Em O que eu gostaria que as pessoas soubessem sobre demência, a autora e pesquisadora Wendy Mitchell revela os desafios de viver com o diagnóstico e traz informações valiosas que toda pessoa deveria saber sobre a doença.
Aos 58 anos, Wendy Mitchell recebeu o diagnóstico de demência de início precoce. Viver com a doença e se adaptar às mudanças já era uma reviravolta desafiadora por si só, mas ela descobriu que as maiores dificuldades se encontravam na precariedade de informações que as pessoas tinham sobre a demência. Seja por parte da sociedade, seja por parte dos profissionais da saúde e hospitais, a autora percebeu que a falta de informações estimula estereótipos sobre quem vive com a doença e cria barreiras para que elas possam desfrutar a vida como qualquer outra pessoa.
Com o objetivo de combater estereótipos e dar início a discussões mais profundas sobre a demência, a renomada autora e pesquisadora Wendy Mitchell escreveu O que eu gostaria que as pessoas soubessem sobre demência. Mitchell deixa de lado a abordagem acadêmica e genérica utilizada por outras obras a respeito do tema e traz à luz informações desconhecidas pela sociedade — inclusive por muitos cuidadores, médicos e enfermeiros. A autora aborda o assunto com leveza e a intimidade que só alguém que convive com o diagnóstico poderia ter.
Em O que eu gostaria que as pessoas soubessem sobre demência, Wendy Mitchell traz uma narrativa descontraída, otimista e conscientizadora sobre recuperar o sentido da própria existência e a importância de a sociedade conhecer e compreender essa doença, já que, mais do que os desafios internos, são os desafios externos que criam as maiores barreiras entre a pessoa que recebe o diagnóstico e uma vida mais prazerosa. Com muito bom humor e sensibilidade, a autora dá destaque ao tema da demência e traz uma importante existe vida após o diagnóstico.
Wendy Mitchell spent twenty years as a non-clinical team leader in the NHS before being diagnosed with Young Onset Dementia in July 2014 at the age of fifty-eight. Shocked by the lack of awareness about the disease, both in the community and in hospitals, she vowed to spend her time raising awareness about dementia and encouraging others to see there is life after a diagnosis. She is now an ambassador for the Alzheimer's Society. She has two daughters and lives in Yorkshire.
Otimo guia para saber como lidar com a demência. Recomendo a todos , porque as informações colocada no livro não estão disponíveis geralmente e dao esperanças , ajuda e orientação como lidar com a demência