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Atomic Heart
Free short story
At the core of the Industrial Revolution the world is on the verge of extraordinary technological advancements. A new and powerful energy source rises to dethrone the generalized use of steam. In the right hands, the new power source can speed up Mankind’s development but on the wrong hands it can destroy the world.
https://www.smashwords.com/books/view...
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Em português:
https://www.smashwords.com/books/view...
At the core of the Industrial Revolution the world is on the verge of extraordinary technological advancements. A new and powerful energy source rises to dethrone the generalized use of steam. In the right hands, the new power source can speed up Mankind’s development but on the wrong hands it can destroy the world.
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Em português:
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8 pages, ebook
First published November 23, 2012
About the author
Manuel Alves
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O autor só fala de si mesmo na terceira pessoa quando tem de falar do autor ou, é claro, quando pratica a extraordinária arte da feitiçaria imaginativa — há quem lhe chame Escrita. Se houvesse na minha vida lugar para gatos, teria dois e um seria um Gremlin disfarçado. Tenho um furão e uma hiena — ambos imaginários.
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The author only speaks of himself in the third person when he has to speak about the author or, of course, when he conjures the extraordinary art of imaginative sorcery—some call it Writing. If there was any place for cats in my life, I would have two and one of them would be a Gremlin in disguise. I have a ferret and a hyena—both imaginary.
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O autor só fala de si mesmo na terceira pessoa quando tem de falar do autor ou, é claro, quando pratica a extraordinária arte da feitiçaria imaginativa — há quem lhe chame Escrita. Se houvesse na minha vida lugar para gatos, teria dois e um seria um Gremlin disfarçado. Tenho um furão e uma hiena — ambos imaginários.
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The author only speaks of himself in the third person when he has to speak about the author or, of course, when he conjures the extraordinary art of imaginative sorcery—some call it Writing. If there was any place for cats in my life, I would have two and one of them would be a Gremlin in disguise. I have a ferret and a hyena—both imaginary.
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Community Reviews
Displaying 1 - 11 of 11 reviews
March 29, 2014
Quando não se gosta muito,dizemos que 'não é o nosso género' para disfarçar...
Ora,não é mesmo o meu género...
E não é para disfarçar!
Generalizando...
Sobre 'mãos certas e mão erradas'!
Mesmo não sendo o meu género,o escritor (prefiro 'escritor' a 'autor') é o mesmo!Bastante bom a escrever,uma poderosa fonte de energia!
Uma fonte de energia com coração a bater...Não pode ser maldosa!
Nas mãos certas,o coração pode ser movido a vapor.
Vegetal.Convém...
O mundo está com problemas no peito!
Emoções explosivas!!!
Explodir é uma capacidade...
Boa sinopse (mais uma vez)
Ora,não é mesmo o meu género...
E não é para disfarçar!
Generalizando...
Sobre 'mãos certas e mão erradas'!
Mesmo não sendo o meu género,o escritor (prefiro 'escritor' a 'autor') é o mesmo!Bastante bom a escrever,uma poderosa fonte de energia!
Uma fonte de energia com coração a bater...Não pode ser maldosa!
Nas mãos certas,o coração pode ser movido a vapor.
Vegetal.Convém...
O mundo está com problemas no peito!
Emoções explosivas!!!
Explodir é uma capacidade...
Boa sinopse (mais uma vez)
March 4, 2013
Um conto pequeno mas bastante intenso com a capacidade de nos fazer torcer pelas personagens principais!
Gostei bastante!
Gostei bastante!
April 15, 2013
Há acontecimentos na História que parecem destinados a acontecer, mais cedo ou mais tarde. E se fosse mais cedo? Se a energia nucear tivesse sido descoberta durante a Revolução Industrial? E se a inteligência artificial fizesse parte do pacote, capaz de reproduzir as emoções humanas com elevado grau de fidelidade? E se tudo isso tivesse acontecido numa cidade portuguesa? Este conto parte de uma série de "e se..." acelerando a todo o vapor para um final inevitavelmente explosivo, bem do género steampunk.
Uma homenagem a todos os fracassos dos quais não reza a História. Ou aos acontecimentos que, apesar de não terem sido fracassos, são ignorados dos anais. Deixa o "e se..." ficar no ar.
Uma homenagem a todos os fracassos dos quais não reza a História. Ou aos acontecimentos que, apesar de não terem sido fracassos, são ignorados dos anais. Deixa o "e se..." ficar no ar.
May 2, 2013
Um conto simpático mas que não me apaixonou a 100%. Mas vou ler mais contos deste autor, sem duvida!
May 1, 2014
A story how two robots, masterpieces of a very dedicated engineer, learned the meaning of revenge, anger, sacrifice and love.
April 4, 2013
(There will be spoilers. Be warned.)
É o segundo conto que leio do autor e volto a ficar ao mesmo tempo agradavelmente surpreendido no início e aborrecido no final.
Sou um fã de Steampunk, portanto o ambiente industrial, o cantinho do inventor na fábrica, apanhou-me logo de rajada e bem. O diálogo entre os dois constructos é maioritariamente eficaz, ainda que algo clássico na sua essência. O mesmo já não se pode dizer do diálogo seguinte com o "vilão" do conto: cliché até dizer chega. Clichés são também as personagens, e acaba por sê-lo o enredo. O final, embora pinte uma bela imagem, falha em nos explicar o porquê de fazer dois mecanismos pensantes em ligas diferentes; falha em explicar porque é que, ou como, o que é para todos os efeitos apenas uma máquina, sente; e acima de tudo falha em explicar como é que se causa uma explosão nuclear quando se dá contacto entre urânio e metal quente, dado que no mínimo dos mínimos seria necessário o urânio estar enriquecido para tal, um processo artificial que não se pode conceber ter sido operado em plena Revolução Industrial. São tudo questões sobre as quais o autor se deveria ter debruçado, porque deixam o conto bastante fragilizado quando se procura expôr o que lhe vai debaixo da superfície.
É o segundo conto que leio do autor e volto a ficar ao mesmo tempo agradavelmente surpreendido no início e aborrecido no final.
Sou um fã de Steampunk, portanto o ambiente industrial, o cantinho do inventor na fábrica, apanhou-me logo de rajada e bem. O diálogo entre os dois constructos é maioritariamente eficaz, ainda que algo clássico na sua essência. O mesmo já não se pode dizer do diálogo seguinte com o "vilão" do conto: cliché até dizer chega. Clichés são também as personagens, e acaba por sê-lo o enredo. O final, embora pinte uma bela imagem, falha em nos explicar o porquê de fazer dois mecanismos pensantes em ligas diferentes; falha em explicar porque é que, ou como, o que é para todos os efeitos apenas uma máquina, sente; e acima de tudo falha em explicar como é que se causa uma explosão nuclear quando se dá contacto entre urânio e metal quente, dado que no mínimo dos mínimos seria necessário o urânio estar enriquecido para tal, um processo artificial que não se pode conceber ter sido operado em plena Revolução Industrial. São tudo questões sobre as quais o autor se deveria ter debruçado, porque deixam o conto bastante fragilizado quando se procura expôr o que lhe vai debaixo da superfície.
July 1, 2014
Até agora o meu conto preferido do autor!
Bastante completo, a história tem tudo. Podia ser mais completo, com mais história sobre como os autómatos foram construidos mas para mim está perfeito.
Gostei mesmo muito.
É um autor a continuar a seguir.
Bastante completo, a história tem tudo. Podia ser mais completo, com mais história sobre como os autómatos foram construidos mas para mim está perfeito.
Gostei mesmo muito.
É um autor a continuar a seguir.
January 8, 2014
A sinopse prometia mais... De qualquer modo, não é o "meu" género de ficção científica.
July 2, 2014
Quero mais!
August 29, 2014
Opinião disponível em: https://booktalesblog.wordpress.com/2...
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