Sinopse: Dirigido maioritariamente a alunos do 3.º ciclo do ensino básico, este livro vem apresentar o «pai do teatro português» e o seu Auto da Índia de uma forma que se pretende acessível e apelativa. Através de uma contextualização histórica e social e de uma análise introdutória da obra em estudo, proporciona aos alunos as ferramentas que lhes permitirão aprofundar a compreensão do universo vicentino - o que este autor escreveu, porque o escreveu, qual o seu impacto no panorama literário português e porque continua a ser pertinente lê-lo nos dias de hoje. Para além do texto integral, este livro inclui também um glossário, bibliografia e breves questionários e exercícios que se debruçam sobre os conteúdos abordados, constituindo assim um importante auxiliar de estudo.
Gil Vicente, called the Trobadour, was a Portuguese playwright and poet who acted in and directed his own plays. Considered the chief dramatist of Portugal he is sometimes called the "Portuguese Plautus" and often referred to as the "Father of Portuguese drama." Vicente worked in Portuguese as much as he worked in Spanish and is thus, with Juan del Encina, considered joint-father of Spanish drama.
Vicente was attached to the courts of the Portuguese kings Manuel I and John III. He rose to prominence as a playwright largely on account of the influence of Queen Dowager Leonor, who noticed him as he participated in court dramas and subsequently commissioned him to write his first theatrical work.
He may also have been identical to an accomplished goldsmith of the same name, creator of the famous monstrance of Belém, and master of rhetoric of King Manuel I.
His plays and poetry, written in both Portuguese and Spanish, were a reflection of the changing times during the transition from Middle Ages to Renaissance and created a balance between the former time of rigid mores and hierarchical social structure and the new society in which this order was undermined.
While many of Vicente's works were composed to celebrate religious and national festivals or to commemorate events in the life of the royal family, others draw upon popular culture to entertain, and often to critique, Portuguese society of his day.
Though some of his works were later suppressed by the Inquisition, causing his fame to wane, he is now recognised as one of the principal figures of the Portuguese Renaissance.
o auto da barca do inferno stays on top, mas esta farsa também foi engraçada lol. claramente é super previsível porque na altura só se sabia falar sobre o adultério, no entanto a constança é tão velhaca que, de certa forma, até é cunty (sue me). não percebo nada de castelhano e essa é a pior parte relativamente às obras escritas neste período do português :// e tal como maior parte das obras a que sou submetida a ler para o meu curso, +1 para o meu reading challenge deste ano yipeee :p
Uma pequena comédia bastante divertida e tendo como base o comportamento humano. Poderá ser muito interessante estudar este Auto desse ponto de vista, especialmente considerando a época em que foi escrito.
Divertido, irónico e ousado. Escrito numa época tão distante da nossa mas que ainda hoje nos faz rir e reflectir. Gil Vicente foi um verdadeiro pioneiro!
Comezo a miña viaxe pola obra de Gil Vicente con esta obra pequena pero ben cargada de humor e retranca. É unha farsa que satiriza coas consecuencias da expansión marítima portuguesa, poñendo o foco non nas grandes riquezas nin nas fazañas heroicas dos navegantes, senón nas infidelidades das mulleres que quedaban en terra mentres os seus esposos navegaban cara á India. Resulta curioso como Vicente escolle ridiculizar precisamente un dos efectos máis triviais (e ocultos) da gloria imperial: o caos doméstico.
A trama céntrase nunha dama que, aproveitando a ausencia do esposo, decide vivir unha vida bastante máis “animada” da que a moral da época permitiría. A súa criada tenta reconducila polo camiño da fidelidade, mais a señora xustifícase asegurando que o marido a deixou en mala situación económica… e claro, que vai facer ela desamparada? A súa solución é tan sinxela como pouco piadosa: liarse non con un, senón con dous amantes, un portugués e un castelán, para máis diversidade (din que na variedade está o gusto).
Mais, como adoita suceder na comedia, o plan vólvese na súa contra. O navegante regresa antes do previsto, cargado de riquezas e, peor aínda, disposto a descubrir que foi do que deixou atrás. A ela tócalle inventar desculpas, ocultar desordes e construír unha auténtica rede de mentiras para salvar a honra pública que xa ten desfeita en privado. O público, mentres tanto, mira o espectáculo sendo un cómplice máis, observando todos os xiros argumentais cargados de humor e sátira, así como deixando en evidencia a hipocrisía social da altura.
En suma: breve e bo, dúas veces bo. Un clásico que se le nun suspiro e que me lebra que, mesmo nos tempos das carabelas e as especias orientais, había problemas moito máis terrenais… e moito máis divertidos.
Muito pequeno, não consegui criar ligação. Linguagem muito arcaica e castelhano à mistura. Também li meio à pressa para passar para o próximo (A Consciência de Zeno).
Continua a ser um clássico e a ter um significado e mensagem profundos.
38. A satirical book (2016 reading challenge) 23. Read a play (2016 read harder challenge) 15. A book set in the past - more than 100 years ago (Around the year in 52 books: 2016) 3. Read a book only after sunset + 5. Read a book that is older than you (2016 BookTube-A-Thon)
É interessante como foi um dos primeiros autores a desenvolver o tema do adultério. Mas achei fraquinho. Nada em comparação com o Auto da Barca do Inferno, por exemplo.
That adultery always existed is a fact, but a woman should be careful if she did not want to be stoned to death. What surprised me is the open treatment of the issue in the catholic Portugal of 1509 --the year this hilarious comedy was first staged.
Although I didn't understand all the puns in the play, I found the farce entertaining because of its larger than life characters and thorny situations.
Comparado com o Auto da Barca do Inferno, uma sátira genial, este auto quase que parece escrito por um amador. É tão pior! Nem sei como é que algumas escolas optam por estudar esta obra!