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Arroz do Céu

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ARROZ DO CÉU ,

de José Rodrigues Miguéis,

fala do quotidiano de um emigrante vindo de uma das repúblicas do Báltico, cujo trabalho é o de limpar o lixo que os cidadãos inconscientes deitam para a rua. O limpa-vias sem nome encarrega-se de limpar as galerias do metro, vivendo como uma toupeira, gozando apenas a luz do sol de forma indirecta – aquela que “cai” pelo respiradouro do metro. Juntamente com a luz vinda lá de fora caem também os detritos que os transeuntes nova-iorquinos – e também os varredores das ruas – acham por bem atirar para o respiradouro (por comodismo) o lixo que o limpa-vias vai ter de apanhar.
Mas, no respiradouro próximo da Igreja, aos Domingos acontece sempre um estranho fenómeno. Sempre que o sino toca, festivo, anunciando um casamento, pelo respiradouro caem……bagos e bagos de arroz.

Paperback

First published January 1, 1983

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About the author

José Rodrigues Miguéis

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JOSÉ RODRIGUES MIGUÉIS nasceu em Lisboa, a 9 de Dezembro de 1901. Formou-se na Faculdade de Direito de Lisboa (1924) e foi um dos fundadores da revista Seara Nova (1922). Advogou, foi professor do ensino secundário, presidente da Segunda Liga da Mocidade Republicana e co-director do jornal O Globo. Licenciou-se em Ciências Pedagógicas na Universidade de Bruxelas (1933) e fixou residência nos EUA (1935) como redactor-associado da Reader’s Digest e, posteriormente professor universitário. Escreveu contos, romances, novelas e peças de teatro. Apesar de quase toda a sua produção ter sido escrita longe da pátria (o que explica a preferência por temas do exílio e da emigração), mantém o humorismo magoado, a simpatia humana e o lirismo tipicamente portugueses. São suas obras principais: Páscoa Feliz (1932, Prémio Casa da Imprensa), Onde a Noite Se Acaba (1946), Saudades para Dona Genciana (1956), Léah e Outras Histórias (1958, Prémio Camilo Castelo Branco), A Escola do Paraíso (1960), a peça de teatro O Passageiro do Expresso (1960), Gente da Terceira Classe (1962), É Proibido Apontar (1964) e O Milagre Segundo Salomé (1975). Foi condecorado pela Presidência da República com o Grande-Oficialato da Ordem de Sant’Iago da Espada, em 1979. Faleceu a 27 de Outubro de 1980, em New York.

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