Esta obra dá a conhecer e procura compreender as grandes ideias dos grandes filósofos e governantes sobre a política: O que é? Para que serve? Quem beneficia? Como se relaciona com as divisões entre classes sociais?
Na Europa e nos EUA, esta disciplina só existe há cerca de um século. Mas, em Portugal, o Doutor Diogo Freitas do Amaral foi o primeiro professor que, de forma completa e isenta, ensinou esta cadeira na universidade em Portugal, e reduziu a escrito as suas lições. Hoje, muitos docentes mais novos seguem o seu exemplo em várias faculdades.
A obra é uma autêntica caixa de surpresas: sabia que Platão foi o primeiro comunista da história? E que Aristóteles analisou, há 25 séculos, a relação entre as classes sociais e os regimes políticos? Conhece as diferenças entre Platão e Aristóteles, entre Sto. Agostinho e S. Tomás de Aquino, entre Maquiavel e Erasmo?
E, do século XVII para cá, conhece as semelhanças e diferenças entre Montesquieu e Rousseau, entre Marx e Lenine, entre social-democracia e democracia cristã? E sabe em que consistem as ideias anarquistas?
Hoje é universalmente reconhecido por todos que a História das Ideias Políticas deve fazer parte da biblioteca essencial de qualquer indivíduo culto, de qualquer pessoa interessada no Saber e de qualquer homem ou mulher consciente da sua Cidadania.
DIOGO FREITAS DO AMARAL nasceu na Póvoa de Varzim, a 21 de Julho de 1941. Licenciou-se na Faculdade de Direito de Lisboa (1963) e nela se doutorou em Ciências Jurídico-Políticas (1967). Na mesma ensinou Direito Administrativo (1964- 2007). A partir de 1977 tornou-se também Professor de Direito na Universidade Católica de Lisboa. É um dos fundadores (19 de Julho de 1974) do Centro Democrático Social (CDS). Presidiu à União Europeia das Democracias Cristãs (UEDC) (1981-1983), foi Ministro dos Negócios Estrangeiros (1977-1978; 1980; 2005-2006), Primeiro-Ministro interino (1980-1981) e Ministro da Defesa e Vice-Primeiro-Ministro (1981-1983). Em 1986 candidatou-se à Presidência da República obtendo 48,82% dos votos. Foi eleito, em 1995, presidente da Assembleia-Geral da ONU (1995-1996). Além da sua vasta obra jurídica publicou: O Antigo Regime e a Revolução. Memórias I (1995), D. Afonso Henriques, Biografia (2000), D. Manuel I e a construção do estado moderno em Portugal (2003), Quinze meses no Ministério dos Negócios Estrangeiros (2006), Transição para a Democracia - Memórias II (2008), Glória e Tragédia de Gorbatchov (2012), História do Pensamento Político Ocidental (2012) e D. Afonso III, o Bolonhês: um grande homem de Estado (2016). Foi condecorado pela Presidência da República com a Grã-Cruz da Ordem de Cristo (1983) e com a Grã-Cruz da Ordem de Sant’Iago da Espada (2003). Faleceu a 3 de Outubro de 2019, em Cascais.
Simples, despretensioso, uma abordagem clara e sumária para quem se inicia nestas leituras ou para quem pretende relembrar conceitos básicos e fazer algumas descobertas.
Uma excelente introdução às várias linhas de pensamento político. O livro é estruturado nos vários pensadores, em vez de ser uma linha contínua, o que torna a leitura extremamente acessível. Fica também fácil de consultar mais tarde quando procuramos algo sobre Russeau, Monnet, ou tantos outros.
mais um livro que li a estudar e vou voltar a ler para o recurso podemos tirar uma de duas conclusoes, ou o livro é mau, ou eu nao sou boa, considerando que vou a recurso mas passei entao recomendo alem disso e engracado (nao sei se e engracado ou se eu me ri por nao dormir a 30 horas mas uma dessas opcoes)
Um livro fundamental para qualquer pessoa que estude ou tenha curiosidade por política. Destacaria os capítulos sobre Bernstein e Ernst Wigforss, ambos figuras importantes da Social-Democracia.