NEW ADULT - MELHOR AMIGO DO IRMÃO - ROMANCE PROIBIDO - BADBOY VS PATRICINHA Ele é o melhor amigo do meu irmão.
Eu posso ser sua ruína.
Ele é calmaria.
Eu sou furacão.
Ele é brisa leve.
Eu sou tempestade.
Ele é tudo aquilo que eu deveria manter distância.
Proibido. Inalcançável.
Seus olhos são vazios e seu sorriso, maldoso.
Asher Dempsey anda pelo campus exibindo sua jaqueta de couro e o cigarro entre os dedos, como se o mundo coubesse em suas mãos e fingindo não notar o quanto éramos perfeitos um para o outro.
Eu sempre tive uma queda por garotos tristes e ele estava prestes a descobrir que Kimberly Ballard tinha tudo o que queria.
O livro é um fast burn, em que o relacionamento é relativamente bem construído. Tenho altas críticas à essa obsessão de autoras nacionais em forçar uma história que se passe fora do Brasil, porque na maioria das vezes apresenta diversos problemas de construção, e nesse livro não foi diferente. Sobre os personagens: o protagonista masculino é completamente fora da realidade constantemente lembrando o leitor de que a ficção não passa de uma criação de uma mulher, de forma que o leitor o tempo todo rememorado de que ele não possui nenhum pingo de naturalidade, sendo apenas um estereótipo mal escrito forçado em todos os seus trejeitos. Pessoalmente, achei o interlúdio com obra de universo de outra autora totalmente desnecessária e pouco natural. Em alguns momentos se assemelha a uma versão meio dark (e ruim) de Belo Desastre. Em vários momentos, a transição ocorre de maneira muito ruim e repetitiva entre os primeiros capítulos, em especial os que mudam o ponto de vista. O livro se mostra várias vezes previsível. Pode-se claramente perceber erros na construção dos eventos do passado, quando em momentos do livro o personagem teria idades diferentes para um mesmo evento. A “trama” e o “plot” em relação ao “vilão” e sua revelação ocorrem de forma confusa e mal construída. As indicações de leitura prometiam um livro de hot de alta qualidade, mas a verdade é que a tão acalmada cena ocorre rápido demais - e a única que acontece, e o restante é muito mais provocação do que realmente ação.
“Perdendo o Controle” é um livro ok, com um enredo ok e com personagens nada demais, nem um pouco marcantes, sendo, portanto, um livro ideal para ler quando se está sem opção.
Esse livro tem a trope de amor proibido com o melhor amigo do irmão, e confesso que é algo que eu amo, mas esse livro não conseguiu me prender, dado ao desenvolvimento bem meia boca que teve. A história não me cativou visto que não tinha uma linha de raciocínio bem definida, e nada de muito interessante.
Os personagens foram bem mais ou menos, chegando a serem insuportáveis e muitos momentos, e bem dramáticos em outros. Para mim Kimberley e Asher não entregaram muita química, além de não serem muito interessantes.
Os personagens secundários também não me prenderam, então não irei continuar a saga, e o desenvolvimento dos plots secundários foram mal trabalhados – toda a relação da Kimberley com o pai e os traumas dela.
Então é isso, se quiser ler um livro para passar o tempo, esse é ideal.
O Plot de "namorada do melhor amigo" é um dos meus favoritos, e foi por isso que esse livro me chamou tanta atenção. Li esse livro em uma sentada, fluído e envolvente, personagens interessantes e com passados complicados.
Eu sou cadelinha da escrita da Júpi, é sempre muito fluida e te faz perder um pouco a noção do tempo enquanto lê. O casal, não é dos meus favoritos dela já que eu não sou a maior apreciadora de fast burn, prefiro uma coisa mais lentinha e mastigada.