Melanie Aine das Fadas é uma jovem que tem um destino muito diferente e especial. Tudo começa quando Mel completa 18 anos. Nesse momento, seu querido pai falece e ela acaba descobrindo que, na verdade, não é um ser humano. Sendo princesa de uma outra dimensão, Mel tem que começar a lidar com várias situações inusitadas.
CAROLINA MUNHÓZ é jornalista e romancista, além de integrante do Potterish, um dos maiores sites de Harry Potter do mundo. A autora foi eleita como melhor escritora jovem de 2011 pelo Prêmio Jovem Brasileiro.
Aos 11 anos aguardou sua carta para Hogwarts, mas ela nunca chegou. A partir dos 18 se aventurou por diversos países como Inglaterra, França, Itália, Suíça e EUA, onde teve a oportunidade de conhecer os atores de Harry Potter.
Suas aventuras chamaram a atenção de meios de comunicação como Folha de São Paulo, Estadão, TV Cultura e Disney Channel. Foi destaque da Revista Época, ao lado das escritoras Cassandra Clare e Alexandra Adornetto e da rádio Record de Londres.
Atualmente é escritora em tempo integral e viciada em redes sociais.
A sinopse está super interessante, esta parecia uma história promissora, mas desiludiu-me bastante. A escritora criou um universo e fala-nos sobre Fairyland e todas aquelas criaturas e depois não explora nada daquilo. Explora uma relação que me pareceu muito forçada, sobre um casal que se apaixona de imediato e nem mesmo os maus tratos dele quando se exaltou e o seu temperamento, fazem com que a Melanie "abra os olhos" logo. Numa outra nota, gostei de ler acerca do pai dela e fiquei sensibilizada com o sacrifício que ele fez por amor. Esta foi uma leitura rápida e o final conseguiu surpreender.
Terminei o livro com uma sensação de ter perdido meu tempo. Achei muito frustrante o fato de a autora ter criado todo um mundo de criaturas mágicas e não ter aproveitado quase nada, transformando o livro em uma historinha de amor bem forçada.
Eu queria ter gostado mais de A Fada. De verdade. Carolina Munhóz é uma das poucas autoras brasileiras de fantasia que é reconhecida hoje em dia, e eu queria gostar dos livros dela. Mas, pelo jeito, eu escolhi mal ao começar com seu primeiro livro. Primeiro, a escrita é bem fraquinha. Segundo, o relacionamento dos dois personagens principal é bem forçado - eles mal se conhecem e já estão apaixonados, falando das suas inúmeras aventuras que aconteceram em Quatro Dias, sem contar que a partir de determinado ponto Mel fica com medo de Arthur e de seu temperamento e em outro instante ele simplesmente larga ela em uma festa sem explicar seus motivos. Terceiro, há toda uma atmosfera sensual que me deixou bem desconfortável porque eu sabia que Carolina Munhóz tinha só 16 anos quando escreveu aquilo, além de ser meio breguinha. E, quarto, o final do livro foi... Estranho. O cara com quem Mel acaba ficando e sua história com ele não me desceram bem, mas foi bem melhor do que eu esperava. Ainda assim, tenho que dizer que gostei de ver o crescimento da personagem principal ao longo do livro e como ela finalmente encontrou seu lugar em seu mundo, por mais fraco que o livro tenha sido.
foi uma releitura de um livro queridinho da manu de 14 anos. confesso que fique frustrada pq esperava mais. protagonista chatinha, queria que tivesse mais desenvolvimento dela e da história da parte final do livro
"Toda vez que você diz que não acredita em fadas, uma fada morre." Peter Pan - J. M. Barrie
A maior parte da história se passa em Londres. Na noite em que Melanie Aine das Fadas, a Mel, completa 18 anos, seu pai morre. Logo depois sua mãe vai embora e a jovem descobre que é uma fada e que precisa completar uma missão. Não é o melhor presente de aniversário que alguém possa receber, não é? Na busca pelo seu destino, Mel encontra o jovem bruxo Arthur Wales de uma forma não muito convencional. Segundo uma visão de Mel, ele poderia ajudá-la nessa missão que nenhum dos dois sabe direito qual é. Mas no passado de Arthur também aconteceram coisas ruins que o marcaram, o que pode afetar a relação dos dois. Eu já gostava desse livro antes mesmo de lê-lo. Desde a primeira vez que o tive em minhas mãos, fiquei encantada com os detalhes da parte visual, era tudo muito bonito. E a história foi tão bonita quanto a aparência do livro! Acho que até melhor do que eu esperava. Dá pra conhecer um pouco de Londres; se encantar com Fairyland: o lindo mundo das fadas (achei a descrição dos cenários muito bem feita). Tem um suspense bom na forma como a história é contada; a gente vai descobrindo a história da Mel e de seu povo aos poucos, algumas vezes descobrimos junto com ela. Tem uma cena de ação que é de tirar o fôlego. Tem coisas clássicas de contos de fadas: uma história de amor, um baile com uma princesa usando um lindo vestido. Tem bruxo, vampiro, anjo, de tudo um pouco, mas muitíssimo bem dosado para não perder o foco: a missão da fada. E no final, quando você já está conformado (ou inconformadíssimo) com um desfecho que não é o que você esperava, tem uma surpresa, uma virada que me fez gostar ainda mais da história. Uma coisa que gosto em livros com personagem-narrador é quando o autor nos permite ver além do que o personagem diz, a gente entende o que ele está sentindo e passando sem que ele precise dizer. Isso aconteceu em "A Fada", os sentimentos da Mel transbordavam das linhas. Sobre a parte visual/diagramação do livro (edição da Fantasy-Casa da Palvra): as folhas são amareladas, o tamanho da letra e das margens é ótimo. A capa e a contracapa são lindas! Cheio de detalhes, a parte interna da capa é dourada e cheia de borboletas (ou devo dizer fadas?), a história é divida em datas e tem capítulos curtos e numerados. Essa edição vem com o conto "Outra vez na escuridão" no final, "inspirado nas Leanan Sídhes, fadas que encantaram milhares de leitores no livro 'O inverno das fadas'" (o segundo escrito pela autora). Gostei do conto também, apesar de ele ser meio sombrio.
É um pouco triste dizer isso, mas estou realmente abandonando esse livro. Comecei a ler A Fada em maio de 2015, há quase dois anos, e na época a leitura já estava lenta, eu realmente não me empolguei muito pra continuar. De lá para cá, li algumas resenhas negativas aqui no Goodreads e também no Skoob que só me fizeram ter mais certeza que esse livro não vai me agradar, então prefiro não perder meu tempo lendo mais 134 custosas páginas. Já li O Inverno das Fadas em 2012 e, na época, gostei bastante; também pretendo ler Feérica ainda esse ano, até porque já comprei o livro na Bienal de São Paulo em 2012. Mas infelizmente A Fada é um livro da Carolina Munhóz que eu não vou terminar.