O objetivo da obra é expor a filosofia cristã à luz da pressuposição agostiniana "creio para compreender".
No capítulo um, prolegômenos, Naugle explica que o conceito de prolegômenos significa a apresentação das premissas fundamentais de uma filosofia. Em uma filosofia cristã, é preciso assumir que todos os seres humanos são religiosos e que a filosofia cristã deve ser derivada do teísmo trinitário canônico. Características de uma filosofia cristã: distinção criador e criatura, a graça restaura a natureza, a distinção estrutura e direção, graça comum, a fé como parte da natureza humana.
No capítulo dois, sobre metafísica, Naugle explica que em uma filosofia cristã Deus é triúno e criou uma realidade objetiva na qual pode intervir.
No capítulo três, antropologia, o ser humano é imagem e semelhança de Deus, foi criado para adorar e deve exercer o mandato cultural. Cristo é o homem perfeito. O ser humano tem dignidade inata dada pelo próprio Deus.
No capítulo quatro, sobre epistemologia, Deus garante a validade do conhecimento. É possível ter acesso ao conhecimento de Deus pelos livros da natureza e da revelação. O conhecimento humano passa pela reordenação dos amores.
No capítulo cinco, da ética, todos temos uma lei natural inata que indica comandos gerais éticos. A revelação amplia e especifica comandos éticos. A ética demanda narrativa. A ética cristã é apodítica (certa e determinada), salvo casos excepcionais.
No capítulo sobre estética, o autor entende que Deus é o parâmetro do Belo. O ser humano pode discernir intuitivamente a beleza. Deus nos deu o senso do belo. Em Cristo, a beleza da criação é restaurada.
No último capítulo, Naugle diz que filósofos cristãos devem ter Cristo como exemplo da busca da verdade e da sabedoria. Cristo é Senhor da filosofia.