Josefina Ludmer en el ensayo mas esperado de la decada deja de lado las categorias de la teoria literaria utilizadas hasta el momento en busca de nuevas articulaciones y nociones que recorran todas las divisiones actuales y permitan entender la configuracion politica economica y social de los anos 2000 en America latina. El resultado es una serie de esbozos teoricos que parten de un universo sin afueras real virtual al que llama imaginacion publica o fabrica de realidad. Un universo que no diferencia entre realidad y ficcion y cuya logica es el movimiento la conectividad la superposicion y la sobreimpresion de todo lo visto y oido . La literatura es hilo conductor de la imaginacion publica y la via por la que la especulacion entra en esa fabrica de realidad. Las temporalidades y los territorios que instalan las ficciones literarias latinoamericanas de los ultimos anos (como las de Fernando Vallejo Horacio Castellanos Moya Martin Kohan Perla Suez o Diamela Eltit) definen una forma deter
Apesar de toda a arquitetura "teórica" do livro ser um grande blá blá blá pretensioso e sem sentido, grande parte do livro -leia-se o "diário sabático" que recheia o miolo desse volume - consegue trazer algum deleite ao leitor se considerado apenas em sua perspectiva ensaística despretensiosa.
NOTA SOBRE A POLÊMICA DAS LITERATURAS PÓS-AUTÔNOMAS: o texto da Ludmer, apesar de ter algumas considerações interessantes, nesse exato momento (um dezembro de 2021 que vê o fenômeno da "literatura do eu" já distante e um cenário político marcado pela ascensão meteórica de ultra direita com as eleições de Trump e Bolsonaro, por exemplo, já em mingua) parece ter ficado datado rápido. Para além do uso de um léxico conceitual tosco, a leitura de Ludmer me parece ser historicamente (seja sobre a história do romance enquanto gênero, seja numa hipervalorização do "contemporâneo") míope.