessar, ou até mesmo conhecer, a história de José Célio é impedido pela complexidade adquirida no primeiro bloco. O que se é nomeado uma explicação necessária mais confunde e afasta o leitor do que o auxilia. Apesar desse entrave, gostei muito da história que é contada, muitas vezes duvidando até mesmo do gênero literário que está inserido, pois a forma em que Luiz Ruffato conduziu a narrativa me fez pensar por muito tempo que se tratava de um texto biográfico e não uma ficção.
Acho que já comentei o suficiente sobre minhas impressões sobre o livro na justificativa da nota, porém eu também gostaria de colocar uma das frases que eu mais gostei do livro:
"Envelheci, envelhecemos todos… Menos você, que permanece com 26 anos, ardendo inexoravelmente em minhas lembranças".
1,663 reviews1 follower
September 17, 2021
I didn't know this was fiction until I read the translator's note at the end. Ruffato tells us in the introduction that he is merely presenting a series of letters, saved by their mother and retrieved at her death, from his older brother Celio, who has moved away from the family's rural home into the big city of Sao Paolo as a young man of 19. The story in the letters is a convincing tale of a young country boy growing into manhood in a factory job in the city, where love, friendship, work and politics become the staples of his every day life. Short, well written.
Profile Image for Elton Furlanetto.
143 reviews2 followers
July 16, 2016
O capítulo de abertura é recheado de lirismo e as cartas são bem interessantes.
Displaying 1 - 12 of 12 reviews

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