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Macau

É através da memória do narrador que fazemos uma viagem onírica por Macau: um homem condenado à morte encontra-se preso dentro de um junco, drogado e amarrado com fita adesiva, à espera de ser assassinado por um enviado da máfia local. Enquanto aguarda, relembra as ruas, as pessoas e a vida da cidade, uma viagem poética e sonhadora que contrasta com a situação violenta em que o narrador se encontra.

«Agradava-me a ideia de ser morto na China dentro de um junco ancorado, diante de um velho fotogénico, no meio de uma atmosfera chinesa saturada de maus cheiros, fumo e peixe frito, de tabaco, petróleo e água suja. Afinal fora para isso que eu viera, para acabar com tudo, para estar algures fora de tudo e a tudo pôr termo.»

112 pages, Paperback

First published January 1, 2009

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About the author

Antoine Volodine

35 books185 followers
Antoine Volodine is the primary pseudonym of a French author. Some of his books have been published in sf collections, but his style, which he has called "post-exoticism", does not fit neatly into any common genre.

He publishes under several additional pseudonyms, including Lutz Bassmann and Manuela Draeger.

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Profile Image for Juan Ignacio.
20 reviews
September 1, 2018
Une personne raconte son expérience a Macao, si bien il ne donne beaucoup de deuils de la ville, -quelques rues et une liste de bâtiments- il se consacre dans les description - il abuse un peu de l'odeur a poisson- et les sentiments, la nostalgie envers son être aimé Gloria et les différentes visites a Macao.

Ce roman est la suite de un autre que je n'ai pas lu.

Il est facile a lire car il est constitué de chapitres courts et il n'est pas trop long (107 pages)

331 reviews1 follower
January 22, 2025
Uma narrativa em que as deambulações e as digressões poéticas e oníricas se revestem de maior importância do que o enredo. Fora alguns excessos estilísticos e as passagens em que o narrador dialoga com o seu duplo (!?) que são excessivamente artificiosas, está bem escrita, é sóbria e muito mais "sensata" (i.e. menos absurda) do que as outras narrativas de Volodine que anteriormente li.
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