O verdadeiro rei dos Seis Ducados desapareceu numa missão misteriosa em busca dos Antigos para salvar o reino da ameaça dos Navios Vermelhos. O seu irmão usurpador está determinado a impor uma tirania cruel e não abrirá mão do poder, a não ser com a própria morte. Fitz sabe que a única forma de por fim ao reinado do príncipe usurpador é iniciar uma demanda em direção ao reino das Montanhas onde irá descobrir a verdade sobre as profecias do Bobo. Mas a sua missão enfrenta um novo perigo com a magia do Talento a precipitar a sua alma para a beira do abismo. Conseguirá resistir à magia e ainda enfrentar os obstáculos que surgem à sua demanda?
** I am shocked to find that some people think a 2 star 'I liked it' rating is a bad rating. What? I liked it. I LIKED it! That means I read the whole thing, to the last page, in spite of my life raining comets on me. It's a good book that survives the reading process with me. If a book is so-so, it ends up under the bed somewhere, or maybe under a stinky judo bag in the back of the van. So a 2 star from me means,yes, I liked the book, and I'd loan it to a friend and it went everywhere in my jacket pocket or purse until I finished it. A 3 star means that I've ignored friends to finish it and my sink is full of dirty dishes. A 4 star means I'm probably in trouble with my editor for missing a deadline because I was reading this book. But I want you to know . . . I don't finish books I don't like. There's too many good ones out there waiting to be found.
Robin Hobb is the author of three well-received fantasy trilogies: The Farseer Trilogy (Assassin’s Apprentice, Royal Assassin, and Assassin’s Quest), The Liveship Traders Trilogy (Ship of Magic, Mad Ship and Ship of Destiny) and the Tawny Man Trilogy (Fool’s Errand, Golden Fool, and Fool’s Fate) Her current work in progress is entitled Shaman’s Crossing. Robin Hobb lives and works in Tacoma, Washington, and has been a professional writer for over 30 years.
In addition to writing, her interests include gardening, mushrooming, and beachcombing. She and her husband Fred have three grown children and one teenager, and three grand-children.
She also writes as Megan Lindholm, and works under that name have been finalists for the Hugo award, the Nebula Award, and the Endeavor award. She has twice won an Isaac Asimov’s Science Fiction Readers’ Award.
Gostei sobretudo da complexidade dos personagens e do modo como a história de cada um vai sendo revelada à medida que os acontecimentos se sucedem. Os meus favoritos são Castro (que quase não aparece neste último volume) e Olhos-de-Noite.
Gostei também das descrições, do humor em alguns diálogos e em alguns momentos narrativos ou pensamentos do Fitz.
A história vai ficando mais adulta , emotiva e violenta a partir do 2º livro, não aconselharia a menores de 16 anos.
A tradução podia ser melhor mas não ofende e os erros são praticamente inexistentes, o que se agradece.
Recomendo convictamente a quem goste de fantasia clássica - há pontos de contacto óbvios com a saga Terramar e com a Guerra dos Tronos.
I really enjoyed this series.
I mostly enjoyed the complexity of the characters and the way the story of each one of them is revealed as the events take place. My favourite are Burrich (which is almost absent from this last book) and Nighteyes.
I also liked the descriptions, the humour in some of the dialogue, some narrative moments or in Fitz's thoughts.
The story becomes more adult, emotive and violent from the second book on, so I wouldn't recommend it for those who are under 16 years old.
I strongly recommend it to anyone who likes classic fantasy - there are obvious connections to the Earthsea cycle and to A Game of Thrones.
4,5+/5🌟🌟🌟🌟🌟 Λοιπόν, αυλαία για "Το έπος των Φαρσιερ"... και αυτό το δεύτερο μέρος του τελευταίου βιβλίου με αποζημίωσε για ότι τυχόν με ενόχλησε στην τριλογία. Ένα υπέροχο κλείσιμο, φορτισμένο συναισθηματικά και με μια έκρηξη μαγείας που συμπλήρωσε τον φανταστικό κόσμο που έπλασε η συγγραφέας. Το ταξίδι τελείωσε, οι χαρακτήρες ολοκληρώθηκαν, οι ήρωες έκαναν τις επιλογές τους θυσίασαν αλλά και δικαιώθηκαν. Αν στα προηγούμενα είχαν την τιμητική τους οι ίντριγκες και η προδοσία εδώ έλαμψαν τα ιδανικά και η αφοσίωση. Πολύ το απολαμβάνω όταν σε βιβλία του είδους τονίζονται οι αξίες των ανθρώπων.🥰 Οι περιγραφές και η ατμόσφαιρα αυτού του βιβλίου νομίζω ότι είναι οι καλύτερες τις τριλογίας.🖤
Com A Demanda do Visionário chegamos ao fim desta série de livros e conhecemos finalmente o destino do nosso amigo Fitz e dos Seis Ducados, depois de tantas provações que tiveram de atravessar. Este volume pega na história precisamente onde A Vingança do Assassino terminou (até porque no original consiste apenas num volume) e logo de início proporciona ao leitor o reencontro com uma das personagens mais interessantes da Saga, cujo destino desconhecíamos: o Bobo. Revemos igualmente Kettricken, e é na companhia destes dois velhos amigos, e outros que encontrou na sua demanda, que Fitz irá continuar a procurar Veracidade, que tenta encontrar a ajuda dos Antigos para acabar com a ameaça dos Navios Vermelhos e com flagelo das forjas.
Neste volume, Robin Hobb apresenta o bom nível a que já nos habituou. Excelentes diálogos, personagens com as quais o leitor consegue identificar-se plenamente, aquele quê de factos por revelar que tornam a história ainda mais interessante, e um ritmo por vezes quase demasiado lento mas que é bem ultrapassado pelo interesse com que explora as suas personagens e respectivos dilemas. Quanto ao enredo, e numa perspectiva meramente pessoal, não fiquei grande fã da resolução que a autora apresentou para afastar a ameaça dos Navios Vermelhos e acho que a explicação do modo como se criavam os forjados e o objectivo com que era feito foi, de certo modo, insuficiente. O final é algo apressado, mas, a bem dizer, esta saga teve sempre o seu principal foco nas personagens e no seu caminho de aprendizagem, portanto foi nisso que a autora focou, e bem, os seus esforços. Robin Hobb é cruel com as suas personagens, no sentido em que não as coloca no caminho mais fácil nem lhes dá o final feliz que à partida se poderia esperar. Acho que a grande mais-valia desta autora é a forma como ela joga com os sentimentos das suas personagens e, ao mesmo tempo, com os do leitor.
Se tivesse de escolher uma palavra que definisse o final deste livro, diria agridoce. Não temos um final feliz para Fitz, mas parece estranhamente adequado. É um daqueles livros que entra de tal forma na mente do leitor que mesmo depois de virarmos a última página, é difícil abandonar a história, esquecê-la e muito menos pegar noutro livro tão cedo. Fico com muita curiosidade por ler a trilogia The Tawny Man, que acompanha Fitz e outras personagens conhecidas alguns anos depois, e que a Saída de Emergência já anunciou ir publicar no futuro (ainda não são conhecidas datas).
Ficam ainda os meus parabéns ao Orlando Moreira, que traduziu o 1.º volume, e ao Jorge Candeias, que traduziu os restantes, pelo excelente trabalho, pois é fácil perceber que a fantástica “voz” da autora nunca se perdeu.
Είχα ακούσει τα καλύτερα λόγια για αυτή τη σειρά και ήθελα καιρό να τη διαβάσω. Διαβάζοντας τη τώρα δεν μπορώ να πω ότι εντυπωσιάστηκα αλλά σίγουρα μπορώ να πω ότι πρόκειται για 3 πολύ καλά βιβλία που μας διηγούνται μια πολύ ενδιαφέρουσα ιστορία αγώνα και θυσίας για το γενικότερο καλό. Το μόνο πρόβλημα της σειράς είναι ότι ενώ ξεκινάει ωραία ξοδεύοντας πολύ χώρο για να μας παρουσιάσει τους βασικούς χαρακτήρες, κάπου στη μέση κάνει μια κοιλιά περιοριζόμενη στις ίντριγκες της βασιλικής αυλής, στο τέλος, όμως, βρίσκει το δρόμο της προς ένα ικανοποιητικό και συγκινητικό τέλος.
I was expecting a lot of action and more revelations but neither happened. Fitz really isn´t an assassin and Kettle really get on my nerves... Just tell us what we don´t know ahhhhh.
I thought this book would never end when I reached chapter 38... It was so slow!
BUT what I love the most is Fitz reflecting about everything is happening around him. What we want sometimes don´t happen has we want, right? That's real life! Robin Robb is amazing in that... this trilogy is a type of fantasy that I like and I will read more in this universe. I can´t leave this universe! I actually love Fitz, Night Eyes, Ket, Starling, verity and the Fool. Even a little bit of Kettle because she had me in suspension the entire time ;).
I just don't like one thing... Molly!! She is just the typical woman that waits to be saved. She said to Burrich that everything wasn't supposed to be like that! Fitz should have gone to her and fight for her. But no! He died and left her pregnant... so when she sees this man helping her and saying that he loves her why not? She would even say that she slept with him and the child is his... I think she liked him even before when helping him. Always talking about Burrich and making comments with Fitz...ahhh And Fitz is always thinking about her when surrounded by other women. Isn´t he the perfect guy?
Que viagem! Muito bom. Belas personagens. História fantástica que nunca deixou de surpreender ao longo da trilogia (5 volumes em Portugal). Este último volume tem um ritmo mais lento, mais introspectivo para as várias personagens, com uma presença maior da fantasia tão bem criada pela autora. Mas as surpresas sucedem-se e a leitura nunca se torna fastidiosa. A evolução das personagens é inesperada, assim como a narrativa. A leitura da próxima trilogia, O Regresso do Assassino, será uma leitura obrigatória para breve.
αν και το τέλοςτης τριλογίας δυσκολεύτηκα πολύ να το τελειώσω...πολυλογία απίστευτη...στις τελευταίες σελίδες αρχίζει καλός ρυθμός που όμως διαρκεί για λίγο...
E acabou. A espetacular e épica saga de Fitz, o bastardo de Cavalaria e o assassino do Rei terminou. E terminou em grande (de certa forma), mas também de forma desapontante (nalguns aspetos).
Vamos dividir isto por partes.
O que gostei
1. A Demanda: sendo uma continuação direta do livro anterior, A Vingança do Assassino, este último volume continua a focar-se na longa viagem de Fitz, Panela e seus companheiros para terras há muito não exploradas. Aí, encontram maravilhas da magia e do mito.
Esta parte agradou-me. Ok, as intrigas ficaram nos livros anteriores e este, tal como o volume anterior, tem mais a estrutura de um livro fantástico tradicional, com uma viagem de um grupo de guerreiros e pessoas corajosas que andam em busca de algo, mas gostei de obter finalmente respostas para tantas das perguntas que se levantaram durante a leitura: Quem são os Antigos? Porque é que os Navios Vermelhos atacaram os Seis Ducados? E qual é a relação disto com a Manha.
A autora presenteou-nos com terras de encantar, com postes mágicos, estradas mágicas, tudo mágico e tão estranho que quase atirei o livro à parede de frustração pelo facto de os nossos heróis não ficarem ali, a explorar, a tentar saber mais sobre o declínio daqueles povos que aparentemente viviam de magia.
2. As personagens: sempre as personagens. A amizade entre o Bobo e Fitz foi bastante bem explorada neste volume o que me agradou pois embora ambos sejam os protagonistas, não tinha ainda vislumbrado uma verdadeira ligação entre eles. Panela, cujos segredos são bastante óbvios quase desde o início, foi mesmo assim uma personagem interessante. E claro, Kettricken, uma heroína subtil mas que está lá, um apoio corajoso e um verdadeiro Sacrifício.
Já não gostei tanto foi de Veracidade. Pareceu-me apagado neste livro. E Fitz conseguiu ser um bocado burrito. Olhos-de-Noite continua a merecer menção como a personagem mais sábia e fofa dos livros.
3. O Desfecho: foi satisfatório. Não ficaram pontas por atar relativamente a esta história em particular.
4. A Magia: a Manha foi algo muito bem pensado. Assim como o Talento, porque não se trata apenas de controlo mental é algo mais subtil, mais lato, algo de que se podem construir estradas.
O que poderia ter sido melhor
1. Os Vilões: porque ofereceram pouca luta e mesmo com justificações para as suas ações pareceram-me simplistas.
Os Navios Vermelhos, a cultura de vingança dos Ilhéus e a forma como os Forjados são "feitos" foi uma das maiores desilusões que tive na série. A autora dá uma explicação apressada sobre estes elementos, mas os Ilhéus mereciam mais. A magia do forjamento merecia mais.
2. A Magia: se foi uma das coisas de que gostei, também foi uma das coisas que me frustrou. Tanto por explicar! O que é, na realidade, o Talento? Tem de ser mais do que controlo da mente, porque a autora assim o diz, mas não nos explica como.
Quem criou os dragões? Foram os Antigos? Os Deuses? São os dragões os Antigos ou não?
3. O Desfecho: Algo apressado. Passou-se pouco tempo a explorar a origem ou natureza dos dragões. Os vilões foram destruídos de forma demasiado sumária. E Robin Hobb, desenvolva o seu mundo! Eu tenho de saber mais sobre os aspetos descritos acima: sobre as motivações dos Ilhéus, sobre a magia do Talento e da Manha e como tudo isso está relacionado com os Antigos!
No fundo foi este o aspeto que mais me desiludiu na saga. A autora foca-se tanto no enredo específico, na personagem de Fitz e do Bobo que apenas refere os elementos do seu mundo quando se relacionam com eles. E assim fica tanta coisa por explicar.
No geral, fiquei um pouco desiludida em algumas partes mas mesmo assim achei este livro fantástico! Esta é sem dúvida uma saga de leitura compulsiva, com um mundo interessante e personagens com todos os traços dos típicos heróis épicos mas também com os defeitos e as fragilidades humanas. Sem dúvida que lerei mais desta autora.
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E não é que o final é quase tal e qual o que tinha previsto? A sério, esperava bem mais desta série depois de ler muitas críticas positivas e de ter gente a aconselhar-me a ler. Se calhar as expectativas eram muitas mas infelizmente nem a história nem a escrita da autora me surpreenderam por aí além.
Mas passando a este volume... Sendo a segunda parte do terceiro volume original, a história começa precisamente no ponto em que foi deixada. Fitz é acompanhado por 4 amigos e o seu “irmão” lobo e consegue finalmente chegar a Veracidade que havia partido numa demanda em busca dos Antigos. Esta parte surpreendeu um pouco mas achei desesperante que durante a viagem Panela recitasse profecias e ninguém se lembrasse delas um par de páginas depois! Não estou a brincar quando digo que aqui nem revirar olhos, apetecia-me era mesmo mandar o livro à parede. Chegou-me mesmo a parecer que se tivessem dois caminhos à sua frente, um pavimentado de flores e com um sinal a dizer “caminho seguro”, outro tenebroso e com um sinal a dizer “Morte por aqui, a sério por aqui vão direitos a uma morte certa”, iriam sempre optar pela segunda. Fiquei com a sensação de que muitas situações podiam ter sido resolvidas muito antes e seria escusado tanta página a engonhar para ir parar a lado nenhum, já que nem crescimento das personagens há a destacar. Ao longo da série quase nunca senti empatia pelo personagem principal, o seu final parece-me justo no meio de tudo (e a sério, alguém esperava que ele terminasse feliz e com uma família?), e as que senti que tinham alguma potencialidade, como Kettricken ou o Bobo, também foram perdendo pontos ao longo dos livros. E mais uma vez, o relato na primeira pessoa, por Fitz, não ajudou a manter o suspense nas situações que deviam ser de vida ou morte. No entanto, a grande decepção foi mesmo o que estava por detrás do Forjamento. Ao ler o final, rapidamente resolvido, senti-me como se a montanha tivesse parido um rato.
Esperava mesmo algo mais desta obra e pelo que sei vão publicar outra trilogia da autora, que continua a história de FitzCavalaria. Não posso dizer que tenha grande curiosidade. Não digo que não tenha méritos, afinal de contas gostei de algumas premissas, do Talento e da Manha, do Forjamento e dos Navios Vermelhos, mas acho que a autora podia ter feito um trabalho muito mais interessante.
Absolutamente fabuloso! Este último livro da Saga do Assassino, fez-me experimentar inumeras emoções e muitas foram as vezes que tive vontade de rir e chorar com as personagens.
Momentos após terminar esta leitura a saudade já apertava e a nostalgia apoderou-se de mim. É mais que certo que vou ficar com esta grande história na cabeça e no coração por muito mais tempo :)
Eram sigura ca se va termina asa. Puteam sa jur. Nu stiu ce as fi vrut, dar altceva clar. Prea mult a pătimit, prea s-a chinuit, prea a fost dat de colo colo, al nimănui... ca sa se termine atât de sec. În fine, am încheiat trilogia si sunt destul de sigura când spun că este una foarte bună. Elementele fantastice sunt genial puse în pagina, originale, si oricât de lent ar merge acțiunea... tot nu poti sa lasi cartea din mână. Îi dau 4 stele acestui vol 3 si il recomand.
Página 435: “(…) Apesar de todos os dias que tínhamos passado a esforçar-nos para alcançar precisamente aquilo, o fim pareceu apressado e desordenado.(…)”
A demanda chega ao fim e FitzCavalaria Visionário acaba a sua narração como escriba, terminando cinco livros de irmandade. Conheci esta personagem por volta de Setembro/Outubro do ano passado, que coincidiu também com o meu primeiro contacto com a autora, Robin Hobb, com a sua escrita e uma perspectiva única da fantasia... Sempre que penso que nada me irá fascinar como antigamente nestes mundos de magia e fantasia, aparece para me contrariar um novo autor e uma nova história viciante; aconteceu com George Martin e agora com Robin Hobb.
Contudo Hobb não é Martin, nem Martin é Hobb! Por um lado, a densidade das história d' "As Crónicas de Fogo e Gelo", as suas personagens e conflitos são o fruto de uma narrativa planeada, elaborada e extremamente longa, de facto lembro-me que acabei o último dos volumes das crónicas (O Mar de Ferro) por volta da mesma altura em que iniciei esta série, no entanto esta chegou ao fim e pelo menos seis volumes faltam para finalizar a obra-prima de Martin.
Mas Hobb, tornou-se muito mais para mim, ultrapassando o local de Martin no panteão dos meus escritores favoritos do género. De facto, este mesmo disse: "Toda a fantasia devia ser assim." e eu concordo, uma vez que, sem esperar, Hobb juntou todos os ingredientes que venero no género e me fizeram apaixonar há anos: uma época medieval, magia, dragões e lobos...
Seguimos então as aventuras de Fitz e Olhos-de-Noite logo depois de escaparem das garras de Emaranhado com a ajuda de Esporana e Panela. Fitz continua a sua demanda para encontrar o seu rei, Veracidade reunindo-se pelo caminho a todos os amigos com que havia perdido contacto enquanto viajava pelos Seis Ducados, no volume anterior. Breu, o Bobo, e Kettricken mais uma vez reunidos e com muitas novas a contar.
Neste volume a atenção é focada nas profecias do bobo, o Profeta Branco e na sua união com Fitz, o Catalisador, cujas acções conjuntas mudaram o mundo inevitavelmente. As profecias, como se sabe, são muitas e algumas perdidas ao longo das histórias dos profetas brancos, a sua interpretação é um constante desafio e levam as nossas personagens a "matutar" bastante. Reunidos em Jhaampe, povoado e capital do Reino da Montanha, as ameaças são várias e cada uma mais perigosa que a outra. Majestoso continua a atacar as fronteiras deste reino, enquanto o resto do seu ciclo usa o Talento para invadir as defesas mentais de Fitz e revelar os seus segredos mais íntimos.
Mais uma vez as intrigas do trono Visionário levam a conflitos pessoais de proporções mundiais e torna-se claro o próximo passo, encontrar Veracidade perdido nas terras para lá do Reino da Montanha e trazer este de volta à sua terra e legado, caso contrário medidas difíceis irão ser postas em movimento, as quais Fitz não tolera, prescindindo da sua própria vida para não as ver tornarem-se reais. Partem, assim, Fitz, Bobo, Esporana, Panela e Kettricken e inicia-se a Demanda. Como último volume da saga, as revelações são muitas e chocantes, os mistérios do Talento são de novo trazidos para primeiro plano, tendo a Manha sido explorada bastante no livro passado. As intersecções entre esta magia e os Antigos torna-se cada vez mais claro e novos mistérios desta antiga e poderosa raça são revelados das memórias passadas.
Nem tudo é o que parece, nem todos são o que aclamam ser.... Medo e coragem, tristeza e contentamento, fascínio e desilusão tornam-se fios condutores das personagens. Todos os espaços em branco são preenchidos. Um livro que promete maravilhar os fãs da saga e deixar novas memórias para revisitar em tempos futuros.
Destaco ainda a fantástica escrita da autora, na primeira pessoa, que torna o livro uma delícia. Vi-me, mais que uma vez, a odiar tão fortemente como Fitz, a amar e a perdoar, vivendo estes sentimentos à flor-da-pele com uma intensidade quase real. É impossível não escolher lados, não se trata de uma observação impassível. Costuma ler muitas vezes que esta escrita primeiro "estranha-se e depois entranha-se," para mim foi logo uma ligação, contudo entendo, trata-se de uma escrita peculiar e original em certos aspectos.
Ao lado de Fitz e Olhos-de-Noite, sinto-me o membro mais novo da sua alcateia... Ao chegar às últimas paginas foi uma situação de amor e ódio, sinto ainda o vazio de a história ter acabado, ou será o conforto de tê-la para sempre junto de mim... Agradeço a Robin Hobb e à Saída de Emergência por esta oportunidade de leitura!
PODE CONTER SPOILERS PARA QUEM SÓ LEU ATÉ AO LIVRO "A CORTE DOS TRAIDORES"
E assim acaba A Saga do Assassino. Com o livro "A Demanda do Visionário", os leitores dizem um adeus temporário a Fitz e companhia. Temporário, porque Fitz promete voltar em força com a série "O Regresso do Assassino", que já conta com 3 volumes publicados pela Editora Saída de Emergência e o 4º estando previsto para 2012.
As expectativas para este livro (que é no original a segunda metade do último livro da trilogia) eram altas. O final aproximava-se e em apenas 400 e muitas páginas tudo teria que ficar resolvido. A Demanda do Visionário continua a acção que se tinha iniciado já no volume anterior, intitulado A Vingança do Assassino. Fitz que tinha iniciado a sua viagem para ir de encontro ao seu rei, Veracidade, continua a sua demanda, que até agora havia sido recheada de imprevistos. Majestoso, que se auto-proclamou Rei dos Seis Ducados continua a espalhar a desgraça e a miséria em todos os Ducados e pouco se importa com a ameaça que os Navios Vermelhos representam para o seu reino, deixando o seu povo na pobreza extrema e sem recursos para combater os Salteadores. E continua empenhado em fazer com que Fitz fique morra - desta feita, de forma permanente. A única solução e a última esperança é que Veracidade tenha sido bem sucedido no seu empreendimento para contactar os Antigos e solicitar a ajuda destes seres que poucos conhecem e raros ouviram falar.
Confesso que me sinto algo dividida quanto a este livro. Poucas foram as coisas que me surpreenderam e no geral, creio que ficou a faltar sentimento e intensidade a este final. Esperava um livro mais intenso e se tivesse que escolher apenas um adjectivo para esta obra, o escolhido seria: frouxo. A minha escolha de adjectivo tem por bases alguns factores que se revelaram fundamentais durante esta leitura.
Num livro com quase 500 páginas, era de esperar que o final da saga fluísse de forma natural, dados em passos racionais. No entanto, foi completamente o contrário que se sucedeu. Achei um livro muito parado (mais do que é normal). Não que isto seja uma característica má em circunstâncias normais, mas torna-se menos positiva quando se passam mais de 400 páginas a descrever exageradamente situações que pouca influência tiveram na trama e como consequência, o final e a explicação de tudo, foram resolvidos em apenas 1 capítulo e pouco mais. O livro acabou por se revelar desequilibrado e o final ficou atabalhoado com coisas por resolver.
Por outro lado, a narrativa foi rica em detalhes sobre o território das Montanhas e os leitores tiveram assim uma oportunidade para se deleitarem com descrições que alimentam a imaginação e deixam os leitores nas nuvens. Além disso a autora, deu oportunidade a que os leitores pudessem conhecer mais aprofundadamente a Manha e o Talento bem como as personagens Panela e Esporana, que nos foram apresentadas no volume anterior. Temos ainda oportunidade de rever Breu, Kettricken e o Bobo, personagens que haviam feito falta no livro anterior.
Como disse no início, poucas coisas me surpreenderam. Fiquei insatisfeita com algumas explicações que a autora deu. Por outro lado, fiquei realmente exultante com algumas revelações sobre Moli. Atrever-me-ia a dizer que o livro realmente valeu a pena apenas e só por este pormenor, o qual já esperava há demasiado tempo que acontecesse. Pode-se realmente dizer que o final é agridoce, mas embora nos deixe com sentimentos contraditórios, achei-o o mais adequado e o mais realista. Assim sendo, a série no gera recebe o meu aval e voltarei a este universo em 2012.
A Saga do Assassino é uma saga diferente de tudo o que já li na Fantasia. Desde a forma de escrever da autora, às suas personagens, às questões que os seus livros levantam, tudo acaba por nos puxar para estes livros apesar da lentidão já referida da autora. Depois de um primeiro livro que não me chamou assim tanto a atenção decidi voltar a esta saga e, quando dei por mim, estava completamente enredada nele. Foi com muita calma mas muita emoção que acabei por dar um lugar especial ao mundo de Hobb e, após meses de intensa leitura em redor desta saga, eis que finalmente cheguei ao fim. Já foi discutido o facto de até este último volume ser lento em acção. De só nas últimas páginas se passar algo de importante. De tudo ficar em aberto. Final insatisfatório, é a opinião geral. Bem, sim têm razão, basicamente este livro poderia ser resumido assim. Só que esta não é uma saga de acção. Esta não é uma saga onde tudo se passa em aberto e em que os actos bastam para sabermos o que se passa. Se fosse, a Hobb era só mais uma escritora entre muitas e esta saga era mais uma entre muitas. Não, há uma razão porque muitos de nós se apaixonou por esta saga. E a razão, pura e simplesmente, é que este não é um livro de fantasia comum. Nada foi comum em cinco livros. Nem protagonista, nem vilão, nem enredo. E o fim não podia ser diferente. É lento, introspectivo, pessoal e daqueles que põem uma pessoa a pensar na vida, nos sentimentos, em tudo o que a rodeia. A Demanda do Visionário é tudo ele uma carga emocional. É um livro de descobertas e desgostos, de se aceitar a realidade e viver com isso. Onde os sonhos se realizam mas sempre com um preço a pagar. É o livro onde todas as escolhas são feitas. Finalmente, abarcámos todo o significado do que é “Sacrifício”. Por isso, não, não me desiludiu como pensei que iria fazer. Talvez por já cá ter a continuação e saber que isto continua, o que é um factor importante, mas também porque a autora não fugiu ao seu estilo e deu-nos aquilo que havia prometido no início. Algo real. Apesar disso houve dois pontos que deixaram a desejar. Toda a demanda ter sido tão cheia de obstáculos para mal sentirmos o sabor do fim foi muito aquém. Esperava mais uns pormenorzinhos. E depois, Majestoso. Queria algo mesmo em grande para ele. Consigo perceber qual foi a ideia de Hobb mas não foi suficiente. Depois tanta coisa ter aquele fim patético foi uma desilusão. Mas depois temos o Bobo, Esporana, Panela, Veracidade, Kettrichen, Castro. Todos os desenvolvimentos, as descobertas e mudanças, foi de chorar e rir até ao último fôlego. São personagens que marcam e ficam na nossa memória. E depois temos o Fitz. Acho que já deu para perceber que sinto uma grande afinidade com esta personagem. A sua complexidade, os seus ódios e paixões, tudo com ele é vivido até ao extremo. Este não era o fim que eu desejava para ele mas, mais uma vez, é bom saber que não tarda vou puder regressar a ele. Portanto, depois de um livro detalhado, lento e fraco em acção, eu acabei por viver cada um desses momentos como se fosse realmente o último. Houve vezes que odiei a Hobb ser tão cruel, dá mesmo vontade de lhe perguntar se ela não sabe o que é finais felizes mas depois percebi que se não fosse assim, este livro não me tinha dado tanto, nem tinha sentido tanto com ele.
Viimaks jõudis minuni ka "Salamõrtsuka teekond" ehk Farseeri triloogia III raamatu II osa. Sarjaga alustasin õige mitu aastat tagasi, kuid uute osade ilmumine viibis vahepeal ning nii ta pooleli jäi. Eelmisel suvel sattus mulle raamatukogus kätte III raamatu esimene pool ja nüüd, vaevalt aasta hiljem, ka kauaoodatud teine pool. Seda, millega lugu algas ma väga ei mäletanud, kuid peale paari peatükki tulid armsad tegelased ja loo üldjooned jälle meelde.
Triloogia räägib printsi sohilapsest Fitzist, kes võetakse õukonda ning temast saab salamõrtsuka õpilane. Poiss valdab üliloomulikke võimeid: taidu ja vaistu. Taidu peetakse ohtlikuks, kuid samas ülistatakse, sest seda võlukunsti valdavad inimesed aitavad kaitsta hertsogkondi. Vaist seevastu on tabu, võime tajuda elusolendeid ning luua sidemeid loomadega. Fitzi saatus on ette ennustatud ning oma teekonnal saab ta nii sõpru kui ka vaenlaseid, elab üle raskeid kaotuseid ning napikaid pääsemisi, kuid lõpuks saavad katsumused läbi. Leitakse üles muistsed Elderlingid ning nende abiga puhastatakse rannik punalaevnikest, kes aastaid rahvast piinasid.
Mulle väga meeldib maailm, mille Robin Hobb loonud on. Kuigi see triloogia on nüüd läbi, saan sukelduda edasi tema järgmistesse sarjadesse, nagu "Eluslaevnikud", mis oli üks suur lemmik mu eelmisel aastal loetud raamatutest. Eesti keeles ilmunud osad on mul kõik loetud, nii et pean minema keskraamatukogu võõrkeelse kirjanduse osakonda piiluma, mida nemad pakuvad.
Farseeri triloogia juures meeldivad mulle peale fantastilise sisu ka kena kujundusega kaaned. Kõik viis raamatut istuvad mul ilusti riiulil reas ning pakuvad silmailu. Illustratsioonid langevad sisuga perfektselt kokku ning näiteks selle osa juures avastasin peale lugemist detaile, mida ma alguses tähelegi polnud pannud.
Viimases osas oli kahjuks palju vigu sees: oli lausest ära jäänud sõnu, veidralt tõlgitud lauseid ja ka tähevigu. Tavaliselt ma ei pane neid tähele, kuid seekord jäin mitu korda toppama, sest oli imelikke lauseid, millest ma ei suutnud aru saada ka pärast mitmekordset ülelugemist. Annan siiski kõik andeks, sest lõpuks ometi sai sari loetud ja raamaturiiulis auk täidetud! Kiidan kõiki kirjastusi, kes annavad sarja lõpuni välja, kui on sellega juba alustatud!
Sarja kohta ma küll hetkel kokkuvõtet ei oska anda, kuna lugesin raamatuid nii katkendlikult ning üle pika ajaperioodi. Kunagi ehk jõuan uuesti lugeda. Üks on aga kindel - Robin Hobb on suurepärane autor ning tema fantaasiaromaane soovitan julgesti!
É-me difícil classificar este volume. Se optar por retratar toda a saga, 3 será bastante pouco. Mas optei por classificar o livro individualmente, e acho que assim é mais justo.
A narrativa é lenta, como acontece também no livro anterior, uma vez que ambos compõem o terceiro volume original. A história sobrepõe-se em ambos: FitzCavalaria vai em busca do seu rei Veracidade para salvar o reino dos Seis Ducados dos Navios Vermelhos. O problema é que ambos os livros retratam em demasia a demanda da viagem em si e não a vingança dos heróis como seria de esperar. Algumas partes mais fantasiosas sobre os diferentes usos do Talento são enfadonhas e demasiado extensas. O final, em contrapartida, é apressado, demasiado resumido no último capítulo.
Breu Tombastrela, uma das personagens mais importantes da história, pouco realce tem. Não nos é revelado o que anda a fazer durante a jornada de Fitz. Não temos tempo para nos despedir do Bobo, personagem que ganhou imensa relevância nesta volume final da história. O final do príncipe Majestoso pareceu-me demasiado benevolente e curto. Deveria ter sido mais explorado, os leitores deveriam ter tido a chance de canalizar toda a ira que se acumulou contra este vilão ao longo dos cinco volumes. A autora poderia ter explorado mais a resolução final de Fitz em relação à sua família. Não o fez. Mesmo a luta contra os restantes elementos do círculo do Talento não tem nem de perto a mesma força tempestiva que vemos no final do volume 3.
Como volume final de uma história de cinco livros, achei insuficiente, a saber a pouco. Gostei tanto da saga que me custou que terminasse assim, meio inacabada. Sei que a autora continuou outra saga tendo Fitz como personagem principal. Se por um lado estou desejosa de a começar a ler para saber se as irão ser respondidas algumas das minhas questões sobre as personagens, por outro tenho medo de criar novamente expectativas que poderão ser defraudadas.
Após ter lido os quatro volumes anteriores de rajada, ter que esperar alguns meses pelo quinto e último volume dava-me cabo dos nervos. Talvez tenha criado muita expectativa, talvez tivesse sido por ler este livro passando uns meses depois dos outros, mas a verdade é que me custou bastante a sentir-me "agarrada" ao livro. Suponho que a culpa seja minha e de factores externos ao livro, porque logo de início que temos uma série de emoções fortes com Fitz e o reencontro de algumas personagens, como o Bobo, Breu e Kettricken. Mas devido à espera deste volume (apesar de comparativamente a Martin, ser uma espera curta) demorei algum tempo a recordar como Esporana e Panela se tinham juntado a Fitz. Mas ultrapassado este pequeno contratempo, e já com Fitz e os seus companheiros na busca por Veracidade e em plena Estrada do Talento, o livro fez finalmente o seu click em mim e conseguiu-me manter presa à história.
Um livro com um bom nível de acção e de informações relevantes para o desenrolar da história, em que a autora consegue-nos levar a sentir as emoções de Fitz como se fossem as nossas. E apesar de poder ser considerado um livro volume, não nos faz cansar e apenas queremos mais e mais. O destino que a autora deu às personagens foi também bem conseguido, pois não é um final de contos de fadas, e afinal de contas um final desse tipo não se adequaria a uma série deste tipo. No entanto, acho que o final chegou depressa demais e a forma como os Navios Vermelhos foram vencidos e a explicação sobre os forjados não me satisfez plenamente. Mas a autora lá terá os seus motivos ;)
Posso dizer que apesar de ter demorado a sentir-me ligada ao livro e da questão sobre os Navios Vermelhos, "A Demanda do Visionário" é um bom livro e o final adequado à saga.
Efectivamente, el final de la trilogía ha satisfecho todas mis expectativas. Más de la mitad del libro es una continuación de la primera parte, con más viajes y más aventuras, y el aliciente de que son varios de mis personajes favoritos quienes viajan juntos, y es interesante ver su convivencia y sus interacciones. Luego tiene un punto un poco angustioso, porque parece que quedan muy pocas páginas y todas las tramas siguen lejos de estar solucionadas. Pero las últimas 100 páginas o así... Guau.
Por otro lado, una cosa que me gusta de Robin Hobb es que es capaz de crear momentos épicos sin necesidad de que sean momentos de acción. . Aunque también es capaz de hacer muy bien las escenas de acción. Véanse como digo las últimas 100 páginas de este libro. Otra cosa que me gusta es . Sin duda quiero seguir leyendo la extensa obra de esta autora, porque si esta es su primera trilogía, el resto probablemente sean todavía más geniales.
Todavía estoy procesando todas las emociones que tengo. Traspié sin dudas quedará por siempre en mi corazón porque nunca empatice tanto con un personaje como lo hice con él. Ame la pluma de la autora en cada uno de los libros. Mi único dolor es el final, que aunque lo sabía de ante mano me parecio injusto para alguien que paso por tanto. La forma en que todos minimizaron por todo lo que paso Traspié, fue tan desagradable de leer. Lo torturaron hasta la muerte y cuando se reencuentra con los "suyos" en vez de recibir cariño, fue juzgado e interrogado. La reina me caía bien hasta ese entonces. Literalmente el ÚNICO que ama verdaderamente a Traspié es Ojos de noche. El resto lo utiliza, maltrata, ignora o manipula desde que es un niño. Que puedo decir de Molly y Bullrich... Quizás cuándo se me enfrien un poco las emociones edite esta reseña y sea más objetiva.
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Sem dúvida uma saga marcante e um último livro que contem mts surpresas e muitas revelações dos 6 Ducados e dos Antigos e no qual varias personagens marcantes no qual rodearam Fitz no decorrer de sua vida terão finais mts surpreendentes! Só posso dizer que Fitz tem uma vida sofrida do inicio ao final de sua Saga e que nesta saga se encontra uma dos vilões mais frios e sem ver ver barreiras para chegar a final de seus fins próprios "Majestoso" um vilão sem igual que terá um final que irá surpreender muita gente! :P E só posso recomendar a leitura desta saga e escolher Robin Hobb como umas das minhas escritoras preferidas pela sua capacidade de criar uma história de fantasia mt variada e viciante. ;)
Nem sei o que posso dizer acerca deste livro, desta história... Com personagens maravilhosas e um desenrolar absolutamente brilhante, agora digo, sem qualquer dúvida, que a Robin Hobb se tornou a minha escritora favorita do género. O final foi genial, algo que nunca esperei que acontecesse, acaba por suceder de forma arrebatadora. Uma escrita fluida, personagens intrigantes, marcantes e cheias de vida, levaram a óptimos momentos passados na companhia destes livros. Mas que desenrolar...! Mais uma vez, não tenho palavras. De ir às lágrimas, sem dúvida alguma. Não me estendo mais, até porque não vale a pena. Só lendo! Daria 6 estrelas, se pudesse! Só lamento o sentimento de perda que se apoderou de mim quando terminei esta fantástica, maravilhosa e fabulosa trilogia!
Broche de oro para esta trilogía escrita por Robin Hobb. Ha conseguido engancharme de tal manera que me he devorado las 2.000 páginas en una semana. La trama va dando tantas vueltas sobre sí misma que llega un momento en el que ya no sabes cómo se va a poder resolver todo. He adorado a Traspié, he llegado a empatizar tanto con él que me enfurecía cada vez que se le complicaban las cosas. Sin duda, un personaje muy construido, con muchísima profundidad, que sabe superarse a sí mismo y salir a flote. En este último libro la magia está mucho más presente que en los otros libros pero todo cobra sentido poco a poco, los problemas no se solucionan con un simple hechizo. Me declaro una nueva fan de Hobb ^_^
Con estas trepidantes 300 últimas páginas termina la historia de Traspié Hidalgo, el bastardo del rey que debía salvar un reino. Gran final, gran cierre, mucha intensidad, emoción y un desarrollo inesperado de la historia. Termina como ha de terminar y no como cabría esperar o quizás se desearía pero cuando las piezas encajan en su sitio, ves que el mosaico que dibujan es el correcto. Una gran trilogía, muy recomendable, capaz de atraparte entre sus páginas haciendo que sea realmente difícil soltar el libro y dejar algo para el día siguiente.
Després d'acabar-lo només puc dir una cosa: trobaré a faltar en Traspié. No sé si el retrobaré en alguna altra de les trilogies de l'autora (espero!), però continuaré amb "Las leyes del mar", i crec que aquí no hi ha Traspié.
Una gran part del fet que el llibre m'hagi agradat tant ha sigut l'Ojos de Noche i la seva senzillesa, però a la vegada profunditat. M'ha fet somriure quan aconseguia comunicar-se amb algú que no fos en Trapié. Una de les millors escenes és quan se'n va amb el Bufón, comença a pensar que li piquen les orelles, i el Bufón comença a rascar-lo. És clar que la part que té en el final del llibre, fent-li entendre a la Kettricken el que passa, també és memorable.
Per descomptat, el final d'en Regio (abans del final-final), em va fer riure molt: com en Traspié va aconseguir que fes tot el que ell volia. Però, tot i així, em va entristir l'últim cop que va habilitar amb la Molly.
S'ha de llegir, i arribar fins aquí. Potser és una mica llarg, però val la pena! Per tots plegats, però sobretot per veure-ho tot amb els ulls d'en Trapié i l'Ojos de Noche.
Dentro das minhas memórias, este será provavelmente o livro que mais dúvidas me causa em relação à opinião que dele tenho. Tanto o primeiro como o segundo volume tiveram momentos que adoro, como algumas ocasiões em que me provocaram um profundo aborrecimento. Acho que o final da trilogia foi um pouco apressado, principalmente depois de toda a lenta construção que foi levada a cabo por mais de 600 páginas.
Por outro lado, não vejo ainda outra forma de como esta pudesse ter terminado. Todas as personagens fulcrais acabaram por ter o seu devido tempo e uma sensação de conclusão na sua história (mesmo sabendo que ainda tenho para ler mais duas trilogias com algumas das mesmas personagens, algo que, segundo sei, não tinha sido planeado pela autora na altura). Mesmo assim, não lhe consigo dar mais do que este rating, provavelmente porque o livro anterior tenha sido das melhores coisas que já li.
Contudo, mal posso esperar por pegar nas próximas trilogias e ver o que me espera. Altamente recomendada para verdadeiros fãs de literatura fantástica, esta trilogia.
Após sobreviver a tanto, lutar para voltar a ser ele mesmo, Fitz tem que avançar e seguir o seu destino, aquele para o qual se tem andado a preparar: Salvar o seu rei e compreender o que lhe aconteceu.
Fitz reúne-se com personagens ilustres e importantes, entes queridos e aliados para seguir a demanda que lhe foi passada, tendo descrença por parte de alguns, crença de que o que procura ser verdade por outros, busca verdades nunca antes ditas sobre o "Talento", esse poder misterioso que assombra a sua vida.
Os seus amigos e aliados, aceitam o outro seu lado/poder, tendo em conta que o aliado mais importante neste sentido é o seu companheiro de viagem.
Aqui começam as aventuras e o cancioneiro de FitzCavalaria. Uma que iria ditar as regras e mudar todo o rumo dos seis ducados.
A coragem, bravia e estofo de FitzCavalaria fez com que tudo voltasse ao normal, para que os seis ducados voltassem a estar em paz.
Το αριστουργηματικό κλείσιμο του ντεμπούτου της Robin Hobb (Farseer Trilogy), η οποία φυσικά έχει κάνει καριέρα και ως Megan Lindholm (με κατά τι μικρότερη αναγνωρισιμότητα). Για την ακρίβεια, το δεύτερο μισό, καθώς οι εκδόσεις Anubis που εγκαινίασαν την τακτική του "σπασίματος" ενός τόμου σε δύο... "βιβλία" (των 25€ έκαστο τω καιρώ εκείνο) δε χάνουν την ευκαιρία να χρεώσουν τον Έλληνα αναγνώστη ένα πενηντάρικο. 20 χρόνια μετά, δε μπορώ παρά να ευχαριστήσω τις εκδόσεις Anubis που με έσπρωξαν κυριολεκτικά στο αγγλικό αμετάφραστο κείμενο, αρχικά για λόγους κόστους (7 ευρώ το αντίστοιχο βιβλιαράκι στα αγγλικά αντί για 50) και στη συνέχεια όταν καθόλου βαθμιαία ήρθε η συνειδητοποίηση του τι έχανα τα πρώτα μου χρόνια ως αναγνώστης εξαιτίας των μεταφράσεων...
Για το ίδιο το βιβλίο, λίγα μπορούν να ειπωθούν. Αν έχετε διαβάσει τα δύο πρώτα καθώς και το πρώτο μισό του τρίτου, δύσκολα θα αποφύγετε να ολοκληρώσετε αυτό το εξαιρετικό δείγμα του genre που προβλέπω ότι θα γίνει "κλασικό".