Livro bem legal, e como eu esperava, repleto de provocações e questões importantes.
Desde a importância e busca por propósito no que fazemos, a possível falta dele quando espero mais do que nunca a sexta-feira, e também quando sinto a monotonia me capturar com o tempo. Acho interessante o ponto de vista de que mesmo que não estejamos fazendo "o que nascemos para fazer", e muitas vezes até não gostando desse trabalho, a realização dele é gratificante e nos faz menos desmotivados, essa pode ser uma chave para "aguentar" o sentimento de que somos robôs na sociedade, até obviamente rumarmos para o que queremos fazer.
Outras questões como o propósito nascer ou não antes das minhas ações (eu pensei muito sobre isso um tempo antes de ler esse livro), se ele reflete o que sou e busco, ou se eu busco e faço o que tenho como propósito. Tem também uma elucidação do tempo, ver que ele é finito, saber que precisamos focar no que realmente importa para nós, e não esperar nunca que tenhamos condições ou coisa do tipo para deixar de fazer o que não queremos fazer, e fazer o que queremos e desejamos fazer, essa talvez foi a maior lição do livro para mim.
Foi muito bom "conversar" com o Cortella sobre esse assunto e ver o que ele pensa sobre, é uma coisa que estou bem afundado ultimamente, cheio de questões e mais cheio ainda de respostas diferentes. Valeu a leitura!