Dentro de um abraço é sempre quente, é sempre seguro. Dentro de um abraço não se ouve o tic-tac dos relógios e, se faltar luz, tanto melhor. Tudo o que você pensa e sofre, dentro de um abraço se dissolve. É com a força transformadora de um abraço que Martha Medeiros abre este novo livro de crônicas e é com a mesma singeleza e olhar arguto para o cotidiano que a escritora ilumina algumas das questões mais urgentes do século XXI. A destacada romancista, cronista e poeta, que já teve obras adaptadas para o cinema, para a tevê e para o teatro, fala aos leitores com a sinceridade de um amigo e materializa as angústias e os anseios da sociedade pós-tudo, que vive acuada sob o grande limitador do tempo. Nesta coletânea de mais de oitenta crônicas, Martha Medeiros aborda temas muito diversos e ao mesmo tempo muito próximos do leitor. A autora tem o dom para aproximar assuntos por vezes fugidios, como é próprio do cotidiano, de questões universais, como o amor, a família e a amizade, e criar lugares de reconhecimento para o leitor, como ao falar de Deus, dos romances antigos e novos, da mulher, de escritores e cineastas que são imortais, de se perder e se reencontrar, do que a vida oferece e muitas vezes se deixa passar. Feliz por nada, afirma Martha Medeiros, é fazer a opção por uma vida conscientemente vivida, mais leve, mas nem por isso menos visceral. Capa comum: 216 páginas Editora: L± Edição: 1 (6 de julho de 2011) Idioma: Português ISBN-10: 852542353X ISBN-13: 978-8525423535 Dimensões do produto: 20,8 x 13,8 x 1,8 cm Peso de envio: 295 g
Martha Medeiros nasceu em Porto Alegre em 20 de agosto de 1961 e é formada em Comunicação Social. Como poeta, publicou os seguintes livros: Strip Tease (Brasiliense, 1985), Meia-Noite e Um Quarto (L&PM, 1987) Persona Non Grata (L&PM, 1991), De Cara Lavada (L&PM, 1995), Poesia Reunida (L&PM, 1999) e Cartas Extraviadas e Outros Poemas (L&PM, 2001). Em maio de 1995 lançou seu primeiro livro de crônicas, Geração Bivolt (Artes & Ofícios), onde reuniu artigos publicados em Zero Hora e textos inéditos. Em 1996 lançou o guia Santiago do Chile, Crônicas e Dicas de Viagem, fruto dos oito meses em que viveu na capital chilena. Seu segundo livro de crônicas, Topless (L&PM, 1997), ganhou o Prêmio Açorianos de Literatura.
É autora dos best-sellers Trem-Bala, Doidas e santas e Feliz por nada. Seu romance Divã, lançado pela editora Objetiva, já vendeu mais de 50.000 exemplares e também virou peça de teatro, com Lilia Cabral no papel principal. Martha ainda escreveu um livro infantil chamado Esquisita Como Eu, pela editora Projeto, e o livro de ficção Selma e Sinatra. É colunista dos jornais Zero Hora e O Globo, além de colaborar para outras publicações.
Escolhi este livro porque estava a precisar de uma leitura leve... Este livro é reunido por várias crónicas que abordam vários temas muito atuais . Um livro leve e descomplicado.
"Depois de uma certa idade somos todos veteranos de alguma relação amorosa que deixou cicatrizes. Todos. Há inclusive os que trazem marcas imperceptíveis a olho nu ,pois não são sobreviventes do que lhes aconteceu e sim do que não lhes aconteceu : sobreviveram à irrealização dos seus sonhos ,que é algo que machuca muito mais. São os veteranos da solidão. "
Boas ideias, em textos com formas não muito interessantes. Ainda assim, vale a pena, rende bons panos pra manga. É legal ler e discutir as ideias com alguém.
Esse livro foi presente de uma amiga muito querida, e talvez só por isso já valesse as 3 estrelas. São crônicas curtinhas, leves e divertidas; algumas ótimas e outras nem tanto. Gosto das referências literárias e cinematográficas que a Medeiros usa para ilustrar suas ideais. É um pouco datado, precisa ser lido pensando no contexto em que foi escrito, lá pelos idos de 08/09. Li numa sentada e valeu a pena.
crônicas bem gostosinhas de ler diariamente! ao mesmo tempo que algumas abordam temas bastante atuais, outras devem ser lidas levando em consideração a época da escrita delas, há mais de 10 anos.
Cansado da monótona rotina que estava levando nessas férias, com o Sol torrando minha cuca enquanto tentava ler Shakespeare, decidi dar um basta: um basta na ressaca literária que vinha se arrastando desde o final do ano passado. Estando na chácara dos meus avós, tinha pleno acesso aos livros da minha tia. Lembrei que ela é apaixonada pelos escritos de Martha Medeiros (escritora que já havia feito eu voltar a ler normalmente em janeiro). "Furtei" seu exemplar deste livro. Foi a melhor decisão dos últimos meses! Comecei a leitura sem me dar conta, passei horas com o livro da mesma maneira. Um livro impossível de largar e extremamente prazeroso.
A escrita de Martha é simples, dinâmica, e, ao mesmo tempo, consegue ser profunda em várias ocasiões. Você se pega pensando "achei que fosse só eu!" inúmeras vezes ao ler os relatos e pensamentos da autora. Várias crônicas tocam em assuntos delicados. São 75 textos, alguns deles envelheceram melhor que vinho, outros nem tanto. Entretanto, olhando o livro como um todo, recomendo fortemente (o que fica claro quando vemos minhas marcações, já que 66 das 75 crônicas viraram favoritas).
É um livro leve, cheio de recomendações de filmes, músicas, livros, artistas… e, além de tudo isso, ainda levamos algumas (várias) lições de vida como extra. Encontrei Martha no momento certo; como fonte de entretenimento e também de ajuda.
O título do livro foi o que me fisgou. Na verdade, o título é uma das melhores coisas desta coleção de crônicas leves, todas em tom despretensioso, como se a autora estivesse conversando consigo mesma. É uma leitura simpática, que no final nos faz sentir quase... feliz por nada!
Livro delicioso de ler. É um compilado de crônicas dos temas mais diversos do dia a dia, cutucando reflexões daqui e dali. Alguns textos escritos em 2010 mas que se encaixam perfeitamente nos momentos atuais. Leitura leve, despretenciosa e que me deixaram com vontade de que o livro não acabasse. Certamente buscarei outros livros da autora
Delícia de livro, especialmente a primeira metade! Martha e suas ideias inspiradoras, Martha e sua lucidez, Martha e seu bom humor e suas injeções de ânimo, saúde mental, discernimento e inteligência emocional. Pronta para reiniciar a leitura, agora bem devagarinho, sip by sip, sem pressa de acabar.
No matter we are living at the moment, the HAPPINESS comes from inside you. Our routine can be tough but it will be less tough if we listen our interior. Be Happy does not have anything with material things.It is the state of your soul. Lte's be more happy listening our soul than collect things.
One of my favorites of all time. Martha Medeiros talks about personal events and feelings, dissecting them to uncover the treasures of life small and big, profound and humorous, simple and complex, all described in the purity of her admiring observation. A very lighthearted read.
I used to like Martha Medeiros when I was a teen. Doesn’t satisfy me at all anymore. It’s a collection of simple thoughts, written in a simple matter, delivered in small bites. Good to read at the end of the day if you’re mentally exhausted, or as a language practice if you’re learning Portuguese.
Achei o livro bem interessante, uma leitura leve, gostosa, ótima para relaxar, depois de um dia de trabalho estressante, também achei o título bem sugestivo, bacana "feliz por nada"...
Mais um livro de crônicas, por está autora MARA. Este livro é um 4 🌟, senti algumas temas dispersos, mas ao mesmo tempo torna-se leve e descomplicado, sarcástico, divertido e super atual (2024)
Livro gostoso e fácil de ler. Martha Medeiros faz reflexão e cria aprendizados com pequenas situações do cotidiano. Abaixo dexei listados os contos que mais gostei:
- Atravessando a fronteira do oi. Pg 18. - A escola da vida. Pg 20. - O isopor e a neve. Pg 25. - Insatisfação crônica. Pg 27. - A mulher independente. Pg 29. - Do outro lado do balcão. Pg 42. - O amor que a vida traz. Pg 54. - Carta ao Rafael. Pg 63. - A melhor coisa que não me aconteceu. Pg 82. - O Deus das pequenas coisas. Pg 90. - O direito ao sumiço. Pg 96. - Sua majestade, a criança. Pg 98. - Os estranhos do bem. Pg 101. - A morte como consolo. Pg 108. - Viajandões. Pg 135. - Condição de entrega. Pg 137. - Em que você está pensando. Pg 145. - Saúde mental. Pg 147. - Sons que confortam. Pg 151. - A vida sem rodinhas. Pg 157. - Nasci assim, vou morrer assim. Pg 165. - Em que esquina dobrei errado? Pg 169. - Ai de nós, quem mandou? Pg 172. - Na terra do se. Pg 175. - Atração pelo apocalipse. Pg 177. - Um universo chamado aeroporto. Pg 179. - Contigo e sentigo. Pg 181. - Intoxicados pelo eu. Pg 189. - Diversão de adulto. Pg 193. - Veteranos de guerra. Pg 195. - O que a vida oferece. Pg 199. - Amor? Pg 201. - Para Francisco e todos nós. Pg 203. - A dama e o rottweiler. Pg 205. - Uma mulher entre parênteses. Pg 207. - O amor, um anseio. Pg 209.
I'm still reading and it's great her chronicles speaks to the reader with a friend's sincerity. There're more than 80 chronicles and all of them with different and universal subjects, such as love, family, friendship, talk with God, old and new romances, women, writers, immortal filmmakers, about loosing and finding yourself again, what life offers and we let pass by... she says that Being happy for nothing is make a choice for living a conscious life, lighter but no less visceral. When I finish I'll post some spoilers but that doesn't make the reading less interesting... I'm sure You'll be curious about!! ;)
I read it slowly so I could understand every single line of it, and take some lessons (why not?!) I really loved the chronicles and was written with a large sense of humor in a few and an amazing criticism for another subjects... definitely a must have... and the good point is that you can reread every single time, specially 'cause you can take out new lessons depending on your mood... :P
Nunca havia leido nada de Martha Medeiros. Esse livro caiu no meu colo por acaso. E a verdade é que adorei. Me identifico muito com a sua forma de pensar. Além do mais, a sua escrita fluida faz com que o leitor disfrute de cada pagina do livro. Os medos, anseios, necessidades questionamentos das, pessoas, do ser humano e muitas vezes em particular das mulheres sao o foco da cronica de Martha Medeiros. Feliz por nada nao é nem nunca vai ser auto ajuda. Sao cronicas e punto, que colocadas de uma forma tao simples, faz com que as pessoas se interpelem a respeito das suas proprias certezas.
Título de uma simplicidade que nos faz sorrir. Já conhecia Martha Medeiros das crônicas do jornal O Globo, gosto da maneira como ela escreve, é quase uma conversa entre amigas. Aliás, há alguns anos atrás ganhei de um querido amigo o livro “Tudo o que Queria te Dizer”, e “Feliz por Nada” também foi emprestado e (muito) indicado por outra grande amiga.