Miranda vê-se de repente encantada por Sara, uma linda jovem, divertida e de espírito livre. Sara consegue despertar todos os sentidos de Miranda, ao ponto dela querer quebrar as promessas que fizera em face de alguns acontecimentos do seu passado e que acabaram por fazê-la fechar-se em copas ao amor.
Conseguirá Sara entrar no coração de Miranda ou estará condenada a sofrer por amor?
Ana Honrado é tradutora e escritora nas horas livres. Sonha em ter mais tempo para se dedicar à criação das suas histórias, dos seus romances que preenchem os seus sonhos, como fantasmas soltos numa infinita repetição.
Como escritora ama dar vida aos seus sonhos, e aos seus personagens, procurando sempre interpretá-los e aprimorá-los. Acredita que a vida não se resume à realidade, mas também ao sonho e ao que fica por fazer, sentir ou dizer. Acredita veementemente que a arte, seja ela a música, a escrita ou a pintura é a expressão mais pura do ser humano e a possibilidade da transposição do ser.
Ana Honrado, é uma eterna aprendiz do sonhar, da vida e das fantasias que nela habitam.
Este livro não resultou para mim e talvez o problema seja eu. Não gostei muito das personagens. O plot não foi nada de original. Salvou o facto de ser LGBT. Achei que o livro estava mais descritivo e não tão factual como os outros da autora, mas neste caso achei que houve um problema de falta de pontuação. Frases muito longas que perdiam o seu sentido. Outro problema que não funcionou comigo foram as duas vozes. Começamos com a voz da Sara e quando passamos para a Miranda, na verdade não acrescenta nada de novo. Achei mais pobre do que os outros que li da autora, mas a ideia do romance e a base está lá. Ainda há muito a melhorar, mas isso é a beleza de escrever.
Esse livro me fez encontrar questões lindas e lugares maravilhosos. Foi meu primeiro contato com escrita em português de Portugal, e foi um choque perceber a grandiosidade da diferença, mas ao mesmo tempo como consigo entender. Sobre o amor não ter idade, nem lugar. Eu amei.