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Interlunio : poesias / de Eugenio de Castro. 1894 [Leather Bound]

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This edition features a leather binding on the spine and corners, adorned with gold leaf printing on the rounded spine. Additional customizations are available upon request, such as full leather binding, gold screen printing on the cover, colored leather options, or custom book colors. Reprinted in 2018 from the original edition published many years ago [1894], this book is presented in black and white with a sewn binding to ensure durability. It is printed on high-quality, acid-free, natural shade paper, resized to meet current standards, and professionally processed to maintain the integrity of the original content. Given the age of the original texts, each page has been meticulously processed to enhance readability. However, some pages may still have minor issues such as blurring, missing text, or black spots. If the original was part of a multi-volume set, please note that this reprint is a single volume. We hope you understand these limitations and appreciate our efforts to preserve this valuable piece of literary history. We believe this book will be of great interest to readers keen on exploring our rich cultural heritage and are pleased to bring it back to the shelves. We welcome your feedback and suggestions. Portuguese, 96. Full leather binding is available for an additional $25 beyond the price of the standard leather-bound edition. {Folio edition also available.} Complete Interlunio : poesias / de Eugenio de Castro. 1894 [Leather Bound] by Castro, Eugénio de,

96 pages, Leather Bound

Published January 1, 2018

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Eugénio de Castro

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Formado pela Faculdade de Letras de Coimbra, aí viria a desempenhar funções docentes e diretivas. É ainda durante os estudos académicos que Eugénio de Castro funda, em 1889, com João Menezes e Francisco Bastos, a revista Os Insubmissos, criada com o intuito deliberado de rivalizar com a revista académica Boémia Nova, lançada por Alberto de Oliveira e António Nobre. Eugénio de Castro colaborou em várias publicações periódicas do século XIX, nomeadamente: A imprensa (1885-1891), Ave azul (1899-1900), A semana de Lisboa (1893-1895), A leitura (1894-1896), Branco e Negro (1896-1898); nas duas séries da Ilustração Portuguesa: Ilustração Portuguesa (1884-1890) e Illustração portugueza (iniciada em 1903); e ainda em diversas revistas do Século XX, entre as quais a revista Serões (1901-1911), Atlantida (1915-1920), Contemporânea (1915-1926), Revista de turismo, iniciada em 1916, no periódico O Azeitonense (1919-1920) e na revista Ilustração (iniciada em 1926). Em 1890, entrou para a história da literatura portuguesa com o lançamento do livro de poemas Oaristos, marco inicial do Simbolismo em Portugal. Em 1895, Eugénio de Castro funda a revista internacional A Arte, que, anunciando a colaboração de autores como Paul Adam, Gabriele d'Anunzio, Maurice Barrès, Gustave Khan, Maeterlinck, Stéphane Mallarmé, Jean Moréas, Jules Renard, J. H. Rosny, ou Verlaine, pretende constituir, ligando alguma poesia portuguesa (sobretudo a do autor) à poesia europeia, um elo no movimento simbolista internacional, com cujos representantes Eugénio de Castro mantinha, aliás, correspondência.

A obra de Eugénio de Castro pode ser dividida em duas fases: a primeira, a fase simbolista, corresponde de um modo geral à sua produção poética até o fim do século XIX, que apresenta algumas características da Escola Simbolista, como o uso de rimas novas e raras, novas métricas, sinestesias, aliterações e vocabulário mais rico e musical. A segunda fase da obra de Eugénio de castro, a fase neoclássica, é caracterizada por um produção literária em que o poeta se volta para a Antiguidade Clássica e para o passado de Portugal, revelando um certo saudosismo. A feição neoclássica de Eugénio de Castro sobressai particularmente em Silva (1894), Salomé e Outros Poemas (1896), na peça dramática Constança (1900) e em A Fonte do Sátiro(1908).

Eugénio de Castro casou-se em 22 de Maio de 1898 com Brígida Augusta Correia Portal, e desse casamento houve seis filhos. Foi homenageado em Coimbra através da atribuição do seu nome a uma escola da cidade - o Agrupamento de Escolas Eugénio de Castro. Em 1949, a Câmara Municipal de Lisboa homenageou o escritor dando o seu nome a uma rua junto à Avenida da Igreja, em Alvalade.

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