A perspectiva de Zuenir nesse livro é terrivelmente viciante. E o mais incrível énlee um livro de 20 anos atrás que marcava o início do que já nos é cotidiano, e que de certa forma nem começava ali, mas sempre vemos os problemas como novidade pela forma que são noticiados. Há vinte anos atrás falava-se do tráfico, de ocupação militar em favelas, de chacinas, de corrupção policial, de extermínio da população pobre e negra, de direitos humanos, de ongs, da igreja evangélica... Um retrato do Rio de 2013 pintado no século passado. Maravilhoso!