What do you think?


Comparar lo incomparable. Alegato en favor de una ciencia histórica comparada
A finales del siglo XIX, la ciencia histórica y los historiadores europeos se adueñaron del comparatismo pero impidieron su desarrollo y evolución al vincularse excesivamente a la idea de "nación". La antropología, en cambio, nunca trazó fronteras entre las sociedades y las culturas de antaño. Comparar lo incomparable, obra panfletaria y teórica, como dice el propio Marcel Detienne, se propone quebrar cualquier hegemonía y denunciar el pensamiento "nacional" con el fin de crear un auténtico "comparatismo constructivo" entre ambas disciplinas. Así, Detienne habla de "construir objetos comparables" en el estudio de las culturas, en sus construcciones recíprocas, lo que implica un aprendizaje de la vida abierta al mundo.
- GenresAnthropology
127 pages, Paperback
First published January 1, 2000
About the author
Marcel Detienne
37 books24 followersMarcel Detienne was a Belgian historian and specialist in the study of Ancient Greece.
Ratings & Reviews
Friends & Following
Create a free account to discover what your friends think of this book!
Community Reviews
Displaying 1 - 5 of 5 reviews
May 26, 2018
Mixted feelings about this one. See my review on my Sense of History-account: https://www.goodreads.com/review/show....
Read
May 26, 2018This book is a reckoning, it exudes frustration on almost every page. The French-Belgian hellenistic expert Marcel Detienne has apparently fought his entire life to defend the true comparative perspective. And that brought him into constant conflict with both (structuralist) anthropologists and classical and modern (Annales) historians. He calls his opponents by name, and that does very much add to the bitterness of this book. And that’s a pity, because it deflects the attention of what Detienne hints at as a far better approach: a rather anarchistic comparison of all possible forms of culture, through space and time, an interdisciplinary conversation in all openness, searching for true comparables, ending in a multi-perspectivism that always yields surprising new insights. Instead he loaths the scourge of the earlier nationalistic historiography, and the current national 'identity' obsession (including the ‘realms of memory cult’ of Pierre Nora).
An extremely sensitive point of Detienne, as a hellenist, also appears to be the obsessive Western admiration for the ancient Greeks: an admiration that he obviously shares, but which according to him turned into a seclusion and monopolisation of Greek civilization; it are always 'our Greeks', as a standard of everything, as the starting point of the real history (read our own Western culture, the norm of everything). And it's refreshing that somebody knocks over that holy house once again and points to more realistic estimations. No easy reading, this booklet, because it demands some prior knowledge of anthropology and etnography and Detienne regularly loses himself in his resentment.
An extremely sensitive point of Detienne, as a hellenist, also appears to be the obsessive Western admiration for the ancient Greeks: an admiration that he obviously shares, but which according to him turned into a seclusion and monopolisation of Greek civilization; it are always 'our Greeks', as a standard of everything, as the starting point of the real history (read our own Western culture, the norm of everything). And it's refreshing that somebody knocks over that holy house once again and points to more realistic estimations. No easy reading, this booklet, because it demands some prior knowledge of anthropology and etnography and Detienne regularly loses himself in his resentment.
March 13, 2024
Estou contente por mais um término no meu ciclo de leitura. Apresento uma publicação de 2009 pela editora ideias & letras, com tradução de Ivo Storniolo. O livro “Comparar o Incomparável” de Marcel Detienne é um desafio real para os iniciantes na área de humanas, ofertando uma complexidade na abordagem do comparativismo construtivo, com ênfase nas áreas de atuações em antropologia e história. Mesmo com os esforços do autor em deixar uma leitura didática, possui uma leitura arrastada, ficando péssimo quando é uma exigência curricular.
O modo de escrita de Detienne evidencia um determinado nível de complexidade, algo que pode afugentar os leitores nas primeiras páginas. É um trabalho realmente necessário, mesmo que o “caminho” em percorrer pelos capítulos sejam dolorosos, obviamente que os escritos do autor possuem valor. Um dos pontos necessários que precisamos considerar é nas referências desenvolvidas de uma história eurocêntrica, mantendo correlação entre cultura e regime de historicidade. Alguns pontos essenciais no ramo da história comparativa e relações entre as atividades antropológicas e a antiguidade clássica obtiveram uma relevância na maior parte do material.
Infelizmente, não posso dizer que foi uma ótima experiência, neste caso, é a minha segunda vez que leio este livro. Não foi exigido na minha grade curricular, acredito que o direcionamento do tema é algo bem específico. Considero que, antes de alguém apostar nesta aventura, tentem um aprofundamento em alguma bibliografia em teoria da história, história antiga e uma infinidade de trabalhos de introdução antropológica. Acho que é apenas isso, essa é minha humilde contribuição para a comunidade literária.
– @buenoslibrosblog –
O modo de escrita de Detienne evidencia um determinado nível de complexidade, algo que pode afugentar os leitores nas primeiras páginas. É um trabalho realmente necessário, mesmo que o “caminho” em percorrer pelos capítulos sejam dolorosos, obviamente que os escritos do autor possuem valor. Um dos pontos necessários que precisamos considerar é nas referências desenvolvidas de uma história eurocêntrica, mantendo correlação entre cultura e regime de historicidade. Alguns pontos essenciais no ramo da história comparativa e relações entre as atividades antropológicas e a antiguidade clássica obtiveram uma relevância na maior parte do material.
Infelizmente, não posso dizer que foi uma ótima experiência, neste caso, é a minha segunda vez que leio este livro. Não foi exigido na minha grade curricular, acredito que o direcionamento do tema é algo bem específico. Considero que, antes de alguém apostar nesta aventura, tentem um aprofundamento em alguma bibliografia em teoria da história, história antiga e uma infinidade de trabalhos de introdução antropológica. Acho que é apenas isso, essa é minha humilde contribuição para a comunidade literária.
– @buenoslibrosblog –
February 14, 2020
It is a frustrating challenge to try to read this book. I looked for a question or a problem that Detienne seeks to solve or answer, but I failed to find one. The text has little coherence and before long you feel like you are wasting your time to figure out what he is trying to say. This is rather unfortunate, because the question of comparison in social sciences is complicated, controversial and exceedingly interesting. In Detienne's book, it is largely reduced to some bitter and factional debate in French academia.
September 19, 2021
Ambiguous language but not very hard to follow.
He really touched upon the problem that comparative studies, especially those comparing Eastern-Western cultures, had to deal with but previously kept failing, which is the nationalized/politicalized discourse in comparative studies. Detienne has his only field, interest, and research, which is understandable, but his argument on destructuring classified ideas/topics/themes are very inspiring.
He really touched upon the problem that comparative studies, especially those comparing Eastern-Western cultures, had to deal with but previously kept failing, which is the nationalized/politicalized discourse in comparative studies. Detienne has his only field, interest, and research, which is understandable, but his argument on destructuring classified ideas/topics/themes are very inspiring.
Displaying 1 - 5 of 5 reviews






