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The Violence of Interpretation
Published in English for the first time, this is a seminal work by an original and creative analytical thinker. Piera Aulagnier's The Violence of Interpretation bridges the work of Winnicott and Lacan, putting forward a theory of psychosis based on children's early experiences. The author's analysis of the relationship between the other's communications and the infant's psychic experience. and of the pre-verbal stage of development of unconscious fantasy starting from the 'pictogram', have fundamental implications for the psychoanalytic theory of development. She developed Lacan's ideas to enable the treatment of severe psychotic states. Containing detailed discussion of clinical material, and written in the author's precise yet provocative style, The Violence of Interpretation is a welcome addition to the New Library of Psychoanalysis.
- GenresPsychologyPsychoanalysis
Paperback
First published January 1, 1992
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Community Reviews
Displaying 1 - 3 of 3 reviews
January 6, 2026
brillante por lo terrible y viceversa...
September 7, 2026
Ensaios do pensamento
Volto a uma frase sublinhada na manhã anterior e encontro a página ainda aberta sobre a mesa, uma pequena dobra no canto, algumas palavras cercadas a lápis e o resto aparentemente intacto, embora eu saiba que alguma coisa já não está no mesmo lugar, porque há leituras que não deixam lembrança clara do instante em que nos tocaram e mesmo assim começam silenciosamente a alterar a margem pela qual reconhecemos aquilo que aconteceu conosco.
A violência da interpretação
Penso então na velocidade com que a psique procura devolver o inédito ao conhecido, como se diante de uma presença que nos desloca fosse preciso imediatamente vestir o susto com as roupas antigas da própria história, e é nessa pressa que imagino o complexo como uma espécie de força entrópica, não porque Jung o tenha nomeado assim, mas porque sua repetição tende a recolher o que chegou estranho, excessivo ou ainda sem nome e reorganizá-lo dentro de um repertório familiar, até que aquilo que poderia ter aberto uma diferença comece novamente a parecer conosco.
Volto a uma frase sublinhada na manhã anterior e encontro a página ainda aberta sobre a mesa, uma pequena dobra no canto, algumas palavras cercadas a lápis e o resto aparentemente intacto, embora eu saiba que alguma coisa já não está no mesmo lugar, porque há leituras que não deixam lembrança clara do instante em que nos tocaram e mesmo assim começam silenciosamente a alterar a margem pela qual reconhecemos aquilo que aconteceu conosco.
A violência da interpretação
Penso então na velocidade com que a psique procura devolver o inédito ao conhecido, como se diante de uma presença que nos desloca fosse preciso imediatamente vestir o susto com as roupas antigas da própria história, e é nessa pressa que imagino o complexo como uma espécie de força entrópica, não porque Jung o tenha nomeado assim, mas porque sua repetição tende a recolher o que chegou estranho, excessivo ou ainda sem nome e reorganizá-lo dentro de um repertório familiar, até que aquilo que poderia ter aberto uma diferença comece novamente a parecer conosco.
July 13, 2022
We are the champions and we jerk the fight ‘til the end!
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