Samuel Morris Steward, also known as Phil Andros, Phil Sparrow, and many other pseudonyms, was a poet, novelist, and university professor who left the world of academia to became a tattoo artist and pornographer.
Throughout his life he kept extensive secret diaries, journals and statistics of his sex life. He lived most of his adult life in Chicago, where he tattooed sailor-trainees from the US Navy’s Great Lakes Naval Training Station (as well as gang members and street people) out of a tattoo parlor on South State Street. He later moved to the San Francisco Bay area, where he spent the late 1960s as the official tattoo artist of the Hells Angels motorcycle gang.
It's unbelievable that Stud still hasn't been reissued. Original copies cost hundreds of dollars. Even the Alyson edition, which I read, is expensive, and it's abridged to the point where a full third of the book is gone. After Justin Spring's biography on Steward, it's a little baffling what the hold up is on getting affordable, restored editions of Phil Andros out there.
Is Stud a great book? No, it certainly isn't, but it's a fascinating book all the same, and by comparison to other books I've read that came out of the gay underground at the time, it's definitely a masterpiece. Sex is a central part of gay culture, and since mainstream stuff tiptoed around gay sex, Stud has a special place as one of the central fictional works of sexual honesty and fantasy from the pre-Stonewall era.
Phil Andros is a hustler, though he spends most of the book falling in love. The book is made up of interconnected short stories, most focusing on Phil's interactions with a single partner. It takes place in San Francisco, Dallas, New York, Milwaukee, and Chicago. Phil meets Lee Harvey Oswald and Malcolm X surrogate "Adam X." There's a lot of material on race (Phil has a bit of a fetish for being dominated by black men). There's stuff on fetishes, gay culture, the life of older gays, and self-sufficiency. However, it stands out for tackling "issues" in a non-clumsy, suitably literary way. As in other Andros works I've read, the prose tries a bit hard, and there's a weird tendency toward awkwardly made allusions. However, this book largely deserves its reputation as one of the few pieces of early gay erotic fiction that's not merely a fascinating document but a genuinely good read.
Um conjunto de 12 contos, mais ou menos interligados por um personagem central ("o garoto de programa", um prostituto) e alguns temas recorrentes, como o sexo gay e interracial. Os textos são interessantes, transportando-nos para um ambiente americano dos anos 60 do século vinte, tanto no cenários do "wilderness" americano, como nas grandes cidades de Chicago e NY. Surpreende pelo que revela acerca da cultura do autor, o que não é habitual neste tipo de livros eróticos mais explícitos, e pela completa falta de menosprezo ou de arrependimento do prostituto pela sua vida e comportamento, que surge como perfeitamente humano e natural. Esta edição foi feita no Brasil, e é a única em português, mas, infelizmente, a tradução é horrível, com erros evidentes. Com uma boa tradução, não hesitaria em classificar este Stud de Phil Andros com quatro estrelas.
A leitura foi divertida principalmente pelo erotismo envolvido nos contos. Mas penso que o livro perde bastante força pelas identidades gays que Phil cria. O ideal gay criado pelo narrador é praticamente a de um "heterossexual" que transa com homens. O gay que atrai é o másculo, o macho, aquele que não apresenta trejeitos femininos como a voz fina. O corpo não pode ser gordo e quando é negro deve além de másculo, ter um pênis enorme.
Penso que as histórias reforçam muitos preconceitos contra os quais as pessoas lutam contra hoje, como a hipersexualização dos negros, o horror a pessoas gordas, e o culto ao corpo.
As histórias tem algumas sacadas e ganchos que gostei. O autor consegue recuperar informações que parecem irrelevantes mas que não são. Acho que vale a pena a leitura, apesar das críticas.
“Oh, he was apple-cheeked and black-haired and heterosexual, and I hated his gah-damned guts!”
occasionally dated and with some weirdness about race (especially the last chapter), but refreshingly frank about sexuality and gay life (at least one particular form thereof). Steven Saylor is right to note in his review quotes on the back cover that Steward (Andros) has quite a way with words. all in all, a fast and fun(ny) read; glad I was able to get my hands on a copy.
(I do wish that this reprint had kept the original title stylization ($tud). ah, well.)
Começo por dizer que não eram demasiado altas as expectativas que eu tinha perante este livro de um autor de que já ouvira falar, mas não conhecia – Phil Andros. E isso acontecia por em outros livros dedicados ao mesmo tema, eu raras vezes encontrei razões de suficiente agrado. Sucede porém, que, por um lado, este livro que originalmente tem o o nome de “Stud” vem etiquetado com um dos principais livros sobre o homo-erotismo já publicado, e por outro Phil Andros é tão só o pseudónimo com que Samuel Steward assinou uma série de livros sobre esse mesmo tema. Samuel Stewart foi uma personalidade fascinante, tendo sido um escritor em diversos estilos, professor universitário, artista de tatuagem e até pornógrafo; ao longo da sua vida conviveu com outras personalidades conhecidas como Gertrude Stein, Alice B. Toklas ou o fotógrafo George Platt Lynes. Aliás e acerca desta interessante personagem é muito importante o prefácio (introdução em “brasileiro”), que John Preston escreveu para este livro. Acredito que a versão original “Stud” ou mesmo uma tradução de qualidade dessem ainda maior interesse ao livro, dado que a edição que possuo e li é brasileira e peca muito por isso, tirando algum brilhantismo á fina escrita do autor, mas mesmo assim visível em muitas páginas. Para começar no título do livro “As aventuras de um garoto de programa”, e que no decorrer da narrativa é designado pelo mais comum nome brasileiro de “michê”, é logo um prenúncio de uma tradução que não prima pela seriedade com que foi escrita a obra. Este livro é muito mais que as aventuras de um prostituto americano em diversas cidades, mas maioritariamente em Chicago, e não é de forma alguma uma simples narrativa grosseira de actos sexuais. Phil Andros toca diversos assuntos com muito interesse, principalmente a questão racial, mas também a pedofilia, o sado-masoquismo e até uma curiosa e pequena alusão ao assassinato de Kennedy, em Dallas, já que o assassino do presidente era conhecido, na altura, do protagonista, o próprio Phil Andros. É pena não haver uma edição portuguesa deste livro, que estou certo teria sucesso e sei que já houve tentativas para que tal edição acontecesse...
The first of two Phil Andros books I read after reading Secret Historian about the author, Samuel Steward. Not deeply impactful, the collection is notable for being a positive portrayal of gay life and sexuality before that was commonplace. Also notable for being pretty well-written and not being as sensational as one would image the memoirs of a hustler to be. I found the stories to be "cute," though I wouldn't recommend it to anyone unless they 1) were deeply interested in American gay pulp or 2) they read Secret Historian and were curious. It's meant to be a slice-of-life collection, with insight into the character's johns, and it's effective at that, but also forgettable. It's been a little over two weeks since I finished it and what has stayed with me more than anything else from this collection are the dated quirks in some of the character portrayals.
The second book I read of Andros's is not listed on Goodreads, Renegade Hustler. That short novel didn't gloss over sex the way Stud does, but it is more sensationalistic. Sex takes up a lot of the narrative, and though it was amazing to read very well-written scenes of graphic sex (how rare in literature!) the story itself was a bit simple, and resolved too quickly. How much richer it might've been if Steward didn't have a sex-scene quota imposed by his publisher. Again, it's only for the fans of queer pulp or those who read the Steward biography. I'm a big fan of Joseph Hansen, and it's nice to see Steward as one of his predecessors.
Treze aventuras de Phil Andros, o surpreendente prostituto de Samuel M. Steward. Em "Stud", Phil é assediado num campo de férias num parque nacional das montanhas americanas; numa cidade do sul, em ambiente racista, Phil apaixona-se por um negro e escapa-se com ele para Chicago; noutra história, dá por si a aconselhar um jovem operário fabril virgem, cuja transformação, um ano mais tarde, o deixará abismado; descobre um sentimento sem nome, irresistível e muito mais forte e doloroso que o amor; e muitas outras situações que revelam um prostituto de uma humanidade fora do vulgar, tolerante, generoso, culto, forte mas simultaneamente frágil e sem receio de o confessar.
"Stud" diverge dos restantes romances de Phil Andros por ser um conjunto de contos; apesar disso, ao centrarem-se num mesmo personagem tão marcante, as várias histórias quase nos surgem interligadas, como se fossem... um romance. Mas não só, ao contrário das outras aventuras de Phil, estas abandonam o registo exagerado e repetitivo da pornografia, o que, de certa forma, as beneficia, abrindo espaço erótico à imaginação do leitor. Trata-se, sem dúvida, de uma das melhores obras de Sam Steward, onde a sua escrita e o seu talento para observar a vida e as pessoas que o rodeiam com um olhar meticuloso mas isento de julgamento atingem o zénite.
This is a gay literature classic. Phil Andros was the pen name of the great Sam Steward. Stud was one of the first books to deal with gay erotica. Stud isn't porn;it's a gay version of a Keroauc tale.
I was curious about Phil Andros's fiction after reading Justin Spring's amazing bio (Secret Historian). These erotica short stories were first compiled into a book form in 1966 and the stories hold up! Nicely written, sexually charged, and surprisingly still current in some cases.