Os Dragões do Assassino termina uma das séries de fantasia mais épicas de sempre. Por uma vez, todos parecem estar unidos num único objetivo: chegar ao dragão Fogojelo, sepultado sob o glaciar de Aslevjal. Uns pretendem libertá-lo, outros querem matá-lo. O que será que vai acontecer? No meio está o Príncipe Respeitador, preso pela vontade de paz a um casamento que depende da morte do dragão, mas ligado pela Manha a quem quer devolver ao mundo aquela grande vida. O dragão de Vilamonte, poderá ter uma palavra a dizer? E o Bobo, que profetizara que morreria naquela ilha; morrerá? No centro do turbilhão, como sempre, encontra-se Fitz, sempre o fulcro, sempre o Catalisador, sempre o agente da mudança. Que surpresas, que reviravoltas no fluxo do tempo poderá ele ainda causar?
** I am shocked to find that some people think a 2 star 'I liked it' rating is a bad rating. What? I liked it. I LIKED it! That means I read the whole thing, to the last page, in spite of my life raining comets on me. It's a good book that survives the reading process with me. If a book is so-so, it ends up under the bed somewhere, or maybe under a stinky judo bag in the back of the van. So a 2 star from me means,yes, I liked the book, and I'd loan it to a friend and it went everywhere in my jacket pocket or purse until I finished it. A 3 star means that I've ignored friends to finish it and my sink is full of dirty dishes. A 4 star means I'm probably in trouble with my editor for missing a deadline because I was reading this book. But I want you to know . . . I don't finish books I don't like. There's too many good ones out there waiting to be found.
Robin Hobb is the author of three well-received fantasy trilogies: The Farseer Trilogy (Assassin’s Apprentice, Royal Assassin, and Assassin’s Quest), The Liveship Traders Trilogy (Ship of Magic, Mad Ship and Ship of Destiny) and the Tawny Man Trilogy (Fool’s Errand, Golden Fool, and Fool’s Fate) Her current work in progress is entitled Shaman’s Crossing. Robin Hobb lives and works in Tacoma, Washington, and has been a professional writer for over 30 years.
In addition to writing, her interests include gardening, mushrooming, and beachcombing. She and her husband Fred have three grown children and one teenager, and three grand-children.
She also writes as Megan Lindholm, and works under that name have been finalists for the Hugo award, the Nebula Award, and the Endeavor award. She has twice won an Isaac Asimov’s Science Fiction Readers’ Award.
Este último volume conseguiu recuperar o meu interesse por esta saga. O regresso de um dos meus personagens favoritos, que estava ausente há muito tempo (desde antes do final da saga anterior) foi um dos pontos altos, mas infelizmente as exigências do enredo afastaram-no novamente...
Gostei das ligações com toda a história/saga anterior e de como tudo faz sentido.
Sinceramente, não estava à espera que
Embora tivesse ficado um pouco saturada por ter passado todo este tempo dentro da cabeça do Fitz, não deixo de ter vontade de ler a próxima saga, até porque já li que inclui outro ponto de vista (não quero saber qual é, por enquanto).
Resumindo: a escrita é bastante boa, os personagens são complexos e interessantes, a história é intrincada mas coerente, as descrições são eloquentes sem serem exageradas, e os diálogos são por vezes muito bons (embora tivesse gostado mais deles na saga anterior).
Ou seja, recomendo!
This last volume managed to restore my interest in this series. The return of one of my favourite characters, who had been out of the picture for a long time (since before the end of the previous series) was one of the highlights, but unfortunately the script requirements pushed him away once again...
I enjoyed the connections with all the previous story/series and how it all makes sense.
I honestly wasn't expecting that
Although I was a bit tired for having spent so much time inside Fitz's head, I still want to read the next series - and I've already read it includes a different POV (I don't want to know which one, for now).
In short: the writing is very good, the characters are complex and interesting, the story is intricate but coherent, the descriptions are expressive but not overdone, and the dialogues are sometimes brilliant (although I liked them best in the previous series).
“Não há amor como o primeiro” é a frase que me ocorre ao chegar ao final do quinto e último volume desta segunda série da saga de Fitz, o assassino. Adorei a “Saga do Assassino” e “devorei” em quinze dias os cinco volumes da série. Por ter saudades de Fitz, de Breu e, principalmente do Amado Bobo, comecei com entusiasmo esta nova série - “O Regresso do Assassino” - mas, aí pelo segundo volume, comecei a esmorecer. Este último volume veio animar-me a retomar o prazer de viver, de novo, as aventuras das personagens fabulosas, criadas pela mente de Robin Hobb. Tão bonita a história de amizade (amor) entre Fitz e Amado! Mas, apesar desta reconciliação, penso que a autora apagou um pouco a magia da “Saga do Assassino” com este Regresso.
Nove livros. Há nove livros que acompanhamos a saga de Fitz, o assassino bastardo do rei que tudo faz para garantir a segurança e a prosperidade do Reinado dos Seis Ducados e da sua dinastia Visionário.
Foi com bastante ansiedade que peguei neste último volume de Robin Hobb, impaciente para saber que fim a escritora lhe daria. E nunca mais o larguei. A partir de certa altura, as páginas passavam freneticamente umas atrás das outras. É disto que gosto num livro, a capacidade de nos fazer mergulhar no seu universo, fantasioso ou não, e querer acaba-lo quanto antes, ávida de saber o seu resultado final. Hobb é perita nisso.
O livro é um closer. É o final de muitas pontas soltas na história. Mas é com muito orgulho que vemos Fitz finalmente assumir os seus erros, os seus amores e o papel de Alternador que sempre lhe assistiu. Tudo o que foi escrito anteriormente culmina neste final, em que vemos finalmente um Fitz maduro, seguro, um descendente de Visionário. Se concordo com tudo? Não. Queria outro final para o Bobo, essa grande personagem que foi a alma gémea de Fitz, mas aceito o desfecho que a autora lhe deu.
Sim, 'Os Dragões do Assassino' é um livro lamechas. É um final fofinho, um final limpo, demasiado perfeito. Mas é o final que intimamente todos queríamos, ver Fitz CavalariaVisionário finalmente consagrado como homem ao lado de todos de quem mais amou e por quem fez tudo desde que o conhecemos, há muito tempo atrás, desde a altura que o conhecemos pela primeira vez com seis anos.
Vamos ter saudades tuas, Fitz. Obrigada à autora por partilhar a sua história.
Como começar a escrever em poucas palavras o que penso deste livro? Sublime... parece-me a palavra certa. Tive a sorte de conhecer estes livros quando já todos estavam escritos e editados, li avidamente uns livros atrás dos outros, perguntando-me como seria possível não ter ouvido falar nestes livros mais cedo... Queria dizer que todas as páginas contam, cada página está repleta de magia, acontecimentos fantásticos, conhecemos melhor o interior de cada personagem e apaixonamo-nos cada vez mais e mais por cada uma delas. Já tenho comigo o próximo livro, ou seja, o primeiro livro da terceira saga, mas confesso que tenho algum receio de começar a lê-lo! A história acabou de uma forma, quanto a mim, perfeita... dá vontade de dizer... não mexe mais! Enquanto a primeira saga terminou de forma atabalhoada e algo confusa, uma vez que, na minha opinião, todos os acontecimentos mais significativos foram explicados no final do livro em poucas páginas, depois de uma demanda demasiado longa... neste livro tudo se explicou no tempo certo, de forma emotiva, original e surpreendente. O melhor dos 10 livros, o mais fantasioso e fantástico. Tenho que enfatizar que o Fitz é sem dúvida o meu personagem favorito de todos os tempos, que me tenho vindo a perguntar ao longo dos livros como serão os meus dias de leitura sem saber das suas novas aventuras. O Bobo, Castro, Olhos da Noite, Urtiga, Moli, Paciência, Breu, Panela, Teio, Homem Negro, A Rainha e o filho Respeitador... enfim... uma infinidade de personagens com muita personalidade, quase parecem da nossa família pelo carinho que fomos acumulando por eles ao longo dos livros. Tiro o chapéu a esta senhora. Bravo!
Aprendiz do Assassino viu nascer o sol em 1995 e seria o início de uma história que conquistaria tanto fãs como os escritores de fantasia e que teria terminado em 1997 com tudo em aberto se a autora Robin Hobb não tivesse tido pena dos fãs e se calhar, a mesma insatisfação e fome por regressar aos Seis Ducados, e não tivesse escrito uma segunda trilogia, uma continuação e, finalmente, um verdadeiro fim para a saga que a enalteceu como uma das escritoras mais consagradas da fantasia épica. Quase vinte anos depois e mais de um milhão de cópias vendidas, Fitz e companhia continuam a conquistar leitores por todo o mundo e as suas histórias continuam a povoar o imaginário de quem as acompanhou. A aventura começou há mais de quinze anos, ou melhor, na minha mesa-de-cabeceira começou quase há dois mas parece que ainda ontem começou, que ainda ontem estava a ver aquele menino ser entregue a todo um mundo novo, cheio de perigos e amizades inesperadas, com o destino de uma lenda pela frente e, agora, o meu coração já pode descansar em paz e as saudades começaram a atormentar com o virar da última página pois, a aventura acabou. Terminar uma saga que nos é querida é o mesmo que dizer adeus a amigos chegados, é quase como sermos expulsos de um meio que é nosso. Por isso, fechar o último livro, traz sempre uma sensação agridoce, de mútua felicidade e tristeza. O destino está outra vez entre a honra e o amor, ente um povo e um homem, entre o passado e o futuro mas agora as perdas podem ser demasiado grandes e tanto um caminho como o outro acarretam escolhas demasiado pesadas para serem suportadas. A realização de um desafio pode trazer a união ou a discórdia e neste momento todos estão tão unidos quanto separados porque as suas próprias escolhas, a sua própria vida, anseios e desejos podem ir contra o que deve ser feito e o problema é que um parece ter a resposta certa e essa resposta pode alterar tudo e fazer perder tudo. Último livro de O Regresso do Assassino, este é o livro das respostas, o livro em que o passado regressa, em que o perdão é pedido, onde revelações podem mudar a vida de todos e mais uma vez Fitz está no meio do rodopio que é a sua vida e os Seis Ducados continuam a depender dele. Será que desta vez ele será capaz de escolher e perceber que não se pode ficar pelo tudo ou nada? Mais uma vez Hobb quase que nos mata de tanta emoção porque cada virar de página, cada parágrafo, podem trazer mais uma revelação, mais um regresso, mais um segredo desvendado. Os sentimentos fluem através das palavras e os leitores sentem cada dor, cada alegria como se fosse sua de cada vez que um reencontro acontece, de cada vez que mais uma vez algo se perde. Numa narrativa que prima pela acção, em que o clímax se estende por páginas, este é o final que todos esperávamos e que irá mudar a nossa visão desta história para sempre. A escrita da autora é bela e atormentadora, concisa e delicada mas cheia de uma força que nos vai agarrar e fazer tremer, que facilmente nos levará às lágrimas mas que também nos colocará um sorriso tolo na cara. Depois do final de A Saga do Assassino ter deixado demasiadas pontas soltas, demasiada tristeza e saudade, este é o final porque todos os fãs aguardaram, o final certo, o final perfeito, o final que fará sentido finalmente. As nossas personagens preferidas ultrapassam-se, quebram-se e renascem perante os erros do passado e a luz do futuro. Agora podem emendar o que foi feito, podem ter esperança, podem caminhar de cara levantada e assumirem quem são porque no desespero e na dor, é preciso sermos fiéis a nós próprios e aos nossos e colocarmos a coragem e a nossa força de vontade acima do jogo de palavras, das lembranças do passado e do medo do destino que nos aguarda. Entre o amor e amizade, entre a família e as obrigações, escolhas serão feitas, profecias serão cumpridas e o Catalisador perceberá finalmente o que mudou, o que pode mudar e que a sua própria existência alterou todo o destino de um reino. A lealdade profunda, a união de duas almas terão de desistir para dar lugar a um novo mundo mas nem tudo tem de estar escrito e nem tudo pode ser visto porque um pode mudar tudo e afinal nada pode ser igual ao que devia ter sido. Nem só as palavras podem alterar tudo e será necessário o poder dos actos para remendar, para se aceitar e poder, finalmente, viver a vida que sempre foi sua. Num corrupio de acontecimentos fortes em sentimentos, lendas vão ganhar vida, esquecimentos serão perdoados e o destino dos Seis Ducados será reescrito pela coragem, pelo poder e pelo amor dos Visionário. Ao longo desta leitura chorei, emocionei-me, perdi-me e alegrei-me, revivi momentos e ganhei outros para relembrar. Esta foi uma das leituras mais emotivas que já tive e um dos melhores finais que alguma vez li. Aos fãs, só posso dizer que valeu a pena a espera, que me faltam as palavras para descrever como foi terminar esta saga. Para trás, deixa as saudades, citações incríveis e alguns dos melhores momentos da fantasia. Não vos dou spoilers mas dou-vos pistas e espero que o leiam e o adorem como eu adorei. Finalmente, temos um fim e este fim é perfeito em todas as medidas.
E assim terminei a leitura desta maravilhosa história. Comecei a ler as aventuras do Assassino do Rei já lá vão aí quase cinco anos, aproximadamente.
Acompanhei todas as suas aventuras, todos os seus amores e desgostos. Todas as suas maluquices, todos os seus anseios, todos os seus perigos.
Robin Hobb escreve de uma forma que nos leva para o interior da história e ainda mais, para o interior do Fitz. É como se eu fosse alguem que andava com ele, como que invisivel, sempre com ele e visse tudo o que lhe ia acontecendo. Mais! Que conseguisse entrar na sua mente e ler-lhe os pensamentos.
Estabeleci uma ligação extremamente forte com o Fitz. Por tudo o que lhe aconteceu, por ser ele a narrar a sua história ao longo das duas sagas, por tudo, tudo, acho que a ligação que estabeleci com ele foi diferente da que estabeleci com outras personagens que também gosto muito.
O Fitz é uma personagem singular. Não é um herói, mas é um herói. É um herói humano, fiel e tão sozinho, que me despertou logo carinho. É carinho o que sinto por ele. É uma personagem que sofre imenso. Só consigo compará-lo ao Frodo Baggins. Mesmo sofre a níveis psicológicos que não acontecem ao Frodo.
A amor por Moli é para mim uma as facetas mais belas da história e confesso que foi o que mais depressa me despertou a atenção na primeira saga. Saber o que ele pensava, como agia, porque agia assim. Descobrir com ele os resultados dos seus atos e dos seus enganos e também das suas alegrias, foram momentos únicos.
E esperei, esperei, esperei pelo seu encontro.
Mas depois do amor deles começaram a aparecer pontos também interessantes. Toda a intriga, o Bobo.
E fui lendo, avidamente, a vida de Fitz.
Depois de uma saga que para muitos teve um final um bocado estranho, esta saga tem um final completo. Tudo se explica, apesar de ficar uma sombra no ar, uma sombra que pairará para sempre tanto na vida do Fitz como naquelas de quem leu a sua história. E essa sombra prende-se com o Bobo.
O Bobo, essa personagem tão interessante, tão estranha, enigmática. A sua história, principalmente neste livro, é surpreendente. É a parte mais forte do livro, se não da saga. Os momentos de assombro passados pelo Fitz e pelo Bobo neste livro são de completo êxtase. Quem gostar de emoções fortes na literatura vai decerto gostar.
Este é um livro com uma forte dose de emoção, aventuras, e encaixe de finais. Tudo flui para algo que fecha um ciclo. Depois de toda a conversa do Bobo sobre mudança e o ciclo do Tempo, este livro abre muitas portas e fecha outras, mostrando-nos a beleza que existe ao longo da narrativa.
Esta narrativa, de ambas as sagas, é uma narrativa que considero bela. Tem a dose certa de todos os ingredientes. As descrições são oportunas, as personagens também, tudo se encaixa.
E tanta coisa acontece.
É um final muito bonito para uma história que tanto me fez gritar pelo Fitz. Vivi verdadeiros momentos de suspense e emoção por causa dele. Um final que se adequa às duas sagas. Sempre achei que aquele final da primeira saga não era um final completo. Por favor, quem ficou perturbado pelo final da primeira saga e por isso não experimentou a segunda, volte a trás e dê uma oportunidade ao Fitz. Para quê ficar a meio? Fique a saber a história completa!
É verdadeiramente uma das minhas sagas favoritas. Não sei decidir qual das duas gosto mais, mas este foi o meu livro preferido desta saga, se não das duas.
São personagens que irão ficar para sempre no meu coração.
Os Dragões do Assassino compreende a segunda metade do livro Fool’s Fate, terceiro e último volume da trilogia The Tawny Man da autora californiana Robin Hobb, dividida em português em cinco volumes. Publicado originalmente em 2004, a versão portuguesa chegou às livrarias em 2012, pelas mãos das Edições Saída de Emergência, com tradução de Jorge Candeias.
«Os fãs de Hobb não ficarão desapontados com esta nova série.» é a recomendação utilizada pela editora na contracapa, pegando nas palavras do Monroe News-Star, uma publicação popular no Louisiana. De facto, com esta segunda trilogia passada no mundo de FitzCavalaria Visionário, Robin Hobb cimentou o seu papel como primeira-dama do mundo da Fantasia, e as 448 páginas deste volume são evidência da sua inegável qualidade.
Li os 5 volumes da Saga O Regresso do Assassino este ano e ainda me pergunto como o fiz com tanta facilidade e entrega, depois de ter lido a primeira saga de forma tão morosa e amargurada. A verdade é que a Saga do Assassino não é má, nunca o cataloguei como tal, mas a beleza do seu mundo e o alcance de tudo o que ocorreu nesses primeiros livros só são compreendidos e deglutinados nesta segunda sequência. O mundo de The Realm of Elderlings não me maravilhou pela simples razão que pouco de traz de novo ao universo da Fantasia, mas aquilo que Robin Hobb faz nesse mundo tão corriqueiro acabou por encantar-me.
A escrita de Hobb é, sem a menor dúvida, o ingrediente secreto. Sem a forma elegante com que escreve, os estados de alma que consegue transmitir, os dilemas e aceitações do protagonista, esta série dir-me-ia muito pouco. Mas ela transforma personagens triviais em criaturas de carne e osso, cujos desgostos e vibrações conseguimos sentir como se fossem nossos. É a maturidade com que a autora californiana põe a descoberto uma trama simples que a transforma numa série complexa, sentimental, poderosa. Dificilmente encontrarei um autor de fantasia que me faça sentir com tanta profundidade a dureza da vida real e as consequências das escolhas.
Neste quinto volume, encontramo-nos na ilha de Aslevjal, onde o príncipe Respeitador está destinado a cortar a cabeça a um dragão e colocá-lo na lareira da narcheska Eliânia das Ilhas Externas, se pretende consumar o casamento que salvará os Seis Ducados de uma nova guerra. No entanto, a tarefa não se adivinha fácil. Não só existe o Hetgurd, o conselho de clãs das Ilhas Externas que não parece muito determinado em permitir que o dragão seja morto, como o próprio dragão de que falam as lendas, Fogojelo, está enterrado debaixo do gelo, e a tarefa de desenterrá-lo pode demorar muito mais tempo do que seria desejável.
Complicando a situação, o Círculo de Manha do príncipe sente a presença do dragão, o que não só deixa claro que ele está vivo, como também os leva a sentir relutância em matá-lo. As emoções tomam conta de todos e depressa o contingente do príncipe sente-se dividido em relação ao que deve fazer. Também Respeitador partilha das suas dúvidas e descrenças, sendo a mão sempre obstinada de Breu, o conselheiro real, a lembrá-lo dos seus deveres e das consequências que podem advir de uma mudança de planos.
FitzCavalaria Visionário, conhecido pela maioria dos presentes como Tomé Texugo, um mero criado, também sente as suas próprias mágoas e considerações. Mas, acima de tudo o resto, cansaço. Toda a viagem até à ilha foi o responsável por Obtuso, o simplório criado de Breu que, não só se revelou o mais poderoso de entre os presentes na magia do Talento, como revelou-se também intratável durante a travessia dos mares. A sua aversão a barcos e os contínuos enjoos exigiram a intervenção de Urtiga, a filha de Fitz que revelara um especial dom para a arte do Talento através dos sonhos, como de Teio, o Mestre da Manha que possui uma experiência e sensatez difícil de igualar.
No entanto, comer um bolo que Peotre Águapreta, o tio de Eliânia, lhe ofereceu, foi o que realmente o deixou de rastos. O bolo continha casco-de-elfo, uma substância que aplaca o uso de Talento, mas que, naquelas circunstâncias, o deixou completamente inutilizado no uso da magia, mas também com uma especial apetência para falar. Das suas desilusões. Das suas amarguras. Do seu fado inglório.
O seu amigo Bobo, aquele que todos conhecem agora como Dom Dourado, apareceu misteriosamente na ilha, depois dos esforços concertados entre Fitz e Breu para impedirem a sua saída de Torre do Cervo, uma vez que este previra que encontraria em Aslevjal a própria morte. A relação entre Fitz e o Bobo encontra-se, então, num impasse, uma vez que Fitz traíra o seu amigo na tentativa de salvar-lhe a vida. Pouco a pouco, porém, a leitura do seu próprio ponto de vista e o transcorrer dos acontecimentos vem derreter o gelo que se implantara entre ambos.
O Homem Negro é um dos mistérios daquela ilha. É visto como uma figura lendária, que aparece esporadicamente e só para aceitar as oferendas que lhe são deixadas. Quando ele não as faz desaparecer, é visto como um sinal de mau agouro. Mas mais terríveis dos que os assomos inesperados dessa figura escura, são as lendas que falam da Mulher Pálida, a profeta que acompanhou Quebal Pancru na liderança das Ilhas Externas durante a Guerra dos Navios Vermelhos, uma figura marginal frequentemente ligada ao ato do Forjamento, a captura emocional de um ser humano que transformara milhares de ilhéus e povos dos Seis Ducados em pouco mais do que criaturas sem valores nem consciência deles, exércitos despojados de qualquer tipo de comiseração durante os anos terríveis da guerra.
Quando Ordem e Enigma desaparecem, cabe a Fitz, ao Bobo e a Obtuso seguirem o seu rasto, mas esse rasto pode conduzi-los às profecias tecidas pelo Bobo e às mais terríveis profundezas de Aslevjal. Como sempre, cabe a Fitz, o Catalisador, operar as mudanças que revolucionarão os destinos do mundo. Mas, paralelamente a isso, há um dragão para ser desenterrado, e um outro, Tintaglia, a fêmea de Vilamonte, tem ainda uma palavra a dizer num despique que, de uma forma ou de outra, terminará em tragédia para todos.
Robin Hobb deixou para este volume as maiores emoções da saga, mas, no entanto, acabou por não ser o meu volume preferido. Os Dragões do Assassino oferece-nos uma imensidão de acontecimentos, apresentou-nos vilões, dragões, batalhas, mortes importantes, revelações, reencontros e finais dignos e fidedignos para os personagens que vínhamos a acompanhar, demorei uma única semana para o devorar e, no entanto, coloco este livro um furinho abaixo dos anteriores. E, para ser sincero, não sei explicar bem porquê.
Adorei toda a intervenção de Castro neste volume. O homem que criara Fitz veio a ter um papel de grande importância nesta trama, e foi, ao longo das duas sagas, um dos meus personagens preferidos. Do início ao fim, apreciei tudo o que a autora lhe reservou. Deliciei-me ao ler as passagens de Paciência e Renda, e pouco me recordava delas da primeira saga; de qualquer jeito, nunca me pareceram tão maravilhosas. Breu continuou a ser Breu, com todas as tonalidades entre a sensatez de um velho conselheiro e a rebeldia de um velho senil. Respeitador e Eliânia, que belo casal. Que personagens.
Sempre preferi que Fitz ficasse com Kettricken do que com Moli, a quem nunca achei a menor graça. Ainda assim, toda a forma como a história foi contada e o final que Hobb delineou, o modo como o contou, foi de mestre. Adorei tudo, desde os acontecimentos com os dragões, com Castro, com o Bobo, o regresso a Cervo, aos finais determinados pela autora. Gostei de Enigma, de Veloz, de Teio, dos filhos de Moli, dos dragões… Perguntem-me então por que não gostei tanto deste volume como dos anteriores?
Talvez aquilo que me fez não gostar tanto deste volume como dos anteriores foram as passagens com a Mulher Pálida. Achei uma personagem bastante cliché, como grande vilã, com propósitos algo óbvios e um tom algo decadente. Sinceramente não imagino outra forma de a qualificar, mas esperava algum volte-face em relação à sua identidade ou uma passagem menos materializada na trama. De qualquer forma, gostei da velocidade com que os acontecimentos em volta dela ocorreram e da forma como foram ultrapassados.
Em jeito de balanço de saga, só posso tecer os mais rasgados elogios. Robin Hobb tornou-se uma das minhas autoras preferidas e a sua escrita maravilhou-me em toda sua extensão. Hobb ofereceu-nos uma história cheia de dilemas e debates morais, dúvidas e escolhas, mas acima de tudo ofereceu-nos um personagem plausível, atolado em problemas, que mostrou estar bem mais maduro e sensato do que o havíamos conhecido na primeira série. Nunca esperei que tivesse de passar por duas perdas tão duras durante esta saga, mas ambas fizeram-no crescer e resolver algumas das suas indecisões. Porque por vezes, quando demoramos muito tempo a escolher, a vida escolhe por nós.
Os Dragões do Assassino vem encerrar a série O Regresso do Assassino de Robin Hobb. Por ser um volume que equivale à segunda metade do último livro na edição original, não há grandes "preliminares" e a acção prende o leitor logo no primeiro capítulo. É impossível "só deitar um olho", nas primeiras páginas começa tudo a acontecer.
Fitz e os companheiros encontram-se na ilha de Aslevjal com o intuito comum de alcançar Fogojelo, o dragão preso no glaciar. O único problema é que nem todos têm as mesmas intenções. Alguns membros do grupo pretendem soltá-lo e devolver os dragões ao mundo enquanto que, para outros, o mais importante é que Respeitador cumpra a sua promessa e deposite a cabeça do dragão na lareira da casa-mãe da sua noiva. Fitz está mais dividido que qualquer um dos membros do grupo e, simultaneamente, cresce dentro de si a preocupação com o Bobo e com o futuro por este previsto. É imperativo descobrir que é o misterioso homem de negro, alcançar o dragão e evitar a morte do Bobo. Todas estas tarefas exigem tomadas de decisão importantes e, em minha opinião, é este um dos pontos altos do livro. O evoluir de Fitz, o facto de termos um personagem cada vez mais forte, que começa a aceitar o seu passado, os seus erros e com uma vontade adulta de se redimir dos mesmos, toma decisões mais sábias e menos infantis.
Sendo o capítulo final dá saga, há algumas pontas soltas e arestas por limar. Hobb trata magistralmente desta questão proporcionando-nos um reencontro do leitor com personagens das quais sentíamos falta e, mais importante, o reencontro entre personagens que vem fechar algumas feridas e fases das suas vidas. Contudo, é este aspecto que dá um sabor agridoce ao livro. Se por um lado o leitor fica contente por pais reencontrarem e salvarem heroicamente os filhos, pelo assumir dos erros passados por parte de alguns e o aceitar de uma vida e novas condições por parte de outros; por outro lado, não deixamos de ficar literalmente com a lágrima no canto do olho com o final reservado a alguns dos nossos mais queridos companheiros nesta, já longa, viagem pelos Seis Ducados. Há amores reencontrados, há novas relações de amizade e partilha mas esta é uma conclusão pejada de tristeza, morte, abandono e separação.
Adorei esta conclusão da saga, foi o melhor de todos os volumes, o mais bem conseguido e o que mais me tocou (se bem que estas coisas dependem muito do nosso estado de espírito quando lemos). Um desfecho magistral de uma série fantástica que, espero (a autora já disse haver essa possibilidade) não seja a última vez que temos notícias de Fitz e do Bobo.
Esta introdução de um dos capítulos resume bem esta saga:
“Por vezes parece injusto que acontecimentos tão antigos possam estender-se pelos anos fora, enterrando garras nas nossas vidas e retorcendo tudo o que se segue. Contudo, talvez seja essa a derradeira justiça: nós somos a soma de tudo o que fizemos, adicionada à soma de tudo o que nos foi feito. Não há, para nenhum de nós, forma de escapar a isto.”
PT: Neste último volume da segunda saga, Fitz e o príncipe continuam em busca do Dragão. Mas Fitz e o Bobo caem numa armadilha e encontram a Mulher pálida - uma mulher diabólica que pretende destruir tudo. Os capítulos são de cortar a respiração. Não conseguia parar de ler com a ansiedade do que ia acontecer. Mas novamente apesar do triunfo da missão, Fitz perde demasiado. E como ele próprio diz: "o homem que eu fora não sobreviveria àquela perda". Procurei tanto tempo por este livro, porque estava esgotado. Fico tão feliz de não ter desistido de o ter porque é maravilhoso. Já me fez rir, chorar e comover mais vezes que muitos romances. A amizade de Fitz e do Bobo é tão bem construída pela escritora. É realmente especial. Os leitores ainda são brindados com os reencontros das personagens da primeira saga, 16 anos depois. E parece-me que finalmente 10 livros depois, Fitz tem o seu final feliz. Mas como ainda tenho 5 livros para ler da próxima saga, tudo pode acontecer.
EN: In this last volume of the second saga, Fitz and the prince continue in search of the Dragon. But Fitz and Bobo fall into a trap and find the Pale Woman - a diabolical woman who wants to destroy everything. The chapters are breathtaking. I couldn't stop reading with anxiety about what was going to happen. But again despite the mission's triumph, Fitz loses too much. And as he himself says: "the man I used to be would not survive that loss". I searched for this book so long, because it was sold out. I'm so glad I didn't give up on it because it's wonderful. It has made me laugh, cry and move more times than many novels. Fitz and Bobo friendship is so well built by the writer. It is really special. Readers are still treated to the reunions of the characters from the first saga, 16 years later. And it seems to me that finally 10 books later, Fitz has the happy ending. But as I still have 5 books to read from the next saga, anything can happen.
Η συνέχεια της πορείας προς την Έξω Νήσο ανοίγει το σκηνικό σε ένα χειμωνιάτικο τοπίο όπου ο χρόνος μοιάζει να παγώνει. Εκεί, η Hobb ενσωματώνει στοιχεία μυστηρίου με την εμφάνιση του Μαύρου Άντρα, ενός αινιγματικού προσώπου που ανατρέπει τις βεβαιότητές μας για τον κόσμο της σειράς. Είναι αυτή η προσθήκη που προσδίδει στην ιστορία μια επιπλέον διάσταση σασπένς: ποιος πραγματικά κινεί τα νήματα στα παρασκήνια;
Ταυτόχρονα, το ερώτημα «γιατί η ναρτσέσκα Ελιάνια επιδιώκει τον θάνατο του δράκου;» εγείρει διλήμματα ηθικά και πολιτικά, ενώ η σχέση του Φιτζ με τον Γελωτοποιό κορυφώνεται σε μια αναμέτρηση που δοκιμάζει τις στενές τους δέσμες φιλίας. Η τελική σύγκρουση στον παγωμένο ναό του Άισλεβτζαλ λειτουργεί ως εκτόνωση όλων των προηγούμενων εντάσεων: το συναίσθημα συγκρούεται με την προφητεία, η ελπίδα με την απελπισία.
Το Fool’s Fate ολοκληρώνει με μεγαλοπρέπεια την ιστορία του Φιτζ και του Γελωτοποιού, προσφέροντας μια αφήγηση γεμάτη θάρρος, θυσία και την αμείλικτη γοητεία του φανταστικού. Με βαθιά ψυχογραφία χαρακτήρων και αξεπέραστη αίσθηση της ατμόσφαιρας, η Robin Hobb θέτει τον πήχη πολύ ψηλά, και το έργο αυτό στέκεται ως παράδειγμα υψηλού επιπέδου περιπετειώδους λογοτεχνίας φαντασίας.
O fim do segundo ciclo da vida de Fitz, o Alterador. O desfecho do que foram em busca determina os resultados para o trono Visionário. Esta segunda demanda na vida de Fitz trouxe muitas perdas que tornam as coisas difíceis, mas também faz com que Fitz recupere não só o seu eu incompleto, mas também quem mais ama. Passando por capítulos de grande emoção e aventura, bem como outros mais de fechar pontas soltas, deixa ao mesmo tempo coisas em aberto para o futuro de Fitz e companheiros. O pormenor com que tudo é escrito e descrito faz-nos, como antes, sentir perto de Fitz e viver as suas aventuras como nossas também, com aquela grandiosidade que mistura coisas tão humanas como fantásticas. E se o fim da primeira saga parecia deixar-nos um Fitz infeliz e só, é bom ver que apesar de tantas perdas, ele aqui termina feliz.
Nunca chorei tanto a ler a nivel de choro forte + tempo. Choros soluços, enfim Amo tanto tanto o Bobo, que é absurdo Quando o Fitz disse "Adeus, FitzCavalaria Visionario" eu ia morrendo Eu amo mm tanto o Bobo Que final bestial com tudo do dragão. Absolutamente incrivel Toda a questao na ilha do dragão foi das melhores cenas que ja li de sempre. Absolutamente incrível. Eu amo TANTO o Bobo. Nao adoro acabar assim mas faz sentido para a historia. Espero q personagens q nunca mais ouvimos falar como a Gina apareçam mais depois. Eu amo tanto o Bobo. É tao bom ver o meu Fitz tão mais crescido Kinda weird uma rapariga com 13-14 anos ter tido bebe com um homem de 15-16 anos, but oh well.
If anybody else needs this Goodreads article on how to recover from a book, you can find it here. You're welcome. I'll be hiding under my blanket for the next 3-5 business days now.
Gostei tanto mas tanto deste livro! Nem tudo é perfeito, principalmente o destino do Bobo mas sei que é o destino racional a dar à personagem. Muitos momentos emocionantes, que nos faz sentir o coração apertado e sentir os olhos molhados. A forma como Castro reencontrou Fitz e como lutou a seu lado e o reencontrou de Fitz com Paciência e Renda, foram dois dos três momentos mais emocionantes para mim. O terceiro e talvez o mais "doloroso" foi com o Bobo e com o que sofreu às mãos da Mulher Pálida, mas Fitz fez jus ao seu nome - Catalizador / Alterador. O mundo que criou é sem dúvida fantástico, com uma caracterização das personagens excelente, não só Fitz mas todas elas, e que nos fazem sentir que são reais. Temos finalmente o final da história de Fitz, um final em que sabemos que irá ser feliz e apesar de não ter sido formalmente reconhecido que FitzCavalaria está vivo, já não é necessário esconder esse segredo a quem importa. Sim, o ritmo é lento mas a riqueza da escrita é como se nos envolvesse e, tal como a Célia comentou, sentimos que reencontramos um velho amigo, e foi precisamente assim que me senti.
É curioso, como quer com a primeira série, quer com esta, li praticamente os livros todos seguidos uns aos outros. Com a diferença que n'"A Saga do Assassino" tive que esperar pela publicação do quinto livro e com "O Regresso do Assassino" li o primeiro e talvez devido à perda de tivemos, não senti que tinha que ler logo os restantes.
Agora gostava que a SdE publique a trilogia Liveship Traders =)
I only need one word to describe this book: Bullshit. That's right, bullshit. A lot of bullshit, a big, steaming pile of it smeared across the pages. I'm serious, there's so much bullshit in these 440 pages that my earwax has melted and my nose has given up functioning. The situations are bullshit, the plot twists are bullshit, the decisions the characters make are not only bullshit, but also juts downright stupid, and the ending, oy vey, the ending! It's so cutesey and angsty! And that thing with the Fool! Seriously,are you kidding me?! I mean, I'm happy that it turned out to be okay, I really do love that character, but damn it, did you have to end it that way, Robin Hobb, hum? You might as well've left things the way they were! So yeah, like I said, bullshit. Some plot twists are just so ridiculous that they would've been laughable if the story hadn't been so beautifully written (I'm talking about writing style now), not to mention that there's enough undertoned yaoi to give Black Butler and Hetalia a run for their money. But does that matter? No, not really, no. Not to me, at least. It's still Robin Hobb, it's still a novel of a series that I really enjoyed, and even though this book is filled with bullshit and half-baked ideas and clichés, I really did enjoy it and when I finnished it, and when I realised that it wasn't the end of a book, but the end of a whole, fantastic series,I still felt like I was loosing a dear old friend.
Em muitos dos livros o mal comum parece ser o fim apressado. Muitas pontas por atar mantêm o enredo interessante, mas chega ali à conclusão e eis que surge a pressa de tentar fechar a porta dando o máximo de nós nas pontas soltas possível, ou deixando algumas por atar.
Robin Hobb não foi em cantigas. A saga de FitzCavalaria Visionário termina aqui. Com duas palavras e um ponto final, termina a saga. E estas surgem no final de um livro em que muito se resolve, não sem complicações aqui e ali, mas ao seu ritmo, sem pressas nem trapalhices, mas também sem mastigar e entrar em mastiganços desnecessários. Robin Hobb fê-lo e fê-lo com mestria. Um portentoso fim onde pouco ficou por contar para uma série que é de leitura obrigatória para os amantes do género.
A escrita na primeira pessoa, intimista, comummente depressiva, maculada, com os pensamentos nem sempre coerentes ou constantes guia-nos ao longo destes livros, divididos em duas séries, pela Saída de Emergência, e contam uma história apaixonante.
Já algum tempo que não me envolvia tanto numa história e a autora merece o crédito por o ter conseguido e por eu ter conseguido esperar para ler a trilogia do Regresso do Assassino de seguida ... Tivesse este livro o último capitulo diferente e teria conseguido (de mim, claro) as 5 estrelas. Foi mesmo um capitulo decepcionante ... para o envolvimento que eu estava a ter com a história e as personagens.