Bem tarde te amei, ó beleza tão antiga e tão nova, bem tarde te amei. E eis que estavas dentro de mim, e eu fora, e lá eu te buscava;e a essas formosuras que fizeste, eu, disforme, me lançava. Comigo estavas, e eu contigo não estava. Essas coisas mantinham-me longe de ti, essas coisas que, se em ti não estivessem, não existiriam. Chamaste e clamaste, e rompeste a surdez minha.
Early church father and philosopher Saint Augustine served from 396 as the bishop of Hippo in present-day Algeria and through such writings as the autobiographical Confessions in 397 and the voluminous City of God from 413 to 426 profoundly influenced Christianity, argued against Manichaeism and Donatism, and helped to establish the doctrine of original sin.
An Augustinian follows the principles and doctrines of Saint Augustine.
People also know Aurelius Augustinus in English of Regius (Annaba). From the Africa province of the Roman Empire, people generally consider this Latin theologian of the greatest thinkers of all times. He very developed the west. According to Jerome, a contemporary, Augustine renewed "the ancient Faith."
The Neo-Platonism of Plotinus afterward heavily weighed his years. After conversion and his baptism in 387, Augustine developed his own approach to theology and accommodated a variety of methods and different perspectives. He believed in the indispensable grace to human freedom and framed the concept of just war. When the Western Roman Empire started to disintegrate from the material earth, Augustine developed the concept of the distinct Catholic spirituality in a book of the same name. He thought the medieval worldview. Augustine closely identified with the community that worshiped the Trinity. The Catholics and the Anglican communion revere this preeminent doctor. Many Protestants, especially Calvinists, consider his due teaching on salvation and divine grace of the theology of the Reformation. The Eastern Orthodox also consider him. He carries the additional title of blessed. The Orthodox call him "Blessed Augustine" or "Saint Augustine the Blessed."
Este livro foi uma montanha russa de amor e tédio, tédio por conta de uma grande parte do livro ter sido biográfica e por norma não me dou bem com isso, por isso coloquei este livro para trás múltiplas vezes por conta disso. Porém, quando insisti mais um bocado aí veio o amor pela profundidade espiritual de Santo Agostinho e pela simplicidade característica dos Padres Apostólicos e quando finalmente acabei queria mais. Para mim este livro é prova viva de que não devemos abandonar um livro a meio para propriamente julgá-lo.
Talvez seja uma crença comum acreditarmos que Santos são aqueles que não pecam, nem em pensamento. Seres perfeitos que se aproximam de Deus ao seguir suas leis de forma (quase) perfeita, uma pessoa em que só habita o bem e sempre escolhe o caminho correto! Ler Confissões de Santo Agostinho mostra exatamente o contrário. "Mas eu desejei roubar, e o fiz, não por fome nem por pobreza (...) eu roubava o que tinha de sobra e muito melhor. E não me importava em desfrutar do que roubava, mas me alegrava com o roubo e o pecado". (Livro II) Santo é aquele que reconhece o mal que existe em sí mesmo, presente em todos nós, e ao reconhece-lo trava uma batalha feroz e infinita... não reconhecer esse mal é estar em comunhão com ele, e como lutar contra algo que não se percebe, reconhece? Confissões é um relato profundo dessa luta e como ela o aproxima cada vez mais de Deus. É uma busca pela verdade, mostra a jornada de Agostinho até o cristianismo repleta de questionamentos, dúvidas, pensamentos, filosofia. O que é o mal e de onde ele vem? Onde está Deus e como podemos encontrá-lo? O que é o tempo? O que é a memória? O que é o Céu? A leitura vale muito, apesar de difícil. Os questionamentos, pensamentos, vem em meio a frases e frases de louvor e exaltação, que dificultam a fluidez da leitura e compreensão do raciocínio. É preciso persistir.