Como falar do sujeito do inconsciente sem cair nas armadilhas da simplificação banalizadora? Esse livro trata o tema com a reverência que lhe é devida – única proteção contra a perigosa ingenuidade de se supor que uma noção de fato fundamental possa ser inteiramente dominada, mesmo pelo mais veterano dos estudiosos.
Primeiramente o autor passa através da história filosófica do conceito de sujeito, depois pelo seu significado em psicanálise que só o nomeou propriamente a partir de Lacan e como um adendo ao livro uma pequena explicação do conceito de falo dentro da psicanálise.