Nasceu na Figueira da Foz a 4 de fevereiro de 1881 e faleceu em Lisboa a 25 de Outubro 1960. Foi escritor, pedagogo e político. Formou-se em Direito pela Universidade de Coimbra. Durante a primeira República (1910 a 1926) exerceu vários cargos políticos, nomeadamente os de director do Ensino Primário, director do Ensino Secundário, secretário-geral do Ministério da Instrução e ministro dos Negócios Estrangeiros. Foi um grande impulsionador das relações luso-brasileiras. Dirigiu a revista Atlântida, na qual contou com a colaboração dos principais escritores lusófonos da década de 1910-1920. Foi membro da Academia das Ciências de Lisboa e sócio da Academia Brasileira das Letras. Recebeu a cruz da Ordem do Cruzeiro do Sul em 1945. Foi dedicado às letras, deixando uma obra importante, na sua maioria dispersa por várias publicações. Nos Últimos anos de vida dedicou-se a adaptar em prosa, para os mais jovens, alguns dos mais importantes clássicos da literatura como, por exemplo, Os Lusíadas de Luís Vaz de Camões, A Eneida de Virgílio,e A Odisseia de Homero.
Foi o livro mais chato que eu ja li e é a versão adaptada,nem quero imaginar o original.O maior problema deste livro é a vanglorização excessiva feita aos portugueses.O problema aqui não é a adaptação pois esta tem uma linguagem simples e compreensivel,o problema é mesmo a história em si,que quase retrata os portugueses como se fossem deuses.Enfim já ninguém me devolve o tempo que perdi a ler isto.
Faz parte do plano escolar os alunos lerem excertos de "Os Lusíadas". A obra de Camões, poesia épica, visa glorificar o povo lusitano. A acção principal centra-se no caminho marítimo para a Índia de Vasco da Gama. A obra original está repleta de figuras de estilo, como seria de esperar da poesia: metáforas, personificações e invocações. Nesta narrativa, adaptada por João de Barros, o leitor poderá compreender melhor o conteúdo de "Os Lusíadas": a interferência dos Deuses na viagem, a Ilha dos Amores, o encontro com o Rei de Melinde, referências a epopeias gregas, entre outros. Para aqueles que precisam de complementar os seus estudos, este é um bom livro para vos ajudar. E como um dos personagens do livro é Vasco da Gama, achei que ir visitar o seu monumento seria adequado. Vasco da Gama nasceu em Sines, em 1469, e um dos doces regionais é o "Vasquinho", em sua homenagem. Assim que puderem venham fazer uma visita 🥰
Obviamente, li este livro por causa da escola e surpreendentemente até gostei. Não foi uma leitura que adorei, mas até foi interessante conhecer mais um pouco mais da história de Portugal. Acho que podia ter sido mais simplificado em alguns momentos, porque eu fiquei um pouco confusa e supostamente é uma versão para ser contada às crianças, mas talvez perdesse um pouco a essência do texto original 🤷♀️, não sei porque não li o original.
Eu nunca li os Lúsiadas por isso não sei se está bem adaptado. Não gostei muito da vangloriação excessiva que é feita ao país... Para mim um livro um pouco secante principalmente nas partes em que Vasco da Gama conta a história do país... Mas no entanto tem algumas parte interessantes. Livro de fácil leitura com linguagem acessível. ***
Estive a reler esta adaptação que li, recordo, com muito gosto na minha adolescência. Teria 15 anos. E agora, voltando a pegar no livro não lhe achei grande piada. Tanto chauvinismo levou-me a procurar informações sobre João de Barros, estava convencida que o autor era um belo “pilar” do Estado Novo… Enganei-me! Trata-se dum belo republicano do século XX português que apoiou Humberto Delgado… contrariamente à leitora de 15 anos, a leitora sénior ficou contente por ter terminado a leitura da adaptação fanfarrona da epopeia camoniana.
Uma leitura rápida e fácil de interpretação, qualquer um que queira aprender sobre os lusíadas, sem ler os lusíadas é uma boa opção. Claro que isto não é de todo uma obra grandiosa como a de Camões, mas para os mais curiosos é excelente.
AMOOOO É leitura obrigatória do 9° ano então fui ler o livro Ajudou-me tanto, pois é simplificado É fácil de entender Super recomendo lerem este e depois o original!
Li este livro no âmbito da disciplina "Língua Portuguesa" no nono ano, com o objectivo de percebermos a história que é conta em verso por Luís de Camões, obra que requer muita concentração e conhecimento para conseguir interpretar muitas palavras que não pertencem ao nosso dia-a-dia. Com esta obra em prosa, é muito mais fácil entender o que é trasmitido n'Os Lusíadas, grande obra portuguesa.
É uma forma interessante de se ficar a conhecer essa grande obra que é Os Lusíadas (e que nunca vou ler na vida). No entanto, o livro foi escrito nos tempos de Salazar e as referencias patrióticas chateiam um bocado.
Narrativamente completo quando colocado lado a lado com a obra de que é súmula. Passagens de cariz histórico com algum interesse e com uma clarividência que se torna atractiva para o público alvo. Útil pórtico introdutório para a obra original de Luís de Camões.
Os Lusíadas em prosa, não sei se em linguagem simples, mas pelo menos em linguagem exaltada e patriótica. Curioso para ler os próprios Lusíadas para perceber até que ponto João de Barros foi fiel ou não a à história de camões. Dá ideia que não romanceou muito.