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Amor Invisível: a rotina do casamento

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Muitos casais se sentem perdidos em meio à rotina de um relacionamento amoroso. Eles amam, mas não conseguem encontrar maneiras de expressar esse sentimento em suas atividades diárias. É sobre essa questão que trata o livro "Amor Invisí a rotina de um casamento".

Escrito pelo médico psiquiatra, marido e pai de duas crianças, Diego Tinoco Rodrigues faz uma profunda reflexão sobre as diferentes formas de demonstrar amor nas nuances do cotidiano de um casal. Muitas vezes, um dos parceiros ou ambos não percebem ou não compreendem as linguagens de amor do companheiro, o que pode gerar conflitos.

O autor do livro analisa situações do cotidiano que podem acontecer em qualquer relacionamento e muitas vezes não se percebe o afeto presente. A obra é uma ferramenta valiosa para casais que desejam encontrar maneiras de se comunicar melhor e fortalecer a relação.

Ao ler "Amor Invisí a rotina de um casamento", você poderá perceber que o amor pode estar presente nas pequenas coisas do dia a dia e aprender a valorizá-las, evitando cobranças desnecessárias e fortalecendo a relação com o seu parceiro ou parceira.

"Amor Invisí a rotina de um casamento" é um livro que não pode faltar na estante de quem busca um relacionamento mais harmonioso e feliz. Aproveite a oportunidade de adquirir essa obra essencial para a sua vida amorosa e adquira já o seu exemplar!

148 pages, Kindle Edition

Published April 21, 2023

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Profile Image for Eliane.
21 reviews4 followers
November 5, 2025
Eu gostei desse livro. A proposta dele é mostrar que, ao criar expectativas em relação ao nosso parceiro, podemos acabar nos frustrando bastante se elas não forem atendidas. O tal do amor invisível são aquelas atitudes que o parceiro faz e que pra ele é um sacrifício ou um ato de amor, mas que não nos damos conta de que aquilo exigiu do outro.

Meu quotes:

Não se começa o trabalho de manutenção de uma relação ou a resolução de conflitos através dos pontos de discordância.

Para outros, a não destinação de um presente nestas datas é um desrespeito e intensa falta de consideração com o outro.

Talvez seja este o maior segredo de presentear alguém: não apenas dizer que se lembrou, mas que valoriza a própria lembrança. Seja esta lembrança o que for ou quando for.

O excesso de expectativas, seja em relação a presentes, passeios ou comportamentos, causa frustração para todas as pessoas envolvidas em um relacionamento.

Dar um presente a alguém, para além de demonstrar àquela pessoa que ela foi lembrada, socialmente também transmite uma ideia muito importante que é de que eu, podendo comprar ou usar eu mesmo alguma coisa, optei por desistir de dar para mim mesmo e estou transferindo este meu benefício para outra pessoa.

Pode ser que existam outras maneiras pelas quais ela acredita expressar melhor o amor que sente por você.

Não adianta você tentar aplicar um tipo de convívio com uma pessoa que você idealizou na sua cabeça se esse comportamento não disser nada para aquela pessoa.

Nestes casos, é normal que você o ajude e vice-versa. Ninguém aprende, do dia para noite, como amar uma outra pessoa da forma como aquela pessoa deseja ser amada.

Lembre-se que seu parceiro, assim como você, te escolheu para tentar criar um relacionamento, ele provavelmente quer você. Mas ele também quer que você compartilhe das coisas que ele goste, e quer compartilhar das coisas que você gosta, então não custa estar e permanecer aberto a novas experiências, que vão desde dar e receber presentes até tentar novos passeios, amigos e novos pontos de vista.

Esteja aberto ao que seu cônjuge propor, mas lembre-se: você não precisa fazer nada que não esteja com vontade ou que te provoque desconforto, da mesma forma que a outra parte também não tem essa obrigação. Devemos encontrar um meio termo e experimentar: essa é a chave!

Cada dia que se passa torna-se ainda mais frequente a utilização do termo “solidão a dois”, porque muitos encontram-se no mesmo ambiente doméstico, às vezes no mesmo cômodo, porém cada um olhando para a tela do smartphone, conversando via WhatsApp ou curtindo postagens no Tiktok, Instagram, Facebook, YouTube, e deixando de tocar, acariciar, abraçar, beijar, dialogar e aprofundar os relacionamentos com a pessoa que está ao seu lado.

O que meu parceiro faz que me agrada? O que meu parceiro faz que me desagrada? O que meu parceiro deixa de fazer que me desagrada?

O que eu faço que agrada ao meu parceiro? O que eu faço que desagrada ao meu parceiro? O que eu deixo de fazer que desagrada meu parceiro?

Em nossa sociedade, fortemente influenciada pelo consumismo, é frequente associarmos afeto a demonstrações grandiosas ou mensuráveis por meio de bens materiais.

Se alguém presenteia com flores apenas para cumprir uma expectativa social de afeto, o gesto pode se tornar vazio e desprovido de sentido.

Em outras palavras, usar uma roupa que o parceiro aprecia, cortar o cabelo de um jeito que agrada ao outro, se barbear de uma maneira que o outro prefira, fazer pequenas carícias ao longo do dia, preparar ou comprar a comida favorita do parceiro, cuidar dele quando está doente — todas essas ações podem ser demonstrações de afeto mais significativas do que as convencionais, pois não se originam da necessidade de se mostrar afeto explicitamente, mas sim de um desejo genuíno de cuidar e agradar.

Essas possíveis discrepâncias entre o que é feito e o que é esperado acontecem, em muitos casos, porque algumas pessoas veem tais atitudes como meras obrigações, enquanto outras consideram-nas simples demais para serem reconhecidas como demonstrações de amor, ou ainda como uma forma de satisfazer necessidades pessoais. Novamente, retorna-se à questão da quantificação do gesto.

No entanto, Mariana opta por não defender a decisão de Carlos, pois entende que concordar com essa compra impulsiva seria endossar um comportamento prejudicial. Em vez disso, ela tenta conversar com Carlos sobre a importância de tomar decisões financeiras mais responsáveis e como eles podem trabalhar juntos para alcançar objetivos financeiros comuns.

Quando você ouve para compreender, é menos provável que ocorram mal-entendidos. Isso ocorre porque você está se concentrando no que está sendo dito, em vez de planejar sua resposta de forma precipitada e responder impulsivamente.

Quando o equilíbrio é rompido porque uma pessoa atende a todos os desejos do outro, enquanto as necessidades e vontades do primeiro são negligenciadas, o relacionamento corre o risco de seguir um caminho que não conduz à felicidade de ambos os envolvidos.

A principal dificuldade em aprimorar a relação está no fato de que isso envolve mudanças, e o relacionamento, frequentemente já funcional com os primeiros acertos, teme se alterar. Esse medo, mais comum do que se pode imaginar, pode levar a pessoa a omitir informações, a evitar trazer suas próprias mudanças para o relacionamento, já que a relação parece estar bem, e ela tem receio de estragá-la ou até mesmo uma certa preguiça de ter que redefinir os critérios e fundamentos nos quais o relacionamento foi construído.

No entanto, é praticamente impossível que um relacionamento a dois se prolongue no tempo no mesmo formato que foi desenvolvido no início da relação, porque todos nós somos aquilo que experienciamos na vida. Ou seja, somos seres em eterna mutação, e querer aplicar ao relacionamento um status de imutabilidade, ao invés de fortalecê-lo, o enfraquecerá, porque estará cheio de pequenas fissuras internas que bastará uma ventania mais forte para fazer ruir toda a estrutura.

Não podemos nos iludir a respeito disso: qualquer relação exigirá um certo grau de renúncia por parte dos envolvidos. Ninguém conseguirá obter tudo o que deseja exatamente como quer, e isso é uma verdade universal. Quem buscar isso ao longo da vida encontrará apenas profunda decepção.

Muitas vezes a felicidade pessoal é projetada na existência ou prevalência do outro, o que geralmente resulta em um desastre ou tem um prazo de validade curto.
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