Neste romance de Luiz Eduardo Soares, um homem simples do interior do nordeste cruza o país, de 1955 a 2005, migrando da violência institucionalizada — foi pistoleiro na ditadura — à nobreza do amor paterno — mais velho, torna-se um pai dedicado e trabalha como porteiro no Leblon. Diante de impasses e bifurcações do destino, os protagonistas deste romance feroz se movimentam com uma energia dramática que captura o leitor desde a primeira página.
Não é um livro ruim, mas achei que iria se aprofundar nos personagens ou o que estava acontecendo na época, o que não aconteceu. Achei algumas coisas meio jogadas e queria que fossem mais aprofundadas, porque não consegui ligar para nenhum personagem, a parte mais tocante foi da Branca e do Gregório, mas mesmo assim, que nem todos os relacionamentos (amorosos ou não) entre os personagens são muito aleatórios. Tirando isso gostei muito da relação do protagonista com a Branca e o "Eugenio"