Leather Binding on Spine and Corners with Golden Leaf Printing on round Spine (extra customization on request like complete leather, Golden Screen printing in Front, Color Leather, Colored book etc.) Reprinted in 2022 with the help of original edition published long back [1923]. This book is printed in black & white, sewing binding for longer life, Printed on high quality Paper, re-sized as per Current standards, professionally processed without changing its contents. As these are old books, we processed each page manually and make them readable but in some cases some pages which are blur or missing or black spots. If it is multi volume set, then it is only single volume, if you wish to order a specific or all the volumes you may contact us. We expect that you will understand our compulsion in these books. We found this book important for the readers who want to know more about our old treasure so we brought it back to the shelves. Hope you will like it and give your comments and suggestions. - Portuguese, Pages 234. EXTRA 10 DAYS APART FROM THE NORMAL SHIPPING PERIOD WILL BE REQUIRED FOR LEATHER BOUND BOOKS. COMPLETE LEATHER WILL COST YOU EXTRA US$ 25 APART FROM THE LEATHER BOUND BOOKS. {FOLIO EDITION IS ALSO AVAILABLE.} Complete Innocencia, pelo visconde de Taunay; edited with introduction, notes and vocabulary, by Maro Beath Jones. 1923 Taunay, Alfredo d'Escragnolle Taunay, Visconde de, -.
Inocência ,uma menina pura e dócil é prometida em casamento a Manecão ,um sujeito estúpido e metido a valentão.
Um dia Inocência adoece de maleita e é entregue aos cuidados de um médico (Cirino) que por aquelas bandas ia passando...Foi amor á primeira vista. E agora ? Por aquelas bandas de Mato grosso uma palavra dada valia mais que a vida..Pereira o pai de Inocência já tinha a prometido a Manecão!
Um amor impossível….um romance regionalista extraordinário..com personagens encantadores.
Don't judge a book by its cover, or its first chapter; the first few pages of Inocencia didn't catch my interest at all, it was difficult to go on and took all my willpower to keep reading. However, from the second chapter the novel becomes extremely interesting, so read on! I hear a lot of people criticizing the machista views of the book, but what most people don't seem to realize is that the characters in the novel challenge the gender norms of the times. Inocencia stands up to her father, and Cirino would rather die than let his beloved marry another just so her father won't have to go back on his word. They both risk their lives in a subtle -and unsuccessful- attempt to write their own fates. My favorite thing about this book is that it is set in Mato Grosso, a region that gets little to no representation in Brazilian culture. It was a nice surprise to find a literature novel set in my home state, and read a story set in the place I grew up in and know so well. While it is a Romanticism novel, Visconde de Taunay didn't use much of the extremely descriptive imagery and redundant metaphors that are typical of the genre, and Inocencia borders on Realism, and even on Naturalism, making the novel a fast read that I, a very slow reader, finished in one day.
Esta é uma daquelas histórias que nos encanta a primeira linha. A sua escrita me lembra a de Júlio Dinis e de José Alencar. Conta a história da menina Inocência que está prometida a Mancebão mas que ama Cirino.
E depois há toda uma discrição do sertão... O sertão que aprendi a admirar graças as novelas que tanto amo ver na Globo. Um sertão repleto de vida, cor e sabores. Um espaço idílico perfeito para uma bela história de amor. Mas não de um amor violento e intenso. E sim um amor casto e puro. A personagem de Inocência representa a ingenuidade e a fragilidade do primeiro amor.
Oi, gente! Resenha postada originalmente no blog Hoje temos resenha de "Inocência".
Título original em português (BR): Inocência Autor: Visconde de Taunay Páginas: 160 Editora: Ciranda Cultural*
Resenha O livro se passa entre 1860 e 1863. Cirino, nosso protagonista, era um jovem de vinte e cinco anos que auto intulava-se médico e viajava pelo sertão mineiro sem nenhuma grande pretensão, até que tudo mudou ao ser interpelado por Pereira e ir parar na casa dele para curar sua filha Inocência, esta sofria com febres e fraquezas no corpo. E depois de curar, Cirino, usando de seus conhecimentos adquiridos por alguns livros, crenças e rezas, aconteceu da febre passar para sua alma e coração, o que também é correspondido, mas é um amor impossível, visto que a moça estava para casar com um homem escolhido por seu pai. Pai este que é homem de seu tempo, rude e desconfiado que acreditou estar sendo afrontado por um alemão, Meyer, que era pesquisador de insetos e viajava recolhendo amostras pelo Brasil, apenas por chamar sua filha de bonita. Injuriado com tal situação, ele confessava seu dilema de acolher bem, por ter dado a sua palavra, e palavra de mineiro não volta atrás, e de proteger a honra de seu nome para o pseudo-médico Cirino, porém mal passava por sua cabeça que o jovem estava apaixonado pela menina.
Gostei muito, e, assim como "Amor de Perdição", é sofredor também, mas não focou apenas e tão somente no amor dos protagonistas, e isso foi um ponto muito positivo, não que eu seja contra romances românticos, mas quando dá uma "quebrada" é bem vindo para mim, teve a cena do leproso em que fiquei comovida, das descobertas do pesquisador e sobre dar a sua palavra e fazer cumprir. Fiquei indignada por ler como Inocência foi tratada pelo pai, do amor ao ódio em poucas frases, apenas por querer algo, querer escolher com quem se casar, um desejo tão simples. Triste isso.
Minha edição É capa mole, folhas estilo de jornal, com citações em cada começo de capítulo, notas de rodapé e capítulos bem curtos. Ela é bem frágil e amassa com facilidade. E sobre a capa: eu não gosto muito de rosto focado de frente, não que a moça não seja bonita, mas acho que se estivesse de lado iria ficar melhor.
Minha nota 🌟🌟🌟🌟 (4/5) Gostei muito desse romance e é por essa razão que ele recebe as quatro estrelas, só o começo que foi meio extenso e muito detalhado, um pouco cansativo eu diria, por isso da nota.
Sobre o autor Alfredo Maria Adriano d'Escragnolle Taunay nasceu no Rio de Janeiro em 1843, em uma família aristocrática de origem francesa. Foi físico, escritor, historiador, professor e sociólogo brasileiro. Principais obras: A Campanha da Cordilheira, A Retirada da Laguna, Inocência, Lágrimas do Coração, Ouro sobre Azul, Estudos Críticos , Amélia Smith, No Declínio e O Encilhamento. Faleceu diabético no dia 25 de Janeiro de 1899 no Rio de Janeiro. (Resumo dos dados biográficos encontrados no livro)
Visconde de Taunay deu um tapa na cara de jose de alencar ao escrever um romance com profundidade, bem trabalhado e com críticas sociais quanto ao patriarcalismo
Inocência é uma obra menor dentro do romantismo. Obviamente que o que estou comentando, para muitos, é quanto menos um pecado literário, contudo, esta foi a sensação que tive do começo ao final. O romantismo não é um dos períodos da literatura brasileira que mais me agrade, no obstante, as estórias acostumam a ser um tanto mais interessantes. Quando falo de interessantes, refiro-me a que, geralmente, o enredo abarca mais cenários, mais tramas, mais profundidade, mais complexidade. Inocência de Visconde de Taunay vai se repetindo ao redor de si até que nos últimos capítulos, por fim, acelera endemoniadamente. Porém, quando a coisa começa a ficar interessante, a obra finda-se abruptamente. Uma pena. Enfim, este romance regionalista não é uma má obra, mas penso que poderia ter sido algo muito melhor: Taunay tinha elementos vários para isso.
Esse livro é aquela história Romântica bem normal, protagonista se conhecem, apaixonam-se loucamente, o romance é proibido e no final os dois morrem, the end... Não é obviamente um livro feliz, mas a leitura é rápida e tem até uns trechos engraçados, os que envolvem Meyer e o empregado dele. No geral, é um bom livro.
This entire review has been hidden because of spoilers.
O livro é um clássico escrito em 1872. Uma historia de amor, sentimentalizada ao extremo e ambientada no interior do Brasil. O amor de Cirino por Inocência e o dela por ele parece não fazer parte deste mundo, não encontrando um lugar no mundo real. Ficou relegado então ao famoso “felizes para toda a eternidade”, pois uma vez mortos e livres da lei dos homens poderiam se reencontrar e viver este amor com a benção de Deus. Esta é uma visão que vem de encontro à visão platônica, defendida por vários autores e poetas. Pegando o fim do romantismo, marca uma transição para o naturalismo e o realismo. Interessante resaltar os aspectos culturais que o livro trás. Para o homem sertanejo o casamento era um contrato, muitas vezes uma promessa entre amigos, em que a mulher era oferecida a um homem e poderia ser aceita ou não, fato que poderia trazer até a desgraça a uma casa em caso de recusa. As vontades ou mesmo os sentimentos da mulher não contavam, pois era vista como um ser inferior, cuja principal função era a reprodução e zelar pelo marido. Os padrões morais do homem do sertão parecem ficar distantes dos padrões morais do homem que vive na sociedade urbana, vistos sobre o prisma da contemporaneidade. No mundo sertanejo, em seu universo simples e rude, a vergonha e a honra fazia-se valer a vida dos homens. Nessa realidade o amor não devia ultrapassar os limites da conveniência e os acordos entre compadres. O sentimento era visto como luxúria. O autor reconstrói esse universo que conheceu em sua vida militar, e deixa ao leitor um legado, uma realidade praticamente já não existente.
Fiquei muito tempo esperando esse livro ficar bom... Vamos aos únicos dois pontos positivos: o tema da história (romance, gosto bastante) e frases belíssimas sobre amor. Agora sobre tudo que me incomodou: Como já se espera de um romance romântico, os personagens se apaixonam extremamente rápido e são muito, muito intensos. Isso me incomodou porque, apesar de ser uma grande fã do romantismo brasileiro (principalmente das obras de José de Alencar), tenho lido muitos romances que mostram o desenrolar da paixão e de relacionamentos que vão se construindo aos poucos. Não consegui acreditar na paixão de Cirino e Inocência e tive a impressão de que se eles esperassem alguns meses iam esquecer um ao outro e seguir a vida. Não consegui me conectar com a história e o que me manteve firme na leitura foi a fama do livro de ser sobre "um amor muito forte e muito sofrido", eu estava realmente querendo sofrer por eles, mas não foi dessa vez. Apesar de tudo fico feliz por ter lido esse clássico mesmo que não tenha sido uma grande experiência pra mim.
Eu amo tanto esse livro! Minha experiência com ele foi puro acaso, devido a um trabalho de ensino médio. Foi amor à primeira vista. O enredo não tem nada de surpreendente, mas não foi ele que me chamou atenção. O que me encanta em Inocência é a habilidade que Taunay tem de nos transportar, através de descrições de paisagens, análises de personagens e transcrição de dialeto, ao interior do Brasil do século XIX. Ele apreende regionalismos linguísticos com muita naturalidade, além de insistir no tema ao nos apresentar as personagens. Bom, acho que não posso falar muito mais pois tem tempo que não leio, mas pretendo reler em breve!
O livro conta a história de um mancebo que tem uma farmácia e sai pelo Brasil se passando por médico.
Ao chegar no Mato Grosso do Sul, Cirino fica hospedado na chácara do Sr. Pereira, um mineiro que tem a filha doente. Ao tratar de Inocência, ambos se apaixonam perdidamente.
O problema é que a moça já está noiva de outro homem, prometida pelo pai, e palavra de mineiro não volta atrás.
O livro retrata bem a Natureza do Cerrado, já que o autor descreve a flora e fauna locais. É também um espelho da dicotomia entre cidade e campo e da época.
Ao princípio o livro é chato, mas depois da primeira metade fica melhor.
A única coisa que posso escrever sobre esse livro é que ele termina quando finalmente está ficando a interessante a história, talvez eu esteja mal acostumado com livros de mais de 500 páginas e esse me deixou com gosto de quero mais, mesmo o autor me parecendo do tipo de quem tem mais amigos ilustres do talento em si (cof, cof Martin...). :D
The viscount drops very nice mentions of Scott, Lavergne and many other fantastic writers between chapters. Besides, he gets the reader familiar with the hinterlands' idioms, everyday life and its landscapes.
Livros antigos me deixam lelé da cuca, não foi um completo desastre, mas não é como se eu tivesse gostado muito. Perdeu-se aí umas duas horas, recupero-as longe deste aqui.
História emocionante e bem humorada. Me cativou bem mais do que esperava devido às comparações do autor com José de Alencar, cujo acho as obras chatissimas, salvo Senhora, é claro rs.