Uma patricinha e seu ex em uma disputa profissional na comédia romântica spin-off de Os Padrinhos. Livro Único.
Cindy Tredici, a patricinha excêntrica e obstinada, quer mudar de ares depois do término com Kevin. E agora, com seus pais prestes a se aposentarem, ela decide que quer ser uma mulher de negócios e pede um mês para coordenar a rede de hotéis da família.
Kevin Charles está tentando superar o furacão rosa que sacudiu sua vida e quando o sogro do seu irmão pede ajuda com a troca de gestão, ele sabe que aquela é sua chance. O homem bem-sucedido e sedutor está mais do que satisfeito com a oportunidade, que pode ser um passo decisivo de reencontro em sua carreira.
Tudo estaria perfeito para os dois, se não fosse um pequeno detalhe: ambos trabalharão na mesma empresa e se tornarão rivais por ela.
Os sentimentos do passado voltarão ou sucumbirão à convivência forçada?
Rivals to lovers - segunda chance - romance de escritório
O que eu gostei desse livro foi a questão do autismo, como ele foi narrado e a sensibilidade da autora em relação a isso. Gostei das cenas picantes também, é raro essas cenas não me causarem vergonha alheia e aprecio que nesse livro elas foram bem narradas. Porém, eu pensei bastante em dar menos estrelas para esse livro por alguns motivos. Primeiro, muitos erros de português. O que daria para relevar já que é a primeira edição, mas essa escrita me deu a impressão que foi pensada em inglês e traduzida no Google tradutor, o que me incomodou muito. Termos em inglês foram usados, inclusive, e alguns possuem tradução direta para o português então não eram necessários. Não vejo razão para o livro não se passar no Brasil, nada na história traz uma questão cultural estadunidence forte. A personalidade e história do Kevin não foi bem explorada, não bate com a personalidade dele aceitar participar de uma competição fútil com uma pessoa que tem 0 experiência e está ali através do nepotismo. Além do racismo que ele sofreu, ele saiu da outra empresa porque as habilidades dele não eram valorizadas, e entrar nessa "competição" pra mim é o cúmulo da desvalorização. Se pelo menos fosse anunciado depois que o pai da Cindy tinha feito isso por que sabia que ela não tinha potencial algum (independente se ela mostrou potencial para alguma coisa no final, não é sobre isso), o que ainda é problemático porque o cara estaria ali basicamente de babá. E por último, eu não queria me aprofundar tanto nisso, mas minha visão do final foi que a Cindy assumiu uma posição de white saviour (não to falando de intenções aqui). Acho que isso podia ter sido lidado de outras formas que fazem mais sentido para a mensagem que o livro queria passar no final.
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Barbie? Mean Girls? Não. Agora o rosa pertence a ela, Cindy Tredici.
Antes de qualquer coisa, quero deixar registrado aqui que tudo isso está sendo escrito um mês depois que conclui a leitura, então meus sentimentos não são mais baseados na euforia pós-término de um livro, mas nos que ficaram tanto tempo depois – e claro, nos registros que fiz no Skoob e o que me lembro de ter sentido.
Conheci “Os Sócios” antes de sequer ter lançado, quando a Olivia falava sobre no Instagram dela, apesar de já conhecer a Cindy de “Os Padrinhos”, outro livro da autora.
A verdade é que esse livro, acima de qualquer coisa, é uma boa amostra de como tudo tem dois lados e todos são muito mais do que a visão de outra pessoa. Durante o inicio da leitura de “Os Padrinhos” não podia sequer imaginar o quanto poderia me apaixonar pela Cindy, como “Os Sócios” foi capaz de fazer. Não que no outro livro você acabe não gostando dela, pelo contrário, com o passar das páginas ela vai te conquistando. Mas aqui, meu caro leitor, é outro nível. Não só sobre ela, mas sobre o Kevin também, mas principalmente sobre ela.
A história pode ser muito sobre o romance também, afinal, quando ambos acabam tendo de trabalhar na mesma empresa e sendo rivais, os sentimentos ganham muita mais força e muito mais munição para agarrá-los de vez e não os deixar fugir. Mas acima de tudo temos a Cindy e sua busca por uma identidade, eu diria. Ela sabe quem é, sabe o que gosta de fazer, mas há muito sobre si ainda para descobrir e nós descobrimos junto com ela – ou antes, no caso de leitores mais espertos que sacam o que a autora fez.
Não tenho muito que falar aqui sem estragar a experiência de quem for ler pela primeira vez, mas posso dizer que se você for o fazer, esqueça tudo o que acha sobre quem se veste muito de rosa e patricinhas. Cindy pode ter esse quê de patricinha, meio Cher de Clueless e o rosa pode até ser sua cor, mas te garanto que ela é muito mais do que o estereotipo que segue ambos. E que você não concluirá essa leitura sem se apaixonar por ela. Eu me apaixonei (mais até do que pelo Kevin, confesso, mas ele também é incrível! Quando cuida dela…).
E claro, não posso deixar de citar aqui o quão a amizade entre Cindy, Amy, Jules, Harry e David esteve presente e sendo linda durante toda a história, agora ainda com um novo integrante, o Kevin. Mas mesmo antes disso, a forma com que todos estavam lá para Cindy – e para os outros também – é inspiradora. Na vida real é tão difícil achar pessoas em quem confiar, para ser mais do que um amigo, mas uma família também, que quando vemos um grupo desses parece até que é muito. Mas cada um ter cinco pessoas em quem confiar é pouco, se conta em uma mão, e mesmo assim é tão raro ter tantos que quando vejo na ficção, fico encantada. E inspirada a querer achar no mundo amizades feito a deles.
Por último, mas não menos importante, um recado que tentarei trazer em todas as resenhas: apesar de ser uma comédia romântica (grave aí, a Olivia é a rainha delas!), “Os Sócios” contém menção a racismo e meltdown (crise sensorial), então tenham isso em mente e saibam seus limites.
Além disso, é importante lembrar uma coisa que a Olivia reforça nessa história: se você estiver sofrendo ou tenha sofrido assédio moral no trabalho e/ou qualquer tipo de descriminação: denuncie.
Me apaixonei pela Cindy em Os Padrinhos e estava muito ansiosa pra ler sua história.
Ela e Kevin trazem luz à algumas temáticas como racismo, principalmente no ambiente de trabalho, e autismo. Sei como o Kevin se sentiu depois de pedir demissão, o sentimento de fracasso principalmente e o medo de como seria dali pra frente mas o mais complicado foi reconhecer e dar nome ao que ele sofreu no ambiente de trabalho. Me emocionei muito com a descoberta da Cindy e como isso gerou seu momento de encontrar-se consigo e acho que esse momento seria uma virada de chave na sua vida mas senti que esse plot foi algo pouco trabalhado, esperava uma explosão de sentimentos e foi tipo "ah, ok!".
Amei a marca que criaram juntos mas a história ficou com alguns pontos em aberto, já que eles estavam trabalhando em prol do hotel e esse assunto foi de arrasta pra cima, ficou perdido. Tudo bem que no fim eles se tornaram sócios mesmo mas esse assunto ficou esquecido. Eles trabalharam tanto e parece que foi jogado no lixo.
Os sócios é uma comédia romântica bem filme da sessão da tarde dos anos 2000 mas terminei a leitura sentindo que ainda havia algo pra ler, sabe?
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vamos aos fatos? toda situação inicial do plot já é sem sentido por si só. não vou dizer que foi uma experiência péssima porque não foi, só chega a ser engraçado o desenrolar do plot principal (o plot além do romance, no caso) de tão absurdo que é. é o tipo de livro leve e divertido que gosto sempre de encaixar nas minhas leituras pq é nescessário, ne? 🫰🏽🤨
Esse livro é um pouco irritante, não sei nem explicar direito. Nem sei como finalizei o livro, porque ele meio que te leva a nada muito relevante que você vá lembrar pra vida toda. Não senti química, não gostei da forma como os personagens secundários entram, mas também não odiei… só é um livro meio que nada? Kkkk. Vim parar nele porque simplesmente amei “Os Padrinhos”, mas, no caso desse aqui, o epílogo foi a melhor parte.
Acho que foi erro meu pegar para ler esse livro sendo que Os Padrinhos não me conquistou tanto. O livro é um clichezinho que amo, mas infelizmente não me conectei tanto com os personagens quanto gostaria. A leitura é rapida e a premissa é legal. Gostei de ter trago representatividade e assuntos importantes.
Eu amei, a Cindy e o Kevin são perfeitos juntos, uma explosão de química, a descoberta da Cindy e tudo pelo que o Kevin passou só da mais profundidade aos personagens.
É tão leve e ao mesmo tempo trás uma forma de você se conectar com os personagens, bom demais recomendo muito ❤❤
Gostei bastante da leitura. Um livro muito gostoso de ler. Com uma temática que aborda um tema importante. Ri muito e me emocionei também. Vale super a pena ler.
eu amo o fato de que os livros da olívia sempre me deixam com um sorriso bobo no rosto durante toda a leitura. são romances leves e gostosos, que te prendem, te envolvem. os casais são sempre envolventes e mesmo não sendo livros gigantescos, os personagens sempre tem uma profundidade. sempre fui doida pela cindy e AMEI conhecer mais ela, e o kevin (achei que faltou desenvolver um pouquinho mais algumas questões dele). vale super a pena 💖
“No caminho de Cindy há Kevin, e no caminho de Kevin há Cindy.”
Cyndi Tredici é um verdadeiro furacão cor de rosa, dona das melhores combinações de roupas, ela encanta e apaixona quem quer que cruze seu caminho, sempre obstinada e decidida ela vê na eminente aposentadoria do pai uma oportunidade de se reinventar, acreditando também ser uma boa alternativa para tirar Kevin Charles – com quem teve um breve, porém intenso, romance – de vez da cabeça. Assim ela decide que quer assumir a gestão da rede de hotéis, o que ela não esperava é que teria que a disputar com o único capaz de reacender sentimentos (nem tão) adormecidos. Já Kevin, vê na proposta do ex-sogro a chance de continuar fazendo o que ama, mesmo que para isso precise lidar com a mulher que sacudiu sua vida e a virou do avesso.
Um clichê curtinho, mas que ao mesmo tempo consegue desenvolver os personagens e o romance excepcionalmente. Adorei conhecer esse grupo de amigos e já adicionei "Os Padrinhos" na minha lista de leitura (sim, eu comecei pelo spin-off).