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Macau

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É através da memória do narrador que fazemos uma viagem onírica por Macau: um homem condenado à morte encontra-se preso dentro de um junco, drogado e amarrado com fita adesiva, à espera de ser assassinado por um enviado da máfia local. Enquanto aguarda, relembra as ruas, as pessoas e a vida da cidade, uma viagem poética e sonhadora que contrasta com a situação violenta em que o narrador se encontra.

«Agradava-me a ideia de ser morto na China dentro de um junco ancorado, diante de um velho fotogénico, no meio de uma atmosfera chinesa saturada de maus cheiros, fumo e peixe frito, de tabaco, petróleo e água suja. Afinal fora para isso que eu viera, para acabar com tudo, para estar algures fora de tudo e a tudo pôr termo.»

112 pages, Paperback

First published January 1, 2009

14 people want to read

About the author

Antoine Volodine

36 books168 followers
Antoine Volodine is the primary pseudonym of a French author. Some of his books have been published in sf collections, but his style, which he has called "post-exoticism", does not fit neatly into any common genre.

He publishes under several additional pseudonyms, including Lutz Bassmann and Manuela Draeger.

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Profile Image for Juan Ignacio.
20 reviews
September 1, 2018
Une personne raconte son expérience a Macao, si bien il ne donne beaucoup de deuils de la ville, -quelques rues et une liste de bâtiments- il se consacre dans les description - il abuse un peu de l'odeur a poisson- et les sentiments, la nostalgie envers son être aimé Gloria et les différentes visites a Macao.

Ce roman est la suite de un autre que je n'ai pas lu.

Il est facile a lire car il est constitué de chapitres courts et il n'est pas trop long (107 pages)

331 reviews
January 22, 2025
Uma narrativa em que as deambulações e as digressões poéticas e oníricas se revestem de maior importância do que o enredo. Fora alguns excessos estilísticos e as passagens em que o narrador dialoga com o seu duplo (!?) que são excessivamente artificiosas, está bem escrita, é sóbria e muito mais "sensata" (i.e. menos absurda) do que as outras narrativas de Volodine que anteriormente li.
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