As fronteiras da fantasia medieval são exploradas em quatorze contos, quatorze visões do mesmo mundo, quatorze histórias de aventura, guerra, tragédia, magia, amor e traição. Ao lado de cavaleiros e ladrões, soldados e menestréis, vigaristas e bárbaros, somos levados em uma jornada por Arton, um dos mais populares universos fantásticos do Brasil. Crônicas da Tormenta apresenta Arton em todo o seu esplendor e horror, por alguns dos maiores nomes da literatura fantástica nacional. Nestas páginas há pequenas tragédias e vitórias, ao lado de grandes caçadas a monstros e guerras que mudam o destino do mundo. Seus protagonistas são crianças e deuses, guerreiros e artistas. Seus cenários são os salões da nobreza, as tavernas imundas, os campos de batalha sanguinolentos, as estradas empoeiradas, os mares bravios. Os veteranos encontrarão os locais e personagens que já conhecem, além de descobrir outras facetas deste mundo. Os recém-chegados encontrarão uma terra repleta de magia e maravilhas, num volume que é a introdução perfeita ao cenário — e descobrirão por que não há lugar como Arton. Organizado por J.M. Trevisan, Crônicas da Tormenta conta com os talentos de Leonel Caldela, Remo Disconzi, Claudio Villa, Marlon Teske, Ana Cristina Rodrigues, Douglas MCT, Rogerio Saladino, Leandro Radrak, Raphael Draccon, Antonio Augusto Shaftiel, Marcelo Cassaro e J.M. Trevisan, com apresentação de Gustavo Brauner e prefácio de Eduardo Spohr.
Muito boa leitura, meu primeiro livro relacionado a “A Tormenta”, a maioria das crônicas são envolventes, de ritmo rápido, fáceis de ler e fáceis de imaginar o que está acontecendo criando a cena na sua cabeça. Apenas uma crônica foi difícil, cheia de descrições desnecessárias e longas ou frases grandes cheias de palavras redundantes também grandes que só desviam a atenção. 3 crônicas também apresentam alguns pequenos erros de escrita, como se tivessem sido publicadas sem uma verificação dupla/tripla, uma delas foi irritante porque a palavra "normal" foi usada onde eu acho que se pretendia "mortal", talvez, É isso que faria a frase ter sentido porque certamente não pode ser "normal". As crônicas intencionalmente inacabadas não são ruins, eu adoraria saber um pouco mais sobre elas, e acho que foram cortadas/acabadas muito cedo, mas passa a sensação de "A Tormenta" e elas são muito boas também, então sem queixas, tirando uma delas que eu não entendi o que aconteceu, talvez por não ter mais conhecimento sobre o mundo.
Mas todos os pontos à parte, muito boa leitura e apresentação ao mundo de Tormenta, com certeza pegarei todos os outros livros (desculpe, mas não do autor que me fez dormir com palavras longas, redundantes e desnecessárias)