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A Cova do Lagarto

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O Estado Novo, a transformação urbana do país, com o novo traçado da capital, a modernização e a velocidade ambientes... Este romance biográfico apresenta-nos o retrato de uma época e de um homem, Duarte Pacheco, o mítico e misterioso ministro das Obras Públicas, apaixonado pelo seu tempo, que foi buscar Salazar a Coimbra e o acompanhou durante duas décadas, até morrer tragicamente num desastre de automóvel.

274 pages, Paperback

First published April 1, 2007

11 people want to read

About the author

Filomena Marona Beja

20 books7 followers
FILOMENA MARONA BEJA nasceu em Lisboa, a 9 de Junho de 1944. Frequentou o Liceu Francês e licenciou-se na Faculdade de Ciências da Universidade Clássica de Lisboa. Exerceu a actividade de documentarista técnica no Ministério das Obras Públicas e no Ministério da Educação entre 1970 e 2004. É autora dos romances As Cidadãs (1998), Betânia (2001), A Sopa (Grande Prémio de Literatura DST, 2004), A Duração dos Crepúsculos (2006), A Cova do Lagarto (Grande Prémio de Romance e Novela da APE/DGLB, 2007), Bute Daí, Zé (2010), Eléctrico 16 (2013), Franceses, Marinheiros e Republicanos... (2014), Um Rasto de Alfazema (2015) e da colectânea de contos Histórias Vinda a Contos (2011). Participou nas antologias Histórias em Língua Portuguesa (Âmbar, 2007) e De la Saudade a la Magua (Baile del sol, 2009).

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Displaying 1 - 2 of 2 reviews
158 reviews
August 13, 2025
Tenho sem abrir há dias na mesinha de cabeceira A Cova do Lagarto. O título desgarrado conjuga-se com os parágrafos telegráficos que se espalham em novelo caótico pelas páginas de papel meio pardo. Não ficava mal a coisa feita blogo, mas um livro é mais que a costura das páginas. A extravagância é só aparente porque os cânones da nova ortodoxia fracturante premeiam hoje em dia todo o tipo de absurdo como originalidade artística. Prosa sem fio pode ser entendida assim... Melhora ainda se a autora se refere sempre a Salazar como o Outro, com o 'O' grande, apesar de tudo.
— Artifício literário, não exageremos! — dir-me-ão.
Sem dúvida. Se fosse no tempo dele, o Outro, a censura havia de boçalmente riscar a arte, mesmo apesar do 'O' grande. Como é hoje, trata a autora de livremente lhe não enunciar o nome. Tomar-lhe a arte literária como censura é que não, claro! (Mais, não fales no diabo...)
Como do título não se tirava que fosse acerca do eng.º Duarte Pacheco, o editor — comercialmente muito ortodoxo, pois bem! — colou-lhe já depois de impresso um autocolantezinho redondo dizendo: O romance de Duarte Pacheco.
Vou agora voltar a ele, passe a publicidade.
(« O romance de Duarte Pacheco», Bic Laranja, 29/VIII/2008)
Profile Image for Catarina PBatista.
181 reviews7 followers
October 26, 2024
I swear I tried, but this book is as we say in portuguese, unpalatable.
How could people have published this, I am baffled.
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