Seis autores, seis histórias, um dia que transformará suas vidas para sempre. Garanta já A gente se vê na Parada, antologia de contos LGBTQIAP+ protagonizada por personagens queer.
O que Azad, Milena, Nicolas, Íris, Odara e Romário têm em comum? Todos estão em São Paulo na data mais colorida do ano. Por força do destino, os seis passarão pela Avenida Paulista no dia 11 de junho, quando viverão os momentos mais transformadores de suas vidas.
Em seis contos emocionantes, os autores Abdi Nazemian, Ariel F. Hitz, Arquelana, Mariana Chazanas, Pedro Rhuas e Ryane Leão apresentam histórias que celebram as inúmeras formas de amor e os múltiplos encontros da comunidade queer durante a maior Parada do Orgulho LGBTQIAP+ do mundo.
Abdi Nazemian is the author of Only This Beautiful Moment - winner of the 2024 Stonewall Award and 2024 Lambda Literary Award - and Like a Love Story, a Stonewall Honor Book and one of Time Magazine’s Best YA Books Of All Time. He is also the author of the young adult novels Desert Echoes, The Chandler Legacies, and The Authentics. His novel The Walk-In Closet won the Lambda Literary Award for LGBT Debut Fiction. His screenwriting credits include the films The Artist’s Wife, The Quiet, and Menendez: Blood Brothers and the television series Ordinary Joe and The Village. He has been an executive producer and associate producer on numerous films, including Call Me by Your Name, Little Woods, and The House of Tomorrow. He lives in Los Angeles with his husband, their two children, and their dog, Disco. Find him online at abdinazemian.com.
Uma coletânea de contos que se entrelaçam, escritos de forma simples e fluída por 6 autores incríveis. “A gente se vê na parada” é mais do que uma história com temática LGBT+: é uma celebração do orgulho e da felicidade de ser e fazer parte dessa comunidade tão incrível. Sempre que pegava o livro para ler um conto, sentia um quentinho no coração. Recomendo muito para quem busca uma história simples, divertida e agradável.
Visão positiva: A ideia geral do livro era promissora. De modo total, é uma leitura leve. A capa do livro é bem bonita, gosto muito de ser continuada na contracapa. Tem sumário! O melhor conto foi da Arquelana, titulado como A Odisseia Grega de Íris e Genevieve. Taylor Swift esteve aqui.
Visão negativa: A margem desse livro é horrível! HarperCollins, por que? Percebi erros de revisão textual. Esse Palavras Nunca Ditas deveria ter ficado silenciado. Epílogo só foi necessário para a Odara, que teve um final oficial enfadonho. Aparece linguagem "neutra". Não impacta tanto.
Temas relevantes: Movimento LGBTQIA+; Orientação sexual; Preconceito; Exposição excessiva nas redes sociais; Literatura; Cultura brasileira; Música; Arte; Família; Política; Especulação imobiliária; Faculdade; Carnaval; Amizade; Mitologia grega; Existencialismo; Trabalho remoto; Jogo eletrônico; Amor; Poema; Assédio sexual; Taylor Swift; Esporte feminino; Autoconhecimento; Polícia nacional; Orgulho; Fofoca; Depressão; Heterossexualidade compulsória; Vivência negra; Medo...
Período marcante: "Livros nos ensinam a prestar atenção. Nos treinam para procurar nuances em vez de partir direto para o modo reativo. Os livros nos permitem nutrir empatia por pessoas que talvez não se pareçam tanto com a gente e a imaginar como seria estar no lugar delas. Livros nos ensinam a resistir ao mundo em que vivemos, em que tudo é urgente e as pessoas julgam logo de cara em vez de tirarem um tempo para fazer as perguntas certas."
Em resumo: Se você tiver poucas leituras interessantes, pode ser válido para ler uma vez, mas não recomendo.
Por fim, é um livro 2,5 stars ★ ★ ★/2
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Nessa coletânea de contos, escritos por 6 autores diferentes, as histórias e os personagens de cada um se conectam através de um lugar comum a todos: A Parada do Orgulho LGBTQIAP+ de São Paulo de 2023. Os personagens e suas tramas se encontram e se entrelaçam, algumas de maneiras mais óbvias e diretas, outras de modo mais sutil, mas todos se encontram no final.
É interessante ver a individualidade de cada autor tão presente em cada conto ao mesmo tempo em que criam um retrato de como o mundo hoje parece tão pequeno. Todos parecem se conhecer ou se conectar de algum modo, e A gente se vê na parada reflete isso de um jeito muito natural e orgânico, quase como um easter egg de uma narrativa para a outra.
Contudo, alguns dos contos parecem adotar um tom quase professoral, passando a impressão de que o objetivo principal era ensinar uma moral perdendo, assim, a naturalidade da história em mãos. Os meus contos favoritos foram A hora certa, de Mariana Chazanas; Amo mulheres desde que percebi o amor, de Ryane Leão; e O retorno triunfante de Minah Mora, de Pedro Rhuas. Este último serve quase como o ponto de encontro final de todas as histórias anteriores, a culminância desse projeto que dá todo o protagonismo ao Orgulho LGBTQIAP+ da maneira mais bela possível.
O conto de Mariana Chazanas é protagonizado por uma menina assexual e mostra como o amor e as relações humanas tem múltiplas facetas, assim como estamos sempre aprendendo sobre nós mesmos. Já o conto de Ryane Leão é um conto inteiro escrito sem as frases com inicial maiúscula e mesclando poesia e prosa de modo espetacular, belo e lírico.
Uma coletânea que merece sim ser lida, que surpreende, encanta e emociona, capaz de engajar pessoas diferentes com vivências diferentes.
Es un libro increible, soy estudiante de intercambio en Brasil y no solo me ayudo a conocer la perspectiva de la comunidad en el pais si no tambien la importancia de la parada en el mismo, asi como ame ver como explicaban cosas tan comunes en el pais como lo es la coxinha y el simple hecho de mencionar cual es la forma correcta de comerla como cultura. Algo que el mundo olvida de como se deveria de realizar un activismo poltico correcto, a veces lo olvidamos incluso yo como universitaria. Este libro me dio la fuerza de voluntad de ir de Bahia a la Parada LGBTQIA+ Sao Paulo y no puedo describir lo que significo para mi, desde ese momento de hacer las cosas con miedo, hasta enamorarme de cada lugar de la ciudad, comprendo que para alguien de Brasil podria mencionar todas problematicas de las cuales fui consiente estando ahi, pero espero que nunca deje de ser una ciudad tan especial , las personas ahi son unicas, su forma de ver el mundo y quede enamorada tambien de su acento paulista. Espero con ansias regresar algun dia, mientras tanto disfrutare de mis ultimas semanas en Brasil sin dejar de agradecer a este libro por ayudarme a recordar en que parte del mundo me encuentro y lo inefable que es la vida.
Uma antologia de seis contos lgbtqiap+ que se passam na mesma parada e que estão interligados, o final vai te fazer gritar!
Fui avaliando cada conto ao longo da leitura e me emocionei em praticamente todos, tem todo tipo de representatividade e me ver em uma leitura é sempre surreal.
A escrita de todos os autores são lindas, fluídas e ligadas de comédias, além dos momentos que gritam pra você se orgulhar se si é de quem tu ama.
É o tipo de leitura que toda pessoa da comunidade deveria ter acesso, trata de assuntos que nos machucam demais, mas também mostra que sempre, em algum momento, a gente vai ter alguém pra se segurar. É uma leitura de amor e que leva tempo para superar cada história.
“A gente se vê na parada” foi uma leitura deliciosa. O que mais me marcou é a leveza das histórias: mesmo tratando de temas queer, que tantas vezes na literatura estão ligados à dor, aqui tudo respira emoções positivas, romance e a celebração de viver.
Gostei especialmente de como cada conto parece já começar no meio da vida dos personagens — nada de longas introduções, vamos direto para momentos que importam. E o detalhe que faz toda a diferença: os personagens circulam pelas várias histórias, cruzam caminhos, aparecem em diferentes perspetivas. Isso cria uma sensação de comunidade muito real, quase como se estivéssemos mesmo numa Parada, vendo rostos conhecidos a passar, a sorrir e a partilhar pequenos pedaços de si.
Foi refrescante ler um livro queer que não se centra no sofrimento, mas na alegria, no amor e na descoberta. Uma coletânea que deixa o coração mais leve
Histórias muito bonitas, inspiradoras, engraçadas e com uma imensa sensibilidade. Foi um livro que me deixou com um quentinho no peito e inspirada para a parada que vai acontecer neste domingo. Talvez eu não consiga estar lá por questões familiares, mas sentir toda essa força da comunidade LGBTQIA+ me deixou com os olhos marejados. Amo nossa pluralidade e, como também foi colocado no livro, é muito importante poder construir nossa forma de ser-no-mundo, e a leitura me deixou pensativa em como não estamos sós para passar por isso. Foi uma leitura gostosa e rápida. Me pegava rindo sozinha de referências, e nesse um dia que passei lendo, me senti muito inspirada em ser mais "eu". Recomendadíssimo.
Uma coletânea de contos que se entrelaçam, escritos de forma simples e fluída por 6 autores incríveis. “A gente se vê na parada” é mais do que uma história com temática LGBT+: é uma celebração do orgulho e da felicidade de ser e fazer parte dessa comunidade tão incrível. Sempre que pegava o livro para ler um conto, sentia um quentinho no coração. Recomendo muito para quem busca uma história simples, divertida e agradável.
Esse livro foi uma feliz descoberta, eu não gosto muito dessa estrutura de livro, 6 capítulos e cada autor escreve uma história que vai se unir no final, normalmente não flui bem. Aqui deu certo, flui bem, traz personagens muito complexos, únicos e com muita diversidade. Mas, ainda assim, pra mim ficou faltando um encerramento melhor de cada personagem, mas valeu a pena a leitura, livro lindo, super recomendo.
1. A hora certa. 2. Amo mulheres desde que percebi o amor. 3. A odisseia grega de Íris e Genevieve. 4. O retorno triunfante de Minah Mora. 5. FOFO. 6. Palavras nunca ditas.
Confesso que só gostei mesmo de três contos, os outros não achei tão cativantes e a leitura não me prendeu tanto.