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[Le choc amoureux (Docs/récits/essais) (French Edition)] [By: Alberoni, Francesco] [January, 1993]

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É um clássico sobre o assunto, que tem seduzido milhões de leitores por esse mundo fora, este livro de Francesco Alberoni, professor de Sociologia na Universidade de Milão. Em Portugal já vai na 15ª edição. « O que é o enamoramento? É o estado nascente de um movimento colectivo a dois. Esta definição podia ser dada após a conclusão de um longo exame dos factos e de interpretações, mas preferi situá-la no princípio, de modo a que nos sirva de guia nesta breve viagem num mundo de todos conhecido, porque todos o vivemos por experiência directa, apesar de tão enigmático e transitório. Esta definição coloca o problema do enamoramento de um modo novo, segundo uma óptica diferente daquela que nos foi transmitida pela psicologia, pela sociologia e pela própria arte. O enamoramento não é um fenómeno quotidiano, uma sublimação da sexualidade ou um capricho da imaginação, nem tão-pouco um sentimento sui generis inefável, divino ou diabólico, antes pode ser inserido numa classe de fenómenos já conhecidos, os movimentos colectivos. Entre estes tem certamente a sua individualidade muito própria, (... visto que) nasce apenas entre duas pessoas, e o seu horizonte de dependência, qualquer que seja o valor universal que possa desencadear, está vinculado ao facto de ser completo com duas únicas pessoas. Este é o motivo da sua especificidade, da sua singularidade, o que lhe confere algumas características inconfundíveis.» (do Capítulo Primeiro). A edição portuguesa tem um prefácio de Jorge Listopad. Para ler sozinho/a, ou a dois.

Mass Market Paperback

First published January 1, 1979

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About the author

Francesco Alberoni

118 books40 followers
Francesco Alberoni (31 December 1929 – 14 August 2023) was an Italian journalist and a professor of sociology.

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55 (9%)
1 star
14 (2%)
Displaying 1 - 30 of 43 reviews
Profile Image for Luís.
2,397 reviews1,401 followers
July 1, 2024
That's a sociological essay on romantic feelings—how love appears between two people, why it turns off, etc. Francesco Alberoni dissects, point by point, what love is and what it can be. He goes back to the origins of History. He explains to us the mechanisms and causes that escape us.
Profile Image for albin james.
186 reviews30 followers
October 6, 2016
Alberoni makes some very crisp statements in this book. It is a beautiful and readable analysis of the dynamics of falling in love in the context of collective movements. He doesn't instruct the readers with some ideal behavioural patterns to follow but tells them things just as they are. I highly recommend this book.

Innamoramento

You who has not known me recognize
Unawaring my life, this monastery, I have
Front of me a door ajar
On a maybe
Even if I have to start all over again

You who has not believed to my loneliness
Ignoring its cries, its rough angles, I have
Into the heart a tiny wire
Filament of Moon
Which argues there, a diamond that wears
But that loves

I have not chosen to being it
But it is there, "The Innamoramento"
Love, death, perhaps...
But suspending time for one word
Everything dilates and yields to all
And it is there, "The Innamoramento"
Its whole being imposes itself on us
Maybe finally find an echo...

You who did not you see the other side of...
My memory condemned at the gates, I have
Any buried, treasures from the past
Years wounded
Do you understand, I will have to stop...

Me, who never looked at the sky, I have
In front of me this door ajar, but
The unknown bruised more than one heart
And his soulmate
We hope it, we wait it, we flees it even
But we love

- Mylène Farmer
via http://lyricstranslate.com/en/innamor...
Profile Image for Mery_B.
829 reviews
April 3, 2020
2'75

Es el tipo de relación establecido entre nosotros y los que amamos, el tipo de experiencia extraordinaria que estamos viviendo lo que hace diferente y extraordinaria a la persona amada, y más profundamente, lo que hace diferentes y extraordinarios a ambos.
Profile Image for Virgilio Machado.
235 reviews16 followers
July 16, 2012
Enamoramento e Amor do italiano Francesco Alberoni, fala com primor sobre o amor e o processo de enamoramento romântico como movimento coletivo a dois, e faz um paralelo com outros movimentos coletivos, como nos apaixonamos por ideais e ideologias, por coisas com as quais temos afinidades. As semelhanças entre os processos do enamoramento românticos e ideológico são grandes, enamoramento que pode se dar na emoção do primeiro contacto, num «flirt» mais demorado que revela as identificações e leva ao desejo de que isso tome conta e faça cada vez mais parte de nossas vidas. Este é um livro que recomendaria não só aos enamorados ou aos que estão buscando o amor, ele aplica-se a muitos aspectos da vida, enamore-se de seu trabalho e carreira, «flirt» com a ideia de ter um filho, apaixone-se pelo ideal de salvar um mundo, porque um dos principais efeitos de se estar enamorado é desejar ser uma pessoa melhor.

Fonte: http://pt.shvoong.com/books/1627776-e...

Escrito numa linguagem simples e acessível, visto que o enamoramento é um assunto conhecido e experimentado por todos, Enamoramento e Amor destaca-se por apresentar tão controvertido assunto numa óptica inédita, diferente de tudo o que já foi transmitido pela psicologia, pela sociologia e pela arte. «Best-seller» na Europa desde que foi lançado, o livro registou um recorde de 500 mil exemplares vendidos e foi traduzido em doze idiomas, inclusive o japonês.

http://livraria.folha.com.br/catalogo...
Profile Image for Pierre Fortier.
436 reviews5 followers
January 4, 2014
Un couple, c'est comme une société. Le coup de foudre se compare à une révolution. On perd nos repères, on oublie tout le reste et on repart à zéro. Puis l'habitude s'installe, la routine, le pouvoir, le quotidien, jusqu'à l'arrivée d'une autre révolution, d'un autre choc amoureux..... Un livre marquant de véracité.
Profile Image for Dironego Jabberwocky.
70 reviews
April 2, 2019
"Escribí cuando no conocía la vida. Ahora que entiendo su significado, ya no tengo que escribir. La vida no puede escribirse; sólo puede vivirse" - Óscar Wilde.
Esta frase estuvo en mi mente durante casi todas las páginas del libro, pues yo insistía en que explicar el enamoramiento, el amor, las reacciones, los sentimientos, vivencias, y razones por las que uno actúa no pueden confinarse en una caja filosófica. Pero luego llegué al último capítulo, en el que compara el pensamiento occidental (renacimiento) con el oriental (dejar de renacer para alcanzar la felicidad eterna), los contrapone, explica que se han complementado, y que el enamoramiento, así como muchas instituciones humanas, tiene que ser analizado, estudiado y comprendido, pues está en constante evolución y cambios.
Sí, el enamoramiento y el amor sólo pueden vivirse, y mientras más experiencias uno goce y sufra, más disfrutará de este libro respaldado por ejemplos literarios y filosóficos.
Un viaje hasta llegar al presente con varias paradas que visitan relaciones amorosas del lector.
Profile Image for Renaud Houde.
151 reviews
April 17, 2025
Des chapitres super pertinents et d’autres moins. Reste que globalement l’auteur est super bon pour expliquer ses points et il amène à des réflexions intéressantes.

« Aucun des deux amants n'est donc parfait, aucun n'est infaillible. Aucun des deux, pris séparément, ne représente un absolu aux yeux de l'autre. Pourtant leur rencontre et le fait que chacun puisse voir dans la perspective de l'autre constituent l'extrême possibilité et l'extrême faculté de voir et de comprendre. C'est le point le plus proche de la vérité. Le groupe à l'état naissant - le couple ou la multitude - n'est donc pas l'absolu mais le chemin vers l'absolu, la voie qui permet de s'en approcher, la fenêtre au travers de laquelle on entrevoit l'être. »
Profile Image for Luca Lollobrigida.
194 reviews2 followers
September 19, 2022
L'ho trovato estremamente dogmatico, al limite del fastidioso, e su alcune tematiche anche datato. Ha il forte pregio di farti comunque ragionare sui temi che espone, però dal mio punto di vista è stata una grande delusione.
Profile Image for Francesca.
400 reviews126 followers
February 4, 2020
Libro interessante dal punto di vista sociologico. Parla più’ di movimenti in generale che di innamoramento vero e proprio. Non mi ha aiutata, purtroppo, in cio’ di cui avevo bisogno. So qualcosa in più, però.
Profile Image for Svalbard.
1,145 reviews68 followers
January 5, 2026
Chi si ricorda di questo volume?

Fu pubblicato nel 1979, ebbe un successo travolgente, tanto che quest’edizione ora in mio possesso, del 1985, ovviamente comprata su una bancarella a un euro o poco più, era già la ventiquattresima (e dubito che sia stata l’ultima).

Il libro all’epoca mi venne prestato e lo lessi, con evidente interesse e gusto, così come tutti i miei coetanei, e non solo, del tempo. Alberoni, che conoscevo giusto come articolista dell’Espresso o di un giornale equivalente, diventò un personaggio sulla cresta dell’onda e, come spesso capita in queste situazioni, da un lato cominciò ad apparire un po’ ovunque, TV e giornali, dall’altro a produrre una serie di libri che probabilmente cercavano di bissare il successo di questo, peraltro non riuscendoci.

Poi non ho più sentito parlare di lui. In tempi quasi recenti ho visto il suo nome citato su saggi di qualche sociologo francese piuttosto importante, e mi sono detto: ma guarda un po’, allora non era poi un personaggio così “mondano” e divulgativo come appariva ai tempi (o veniva fatto apparire), doveva avere un suo spessore intellettuale… In tempi ancora più recenti ho saputo che gli era stata tolta una rubrica che teneva da tempo immemorabile su qualche quotidiano, evidentemente lo spazietto che viene conservato a qualsiasi vecchia gloria che riesce a racimolare un minimo seguito di lettori, almeno finché ci riesce, anche se tutti gli altri non ne sanno più niente. (Certamente, la sua candidatura per Fratelli d’Italia - così Wikipedia - non depone a suo favore, ma come si dice nessuno è perfetto… Inoltre, sempre Wikipedia mi dice che era laureato in medicina. Curiosa la quantità di medici finiti a fare tutt’altro, da Enzo Iannacci a Daniele Luttazzi a Giovanni Morelli…)

Allora, il libro l’ho riletto, e tendenzialmente me lo ricordavo pure abbastanza bene: varie elucubrazioni sul concetto di innamoramento come “stato nascente”, momento rivoluzionario di decostruzione e ricostruzione dell’animo umano, argomentazioni di vario genere in cui chiunque, volente o nolente, poteva ritrovarsi, escursioni nella filosofia e nella religione; il tutto con un periodare brevissimo, facile, comprensibile, che sicuramente ha molto giovato al successo del libro tra i non addetti ai lavori (e comunque non era certo un libro destinato agli addetti ai lavori).

L’altro motivo del grande successo fu il momento storico in cui uscì: il 1979, a cavallo tra l’era delle ideologie utili a spiegare e semplificare tutto e la stagione del ritorno al privato. Il concetto di innamoramento, fino a quel momento, si poteva dire che fosse guardato con sospetto “da destra e da sinistra”; da un lato era qualcosa che distoglieva dalla lotta di classe e politica, dai grandi movimenti sociali, “privatizzando” le spinte emotive in rapporti chiusi e autosufficienti; dall’altro, era percepito come il contrario di ciò che conta veramente, l’amore vero, matrimoniale, la stabilità, la famiglia, la durevolezza e la concretezza delle relazioni istituzionali. Alberoni assolveva tutti: da una parte diceva che l’innamoramento può essere anche quello che coglie i soggetti dentro i grandi movimenti politici - innamoramento per un’idea, un leader, un gruppo; dall’altro che pure - orrore - l’innamoramento di un professore per una studentessa, di una madre di famiglia per il negoziante, di una persona per qualcuno che non fosse il o la sua partner istituzionale erano legittimi e avevano diritto di cittadinanza. Erano cose che, in quel momento storico, c’era un gran bisogno di sentirsi dire, da parte di tutti; un po’ il “divertitevi” che sarebbe stato declinato in altro modo nel decennio a venire nell’etica dell’edonismo craxiano.

Fin qui tutto bene. Quello che manca molto, in questo libro, è la dimensione biologica, fisiologica ed anche etologica del concetto di innamoramento, e meno male che l’autore era un medico. Sono concetti che probabilmente si sono sviluppati e sono divenuti comuni solo molto tempo dopo: si parla qui di “innamoramento” in senso estremamente ampio, involontario, a suo modo spiritualizzato, mancando completamente l’argomento secondo cui ci si permette di essere innamorati, ci si convince di essere innamorati solo di alcune persone e non di altre, in base a una classificazione valoriale piuttosto scomoda da ammettere ma decisamente presente e con precisi fondamenti biologici legati alla sopravvivenza della specie. Argomenti che facevano e fanno a pugni tutt’ora col concetto che “gli uomini sono tutti uguali” e tutto è sovrastruttura culturale; se gli uomini guardano le donne belle e schifano quelle brutte c’è un perché; se le donne guardano gli uomini “di successo” (o che possono esserlo, o che hanno elementi concretamente sostitutivi - ad es. i soldi) e schifano gli sfigati (e, soprattutto, uomini e donne si innamorano, convintamente e sinceramente e non per calcolo, degli/delle uni/e e non degli/delle altri/e) c’è un altro perché. Non solo; c’è anche l’elemento legato al fatto che spesso quello che chiamiamo “innamoramento” può essere semplicemente la ricerca di un fantasma infantile - elementi genitoriali vissuti o desiderati - in un’altra persona; c’è l’elemento che, ridotto ai minimi termini biochimici, quello che chiamiamo “innamoramento” potrebbe anche essere il mero e semplice rilascio di endorfine o di altri ormoni che si crea in determinate condizioni (quelle di cui sopra), cosa peraltro ottenibile anche per via artificiale (così la sensazione dell’eroina era stata descritta da un ex eroinomane: uno stato di innamoramento portato all’ennesima potenza, che avrebbe rimpianto fino al suo ultimo minuto di vita). C’è, infine, il vasto e terrificante capitolo, che Alberoni sfiora solo incidentalmente, dell’amore non corrisposto o magari rifiutato; le degenerazioni che portano a stati depressivi, violenze, femminicidi (più raramente maschicidi), bunny boiler, stalking di vario ordine e grado.

Insomma, l’innamoramento sarà pure tanto “rivoluzionario”, ma ci sono anche delle infrastrutture profonde che forse per creare un mondo migliore potrebbero essere cambiate, ma che per prima cosa dovrebbero essere riconosciute.

Ultima osservazione: questo, bontà sua, non è un libro citazionistico che si rifà sistematicamente alla cultura pop, forse all’epoca non usava tanto. Ma ho trovato curioso che, nell’unico punto in cui viene richiamato il nome di un cantante, questo non è Lucio Battisti o Riccardo Cocciante, tanto per dirne due (del resto, quale canzone più di “Margherita” descrive alla perfezione uno stato di innamoramento?) bensì Ivan della Mea, un cantautore più di stampo politico di cui credo che oggi si ricordino in pochissimi.
Profile Image for viktoria.
31 reviews6 followers
August 17, 2020
Very insightful analysis of the phenomenon. References to schools of thoughts, contextualising this phenomenon and its understanding (this discourse), but not in an overwhelming way.
Enjoyable intellectual read. Made notes.
Profile Image for Ana Passos.
2 reviews
April 14, 2013
Tem algumaa ideias interessantes,mas nada de inovador.Por vezes, o discurso torna-se bastante confuso.
Profile Image for Dina H..
340 reviews1 follower
November 16, 2022
« Amor ch'al cor gentil ratto s'apprende... amor ch'a nullo amato amar perdona. »


Francesco Alberoni explique avec poésie les trois processus de l’amour naissant. Cet instant ou plutôt ces instants qui précède véritablement le sentiment amoureux. Il a éveillé en moi avec peu de mots des sentiments nouveaux, présent ou enfouis…
Je le recommande à tous les passionnés d’amour !



* « Le nin représente la paix et la tranquillité quoti-diennes, le ten le moment extraordinaire de l'émotion et de l'amour. Le nin est donc déjà la joie et un jour de nin correspond à une année d'un monde tourmenté. Mais un jour de ten correspond à mille, à dix mille années de temps. Dans l'état naissant, le présent devient éternel. Quand nous perdons notre amour, l'attente d'une heure devient l'attente d'années ou de siècles, et la nostalgie de cet instant d'éternité nous accompagne toujours. »

* « Il est vrai que, dans tous les rapports humains, quel que soit leur genre, il y a toujours une frange plus ou moins grande d'insatisfaction, de déception; il existe toujours une ambivalence. Dans sa famille, l'enfant aime son père et sa mère, il aime ses frères et il aime aussi sa famille comme une unité. La famille est un objet collectif d'amour mais aussi un lieu de tensions et de frustrations, de ressentiments et d'agressivité. Objet d'amour en même temps que d'agressivité, donc ambivalent. »


* «  Voilà pourquoi résonne toujours dans l'amour, à côté du bonheur, une note de tristesse : quand nous « suspendons » le temps nous savons qu'en même temps nous sacrifions toutes nos certitudes et toutes nos ressources. « Suspendre » le temps c'est connaître le bonheur mais renoncer à diriger le cours des choses, à être son propre maître. C'est abdiquer tout pouvoir et perdre tout orgueil. »

* « La déception est une caractéristique de la vie quotidienne. Nous avons toujours beaucoup de choses à faire; un petit nombre d'entre elles nous plaisent, la plus grande part nous est imposée par les autres. Tout ce que les autres nous demandent est urgent, mérite toujours la priorité; si on ne le fait pas tout de suite, on nous accable de reproches, on nous fait la tête, on nous punit. Nous ne sommes pas le centre de l'ordre des choses, nous n'en sommes pas le principe inspirateur; l'ordre des choses résulte des pressions que l'on exerce sur nous. Ce que nous désirons vraiment, nous ne le réalisons jamais et, à un certain moment, nous finissons même par ne plus savoir si nous le voulons vraiment. Dans la vie quotidienne, notre désir se révèle à nous sous la forme de rêves : « Ce serait merveilleux si... ». »


* « Les deux pôles de la vie quotidienne sont la tranquillité et la déception; ceux de l'amour naissant, l'extase et le tourment. La vie quotidienne est un éternel purgatoire. La vie amou-reuse, un paradis ou un enfer; nous sommes sauvés ou nous sommes damnés. »


* « Ce n'est pas la nostalgie de l'amour qui nous pousse à tomber amoureux, mais la certitude de n'avoir rien à perdre en devenant ce que nous devenons; c'est la perspective du néant devant nous. »


* « C'est une chose fréquente chez les hommes mûrs qui tombent amoureux d'une jeune fille et, donc, tombent amoureux de sa jeunesse, de ses potentialités. Mais ils la redoutent et ils demandent ainsi à cette jeune fille de renoncer à son travail, à ses amis, à jouer la coquette, à être brillante, jusqu'à en faire un être serviable et insipide pour s'apercevoir, alors, qu'ils désirent une autre jeune fille : celle qu'ils ont détruite.”


* L'exemple n'est pas choisi par hasard, car ce sont surtout les femmes qui subissent cette violence et s'adaptent à ce rôle. Désirées tant qu'elles sont libres, car elles expriment la force de la liberté, elles sont ensuite enfermées entre les murs domes-tiques, dans les harems, à l'intérieur de limites innombrables, entourées d'une jalousie qui n'est que le reflet de la peur de vouloir ce que l'on veut; elles sont contraintes de devenir le banal quotidien, le lieu où finit - par définition - non seulement l'amour naissant mais aussi l'amour. Le besoin de banaliser l'autre, de lui enlever sa spécificité et sa diversité, de lui arracher les forces vitales existe aussi chez la femme. Elle l'a, en partie, appris au cours des siècles, par l'homme. Obligée à devenir un animal domestique, pour se défendre, elle n'a pu faire autre chose qu'imposer à Thomme le même sort. »


* « L'amour devient le lieu intérieur de la régénération, une ile soustraite à la contingence, un jardin de roses au milieu du désert, où l'âme étanche sa soif et peut revenir au monde. »
Profile Image for Fabiana Migallo.
14 reviews1 follower
January 4, 2023
“il passaggio dall’innamoramento all’amore richiede sempre di amare qualcuno che ti chiede di diventare un criminale.
[…] ciascuno vuol essere amato nonostante appaia mostruoso e dica di no, ciascuno vuol essere amato nonostante imponga prove mostruose come condizione per dire di sì.
però la prova è sempre reciproca.
nell’immagine biblica dio pone alla prova abramo, ma nello stesso abramo pone alla prova il suo dio; che cosa accadrebbe infatti a dio se abramo uccidesse il figlio? non sarebbe più un dio d’amore, ma un dio crudele, sanguinario.
anche mosè viene messo alla prova dal suo dio quando questo gli chiede di buttarsi nelle acque del mar rosso.
In quell’instante però anche dio è messo alla prova perché non può dire “buttati” per poi lasciare che le acque anneghino il suo popolo.
un dio che agisce così sarebbe un ingannatore, un demone.
la chiave della soluzione sta nel fatto che il punto di non ritorno è richiesto, ma non esigito; è un assegno firmato ma non riscosso.
abramo sta per uccidere il figlio, ma dio non esige il sacrificio.
entrambi hanno superato la prova.
entrambi hanno avuto dimostrazione, entrambi però hanno compiuto una rinuncia essenziale, entrambi hanno incontrato e riconosciuto un limite insuperabile.”

non è stata la lettura di sempre ma mi ha lasciato con degli spunti molto interessanti a cui pensare
Profile Image for Ville Verkkapuro.
Author 2 books198 followers
September 30, 2024
What a brain. What an absolutely throughout study on falling in love. Extremely well reasoned, or valid, not sure of the right word but the writer knows what he is talking about.
So much wisdom, so much clarity, no agenda. Works well with Helen Fisher as it's clear we are in a vortex of biology, hormones and bacteria. But there is, definitely and of course, a spiritual level. It's about the continuity of life, but so much more. It's about God. Tao. The mystical core and force of the whole world.
On another note, reading this while being in love like never before, experiencing totally new feelings, soft yet gripping, was a trip.
How horribly sweet it is to be feeling this way. Wouldn't recommend.
Profile Image for ele.bi.
34 reviews
December 14, 2015
Sebbene "Innamoramento e amore" sia il titolo di questo libro, solo il primo ne è oggetto d'indagine: i due sentimenti, secondo l'autore, sono ben distinti, ma nella realtà vengono spesso confusi ed altrettanto spesso la gente si definisce "innamorata" pur non essendolo.
Ma cos'è allora l'innamoramento? Secondo Alberoni, esso può essere definito uno "stato nascente", cioè una condizione di profondo cambiamento nata in seguito ad un sovraccarico depressivo dell'individuo, che comincia a percepirsi come separato da ciò cui una volta apparteneva, ed unito a qualcosa di diverso da lui ma che sente come l'unica cosa che abbia valore. Una persona può sperimentare dunque lo stato nascente diventando parte di un movimento politico, durante una rivoluzione, in una conversione religiosa, o appunto innamorandosi.
Dal momento che questo sentimento nasce da una condizione depressiva, esso non può essere sperimentato da chi sia già soddisfatto di sé: per questo è molto frequente negli adolescenti, alla fine della gioventù, o in vecchiaia. Ed è altrettanto frequente laddove ci siano grandi differenze (non importa se d'età, ceto, cultura, convinzioni) che costringano i due a cambiare, a rivedere i propri valori. L'innamoramento ha dunque tutte le caratteristiche di una vera rivoluzione esistenziale, ed è un evento che si verifica poche volte nella vita. A volte, mai.
La società e le istituzioni hanno orrore di qualcosa di così sconvolgente ed imprevedibile, e cercano dunque di svilirlo o ridicolizzarlo: così nasce una radicata sapienza volta ad evitare l'innamoramento, o a spegnerlo al suo nascere.
Tuttavia, è anche vero che maggiore è la differenza (e di conseguenza l'attrazione), maggiori sono le difficoltà. Se l'innamoramento si consolida e prosegue verso l'amore e dunque l'istituzione grazie ad una serie di prove, è probabile che persone molto diverse tra loro non riescano a superarle. A volte il sentimento è unilaterale, e l'altro è soltanto trascinato da chi è più innamorato; oppure entrambe le persone sono innamorate, ma ci sono resistenze che non vengono vinte: è insomma molto probabile che le prove che dovrebbero condurre all'amore diventino ostacoli insormontabili. Allora subentra il disinnamoramento, il disprezzo, oppure la nostalgia di uno stato idilliaco ormai perduto: nei casi più gravi, la pietrificazione. Quel che è certo è che la spinta propulsiva e vivificante dello stato nascente è persa.

Esaminiamo ora le cose da un altro punto di vista: utilitarismo, cristianesimo e marxismo sono tre forze storiche reali che agiscono nella nostra società costituendo i sistemi concettuali con cui il mondo viene visto ed interpretato. Ciascuna di esse, per usare una espressione di Foucault, costituisce una episteme, un insieme di regole imposte in una data area storica, le uniche che consentono di pensare e soprattutto di parlare di qualche cosa. Solo rendendo il proprio discorso conforme alle strutture della pratica discorsiva - osserva Foucault - il soggetto può accedere al discorso, prendere la parola. L'unico discorso "serio" in ogni epoca è quello della episteme dominante. Nella nostra, perciò, un sapere sull'innamoramento si produce solo o nel sistema utilitarista, o in quello cristiano, o in quello marxista. Ora avviene questo: che tutti e tre lo riducono a qualcosa d'altro. Non si ha quindi un vero e proprio sapere scientifico religioso o ideologico. Su questi piani esso non esiste, non può essere parlato.
Quale linguaggio viene allora concesso all'innamoramento? Quello della grande poesia o quello della letteratura minore, della posta del cuore, delle storie di vita, dei fumetti. Muto sul terreno scientifico, religioso ed ideologico, lo stato nascente dell'innamoramento ha perciò solo due luoghi linguistici a disposizione: uno sublime, ineffabile oppure, con un salto abissale, quello volgare, popolare, del ridicolo e del disprezzo. Questa impossibilità di accedere alla parola adeguata non riguarda solo le persone colte, è un fatto che si ripercuote nella vita di tutti. Mancando la lingua nessuno ha la possibilità di pensare a ciò che prova, di parlare di ciò che prova, di comunicare con gli altri. Confinata nell'ineffabile o nello spregevole, la persona innamorata si sente una estranea alla cultura concreta in cui vive, ha l'impressione che la sua esperienza sia totalmente personale e non collettiva. Utilizzando definizioni, formule, spiegazioni sempre distorcenti o inadeguate, sempre volte ad un altro fine (ideologico, politico o religioso), più vuol portare chiarezza in se stessa e più vi porta confusione, più cerca di risolvere i suoi problemi e più li complica, più cerca consigli dagli esperti e più si confonde. Usando una espressione logora ma molto usata, potremmo dire che la cultura ufficiale, sia essa politica, scientifica o religiosa, "reprime" lo stato nascente a due, facendone una cosa di cui non si può parlare in modo appropriato. In questa prospettiva anche la psicoanalisi, in tutte le sue forme, dando importanza alla sessualità e riducendo tutte le esperienze a trasformazioni della sessualità, compie una azione di rimozione. Rispetto al secolo scorso, il processo di rimozione si è invertito. Nel secolo scorso il linguaggio dell'amore romantico serviva come strumento di rimozione della sessualità, oggi avviene il contrario: la sessualità, il parlare di sessualità, le pratiche sessuali, servono per reprimere, rendere inconsci altri desideri, altre forme in cui l'eros si manifesta. Il conformismo e la rimozione esistono come prima, hanno solo mutato segno
.
Profile Image for Micke Sandlin.
242 reviews4 followers
December 9, 2018
Den bästa av de tre böckerna i serien om relationer som Alberoni gav ut i slutet av 70 och början av 80-talet. Svenska titeln är "Förälskelse och kärlek". De andra två heter på svenska "Vänskap" och "Erotik". Alberoni slår ihop dessa tre böcker i boken "Jag älskar dig" som kom sent 90-tal. Bokens titel (och dess innehåll) är också det som inspirerat fantastiska Mylene Farmer att skriva låten, och titelspåret till albumet, "Innamoramento". Alberoni är svenska psykologen Tomas Böhms (som bl.a. skrivit den mest sålda svenska boken om kärlek) favoritförfattare inom ämnet kärlek. Boken är läsvärd även nu och har du inte hört Mylenes låt - så kolla upp den på Youtube eller Spotify. :)
Profile Image for franci.
5 reviews
May 9, 2024
allor contando ke l’ho iniziato a leggere in un periodo in cui ero molto turbata x via dell’assente connesione cn il mio “qualcuno” di quel periodo Direi ke mi è stato di grande aiuto e mi ha permesso di leggere me stessa, ma sopratt le azioni inespresse dell’altra persona, in maniera molto + chiara ed esplicita rispetto a quanto la mia testa si limitava ad elaborare da sola nn ricevendo risposte di alcun tipo dall’altra parte 😅 emm m yolo sì
Profile Image for Manuel Ramos.
1 review
April 16, 2019
Serves as an introspective vehicle for the emotional self. Appropriate to a mature individual that has lived his/her fair share of relationships and experienced love with the feeling that it cannot grasp the complete understanding of the monogamic life.
Profile Image for Karimé Issa.
3 reviews1 follower
June 15, 2017
C'est très intéressant, mais difficile à suivre, surtout avec le contraste entre les sujets et les comparaisons qu'il fait.
Profile Image for Pierre Hugot.
2 reviews
July 2, 2019
Essential Reading (I read the French translation by Jacqueline Raoul-Duval)
Profile Image for Marco Svevo.
434 reviews21 followers
July 13, 2020
Noi possiamo muoverci in questo grande FLUSSO come una piccola CANOA in mezzo alla TEMPESTA (maiuscolo mio).
Dopo Willy Pasoni ( e vengo da lontano) Francesco Alberini ( e tanti cuoricini).
Profile Image for Alberto.
40 reviews
October 11, 2020
Muy completo y muy bien explicado cada paso y proceso del enamoramiento.
Profile Image for Geethanee.
55 reviews
July 3, 2021
Magnifique éclairage sur le fait amoureux et ses manifestations sociétales
Profile Image for Ambra Onofri.
5 reviews
February 11, 2022
È un libro che, per certi versi, contiene delle verità, ma per altri è probabilmente datato.
Profile Image for Alejandro Vidal.
8 reviews1 follower
October 22, 2022
Una perspectiva curiosa sobre el enamoramiento cómo el nacimiento de un movimiento colectivo, cómo pudiera ser una revolución,pero en este caso compuesto únicamente por 2 personas.
37 reviews1 follower
January 18, 2025
Da perspectivas interesantes pero desde una perspectiva que en ocasiones ya a día de hoy podría parecer algo anticuada
Displaying 1 - 30 of 43 reviews

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