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Le remords de Prométhée: Du don du feu à la destruction mondiale par le feu

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Depuis toujours, nous devons organiser notre "métabolisme avec la nature". Pour Marx, cela passe par le travail. Et depuis des centaines de milliers d'années, cela passe aussi par le feu, qui sert à cuire les aliments et durcir les outils. En ce sens, l'histoire de l'humanité est celle des diverses utilisations du feu. Mais là où, en surface, les arbres ne pouvaient brûler qu'une seule fois, la découverte de gisements de charbon et de pétrole a bouleversé l'impact du travail et du feu. Selon Peter Sloterdijk, l'humanité moderne peut être considérée comme un collectif d'incendiaires. Si Prométhée revenait, il regretterait son don, car c'est la destruction du monde par le feu qui menace. Seul un nouveau pacifisme énergétique peut empêcher cette catastrophe.

128 pages, Paperback

First published March 12, 2023

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About the author

Peter Sloterdijk

131 books589 followers
Peter Sloterdijk is a German philosopher, cultural theorist, television host and columnist. He is a professor of philosophy and media theory at the University of Art and Design Karlsruhe.

Peter Sloterdijk studied philosophy, Germanistics and history at the University of Munich. In 1975 he received his Ph.D. from the University of Hamburg. Since 1980 he has published many philosophical works, including the Critique of Cynical Reason. In 2001 he was named president of the State Academy of Design, part of the Center for Art and Media in Karlsruhe. In 2002 he began to co-host Das Philosophische Quartett, a show on the German ZDF television channel devoted to discussing key issues affecting present-day society.

The Kritik der Zynischen Vernunft (Critique of Cynical Reason), published by Suhrkamp in 1983, became the best-selling philosophical book in the German language since the Second World War and launched Sloterdijk's career as an author.

The trilogy Spheres is the philosopher's magnum opus. The first volume was published in 1998, the second in 1999, and the last in 2004.

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Profile Image for J TC.
235 reviews26 followers
October 6, 2024
Peter Sloterdijk - O Arrependimento de Prometeu
Uma pérola.
Peter Sloterdijk usando o mito grego onde Prometeu é punido por Zeus por ter cedido aos humanos o segredo do fogo leva-nos numa viagem onde a humanidade é observada na sua relação metabólica com a natureza. No mito, o acto de rebeldia é punido e o titã é acorrentado a uma rocha, onde uma águia devora o fígado todos os dias, apenas para que o órgão se regenere à noite, num ciclo contínuo de sofrimento. Este mito simboliza a luta pela libertação humana através da tecnologia e do conhecimento, e os custos de tamanho atrevimento. Porém, pode simbolizar também o potencial de regeneração que a mãe natureza nos deu para sobrevivermos. Contudo este sobreviver só tem sido possível crescendo, e é nesta relação difícil com a natureza que o castigo dos humanos deve ser enquadrado. E aqui, Peter Sloterdijk é bem claro desde início, nunca as florestas que consumimos, nem as da superfície e muito menos as que se encontram nas profundezas vão conseguir alguma vez acompanhar o ritmo de consumo que lhes temos dado desde o paleolítico superior.
Desde o Homo erectus que a humanidade usa o fogo como fonte de energia para os mais variados fins. Peter Sloterdijk usa essa ligação e dependência para colocar a humanidade numa rota pela qual, se não corrigir o rumo, leva-lo-à para a inceneração suprema - a ekpyrosis, o fim do mundo em chamas.
A linguagem metafórica desenvolvida por P Sloterdijk reveste-se de um conceito onde o mito grego é revisitado, agora numa visão mais negra e de consequências bem mais nefastas para com a humanidade. Daí a terminologia usada – O Arrependimento de Prometeu, um arrependimento que resulta da ambivalência e das consequências negativas do progresso tecnológico e científico que, como no mito de Prometeu, pode ser visto tanto como uma dádiva quanto uma maldição. Para Sloterdijk a humanidade, ao longo da história, tem recorrido cada vez mais à tecnologia para se emancipar e o “fogo" de Prometeu simboliza essa demanda. No entanto, ao fazê-lo, criou também novos riscos e ameaças que anteriormente não existiam – crises ambientais, manipulação genética, biotecnologia, IA, controle social, etc.
O "arrependimento" é uma reflexão crítica sobre as consequências do uso da tecnologia e do conhecimento, que, embora muitas vezes possam ser vistos como avanços, trazem também novos desafios e ameaças. Assim tal como Prometeu que talvez não tivesse previsto o sofrimento que o seu presente traria aos humanos, é possível que a humanidade actual possa ela estar também arrependida dos efeitos colaterais do seu próprio progresso.
E são muitos os sinais preocupantes. As alterações climáticas, a delapidação de recursos para as gerações vindouras, a perda da biodiversidade, a destruição de florestas e oceanos, a devastação pelos incêndios, e agora as eventuais consequências de um mundo pós-moderno onde os fins e a verdade foram substituídas pelo espetáculo e pela “democraticidade” de todas as opiniões contarem de igual forma, mesmo as mais tontas. A par destas, surge agora a IA, uma ferramenta poderosa capaz de transformar radicalmente a sociedade e as relações entre as pessoas, uma ferramenta que se assemelha a uma reedição do mito de Prometeu, que, esperamos que não contribua com mais factores de arrependimento do que aqueles que temos vindo a acumular.
Para Sloterdijk a "domesticação da humanidade” pela tecnologia e ciência, resulta num sentimento de "arrependimento” simbolizado aqui como o de “Prometeu", um arrependimento que reflete a tensão entre os desígnios de controle e as consequências imprevisíveis desse poder. O progresso científico e técnico é de alguma forma libertador, mas é sempre gerador de novas dependências e de novos perigos.
Haverá soluções? Não sei! Mas também aqui Sloterdijk tenta terminar este seu discurso/ensaio mostrado-nos que um caminho de salvação será difícil, estreito, disruptivo e desagradávelmente sitiado entre a liberdade ainda possível e o autoritarismo imprescindível para corrigir rotas falsas e desmandos. Só que homens providenciais há poucos e diz-nos a história que quando surgem têm um lado sombrio muito negro.
Profile Image for Chowder 3108.
53 reviews
April 29, 2024
I was about halfway into the book when I realized Sloterdijk is kind of a hack. His main thesis is basically Marxism, with a focus on fire as a metaphor. From this he tries to build out a social critique that is pretty problematic. It's rife with concerns about "demographics", always a bit of a dog-whistle, and rather determinist, as he seems to imply that the form of social progress we associate with modern societies is only possible because of improved technology. This is highlighted in a very hamfisted attempt to say that LGBTQ rights become important and "flaunted" in advanced societies is because human reproduction is no longer the most important social need, which is a bafflingly stupid idea. He goes on to peddle some China-hawk drivel, naming them as the "biggest threat to humanity", never once mentioning the United States in a negative light. He then tries to stick the landing by saying that really we all need to come together and be "energy pacifists". Do not recommend this book, or its weird political agenda.
Profile Image for Tarian.
336 reviews19 followers
June 6, 2023
Zunächst liefert Sloterdijk einen Abriss über die Historie des pyromanen Menschen, bevor er daran ökologische Gedanken anschließt. Die sind auch interessant, allerdings werden sie überstrahlt von befremdlichen Einlassungen, die den industriellen Gesellschaften sinngemäß Wohlstandsverwahrlosung vorwerfen und konstatieren, dasss die Ausbeutung des Menschen durch den Menschen in ihnen vollständig durch die Ausbeutung (heißt Verfeuerung) fossiler Ressourcen ersetzt sei. Sloterdijk spricht den Armen in diesen Gesellschaften mit Verweis auf weniger entwickelte Länder ihre Armut ab, verurteilt den Konsum aller Menschen der Industriegesellschaften. Das ist, platt gesagt, zynisch und dumm. Auch scheinen ihm die Toleranz von queeren Beziehungen und Identitäten sowie ein forscher Feminismus Luxusprobleme zu sein, wie er in thematisch vollkommen unpassenden Ausschweifungen schreibt. Es gereicht einem der wichtigsten Intellektuellen der Gegenwart nicht zu Ehre, wenn er über "polyphon monotone" Feminismen pöbelt, die angeblich Männer marginaliseren und queere Daseinsformen als Luxuriösitäten maßloser Gesellschaften abtut.
Doch nicht nur diese bedenklichen und gedankenlosen Einlassungen schaden dem Buch, sondern es ist stellenweise selbst bei seinem Hauptthema argumentativ schwach und schlecht belegt. Sloterdijk fordert nämlich, Nationalstaaten und Größtstädte als Irrweg der Zivilisationsgeschichte anzuerkennen und erstere bei etwa 20 Millionen Menschen zu begrenzen, letztere bei 500 000. Begründung: Diese zivilisatorischen Einheiten würden, wenn sie basisdemokratisch organisiert seien, natürliche Ressourcen viel weniger aubeuten als ein größerer Nationalstaat. Belege hat er dafür allerdings keine, und diese Überlegung mutet umso seltsamer an, als er später in Bezug auf die Bodenschätze ein Welterbe vorschlägt, dass von den vereinten Nationen kontrolliert werden soll. Wie das mit einer altertümlichen Kleinstaatelei zu machen sein soll, wird wohl Sloterdijks Geheimnis bleiben. Unrühmlichen Abschluss erlangt das Buch in einer Bemerkung zu AktivistInnen vom Coleur der letzten Generation, von deren Aktionen Peter Sloterdijk eine unfassbare Gedankenkette bis zu Attentaten auf klimaschädliche Politiker spannt. Dass er hier auf dem Niveau eines dumpfen Twittermobs verbleibt, ist enttäuschend und, wie das gesamte Buch, ein trauriger Schandfleck auf der intellektuellen Redlichkeit Peter Sloterdijks.
Profile Image for Willemf.
179 reviews
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August 2, 2025
Interessant werk van Sloterdijk. Ik moet het nog even op mij laten inwerken.
12 reviews
July 5, 2023
In bester Sloterdijk-Manier bekommt man hier den großen Bogen, beginnend irgendwo in prähistorischen Zeiten, gespickt mit ein paar interessanten etymologischen Einsichten, wird die Bedeutung des Feuers von Holz zu fossilen Energieträgern auf die Menschheit beschrieben. Den Ansatz, die Nutzung fossiler Energieträger als Ausbeutung in einer Linie mit der Ausbeutung menschlicher Arbeitskraft in Form von Sklaven zu sehen, empfinde ich als spannend. Im ersten Teil seiner Abhandlung schafft Peter Sloterdijk es, facettenreich zu argumentieren, die Schilderungen sind häufig historisch-deskriptiv, die einordnenden Einschübe wirken gut abgewogen.
Die zweite Hälfte des Textes wirkte auf mich an einigen Stellen schlechter argumentiert: Mir sinnlos erscheinende problematisierende Wertungen in einem Exkurs zu großen politischen Einheiten wie Megastädten oder der Volksrepublik China erscheinen mir ebenso unschlüssig wie die finalen Folgerungen, die der Autor aus seinen Überlegungen zieht. Ich finde es zwar durchaus interessant, dessen Perspektive und Forderungen im Kontext des Klimawandels kennenzulernen, allerdings wirkten die Aussagen zu weit hergeholt. Wer auf Basis naturwissenschaftlicher Erkenntnis in bezug auf Klimawandel und dessen Folge so klar vor Augen hat wie Sloterdijk, dem steht es nicht, im gleichen Buch völlig losgelöst von den verschiedensten beteiligten wissenschaftlichen Disziplinen, den post-prometheischen, energetischen Pazifismus zu fordern, dem Hyper-Prometheismus aber den Kampf anzusagen. Für mich als Leser ist die Argumentation an dieser Stelle nicht verständlich, der echte Erkenntnisgewinn wurde in den letzten Kapiteln immer seltener, wobei die Bezüge auf verschiedenen Formen des Klimaaktivismus noch spannend, wenn auch von realen Verhältnissen losgelöst, erscheinen.
Unabhängig von diesen inhaltlichen Bedenken hätte ich mir aus Gründen der Unterhaltsamkeit mehr Hyper-Prometheismus gewünscht. Das Menschen- und Menschheitsbild, das in diesem Buch anklingt, teile ich nämlich in keinster Weise.
Trotz allem: worth a read
Profile Image for zloup.
296 reviews22 followers
October 14, 2023
j’ai des noeuds au cerveau c’est dur la philo bordel
Pas d’accord avec tout mais réflexion intéressante +++
Profile Image for Alina Stardust.
22 reviews1 follower
May 13, 2023
Ein sehr wichtiges, notwendig nüchternes und höchst intellektuelles Buch über den menschlichen Umgang mit dem Feuer, von Prometheus über Marx bis zum Übergang in die Katastrophe der „globalen Brandstiftung“ des Klimawandels. Braucht es noch eine weitere Warnschrift zur Folgen der Ausbeutung von Brennstoffen? Ja. Realisiert man das Ausmaß der destruktiven Macht-, Konsum- und Verblendungsstrukturen unserer Zeit, kann es gar nicht genug Warnrufe geben. Der Vortrag von Sloterdijk ist ein solcher, ohne jegliche Wiederholung von Parolen und emotionaler Mobilisierung, sondern mit intellektuellem Anspruch und einem aufschlussreichen anderen Blick auf die Geschichte des modernen Menschen als eine Geschichte des Feuers.
Profile Image for dammydoc.
353 reviews
April 15, 2024
“Quando il titano Prometeo scende dalla roccia alla quale è incatenato, è costretto a osservare con grande stupore le mutate condizioni del mondo. Trova un'umanità che assomiglia ben poco a quella che voleva aiutare con il dono del fuoco. La vecchia e arida Terra è ora percorsa da innumerevoli fuochi che ardono in milioni e milioni di fornaci. Strani e dannosi fuochi, mai visti prima, rimbombano nelle bocche dei cannoni”…

Cosa osserva oggi Prometeo, liberato dalla roccia del Caucaso a cui è stato incatenato da Zeus dopo il furto del fuoco, donato agli uomini?
Vede un modus operandi dominante che, al di là di singoli progetti, non è in grado di fermare l’incendio:
“…Ci si anestetizza con l'illusione di fare qualcosa per i processi rigenerativi, abbassando il riscaldamento domestico, isolando gli edifici e viaggiando con auto elettriche; è evidente, però, che non un solo ettaro della foresta o della brughiera sotterranea che va in fiamme sotto forma di carbone, petrolio o gas sarà mai ripiantato…”

Questo ci porta sempre più pericolosamente vicini alla ekpýrosis, la dissoluzione del mondo nel fuoco…

Peter Sloterdijk - classe 1947 - è filosofo e saggista, docente di filosofia ed estetica presso la Hochschule für Gestaltung a Karlsruhe, in Germania, e direttore dell’istituto di filosofia della cultura presso la Akademie der bildenden Künste di Vienna.
Ha elaborato la sua visione antropologica in Sfere, saggio in tre volumi (in Italia edito da Raffaello Cortina editore); il suo testo più noto è Critica della ragion cinica (150.000 copie vendute all’epoca della sua pubblicazione, nel 1983).

Il rimorso di Prometeo è un breve e complesso saggio su modernità, sostenibilità e natura delle società umane.

A partire dal mito del titano che rubò il fuoco agli dèi (“… Il fuoco, il più antico complice dell'homo sapiens nella sua fuga dalla sfera delle mere condizioni naturali […] una delle prime grandezze che gli esseri umani sono stati in grado di comprendere come manifestazioni dei principi trascendenti di «forza» e «potenza»: una prima metafora del divino, accanto al vento, al fulmine e al sole”… ) Sloterdijk amplia il concetto di “vergogna prometeica” introdotto dal filosofo austro-tedesco Günther Anders: se questi identificava la modernità avanzata con quella fase in cui il dono del fuoco - che aveva permesso all’umanità di uscire dallo stato di necessità - ha finito con il tramutarsi in forza (auto)distruttiva, fino a “mettere in discussione l’esistenza stessa del mondo”, l’autore giunge a immaginare un “rimorso prometeico”.

È stato Karl Marx - chiosa l’autore- a notare come la storia dell’umanità possa essere declinata come una storia delle applicazioni del fuoco: il fuoco rende commestibili le prede della caccia, cuoce il pane, permette di forgiare lame affilate.
A partire dalla rivoluzione industriale il fuoco ha forgiato letteralmente la struttura delle società: “l’umanità moderna è un gruppo di piromani che appiccano il fuoco a foreste e brughiere sotterranee”, dal momento che il carbon fossile diviene il combustibile su cui nazioni e imperi fondano il loro potere e la loro crescita.

Sebbene parta da uno spunto - quello mitologico - accattivante, si basi su principi storico-filosofici solidi, e pur guardando con lucidità, originalità e profondità al presente, la trattazione appare dispersiva, disorganica, concepita più come riflessione atta a circolare tra “addetti ai lavori” che a suscitare un dibattito che coinvolga chiunque abbia a cuore le sorti di questo nostro pianeta…
356 reviews
August 29, 2023
In the last paragraph of this small volume, Sloterdijk calls for volunteers to join a global firefighter brigade. However, throughout the book his ideas and analysis fan the flames quite a bit. This is highly original, if not always fairly balanced. The core thrust of his argument is nevertheless true. There's a new type of class war required, if climate change were to be mitigated faster than is currently the case. Provocative in many dimensions - Love him or hate him, but Sloterdijk doesn't "take prisoners."

"Ohne Zweifel wird man die aktuellen Praktiken eines Tages, bei nahender Erschöpfung der Vorkommen, als Extraktionsverbrechen verurteilen, so wie man heute viele Aspekte des Kolonialismus verurteilt und die Schädlichkeit atmosphärenwirksamer Emissionen aus vergangenen pyrotechnischen Exzessen beklagt." (p. 67)

"Außer Zweifel steht, das angebrochene Jahrhundert wird die Konfrontation von postprometheischen und neoprometheischen Strömungen sehen. Die zufälligen Besitzer verschwendungsfähiger Ressourcen werden mit den energetischen Habenichtsen vermutlich ebenso egomanisch, manipulativ, bestenfalls patronisierend verfahren wie vormals die Grundherren der Feudalzeit mit ihren Sklaven und Leibeigenen." (p. 69)

"Der Konflikt zwischen den Sparern und den Verausgabern bzw. den Askesebereiten und den Verfechtern eines Menschenrechts auf Leichtsinn, die sich schon jetzt im Inneren der "postindustriellen" Gesellschaften zu Parteien mit noch konfusen Fronten formieren, wird Politikern, Technikern, Therapeuten und Ethikern für ein Jahrhundert und mehr Arbeit geben. Er bildet ohne Zweifel die Matrix vorbildloser transnationaler demagogischer Karrieren." (p. 73)
Profile Image for Francesc Brunés.
195 reviews5 followers
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August 31, 2024
Segons el mite, Prometeu va portar el foc a la Terra i en va donar el control als humans. I l'ús que n'hem fet (coure els aliments, forjar eines...) ha determinat, en bona mesura, l'evolució de les civilitzacions. Sloterdijk pensa que si Prometeu tornés avui a la Terra segurament es penediria del regal que ens va fer perquè s'adonaria que ens hem convertit en uns incendiaris; que l'abús que hem fet del foc ens durà a la catàstrofe, llevat que ens enrolem en un nou pacifisme energètic. [de la contraportada del llibre]
Més recomanacions de llibres al blog «Mirades»: https://agorafrancesc.wordpress.com/l...
Profile Image for Silvio Weitzl.
134 reviews
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November 25, 2023
Fire walk with me

Ein notwendiger Weckruf von DEM Denker unserer Zeit, der ohne Klebeblockaden und Beschmutzungsattentate auf weltbekannte Kunstwerke auskommt. Sloterdijk versetzt auf 80 Seiten das Innere mehr in Aufruhr, als es Aktivist*innen mit unzeitgemäßen, abgedroschenen Floskeln und Kolleg*innen auf hunderten von Seiten können. Er hält ingeniös und ungetrübt den Spiegel vor die gierige Fratze der Menschheit.
Profile Image for thegrizzlylizzy.
9 reviews
February 4, 2024
3/4 des Buch geht um die historische „Verbrennung von Rohstoffen“ und Sozialismus, dann wird China gebasht und am Ende Bruno Latour gelobt. Wie immer schreibt Sloterdijk witzig, metaphorisch und wortgewandt, aber ich hab (höchstens) nur die Hälfte verstanden.
Profile Image for Pau.
10 reviews
November 23, 2024
Extranyot, costa de seguir si no ets massa expert amb terminologia filosòfica i/o política. Tot i això dona un punt de vista interessant en quant a energia i el futur que ens pot esperar, tot i que en alguns moments una mica esbiaixat.
Profile Image for Kafkaesk.
25 reviews
September 22, 2024
Erste Hälfte gut, zweite Hälfte meh.

Summa Summarum:
Bruno Latour gud, China *really* bad.

Würde ich zwar nicht meinen, aber ja - ist halt Sloterdijk.
Profile Image for Stuart Ross.
Author 2 books12 followers
October 20, 2024
“Does Madonna ever consider that her quirky polyvalence reflects the featurelessness of oil and its ability to be converted into any number of things?”
Profile Image for Noëlle Kröger.
Author 5 books12 followers
December 27, 2024
Fängt solide an und wird dann haarsträubend bigott. In Peters Welt gibt es nur zwei Modi: Frau wäscht Wäsche oder Waschmaschine wäscht Wäsche. Wer die Wäsche in die Waschmaschine tut, bleibt ungeklärt. Dann Homosexualität als Luxusproblem einer Welt abzutun, die laut Peter zu wenig (weiße) Kinder, aber zu viele (chinesische) Kinder bekomme, sagt einfach alles. 🙃
Profile Image for Kantcrusher.
160 reviews3 followers
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October 7, 2025
an sich gut aber gegen ende bissl zu sehr old man yells at rainbow
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