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Casa de penhor
Para obter dinheiro a fim de pagar uma dívida ou comprar algo necessário à sua vida, há quem penhore uma joia, avaliada sempre pelo seu peso, sem um grama sequer de sua história. Em Casa de Penhor, João Anzanello Carrascoza, ao contrário dessa balança que aufere apenas a matéria, nos comove ao adicionar a brincos, anéis, castiçais e outros bens a história de seus donos, os dolorosos motivos porque foram empenhados num ato de esperança ou desespero. Um conjunto de narrativas de alta sensibilidade e realização literária, que devolve aos objetos o seu atributo mais o valor humano.
72 pages, Kindle Edition
Published April 15, 2023
About the author
João Anzanello Carrascoza
97 books111 followersJoão Anzanello Carrascoza (Cravinhos, interior de São Paulo, 1962) é um escritor e professor universitário brasileiro.
Estreou-se com o livro Hotel Solidão (1994). Publicou vários livros de contos, como Duas tardes (2002), Espinhos e alfinetes (2010), Amores mínimos (2011), O volume do silêncio (2006, prêmio Jabuti) e Aquela água toda (2012, prêmio APCA).
Em seu primeiro romance, Aos 7 e aos 40 (Cosac Naify, 2013), Carrascoza escreveu que “o presente é feito de todas as ausências”. Em Caderno de um ausente (Cosac Naify, 2014), essa ideia se materializa de forma contundente, alçada por um lirismo poucas vezes visto na literatura brasileira.
Estreou-se com o livro Hotel Solidão (1994). Publicou vários livros de contos, como Duas tardes (2002), Espinhos e alfinetes (2010), Amores mínimos (2011), O volume do silêncio (2006, prêmio Jabuti) e Aquela água toda (2012, prêmio APCA).
Em seu primeiro romance, Aos 7 e aos 40 (Cosac Naify, 2013), Carrascoza escreveu que “o presente é feito de todas as ausências”. Em Caderno de um ausente (Cosac Naify, 2014), essa ideia se materializa de forma contundente, alçada por um lirismo poucas vezes visto na literatura brasileira.
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Community Reviews
Displaying 1 - 2 of 2 reviews
May 30, 2023
Economizei esse livro ao máximo. Carrascoza é meu autor nacional preferido e ainda bem que ele produz bastante para eu poder ter sempre livros dele para ler. A escrita dele é ímpar, é poética e muito tocante. Adoro o ritmo dele e a forma que ele constrói as histórias. Esse são contos que tem um ponto em comum que é a casa de penhor e o mais legal é que são construído de formas diferentes. Vários me tocaram bastante e outros são ótimos também, não tem nenhum que eu achei ok, todos acima do ótimo, adorei!
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