Paris, 1854. Um dos homens mais ricos de França, o marquês de Villeclaire tem uma vida luxuosa e despreocupada, onde não falta nada que o dinheiro e a sua posição social possam pagar. Mulheres, jogo, festas, caçadas, palácios… Mas uma aposta faz com que os destinos de Villeclaire e Catherine Duvernois, uma jovem e misteriosa viúva, se cruzem, numa altura em que uma nuvem negra tolda os dias do belo marquês, prestes a casar, contra sua vontade, com Blanche de Belfort. A vida de Louis de Villeclaire desmorona-se… Quem é Catherine Duvernois? E Blanche de Belfort? Alguém está a mentir. Mas quem? Porquê? A resposta mudará para sempre o futuro destas três personagens. Um romance arrebatador, que se desenrola entre os sofisticados salões da aristocracia parisiense e as deslumbrantes paisagens do vale do Loire, levando os leitores numa viagem inesquecível por cenários de sonho, durante o reinado do Imperador Napoleão III.”
É-me dificil ter "paciência" para aturar o suposto "herói" do livro, quando após já se ter apaixonado _ dure isso o tempo que durar, no caso de Louis _ lá vai ele à sua atividade preferida durante todo o livro, ou seja "vamos ao bordel", e faz um comentário do tipo : " ah, esta é provavelmente a última vez que aqui venho.." Pois, não me parece que vá ser... Sinceramente para mim, o Louis e a Blanche mereciam-se um ao outro, e a Catherine merecia uma pausa de homens inúteis e sem caráter.
Este é apenas um desabafo. Dirigido principalmente à editora, a quem escreveu a sinopse, e a todos os autores de comentários que me fizeram acreditar que este livro seria algo, que nunca será. Não vejo este livro como um romance, mas mais como um tipo de não ficção romanceada. Para ser completamente justa, tenho de dizer que o livro está bem escrito, desde que não se entre no desenvolvimento das personagens. Histórias com personagens fracas não me interessam, e situações de romance de "cordel" muito menos. Talvez se fosse lido na década de setenta ou oitenta, esta história pudesse ser mais apreciada.
Gostei! Um romance de época que nos deixa envolvidas na trama que envolve o Marquês e a tentativa de duas mulheres o levarem a casar obrigado. E ao mesmo tempo Louis vence uma aposta indecente e nem imagina as surpresas que o esperam. Apenas gostava que o final tivesse sido melhor explorado. Quando finalmente Louis percebe o que sente foi tudo muito rápido :( gostava de ter visto o desenvolver do romance melhor explorado.
Mais um romance da coleção Tiara, tanto aplaudida pelos leitores portugueses, agora pela mão da autora Matilda Wright. Uma aposta desumana deixa Catherine, uma jovem e bonita viúva, nas mãos do bon vivant Louis, o multimilionário Marquês de Villeclaire. Ignorando o passado da jovem, o marquês prepara-a para a tornar na sua próxima amante, visto que ela é sus propriedade e ele a deseja, mas acaba apaixonado, ainda antes de lhe tocar. Por outro lado, Catherine vive na angústia dos planos do marquês, embora se sinta misteriosamente atraída pelo mesmo, mas nunca o admitindo. Entretanto, quando um terrível infortúnio coloca Catherine às portas da morte, o mal que Louis pensava ter afastado e/ou resolvido, volta e bate-lhe à porta com uma terrível novidade, pondo por terra todas as suas esperanças de ficar com Catherine.. até que uma velha amiga decide ajudá-l, conseguindo assim, livrar o marquês do infeliz fado que lhe parecia reservado. Uma leitura leve e acessível, mas que ficou muito aquém das minhas expectativas, que eram bem altas após a leitura de "A Paixão", da mesma coleção, embora de uma autora distinta. A química entre o casal era inexistente e num abrir e fechar de olhos, passaram de inimigos a enamorados, sem que nada o justificasse ou apontasse para tal. As personagens são previsíveis e as intereções entre as mesmas demasiado forçadas. Não consegui sentir que Louis e Catherine estavam destinados, pois pouco se viram e pouco dialogaram. O facto de Louis ser um solteirão inveterado de quase quarenta anos se ter apaixonado tão facilmente, e à distância, pela pobre viúva, é um mistério que não consegui acompanhar, chocando-me com a rapidez do progresso dos sentimentos entre ambos. De resto, a estória em si é agradável e entretém o leitor, mas nada de impressionante e a reter na memória. Ideal para uma chuvosa tarde de inverno passada no sofá com uma quente e deliciosa chavena de chá. Um romance de época com sede na pecaminosa e sedutora cidade de Paris, a cidade do amor, a cidade com que todos sonham!
Um livro envolvente no mínimo...não pensei que a história fosse tão cativante no inicio, comecei o livro sem grandes expectativas e acabou por tornar-se uma agradável história de amor...
Inicialmente detestei o Marquês de Villeclaire mas a maneira como a vida boémia dele é abordada sempre a saltar de bordéis em bordéis e a forma como a Catherine Duvernois surge no enredo cheia de força apesar de todas as contrariedades acabaram por me conquistar...tive mesmo pena de não haver mais cenas entre os dois protagonistas!
As Belfort eram realmente detestáveis embora acabem impunes a meu ver, deviam ter sido castigadas!
...e a autora tem a subtileza de nunca colocar o assunto sexo no livro e ainda assim criar uma história de amor fantástica com personagens tão encantadoras como a Mimi!
É triste quando tenho que dar 3 estrelas ou menos para um romance histórico, quando na verdade eu queria dar todas as estrelas do céu por seu meu gênero favorito. E infelizmente foi isso que aconteceu com o meu primeiro livro do Desafio Literário Histórico & Eu sob o tema: Um livro ambientado no século 19.
O marquês de Villeclaire é um homem de sorte, que tem tudo o que quer e na hora que quer devido a sua grande fortuna e prestígio na sociedade de Paris. Só não contava que toda essa sorte estava com os dias contados quando faz um aposta com um homem que está endividado até a alma e acaba herdando todas as suas dívidas, e também uma viúva. Ahn, como assim? Pois é... eu achei isso muito estranho de acabar tomando posse de uma pessoa, porém me convenci de que seria legal por talvez vir uma briga tipo cão e gato (como eu tanto gosto), e muitas farpas. E foi um pouco isso, até deixar de ser.
Louis Villeclaire realmente passa a ser "dono" de Catherine, cujo marido nunca a amou ou foi capaz de respeitá-la, e agora ela está nas mãos de um homem com essas mesmas características. Isso foi totalmente enfadonho para mim, pois esperava mais da história. Se eu fosse analisar todas as 238 páginas romanticamente, diria que odiei o livro porque Louis não tinha que um mocinho de um romance teria para acrescentar; no entanto o analisando racionalmente encontrei alguns pontos positivos.
Quote: " – Não se trata de um convento. Mudei de ideia a seu respeito. É jovem e bonita, seria um desperdício escondê-la do mundo. Tenciono torná-la minha amante… por enquanto. Depois pensarei o que fazer…"
A protagonista - Catherine foi o aspecto que mais abrilhantou o enredo porque sem ela seria sem graça e sem cor. Uma mocinha forte, com um histórico de vida triste, mas que mesmo assim não reclama de sua situação, mas também não fica de braços cruzados esperando tudo cair do céu, mas procura sempre uma solução para amenizar seus problemas.
Os personagens secundários - foram todo brilhantes de alguma forma. Ou pelas suas próprias personalidade ou pela função que exerciam dentro da trama. E aqui deixo registrado que a tia/ama de Louis, Mimi é uma personagem incrível, que poderia ter sido melhor utilizada pela autora durante o enredo.
Os vilões - foi uma das poucas leituras em que vi as mulheres aproveitadoras da época sendo em descritas e envolvidas na trama de enganar o mocinho. Muito bom mesmo! Adorei o modo em que foi conduzida essa parte durante a leitura, pois às vezes os vilões só aparecem em certos momentos e logo depois desaparecem.
A narrativa em 3° pessoa - Não gosto muito desse tipo de narrativa pois acho me deixa muito deslocada dos pensamentos e sentimentos dos personagens. Realmente odeio isso! Porém a autora foi muito vivaz nos seus raciocínios e descreveu tudo muito bem.
Fundo histórico - essa foi a parte que foi mais positiva de todo o livro. Ver a Guerra da Crimeia sendo abordado foi muito instrutivo. Não vou ser hipócrita e dizer que enquanto lia sabia do que a autora estava falando. Tinha ouvido falar desse fato histórico, mas não sabia nada muito a fundo, então fui pesquisar (muito obrigada Google!). Tudo o que li foi muito interessante e saber que o mundo passou por uma transformação, e em como a autora deixou meu coração na mão com uma situação específica (não vou falar para não ser spoiler), é algo que nunca tinha passado pela minha cabeça dentro do contexto guerra x heroísmo. Adorei isso!
Então, sendo realista o livro não me agradou, mas não o considerei uma total perda de tempo. Fez o seu papel: me entreteu, deixou pontos positivos e me mostrou novamente coisas que eu já sei que não me agradam. Infelizmente a autora não fez um om trabalho, mas quem sabe na próxima não é mesmo?
Matilda Wright estudou Literatura Inglesa em Cambridge e vive com o marido no Norte de Inglaterra, onde criam cavalos. Após terminar o seu curso Wright escreveu inúmeros romances, contudo nunca os mostrou a nenhum editor, sendo “Aposta Indecente” o seu primeiro romance a ser editado.
O Marquês de Villeclaire é um dos solteiros mais cobiçados, contudo não pretende tão cedo contrair matrimónio, desfrutando das suas casas, festas, jogos e mulheres como deseja. Um dia devido a uma aposta conhece Catherine Duvernois, uma viúva misteriosa, que deseja tornar sua amante, embora tal proposta deixe Catherine apavorada. Entretanto, Blanche Belfort tenciona conquistar o Marquês, nem que para isso tenha de orquestrar um complô para o convencer a casar. Será Louis de Villeclaire capaz de se ver livre de Blanche? O que será de Catherine, sem família, sem dinheiro, e parecendo ter como única opção a união com este homem que parece achá-la uma meretriz?
Cada vez mais tento apostar neste género, o Romance de Época, que aprendi ao longo do último ano a apreciar, sendo neste momento dos géneros que mais me dizem e que mais prazer me proporcionam. Neste “Aposta Indecente” não somos confrontados com uma história original, é o típico triângulo amoroso, com Catherine, uma mulher carinhosa e pobre, que nunca sentiu amor verdadeiro por ninguém e que nunca foi efectivamente feliz. Forçada pelo pai a casar com um homem horrível, mais velho que ela, foi infeliz durante anos, até ao dia em que o mesmo morre num confronto. Quando sabe do seu falecimento fica felicíssima, pois sente que finalmente surgiu a sua oportunidade para ser feliz e começar a viver verdadeiramente, contudo tudo se torna mais difícil quando Louis de Villeclaire vem reclamar uma dívida de jogo, que diz respeito a todos os bens do marido e ainda engloba as pessoas da casa. Louis é um solteiro, mulherengo, que adora os prazeres da vida e que se esconde por detrás destas suas características. Apesar de ser um bom homem, de ajudar várias pessoas, por vezes é igualmente um pouco frio e realiza juízos de valor, esperando sempre o pior das pessoas. Para completar o triângulo amoroso temos Blanche, que é uma rapariga maquiavélica, que tenta alcançar o que pretende através da sua beleza. Ao não conseguir conquistar Louis, irá engendrar um esquema para que o mesmo se veja obrigado a casar com ela, mesmo que para isso tenha de mentir e fazer sofrer inúmeras pessoas.
No que se refere às personagens principais, penso que se encontram bem descritas, os seus sonhos, ambições, a sua personalidade, podendo destacar especialmente Blanche, que se encontra bastante bem estruturada a sua maldade, mesquinhez e o seu lado oportunista, de tal modo que sentimos efectivamente um certo desprezo por ela. Contudo, penso que algumas das personagens secundárias foram idealizadas de modo algo superficial, o que leva a que não consigamos sentir realmente apresso ou ligação com elas.
Quanto à história de amor entre as personagens, foi dos aspectos que menos gostei na obra, pois não conseguimos perceber como conseguem os mesmos apaixonar-se, se somente se encontram no início da obra e no final. Sou apologista que para uma história de amor acontecer tem de haver uma história em comum e neste caso eles praticamente não se conhecem, por isso no máximo poderia haver atracção e não amor.
Numa narrativa simples, Matilda Wright apresenta-nos uma história de amor que não temos a possibilidade de ver florescer, mas que nos permite alguns momentos de descontracção, apresentando-nos uma história repleta de intriga, traição e manipulação.
Aposta Indecente apresenta-nos uma premissa muito básica. Homem rico, lindo, nobre, boémio e extremamente mulherengo (e com orgulho!) conhece mulher viúva,jovem, linda, pobre e decide torná-la sua amante. E, para completar o triângulo amoroso, existe uma terceira mulher, pobre e fútil que se faz passar por nobre rica e que quer caçar a todo o custo o protagonista, enveredando por esquemas de carácter duvidoso para o conseguir.
Dentro do género já li livros melhores, porém este não é mau de todo. Apesar de não apresentar de novo, é leve e tem algum humor o que o torna uma boa opção para quem quer desanuviar um pouco a cabeça. Apresenta algumas incongruências que não me convenceram, nomeadamente o amor entre os protagonistas. Durante grande parte do livro eles mal se vêm. Encontram-se no início e depois voltam a encontrar-se já perto do fim, quando Catherine está à beira da morte, praticamente inconsciente e BANG! percebem que se amam. Sou só eu que acha isso completamente incoerente?!
Existem muitas opiniões contraditórias: há quem o ame e quem o odeie. Eu acho-o razoável.
Este livro superou as minhas expectativas. A verdade é que não esperava muito do livro, tendo em conta que é a estreia da autora. Mas o certo é que gostei mais do que esperava, talvez por o ter lido numa altura em que andava a ler muitos romances históricos com uma acentuada carga de sensualidade e erotismo, e ter encontrado no romance de Matilda Wright algo diferente (menos cenas quentes e mais desenvolvimento de personagens, dos seus sentimentos e das suas personalidades).
A estória centra-se em três personagens: Villeclaire, Catherine e Blanche. Personagens diferentes, com objectivos diferentes e, de certa forma, vítimas da vida que lhes calhou. O marquês de Villeclaire é um libertino desocupado, cínico, estouvado, preconceituoso, orgulhoso e convencido. Passa os seus dias em actividades de ócio e as noites em bordéis e clubes a esbanjar dinheiro. É uma personagem verdadeiramente detestável no início do livro. Blanche é uma rapariga ambiciosa que quer subir na vida, custe o que custar. O dinheiro, as jóias, as festas e a posição social são as coisas mais importantes para ela. Já Catherine é o oposto de Blanche e Villeclaire. Vítima de uma aposta indecente, vê-se aprisionada a uma vida miserável. Sem futuro nem perspectivas, sonha em ser livre e encontrar finalmente um pouco de paz depois de tanto sofrimento. Cada um começa com um plano e uma maneira de estar na vida mas, no final, nada corre de acordo com o planeado. Villeclaire aprende da pior forma que as aparências iludem, Catherine aprende a confiar e que os sonhos podem realizar-se, enquanto que Blanche... acho que não aprende nada. Um enredo muito satisfatório, que não se passa na Londres do costume, com bastante intriga, personagens secundárias interessantes e um romance mais bonito e terno do que meramente sexual, em que no final todos são obrigados a crescer e a aprender com os seus prórpios erros. Não é só aquela típica história de marquês que conhece uma rapariga algures, sente-se atraído por ela e depois entra numa demanda para a conseguir meter na sua cama, recorrendo a subterfúgios sexuais para a convencer a render-se a ele. Sim, no início pensamos que vai ser isso mesmo, mas a autora surpreende-nos com uma estória um pouco diferente.
Apesar de ter gostado tanto, não pude evitar a minha insatisfação com as poucas cenas e diálogos entre Villeclaire e Catherine. Tendo em conta a solução final da intriga, essas cenas fazem falta. Tivesse a autora escrito mais cinquenta páginas para estas personagens, o livro teria sido muito, muito bom. Ainda assim, este é um livro que recomendo e, sem dúvida alguma, continuarei a ler mais livros de Matilda Wright, se ela os escrever.
O marquês Louis de Villeclaire é um homem muito rico, bonito e aos 35 anos ainda está solteiro. O motivo é claro: quer aproveitar a vida com bebidas, apostas, bailes e mulheres bonitas. Frequentava e conhecia as mulheres mais lindas dos bordéis de luxo de Paris, além de se envolver também com algumas damas casadas.
Mas em uma destas apostas seu destino cruzou com o de Catherine Duvernois. Com a morte de seu marido, a então viúva Catherine, virou propriedade de Louis Villeclaire.
"Louis sentiu-se fulminado por um raio. Aquela jovem, que teria pouco mais de vinte anos, era a viúva do tabelião! Olhou uma vez mais para ela e admirou-lhe os enormes olhos verdes, as maçãs do rosto salientes, a boca cheia e bem desenhada e o cabelo escuro que lhe caía, encaracolado, nos ombros e nas costas. era muito bonita. Era mais do que bonita, era verdadeiramente encantadora, mas de uma beleza triste."
Louis não esperava se deparar com uma viúva tão jovem e linda e já imaginando que tipo de mulher era ela, casando-se com um velho, traçou planos para aproveitar sua beleza.
Catherine Duvernois sofria muito nos braços do marido e chegou a sentir-se livre com sua morte, até que o bonito marquês tomou posse de tudo o que lhe sobrou... incluindo seu corpo.
"- Pensei que tinha falado num convento em Paris...- retrucou. - Não se trata de um convento. Mudei de ideia a seu respeito. É jovem e bonita, seria um desperdício escondê-la do mundo. Tenciono torná-la minha amante.. por enquanto. Depois pensarei o que fazer..."
O marquês sente-se atraído por Catherine como nunca sentiu-se antes por outra mulher, mas não acredita nela. Julgando-a uma meretriz interesseira, ele a instala no Vale do Loire onde pretende mantê-la.
Ela também sente-se atraída por ele. Sua beleza, sua presença imponente e principalmente seu beijo, a deixaram indefesa. Mas ele parece não acreditar nela, insistindo que será sua amante, o que a deixa desesperada.
O livro é interessante, com personagens bem desenvolvidos e um enredo que está estruturado nas relações sociais da época, mas explora demais estas relações, assim como uma trama montada para enganar Villeclaire, o que acabou tomando muito tempo da história e mantendo o casal separado. Apesar de ter algumas cenas românticas, senti falta de mais cenas com os dois, que aparecem pouco juntos.
Mesmo assim o livro é bom e reconstrói de maneira fiel muito da realidade vivida na época! Recomendo!
O enredo principal acaba por ser o relacionamento de Catherine com Louis embora tenhamos em plano de fundo a história de Blanche Belfort, que anseia casar com o marquês a tudo o custo. Acho que foi bem divertido ver os planos de mãe e filha a irem por água abaixo. Personagens verdadeiramente desprezíveis, mostraram toda a mesquinhez que naquela altura corria pelas famílias falidas que desesperavam para manter as aparências de uma vida de luxo e riqueza.
Um dos livros da prateleira da mãe. Na realidade, quando li o título do livro, torci o nariz. Achei que seria algo demasiado "romanerótico" para o meu gosto. No entanto, surpreendi-me pela positiva! Foi um daqueles livros que quando comecei a ler, não consegui mais parar. Uma escrita cativante, personagens brutamontes e doces, uma história passada no passado, onde ser mulher era ser subjugada às vontades dos homens. Mas, como não podia deixar de ser, a mulher consegue ter um papel de guerreira e de demonstração de força neste livro. Recomendo vivamente!
Foi um dos piores livros que li até hoje. A história é muito fraca, os personagens horríveis e mal desenvolvidos, e a escrita da autora é muito pobre. Este livro foi escrito há mais de 20 anos. Agora percebo porque é que a autora, que é inglesa, nunca conseguiu publicar um único livro em lado nenhum. Somente em Portugal é que o conseguiu e vá-se lá saber porquê???
Uma leitura fácil e gostosa! A autora soube desenrolar a história de maneira a nos prender. Adorei conhecer o Louis, Catherine, e até a Blanche. Três estrelas e meia, com glórias!