Andre Diniz tells the extraordinary story of Mauricio Hora, who lives in one of the most dangerous slums (favelas) in Rio, Brazil. In spite of the odds, Hora has made a name for himself internationally as a photographer. We are led from his challenging childhood living with his drug dealer father up to the present day.
O traço não é o meu favorito, é muito carregado e grotesco, por vezes torna-se difícil distinguir certos detalhes. Quanto ao conteúdo, gostei bastante de conhecer a história por detrás da primeira favela brasileira, mas acho que o traço não me permitiu conectar mais com as personagens e as suas vivências.
no estilo banda desenhada, aborda o crescimento do autor numa favela do Rio de Janeiro. é uma leitura leve mas interessante para quem goste deste tema.
Una rareza: biografía autorizada en historieta narrada en primera persona pero sin ghost-writing. Lindo, triste, duro como toda historia de favela, mensaje positivo, agridulce, ganas de cambiar el mundo y certeza de no poder hacerlo.
El dibujo se queda un poco atrás pero acompaña y compensa por la personalidad. El paralelismo con Cidade de Deus es inevitable pero más que nada por la similitud de las historias de los protagonistas (la vida en la villa, el uso de la fotografía, el paso del tiempo y epoca). Quise ver más fotos del quía (acá hay), sobre todo las que se ve que saca en el comic.
Me quedo con la frase "Chorro de mierda sos vos, hijo de puta" (a un cana).
9/10 Excelente livro! São raros o livros, pelo menos aqueles que já me passaram pelas mãos, que falem abertamente da vida numa favela. Achei extremamente enriquecedor tendo em conta que não tenho o mínimo contacto com a vivências nas favelas ou com pessoas que aí tenham nascido e crescido. Esta é a história do fotógrafo Maurício Hora, nascido e crescido no Morro da Providência, o primeiro a ser ocupado na cidade, em 1897, pelos combatentes do Exército brasileiro. Esta é a história de um criança com um pai constantemente na prisão pela venda de droga e ainda pela perda de vários amigos e familiares para as armas e a violência.
Acho q só quem tem raizes em favelas saberá o quanto esse livro é fiel, me causou varias lembranças de historias antigas... enfim. O traço lembra um pouco o da marjane satrapi, só q bem mais estilisado e "competente" e uma coisa interessante: ñ fazia ideia da relação entre a guerra de canudos e o morro da providência. Seria fantastico se alguns jornalistas se juntassem e fossem atrás dessas historias do surgimento de cada uma das nossas favelas e publicassem. pode ser q já tenha, mas desconheço.
"Favela w kadrze" to kapitalna opowieść o życiu w biednej dzielnicy na wzgórzu Favela (Rio). Całość, zrobiona w prześlicznej technice na wzór czarno-białych wycinanek, składa się na jeden z bardziej poruszających komiksów, jakie czytałem. Dosyć niszowe (jeszcze) wydawnictwo Mandioca stawia na nieznanych u nas autorów z Ameryki Południowej, a więc gratka spora. Czytałem, a w tle leciała świetna muzyka (wspomnianego zresztą w treści) Egberto Gismontiego. Poleca się.
A boy grows up in a ‘slum’ and becomes a photographer.
The story / biography was very powerful, but the graphics were confusing, which was a real shame as what was being reported needs to be heard / read by as wide an audience as possible.
I read this quickly and very much appreciated the account of life in a Brazilian favela or slum. But the thing I liked best about this graphic novel was the style of illustration, which appears to be done entirely in black and white paper cuts.
Gosto muito dos trabalhos de André Diniz mas este foi o que gostei mais. Um retrato da vida nas favelas do Rio de Janeiro muito verdadeiro e humano. Grande novela gráfica!
O quadrinho de André Diniz retrata a infância e a vida de Maurício Hora, fotógrafo responsável por projetos que deram visibilidade à vida e à rotina da favela da Providência. Intitulado Morro da Favela, é em partes biográfico, em partes crítico a respeito da brutalidade policial e dos preconceitos de classe.
Esse quadrinho é uma leitura rápida e envolvente desde as primeiras páginas. Conhecemos o garoto Maurício e sua família; eles vivem na favela da Providência, antes chamada Morro da Favela. Seu pai, antes bicheiro, passa a traficante. E a vida de Maurício é esse vaivém de situações comumente causadas pelo pai, pelos humores da mãe ou pelo simples fato de viver em meio à conturbações.
A trajetória de Maurício é envolvente em sua simplicidade; entendemos os dramas e os percalços da sua infância, seu amor pela família e pela favela, conhecemos o seu gosto por fotografia ao mesmo tempo em que equilibra toda uma rotina com as perturbações que o tráfico e a polícia causam em seu lar.
O quadrinho traz exemplos reais da brutalidade policial no morro, ao mesmo tempo em que também mostra os percalços que o tráfico emprega aos moradores. Não há vilania porque não há o que vilanizar em uma situação social com tantas camadas; as questões de classe também falam alto e são escancaradas pelo autor.
Gostei demais do estilo das artes desse quadrinho; em tons de preto e branco, Morro da Favela ilustra a história de um garotinho inserido em um contexto social complexo, desenrolando a sua história e os percalços dela com um texto simpático e fluído.
As fotografias de Maurício Hora que aparecem no fim da edição são lindas e exemplos bem vívidos de tudo o que conhecemos através do seu eu-personagem. Elas encantam, trazem questões e dão cor a uma história até então monocromática, tal qual a questão social em que a história está inserida.
Morro da Favela é uma excelente leitura para conhecer. Para entender mais sobre questões que são tão pertinentes e importantes no contexto social do Brasil; de classe a raça e sociedade.
Originalmente publicado no Brasil em 2011 e em Portugal pela Polvo em 2013, este livro retrata as memórias do fotógrafo Maurício Hora, gerado e criado no Morro da Providência (Rio de Janeiro), também conhecido como Morro da Favela, a primeira favela brasileira, nascida em 1897.
Um relato verdadeiro e humano da vida quotidiana nas favelas do Rio de Janeiro do ponto de vista de um morador. Desenho forte, em contrastes de preto e branco, para melhor representação daquela realidade. Leitura necessária e deveras enriquecedora.
A edição a que eu tive acesso inclui ainda 14 páginas com fotos de Maurício Hora.
Este trabalho conquistou o PRÉMIO HQMIX 2012 (Brasil) nas categorias Melhor Edição Especial Nacional e Melhor Roteirista Nacional.
Fiquei muito sentido. A vida pode ser muito dura pra muita gente, isso é muito injusto. Gostaria que as coisas não fossem tão difíceis e sofridas. Esse livro me lembrou bastante Olhos d'Água, pelo menos na forma que me senti ao ler - as vezes que me senti sem chão. Apesar de tudo e muito as pessoas seguem sorrindo; sendo do bem. Isso sim é uma foto bonita.
A fotografia constrói narrativas, subverte realidades e permite o sonho. Essa HQ escrita pelo André sobre a história de Maurício Hora no primeiro morro do Rio de Janeiro foi uma ótima descoberta. Sensível, triste e bonito. Recomendo.
This is the biography of the photographer Maurício Hora, who was raised in Morro da Providência, Rio de Janeiro. It´s nice to see this book translated to english, giving a real insight to the problems in the slums in Rio. André Diniz´s style of illustration is also very uncommon.
"I grew increasingly aware that photography could be an important social weapon. This holds me back as a photographer, because I´ve become part anthropologist, part historian and part social worker."
6.8 Wyraźnie odznaczająca się wizualnie technika to powiew świeżości. Sama opowieść zbyt krótka i pobieżnie przedstawiająca życie Faveli, jednak na tyle interesująca, że aż popychająca do sięgnięcia po kolejne historie o regionie. Bardzo szczera i uderzająca czytelnika prostymi momentami piękna (tzw. wholesome) jak i brutalnością życia.
A breezy biography told in black-and-white paper cut-out style illustration about the life of a boy who lived and still lives in Rio de Janeiro's first favela. His is a story of first-hand danger, second-hand cameras, and third-world resilience.